Logo que brilhou o sol Rosana, com a
equipe de voluntárias, se dirige à Fundação Parada de Taipas. Um lugar deserto,
guardando quase sessenta internas que cometeram deslizes na sociedade.
Na idade de 14 a 21 anos ali elas
permanecem, e dentro da rotina vão se socializando e se educando nas regras e
leis a cumprir.
Chegando à quadra, um espaço cedido
para o evento, elas aparecem sorrindo e cumprimentando o grupo da AMC que lhes
espera.
Inicialmente Rosana agradece aos
responsáveis e funcionários, valoriza o trabalho desenvolvido pelo Pr. Geraldo
Vilhena, da Igreja Universal, onde, semanalmente, com um grupo de apoio busca
resgatar a ideia perdida, e mostra, através da palavra de Deus, que há
uma nova chance para quando ficarem livres desse passado.
É feita uma oração de agradecimento e
são convidadas a participar de um café da manhã preparado por todas as
voluntárias.
No retorno, são presenteadas com um livro que fala do Pecado e
Arrependimento, onde Rosana lê uma página e explica o significado de se
perdoar. Dá o incentivo de uma nova chance e, ainda com todos os erros
cometidos, Deus está pronto para recebê-las com o arrependimento. Todas
atentamente dão ouvidos e acompanham cada palavra.
Para surpresa das meninas a AMC leva
um Kit de maquiagem para cada uma, e Gianni Albertoni (modelo e
apresentadora), com todo o brilho e luz, ensina como se maquiar. Todas muito
atentas fazem uma roda ao seu lado e começa a aula.
Gianni com sorrisos e simpatia
comenta cada detalhe e pinta as meninas de forma profissional, dando muitas
dicas dos passos que se devem seguir. Elas, que também fazem alguns cursos
profissionalizantes dentro da Fundação, dizem que foram privilegiadas com essa
visita.
Sempre muito alegres, não deixam
transparecer que, por trás de cada uma, já exista uma história marcante.
Acreditamos que se existir nas instituições motivação, oportunidade de trabalho
e educação seguramente muitas delas serão beneficiadas e, saindo, terão chance
de um começo diferente: sem droga, sem roubos, sem homicídios. É
necessário que existam leis não só para a prisão, mas que existam, no mundo,
sistemas de melhorias de condições para as classes sociais afinal, sempre
estamos na esperança de um país em desenvolvimento, porém também com condições
mais apropriadas e de visão para dignidade do próximo.
Nada justifica, mas tudo colabora.
Com Deus, trabalho e educação muitos estariam protegidos e longe da força do
mal.
Finalmente, Junior com seu violão
anima as meninas que cantam diversas músicas, secular e gospel,
que fazem a alegria de todos.
Carlinda finaliza com uma oração,
pedindo a Deus a sua misericórdia e determinando um novo coração na vida de
cada uma delas.