terça-feira, 5 de junho de 2012

Escrevendo contra a fobia


Blogs funcionam como uma "terapia da tecla", ajudando jovens que sofrem desse transtorno. Permitir que os leitores comentem as publicações potencializa resultados


Transformar sentimentos em palavras escritas é para cientistas que desenvolvem estudos sobre "expressive writting" (expressão pela escrita) um modo eficaz de lidar com traumas e experiências dolorosas, como medos, brigas e até doenças crônicas. Em tempos de internet, relatar os sentimentos num blog é um remédio tão ou até mesmo mais eficiente do que contar as angústias num diário de papel.


Cientistas da Universidade de Haifa, em Israel, dividiram 161 adolescentes que sofriam de fobia social, ansiedade e timidez em grupos. Durante 10 semanas, alguns dos jovens que suavam frio só de pensar em se expor aos outros escreveram sobre suas angústias e experiências em blogs, alguns abertos a comentários dos leitores, outros não. A automedicação "da batida das teclas" resultou em adolescentes mais confiantes, com mais autoestima e mais à vontade em situações sociais que antes eram evitadas. "Os blogs podem ajudar as pessoas que gostam de escrever, e ser uma forma de tratamento ou de acompanhamento ao tratamento tradicional. Nem todas as pessoas gostam de escrever ou podem escrever de uma maneira expressiva, e nem todos gostam de usar computadores para isso. Mas se alguns gostam de se comunicar por computador, os blogs podem ser um modo eficiente de ajudá-los", afirma Azy Barak, um dos autores do estudo.


Os resultados foram melhores entre adolescentes que abriram seus blogs para comentários dos leitores. "Pessoas socialmente ansiosas geralmente são socialmente isoladas. Os blogs podem ser um caminho para desenvolver contatos interpessoais e relacionamentos, pois é muito menos ameaçador para eles", diz Barak. Compartilhar os sentimentos e emoções pode trazer benefícios imediatos para quem busca alívio e compreensão. "A comunicação é essencial para nosso crescimento. A escrita terapêutica ajuda a enxergar melhor quem somos, o que sentimos e porque um momento nos marcou tanto", diz Solange Pereira Pinto, dinamizadora de percursos criativos e terapêuticos, que oferece oficinas de escrita em Brasília. Mas, em alguns casos, o acompanhamento de um especialista é necessário. "Dependendo do nível de complexidade e impacto da situação ou traumas, um mediador é importante para ajudar a pessoa a analisar e propor condutas curativas", diz.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Eu tenho medo de gente

Quem tem fobia social sofre calado e não consegue realizar atividades normais, como falar e comer em público. Doença é incapacitante e pode levar ao alcoolismo e à depressão


Ricardo é policial civil, mas sempre sonhou em cursar Direito. Incentivado por amigos, prestou vestibular e passou. Logo nos primeiros 20 dias de curso deparou-se com uma situação que, apesar de simples para a maioria, lhe faz muito mal. "Formem grupos de quatro pessoas, estudem o conteúdo do livro e depois apresentem. Considerando que isso será frequente na vida profissional de vocês, é bom irem se acostumando a falarem em público", disse o professor. Ricardo paralisou-se. Só de imaginar a situação ele suava frio, passava mal e sentia a úlcera incomodar. Apavorado com a ideia de apresentar o trabalho, desistiu do curso e trancou a faculdade. "O simples fato de ter que fazer uma breve explicação para algumas pessoas me tira o sono. Não consigo pensar em outra coisa e sinto um verdadeiro pavor", conta.


Ricardo sofre de Transtorno de Ansiedade Social (TAS), popularmente conhecido como fobia social. A médica Maria Cecilia Freitas, psiquiatra e doutora em saúde mental pela Universidade de São Paulo (USP) explica que a doença se caracteriza pelo medo persistente de agir de forma inadequada em certas situações sociais. "Há medo do embaraço ou de uma avaliação negativa por parte das pessoas em uma interação social ou de desempenho em público, como falar", diz. A doença vai muito além de uma timidez comum e causa prejuízos significativos na vida dos doentes. O psiquiatra Aderbal de Castro Vieira Júnior, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), destaca que a fobia social é uma timidez patológica. "A diferença é basicamente quantitativa. A pessoa que sofre de fobia social se limita muito, sofre muito nesse tipo de situação. Já o tímido pode não gostar, prefere não ser exposto, mas quando se depara com uma situação assim consegue encarar", diz. Segundo ele, em casos mais graves, o fóbico social evita até estar em grupos pequenos, entre amigos íntimos.




Um estudo realizado anualmente nos Estados Unidos, conhecido como National Comorbity Survey Replication (NCS-R, ou "Pesquisa Nacional de Comorbidades"), mostrou, em sua última edição, que pelo menos 6,8% dos participantes têm fobia social. Sendo que 68,7% dos casos foram considerados de gravidade moderada e alta pela equipe de pesquisadores. No Brasil, Maria Cecília participou de um grupo de pesquisa na USP de Ribeirão Preto que analisou o comportamento de 62 voluntários. Entre os participantes havia pacientes com fobia social; pessoas com sintomas, mas que não evitam situações sociais e pessoas saudáveis.


"Nosso grupo encontrou uma prevalência da doença de 11,6% em estudantes universitários. Apesar do alto índice, dos prejuízos e da gravidade dos casos, o transtorno de ansiedade social tem sido relativamente negligenciado, se comparado com outros transtornos psiquiátricos", diz Maria Cecília.




Há dois tipos de fobia social: o generalizado e o específico. Segundo a psiquiatra, o generalizado é caracterizado por medo dominante e persistente na maioria das situações sociais. É a forma mais incapacitante da doença. Já o específico é definido pelo medo em certas situações. Os temores mais comuns entre pessoas que sofrem de TAS são falar em público, comer e beber na frente de outras pessoas e usar o banheiro público (veja quadro acima). Quando colocadas em situações como estas, o fóbico social tem sintomas físicos que vão desde voz trêmula até náuseas, tontura, suor e sensação de desmaio. "A pessoa sente uma ansiedade tão grande que tem uma queda brusca de desempenho, o que prejudica a vida pessoal e profissional", diz o psiquiatra da Unifesp. A contadora Flávia, de 32 anos, sofre desse mal desde os 20. "Não consigo assinar nenhum documento na frente de outras pessoas. Fico tão tensa que minha mão fica dura e travo", diz. Por conta da doença, já teve vários cheques devolvidos, pois a assinatura não confere.


Muitas vezes, o fóbico social esconde da própria família que sofre da doença. Isto, segundo os médicos, faz parte da própria natureza do transtorno. É comum que familiares e amigos dos fóbicos sociais considerem o comportamento dos pacientes como "exagerado", como se a pessoa não mudasse simplesmente porque não quer. A sugestão de buscar terapia é feita de forma debochada, em tom de desprezo. Isso leva o doente a não buscar tratamento.


"Na época dos cartões de crédito sem chip, sofria muito quando ia ao mercado com o meu marido e tinha que assinar o comprovante. Escondo o problema dele porque tenho vergonha e porque acredito que ele ia achar besteira", conta Flávia. Com o policial civil Ricardo, a situação é semelhante. "Eu disfarço ou tento disfarçar, mas não comento do problema com ninguém. Sou casado há 10 anos e tenho um filho de 6. Nem mesmo minha mulher sabe desse sofrimento. Sofro calado", relata o policial.




Assim como outras doenças psiquiátricas, não se sabe ao certo o motivo pelo qual a fobia social aparece. "Existem tendências genéticas e influências na interação do indivíduo com o ambiente desde a infância. Na maior parte das vezes, as manifestações se iniciam na adolescência e persistem pela vida adulta quando não tratado", diz Maria Cecília. O psiquiatra Aderbal de Castro Vieira Júnior pondera quanto à possibilidade de identificar e diagnosticar a doença entre crianças: "A gente evita fazer diagnósticos em crianças porque ela está em formação. Pode ser que nesse momento ela tenha dificuldade, mas que depois se resolva. Apesar disso, em grande parte dos que sofrem da doença, encontramos sinais desde a infância".


Há casos em que a doença pode ser curada, mas em outros acontece só uma melhora dos sintomas. "Casos leves podem ser tratados somente com psicoterapia, com a melhora da autoestima, o treinamento de habilidades sociais e o enfrentamento das situações aversivas. O que gera uma redução gradativa da ansiedade", diz Maria Cecília. "Já os casos em que há muitos prejuízos na vida merecem a associação da psicoterapia com medicações que reduzem a ansiedade (antidepressivos e ansiolíticos)", completa. Caso a doença não seja tratada, o paciente tem cada vez menos qualidade de vida e tende a se isolar. O risco de adquirir outros problemas associados à solidão, como depressão e alcoolismo, é enorme.

sábado, 2 de junho de 2012

Fundação Casa de Fazenda do Carmo comemoram dia das mães junto com a Igreja Universal do Reino de Deus.


 Para alegrar  os adolescentes da Fundação Casa de Fazenda do Carmo e a Igreja Universal do Reino de Deus, esteve presente neste último domingo, levando um evento com muitas atividades voltadas para os internos e famílias,

 Para dar início ao evento, o Pastor Sansão da Igreja Universal do Reino de Deus (Cenáculo do bairro de Tiradentes) Fez uma oração especial  pela libertação dos internos da casa, e deu uma palavra sobre a importância da família

 Em seguida, Amauri (ex traficante) da início ao debate sobre as drogas, relatou suas experiências no mundo das drogas além de usuário era traficante de drogas e armas, ficou durante 10 anos, no mundo do crime.disse ele: comecei socialmente, quando vi, já estava usando todos os tipos de drogas.
 Noel Fernandes obreiro do Cenáculo do Brás fala para os jovens que por trás dos vícios existe uma força do mal: E que somente o Senhor Jesus pode liberta-los finalizou.
 Em seguida foi feita a apresentação da peça teatral o leilão de uma alma, apresentada pela força jovem Brasil essa peça, tem por finalidade mostrar o grande valor da alma humana, que somente o Senhor Jesus pagou um alto preço pela vida da humanidade. todos os adolescentes nessa hora da apresentação ficaram em silêncio, creio que está peça tocou fundo, em cada um.
 
 
 
 
 
 

 
Para finalizar foi servido para os internos e famílias doces e refrigerantes.

"MULHERES BONITAS E INTERESSEIRAS X HOMENS RICOS"



PESQUISADORES AMERICANOS E AUSTRÍACOS TRAÇAM O VERDADEIRO PERFIL DE HOMEM IDEAL, SEGUNDO O PONTO DE VISTA DAS MULHERES: FEIO E BEM-SUCEDIDO



"ELES OFERECEM MAIS APOIO EMOCIONAL E SÃO MAIS PRESENTES QUE OS 'GALÃS', DIZEM OS PESQUISADORES

Nada de músculos minuciosamente esculpidos, barriga tanquinho, olhos claros e mais de 1,80m de altura. Elas gostam mesmo é dos mais feios, aqueles que, à primeira vista, passam absolutamente despercebidos, ou, na melhor das hipóteses, despertam comentários poucos elogiosos.

Foi exatamente isso o que descobriu uma equipe de psicólogos da Universidade do Tennessee, nos Estados Unidos. Segundo os pesquisadores, que foram parar na capa do jornal Daily Mail, os homens mais bonitos que suas parceiras demonstraram tendência a oferecer menos apoio emocional e prático a elas, o que não significa dizer que essas mulheres não apreciem ou achem a beleza física algo importante.

"As mulheres obviamente gostam e apreciam homens bonitos, mas com o tempo elas se acostumam e acabam aceitando os que não se encaixa nessa categoria, dando valor a outras qualidades fundamentais", dizem.

"A BELA E A FERA": O SEGREDO DA UNIÃO ESTÁVEL

Apesar de a beleza ser algo subjetivo, para chegar a essa conclusão os pesquisadores do Tennessese observaram a evolução de diversos casais americanos e constataram que  as uniões entre mulheres consideradas bonitas e homens considerados feios pela maioria das opiniões têm mais chances de sucesso do que um casamento de uma mulher bonita com um homem bonito.

A próxima etapa da pesquisa será cruzar essas informações com dados colhidos por pesquisadores austríacos, que tentam provar que as mulheres podem mudar a percepção de um homem com base no carro que ele tem. Se confirmada essa hipótese, o modelo de homem ideal passa então a ser o feio e bem-sucedido.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Bispo Romualdo em uma reunião na Argentina


No país desde 1989, a Igreja Universal oferece apoio espiritual a milhares de pessoas


Recentemente, o bispo Romualdo Panceiro realizou uma reunião de libertação, no Cenáculo Maior de Buenos Aires, capital da Argentina, ocasião em que falou sobre a autoridade do nome do Senhor Jesus. "Nós temos autoridade para dizer aos espíritos malignos que saiam, eles têm que sair. Se eu digo ‘não voltem mais’, não podem voltar", salientou, no início do encontro.

Segundo o bispo, a libertação depende da fé e do comportamento das pessoas. "Os espíritos atuam nos pensamentos, colocando dúvidas. O que fazer? Repreender e dizer: ‘Está amarrado em nome de Jesus! Deus está comigo!’ Isso é tomar uma atitude de fé."

Durante o encontro, famílias inteiras, homens, mulheres, jovens, idosos e crianças acompanhavam a mensagem de fé do bispo, que falou sobre a importância de crer com inteligência. E foi essa inteligência aliada à fé que Cristian Ortega e Ivana Magris usaram para salvar o casamento. Eles contam que estavam em situação crítica quando conheceram a Igreja Universal. A convivência diária entre os dois era um verdadeiro inferno.


"Eu estava muito doente, com cálculos renais. E era totalmente viciado em bebidas alcoólicas", revela Cristian, que acrescenta: "Nossa vida financeira também ia de mal a pior".

Ivana, por sua vez, sofria de problemas gástricos. A situação se tornou insustentável e eles acabaram se separando. Mas, a convite da mãe de Ivana, decidiram ir juntos à Igreja Universal. "Começamos a participar das reuniões e aprendemos a usar nossa fé. Tudo foi mudando, fomos transformados. Hoje estamos curados, nos damos muito bem e nosso casamento é uma bênção", comemora Ivana, ao lado de Cristian.

No meio da multidão que compareceu à reunião especial realizada pelo bispo Romualdo, Cristian e Ivana eram apenas um dos testemunhos, já que a IURD realiza um importante trabalho evangelístico e social no país. Ensinamentos de como seguir verdadeiramente a Deus tem sido ministrados incansavelmente aos que chegam à Igreja.

"Jesus é a luz do mundo e Sua Palavra é luz. Quando ouvimos a Palavra, recebemos esta luz. Contudo, nem todos a recebem porque não têm capacidade para compreendê-la. A luz me liberta porque eu penso, uso a cabeça, não o coração. Se você deseja se libertar, ter uma vida de qualidade, viver na luz, deixe de fazer o que é errado, busque entender a Palavra de Deus através da leitura da Bíblia, e o Espírito Santo lhe ensinará o significado", esclareceu bispo Romualdo durante a reunião.

RITUAIS

Infância ameaçada

Uganda, país com 20 milhões de crianças e jovens, perde vidas para rituais de feitiçaria. O programa Domingo Espetacular mostra detalhes desse infanticídio, raramente punido




O sacrifício de crianças é uma prática que aflige o coração da África. Em Uganda, repórteres da "Rede Record" viram de perto situações cruéis da violência humana, que já resultaram em quase 100 mortes de jovens nos últimos 5 anos, segundo os registros da Fundação Gideon – que também aponta a existência de mais de 3 mil crianças desaparecidas. A reportagem será exibida no Domingo Espetacular. O governo local não nega o problema, mas, oficialmente, admite 50 mortes entre 2006 e 2011 e o desaparecimento de cerca de 300 crianças.


As crianças, ou partes de seus corpos, seriam usadas em rituais de feitiçaria. Para se ter uma ideia da situação, muitas pessoas de Uganda ainda acreditam que colocar a cabeça de uma criança na fundação de um prédio resultará em prosperidade para a sua construção. Se o prédio a ser construído for comercial, a prática é mais comum ainda. Há relatos sobre crianças jogadas vivas sob a fundação de algumas obras.


"Boa parte dos países africanos ainda pratica certos tipos de rituais de padrões questionáveis. E quem aderiu aos princípios universais tem tentado mudar essa situação ou combater esses rituais, como Angola e África do Sul. Apesar de existir um certo relativismo cultural, não se pode aceitar ações que levem ao genocídio", diz o professor de História da Universidade de Brasília, Anderson Oliva. "A ONU e as Nações Africanas têm tomado medidas com alguma efetividade para combater isso."




Não há, no entanto, um combate aos rituais por falta de vontade política por parte do governo local e até por medo de represálias dos feiticeiros, e o temor de que supostas magias que possam ser aplicadas contra quem combater essa prática. Numa casa de magia visitada em Uganda pela reportagem da "Rede Record", uma assistente do bruxo Jajá explicou que ele é amigo do presidente do país, Yoweri Kaguta Museveni, no poder desde 1986. Segundo ela, a pedido do próprio Yoweri, o bruxo ajudou na campanha que o reelegeu para mais um período de governo.


Sem qualquer ajuda do governo no controle à atuação dos feiticeiros para evitar essas mortes, as crianças de Uganda contam mais com denúncias da imprensa internacional – além do trabalho de organizações não governamentais, a maioria do exterior, além de algumas poucas mas eficientes entidades locais. Uma das organizações locais mais atuantes é a Fundação Gideon, criada por um pai indignado que fez do filho um dos símbolos da luta contra a violência que ocorre naquele país.


Gideon era um menino saudável que acabou morto e decapitado a poucos metros de casa, quando tinha 4 anos. Para que sua morte não fosse apenas mais um número na triste estatística, o pai dele, Santos Labeja, que é professor, resolveu criar no terreno da família, na cidade de Soroti, a 400 quilômetros da capital, Kampala, uma escola e a fundação que reúne dados sobre muitos casos de sacrifício infantil em Uganda.


Labeja conta que um rapaz estranho convenceu o menino Gideon a ir com ele até uma casa não muito longe dali. Lá, o rapaz o decapitou e tentou retirar sua arcada dentária, mas não teve tempo. Os vizinhos que saíram em busca do menino tentaram linchar o assassino, mas ele foi salvo pela polícia. A mãe de Gideon diz que a dor da família só piorou quando a identidade do criminoso foi revelada: ele é filho de um oficial militar. Segundo ela, o rapaz fugiu da cadeia e nunca mais foi visto.




O sofrimento da família transformou-se em força para uma luta quase solitária, na qual a missão é evitar que outras crianças tenham o mesmo destino. Labeja pesquisou e catalogou 94 ataques contra crianças e adolescentes desde a morte de Gideon, em 2006. Poucos sobreviveram. As atrocidades também são noticiadas nos jornais locais, que exibem corpos de crianças mutilados e, muitas vezes, decapitados.


Outra história de sacrifício infantil em Uganda é a vida de George, de 5 anos de idade. Quando tinha 3, o menino foi castrado para que seu pênis fosse utilizado em um ritual. Mesmo tão novo, o garoto já contraiu malária, doença infecciosa comum na África, e ainda não entende exatamente o que aconteceu, enquanto luta para minimizar os traumas causados pelo ritual pelo qual foi submetido. Na ocasião, George foi raptado por um vizinho, em uma cidade perto de Kampala, antes de ser resgatado pela família e entregue aos cuidados de uma organização não governamental, já que os pais não têm recursos para bancar seu tratamento. George já passou por várias cirurgias para a reconstrução do pênis.


Em um país com quase 20 milhões de crianças e adolescentes, sobram história macabras. Ali é comum encontrar casas de trabalhos com astrologia, tratamentos à base de ervas e muitas promessas de magia para solucionar problemas financeiros. Nas cerimônias para buscar prosperidade, dinheiro, saúde é normal o uso de sangue de animais. Mas, em alguns casos, crianças são sacrificadas para rituais, situação admitida até mesmo por uma curandeira entrevistada pela "TV Record", que diz ser uma prática mais comum em Kampala.


Os registros desses rituais estão em toda Uganda. A cerca de 30 quilômetros de Soroti, um vilarejo marcado por miséria e isolamento, o menino Francis, de apenas 3 anos, foi mais uma vítima. Enquanto brincava sozinho, o garoto foi morto por ritualistas e apenas partes de seu copo foram encontradas por familiares, que acreditam na utilização da arcada dentária, braços e órgãos em rituais de magia. Um suspeito foi preso, um raro caso de punição no país.




Também no interior de Uganda, Michael, de 4 anos, foi outra vítima de rituais, e seu corpo sequer foi encontrado para que fosse enterrado pelos parentes. A situação deixa a família desolada e descrente do trabalho de investigação da polícia.


Mais comum do que a pena para quem comete esse tipo de ato desumano ou pais desesperados com a situação é encontrar familiares que vendem crianças para os rituais. No país em que dois a cada dez habitantes acreditam em feitiçaria há até tabela de preços para os corpos. Na zona rural, jornais denunciam a venda de um corpo de criança por cerca de R$ 11 mil. Na capital, a vida infantil pode valer até R$ 50 mil.


Existem feiticeiros que chegam a exigir corpos sem marcas, cicatrizes ou doenças para potencializar a magia. Nesses casos, o preço pago pela vida da criança é influenciado, um motivo a mais para dificultar o fim do massacre num país que, além de pobre no quesito humanidade, é miserável financeiramente

quarta-feira, 30 de maio de 2012

FUNDAÇÃO CASA GUARULHOS RECEBE VISITA DA IURD JUNTAMENTE COM O BLOCO DE AJUDA AOS DEPENDENTES QUÍMICOS




 Nessa último DOMINGO, 27/05, já na parte da manhã a IURD começou cedo os preparativos, para a festa em comemoração ao mês de maio, que se comemora o dia das mães, voluntários da IURD estiveram na Fundação Casa de guarulhos, para dar início ao evento

 esteve presente o Pastor Geraldo Vilhena Coordenador responsável pelo trabalho de evangelização em unidades da Fundação Casa de São Paulo, que fez uma oração de libertação das drogas, este é o grande mal que tem atingido nossa sociedade,
 após a oração chamou o diretor da Casa Sr Cleber Leandro Miguel, Pastor Geraldo agradeceu pela oportunidade, que a Fundação Casa tem dado para a IURD, trabalhar com o projeto Espiritual em cada Unidade, 

  Sr Cleber, Disse: “E uma satisfação ter a IURD como parceira na recuperação desses jovens, pois temos notado uma diferença no comportamento de cada um que participa dos cultos, que este evento sirva para cada adolescente refletir sobre suas atitudes”. Em seguida,
 ”. Em seguida, Pastor Geraldo fez a apresentação do bloco de ajuda aos dependentes químicos. ESTE BLOCO TEM A FINALIDADE DE ALERTAR SOBRE O CAMINHO PERIGOSO QUE É AS DROGAS. Amauri da inicio ao debate, fala da sua trajetória no mundo das drogas.
 Sra Cristina também relatou seu testemunho. disse ela: fiquei 20 anos no mundo do crime, minha mãe foi esquartejada, passei por várias situações, já passei pela Fundação Casa com 13 anos ninguém podia comigo, só parei de usar as drogas quando vi meu filho, indo pelo mesmo caminho que fui, foi quando tive um encontro com Deus, hoje sou liberta. e vivo uma vida diante de Deus.
 Cristiano filho de Cristina, fala como entrou no mundo das drogas e como conseguiu sair.
 Elza, passa uma experiência para as mães dos internos como é triste de ter alguem da família no meios das DROGAS.
 Ubiracy, fala de sua filha que ficou liberta das DROGAS

 . Entre os palestrantes Sra Nelma fala das sequelas que as drogas deixaram no seu organismo, em virtude do uso das drogas. hoje luta contra um câncer. Pastor Geraldo pergunta: Sra Nelma, qual o conselho que a Senhora da, para estes adolescente que estão começando no mundo das drogas?Ela responde: Olha é um caminho sem volta, ou você se apega com Deus, ou o Caminho é um caixão ou a cadeia. Mãe pergunta: à partir de quando Sra nelma, a  senhora desistiu das drogas? Nelma responde:Quando no fundo do poço vi que não tinha mais jeito, lutei e foi só com a ajuda de Deus que tive forças , para sair do mundo das drogas.
 Robson de Freitas fala como foi a sua experiência com diversos tipo de DROGAS. A sua maior tristeza e ter perdido o seu sonho de ser um jogador de futebol,pois o mesmo perdeu uma perna para as DROGAS
 Robson de Freitas após pedir a ajuda de cinco jovens para puxar uma de suas pernas e para a surpresa de todos, saiu uma prótese em virtude de um acidente de moto, pois está drogado.

 

 Robson de Freitas, fez uma oração da fé para os internos se libertarem das DROGAS;

 
Em seguida Pastor Geraldo chamou o time de futebol do Bloco de Ajuda aos Dependentes Químico e os adolescente da Fundação casa para um amistoso de futebol. A partida ficou assim 13 para a IURD e 11 para a Fundação Casa. teve até direito a medalha de premiação.
 
 
 
 
 
 
E para completar a festa, foi servido , salgados, refrigerantes, e muito bolo, para a alegria de todos.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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