quarta-feira, 11 de maio de 2011

Crack e outros tipos de drogas é a destruição das famílias.




MAIORIA DOS CERCA DE 1,2 MILHÃO DE VICIADOS EM CRACK NO BRASIL EXPERIMENTOU A DROGA PELA PRIMEIRA VEZ AOS 13 ANOS; MÉDIA MUNDIAL É DE 15,3 ANOS
PAÍS GASTA MENOS DE 0,5% DO PIB PARA TRATÁ-LOS; EUROPEUS E AMERICANOS RESERVAM ATÉ 1,3% DE SEU PIB PARA O MESMO FIM
Atualmente existem mais de 200 milhões de viciados em algum tipo de droga ilícita no mundo todo. A cocaína e o crack são, respectivamente, as que mais fazem dependentes, seguidas da maconha e do êxtase. Os dados, divulgados no fim do ano passado, são do Escritório da ONU sobre Drogas e Crime (UNODC).
No Brasil, estimativas baseadas em pesquisa do censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) levaram o psiquiatra Pablo Roig, especialista no tratamento de dependentes de droga, a concluir que, no Brasil, existem mais de 1,2 milhão de viciados em crack, e que a idade média para o início do consumo desta droga é de 13 anos. A média mundial é de 15,3 anos.

VÍCIO CUSTA AOS COFRES PÚBLICOS ATÉ 1,3% DO PIB

Roig acredita também que, atualmente, a maioria dos países gasta entre 0,5% e 1,3% do PIB no combate e tratamento ao uso de entorpecentes, número considerado insuficiente pelo especialista. O Brasil tem ficado abaixo da média mundial, diz o psquiatra

GRAVIDEZ E DEPENDÊNCIA

Entre as grávidas brasileiras, cerca de 10% usam com frequência ou já experimentaram o crack durante a gestação, índice muito superior ao verificado em outros paises. Na década passada elas eram apenas 5%; um aumento de 100% em apenas dez anos.

RISCOS

Segundo a medicina, os recém-nascidos que foram expostos ao crack ainda na barriga da mãe apresentam logo nas primeiras 48 horas de vida alterações neurológicas e comportamentais provocadas pela exposição prolongada à droga. "Mas essas crianças não são viciadas e os danos podem ser minimizados", afirmam os médicos. Atualmente, só em Porto Alegre, por exemplo, mais de 150 bebês de mães viciadas na droga recebem assistência no Hospital Presidente Vargas.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

HOMOFOBIA



Mapa do preconceito no Brasil: Homofobia faz cerca de 200 vítimas todos os anos no País, o maior número da América Latina
Até 1990, atração sexual e afetiva pelo mesmo sexo foi concebida pela OMS como transtorno tipicamente mental Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), em média um homossexual é assassinado no Brasil a cada dia e meio, o que totaliza cerca de 200 vítimas por anos, o maior percentual entre todos os países da América Latina. Em 2010 foram 260 execuções de homossexuais. Ainda de acordo com a OMS, dos 2 mil homossexuais ouvidos pela Organização no Brasil no último ano, 96% disseram já ter sido vítima de preconceito em casa, no trabalho e até na igreja que frenquentam.Leis anti-homofóbicas são mais rígidas na europa Fora do Brasil a situação não é menos preocupante, apesar de existirem leis mais rígidas de proteção aos homossexuais. Na Europa, por exemplo, pelo menos 25 países e outros 5 territórios proíbem a discriminação sexual com base na Orientação Sexual de cada indivíduo. Por outro lado, apenas dois países, Portugal e Suécia, incluem expressamente em Constituição esta proibição firmada nos outros 25 países europeus. Com relação ao casamento entre pessoas do mesmo sexo com adoção, é permitido em cinco países: Bélgica, Holanda, Suécia, Noruega e Espanha. Outras leis que acabam beneficiando casais homossexuais são comuns em 12 nações europeias, entre elas, Alemanha, Dinamarca, Reino Unido e ainda França. Mesmo com toda esse aparato jurídico, a União Eurpeia registra grande número de mortes decorrentes da homofobia: são mais de 300 todos os anos.Homossexualidade e suicídio No Brasil não existem estatísticas concretas, mas segundo pesquisa dos Arquivos Médicos de Pediatria e Adolescência dos Estados Unidos, a probabilidade de estudantes do ensino secundário que são gay, lésbica ou bissexual tentarem cometer suicídio é pelo menos 3 vezes maior em relação aos seus colegas heterossexuais.Alimento do preconceito: homossexualidade tratada como transtorno mental Até meados da década de 1990, a homossexualidade foi classificada pela OMS como um transtorno tipicamente mental. Apenas em 17 de maio de 1990 a assembleia geral da OMS aprovou a retirada do código 302.0 (Homossexualidade) da Classificação Internacional de Doenças e declarou que “a homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão”.

domingo, 8 de maio de 2011

IURD dia das Mães.




Carinhosa, paciente,cuidadosa e trabalhadora.
Toda homenagem é pouca para as heroínas das famílias.


Pastor Geraldo Vilhena e sua mãe Diva



Creusa Vilhena e sua mãe Marileide.



Que o Senhor Jesus abençoe todas as mães é o que deseja Pastor Geraldo Vilhena e esposa.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

ESTÉTICA



APESAR DE AMPLAMENTE DIFUNDIDAS E ATÉ COMERCIALIZADAS, MEDICINA TRADICIONAL NÃO RECONHECE A EFICÁCIA DA MAIORIA DAS "FÓRMULAS MÁGICAS" DE BELEZA E EMAGRECIMENTO
FRAQUEZA, INSÔNIA, FALTA DE CONCENTRAÇÃO E MAL-ESTAR GERAL SÃO APENAS ALGUNS SINTOMAS EXPERIMENTADOS POR QUEM DECIDE SE AUTOMEDICAR

“Vai um milagre aí?” Essa parece até frase de vendedor ambulante, mas é mais ou menos isso o que estão prometendo as inúmeras “fórmulas e dietas milagrosas”, que prometem uma transformação radical do corpo e da mente num passe de mágica. Tem a dieta milagrosa da sopa, da lua, do sol, do arroz, do alfabeto, das cores e outras ainda mais exóticas, como a de Beverly Hills, e, pasmem, a da “Estátua da Liberdade”. Mas será que elas realmente funcionam?

“Promessas do tipo ‘perca sete quilos
em uma semana’ são pura mentira”
(R.T.B. Médico do HC de São Paulo)

Para a medicina tradicional, nenhuma dessas dietas citadas, bem como a maioria das divulgas em comerciais de TV, tem comprovação científica de que trazem algum resultado, ou seja, emagrecem e controlam o peso de forma saudável. E é exatamente isso o que defendem os médicos e nutricionistas do Hospital das Clínicas de São Paulo. Segundo esses profissionais, “não existe milagre, nem uma fórmula para perder peso significativo em apenas cinco semanas”.

“Fraqueza, insônia e falta de concentração
são só algumas das reações
adversas das dietas milagrosas”
(idem)
Quando interrogados sobre as promessas de emagrecimento, sustentadas por médicos credenciados e divulgadas em revistas de grande circulação e até na tevê, os profissionais do HC sustentam a opinião. “Promessas do tipo ‘perca sete quilos em uma semana’ são pura mentira. Você apenas se desidrata e, ao perder seu estoque de glicogênio muscular, tem falta de energia para realizar atividades simples do cotidiano. Fraqueza, insônia e falta de concentração também são manifestações comuns dessas promessas”, explicam.

ANVISA INTERVÉM E TIRA DO MERCADO “PRODUTOS MILAGROSOS”

Por conta da grande disseminação das “dietas mágicas”, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) está tirando de circulação grande parte desses produtos. É o caso, por exemplo, de alguns suplementos que prometem queimar gorduras localizadas. Médicos endocrinologistas explicam que o corpo queima gordura de forma geral e que, portanto, essa é uma promessa mentirosa, sem nenhuma comprovação científica.

Apesar de desanimadora, a recomendação dos profissionais de saúde para quem quer um corpo esbelto já era esperada. “É preciso disciplina, força de vontade, esforço e a ajuda de um especialista competente. Mágica, definitivamente, não existe.”

quinta-feira, 5 de maio de 2011

DOENÇAS MISTERIOSAS




APARENTE CONTRADIÇÃO: MEDICINA RECONHECE A EXISTÊNCIA DE CERCA DE 7 MIL DOENÇAS RARAS

NÚMERO É CRESCENTE, TODA SEMANA SURGEM OUTRAS CINCO ENFERMIDADES COMPLETAMENTE DESCONHECIDAS


Apesar de parecer contraditório, a medicina reconhece, atualmente, a existência de cerca de sete mil doenças raras, que são aquelas que afetam um pequeno número de pessoas, por comparação com a população em geral e ocorrem com pouca frequência ou raramente. Existem, ainda, variantes raras de doenças que acometem grande parte da população.

A definição de doença rara é, portanto, relativa, uma vez que depende do período de tempo e da região em que ocorrem. A adis, por exemplo, já foi considerada uma doença rara, mas, hoje em dia, não é mais. A lepra, por sua vez, é rara em França, mas bastante comum na África central.
APESAR DE RARAS, DOENÇAS ATINGEM MAIS DE 30 MILHÕES NA EUROPA
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) são conhecidas cerca de sete mil doenças raras, mas estima-se que o número seja bem maior e que afetem entre 6% e 8% da população, o que corresponde a 24 milhões e 36 milhões de pessoas apenas na União Europeia. Segundo os médicos, esse número está em crescimento, uma vez que são reportadas, na literatura média, em torno de cinco novas doenças por semana.
SÍNDROME DO HOMEM-LOBO, A DOENÇA MAIS RARA DO MUNDO
Em todo o planeta, foram documentados apenas 40 casos da "síndrome do homem-lobo" desde que a doença foi descoberta. A incidência natural (sem contar os casos em famílias) fica entre 1 acometido para cada 10 bilhões de habitantes, o que a torna a doença mais rara que se conhece.

As pessoas que padecem desse mal ficam cobertas por longos fios de cabelos por todo o corpo, exceto nas palmas das mãos e dos pés. O comprimento das penugens pode chegar a 25 centímetros. A causa é completamente desconhecida.

Postagem em destaque

MACACO LADRÃO PM 1