terça-feira, 23 de novembro de 2010

A crise de uma sociedade doente




A psicóloga Cláudia Soares trabalha há 16 anos com dependentes químicos e é diretora clínica do Grupo Viva, que possui unidades por todo o País. Nesta entrevista, ela explica que dependência de remédios é igual à de drogas ilícitas: “Todo medicamento tem potencial para causar dependência. De analgésico a anfetamina.” Como alguém fica dependente de remédio? Uma pessoa toma uma medicação que resolve seu problema de saúde. Aí, uma outra vai e pede um comprimido. No Brasil, temos essa cultura. E qualquer remédio pode causar dependência, até analgésicos. Então, um fator para a dependência é a automedicação. E alguns organismos têm uma vulnerabilidade maior para desenvolver dependência. É importante dizer que o Brasil é campeão mundial no consumo de anfetaminas. Como é possível detectar a dependência de medicamentos em casa? O comportamento muda: ansiedade para marcar consultas, preocupação excessiva quando o remédio está acabando. No caso da falta da medicação, a abstinência traz agressividade, insônia, falta ou excesso de apetite. Por isso, sempre friso para os pais: conheçam seu filho, a rotina e os hábitos dele, porque, quando perceberem a dependência, pode ser tarde demais. A cada semana, surge um novo remédio. Além disso, há propagandas e o fácil acesso nas farmácias. Como lidar com a oferta? A gente vive em uma sociedade doente, na qual sobra pouco tempo e dinheiro para o lazer. Com isso, as pessoas adoecem e, quando surge um remédio que propõe a felicidade instantânea, correm atrás como se corressem atrás do pote de ouro no final do arco-íris. É cultural. E se o médico diz: “Olha, seu problema é emocional. Procure uma terapia, relaxe um pouco”, a pessoa não volta mais. Alguns médicos têm parcela de culpa por receitar remédios indiscriminadamente? Eu acho complicado falar em culpa. Mas é verdade que muitos médicos prescrevem principalmente anfetaminas. Agora, o que acontece é que o perfil do dependente, seja para drogas lícitas ou ilícitas, é o mesmo: ele usa algum tipo de química para evitar sintomas ou para aliviá-los. Normalmente, o dependente tem uma inteligência acima da média e usa esse potencial para estudar o remédio e convencer falando que sente os sintomas específicos para que o médico receite o que ele quer. Quais as circunstâncias e medicamentos que mais causam dependência? Isso varia. Por exemplo, nós temos muitos casos de médicos dependentes de Dolantina, que é um analgésico. Ou seja, ter a informação não dá conta de barrar o vício. No caso de dor, o paciente começa a usar um anti-inflamatório prescrito pelo médico. Daí, às vezes, a dependência psíquica acontece antes da biológica, física e neuroquímica. Assim, mesmo depois da dor ter passado, a pessoa toma a medicação para não sentir aquele desconforto de novo. O que há por trás disso? Um transtorno de ansiedade.

sábado, 20 de novembro de 2010

IURD AMC leva fé na Fundação Casa Fenix




Já bem cedinho as voluntárias da AMC chegam a unidade da Fundação Casa US Fênix para organizar os preparativos da Festa. O sorriso no rosto e a satisfação é notória.








Surpresa as voluntárias da AMC (Associação de Mulheres Cristãs) prepararam uma bela mesa com bolos, salgados, refrigerantes e outras guloseimas para os internos e familiares.








Conversando com a Diretora Rosana Marfil Oliveira (3ª Gestão), relata que juntamente com sua equipe atende jovens na faixa etária de 16 a 21 anos incompletos, trata-se de uma unidade unidade inicial de semiliberdade, que os internos podem visitar a residência ou aguardar a conclusão do caso na unidade (período aproximadamente 04 meses). São efetuadas reunião temáticas com as famílias para fortalecimento dos vínculos. A equipe visa o retorno ao convívio social, por meio de cursos profissionalizantes, ensino formal e inserção no mercado de trabalho. Tem como atendimento preferencia á Zona Leste.


Dn Isis Regina abriu a festa chamando o Diretor Artístico Samuel Modesto para apresentar a mais uma surpresa,a cantora Michelle Nascimento que veio para alegrar e agitar á todos. Michelle falou sobre seu testemunho de vida, mesmo tendo nascido em berço evangelíco, aos 16 anos ficou grávida e aí começo o sofrimento. A desobediência aos pais teve como consequência a tristeza, o vazio, começou a se envolver com o mundo que até então não conhecia. Disse que não fumou maconha pois não lhe ofereceram e que não o futuro que daria a filha. Mas Deus tinha um propósito em sua vida, aos 21 anos ela compreendeu a necessidade de buscar a Deus e fazer aliança com Ele. A partir daí sua vida tranformou, hoje possui apartamento, carro, contrato com a Line Record, casamento abençoado, felicidade plena.E dentre os louvores apresentados, cantou seu grande sucesso "Toque de Fé".


























A cantora Isis Regina juntamente com as voluntarias cantam a versão (Dancing Queens) quando nela deixa-se uma mensagem da Associação de Mulheres Cristãs.














A Dra. Rita Dantas Souza (Psicologa Hospitalar) apresentou uma palesta sobre auto estima. A importância de atentarmos aos nossos comportamentos e o que estamos fazendo de bom ou ruim, pois tudo que fazemos reflete em nossas vidas.




Marilene Cardozo uma voluntária da AMC fez uma dinâmica em par com um caramelo oferecido a cada pessoa presente e nessa conclusão: Ofertou a maneira de como servir ao próximo, a importância de amparar em um momento de dificuldade.






A Dn. Rosana (Presidente da AMC) fez uma oração por todas as mães e colaboradoras (momento de muita fé)









após foi servido doces salgados e refrigerantes






foram entregue cesta básica para as famílias






e também foi entregue bíblias. Na bíblia que foi presenteada estava anexo uma poesia feita por Dn Carlinda exclusivamente para aquela ocasião.




Momentos de Alegria e Felicidades que ficaram nos corações daqueles jovens , familiares e voluntários.
MARTA ALVES

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