
terça-feira, 13 de abril de 2010
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Fala Voluntários

Essa semana, a imprensa noticiou a fuga de vários adolescentes de uma das Unidades da Fundação Casa. Todavia, a notícia, como é de costume em casos tais, não fez qualquer menção aos outros jovens da mesma Unidade que tiveram uma atitude muito positiva, pois, embora estimulados por aqueles colegas para empreender a fuga, mesmo assim não o fizeram, preferindo permanecer no local. Mais surpreendente ainda foi o fato de que não se encontrou dentre os jovens que fugiram, nem sequer um daqueles adolescentes que frequentam os Cultos realizados pela Igreja Universal dentro da Fundação Casa. Todos os participantes dos cultos evangélicos da IURD estavam lá e assumiram uma postura digna de elogios. Ressalte-se ainda que muitos destes resolveram receber o Batismo na Águas , permanecendo firmes nessa decisão que já haviam tomado há cerca de 3 meses.
Diretores de Unidades da Fundação Casa passam por situações dificeis de serem enfrentadas. Surpeendeu-nos a atitude de fé e coragem demonstrada pela sra diretora Debora, da Unidade 1 da Fundação Casa de Guarulhos pois, não aceitou interromper o Serviço de Evangelização da Igreja Universal do Reino de Deus, dentro de sua Unidade, nem mesmo na situação difícil que estava enfrentando na sua Administração . Escolheu confiar no Senhor Jesus acima de tudo e antes de tudo, garantindo, inclusive a realização do Batismo nas Águas, o qual já havia autorizado. Que sua atitude de fé e confiança em Deus seja tomada como exemplo e suba á presença de Deus. Seja abençoada abundantemente, em nome do Senhor Jesus.

Mãe leva filho foragido de volta à Fundação Casa em SP
Portal Terra
SÃO PAULO - A mãe de um dos 36 adolescentes que fugiram da Unidade 1 da Fundação Casa, em Guarulhos, região metropolitana de São Paulo, na noite de quinta-feira, levou o próprio filho de volta para a unidade. Outros 10 jovens foram recapturados pela polícia. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.
domingo, 11 de abril de 2010
Traição é possível perdoar?
Perdoar é possível?
Nem estrelas de Hollywood lindas e vencedoras do Oscar, como Sandra Bullock, estão livres da traição conjugal. Após o constrangimento, as desculpas. Mas você perdoaria? Logo após ganhar o Oscar de melhor atriz pela interpretação no drama “Um Sonho Possível”, a norte-americana Sandra Bullock virou assunto da mídia por outro motivo. Ou outros motivos. As revelações das várias traições do marido, o empresário Jesse James, colocaram a atriz nos holofotes de uma forma constrangedora, em um momento que deveria ser festivo. Ao invés de comemorar a primeira vitória no prêmio máximo do cinema norte-americano, Sandra evitou a imprensa, saiu de casa, desmarcou compromissos de divulgação do filme e contatou seus advogados para colocar um fim na relação de 5 anos. James veio a público se desculpar “pela dor e constrangimento que causou à mulher e aos filhos”, mas não chegou a assumir os casos que teria vivido com a fotógrafa Brigitte Daguerre, a stripper Melissa Smith e a modelo Michelle McGee. Porém, Brigitte e Melissa deram entrevistas contando detalhes dos casos. O site de celebridades norte-americano “TMZ” já havia noticiado que James e uma ex-funcionária de sua empresa, a West Coast Choppers, chegaram a um acordo extrajudicial em 2007 após uma denúncia por assédio sexual no trabalho. No dia 15 de março, 1 dia antes da publicação da entrevista de Michelle, Sandra Bullock deixou a residência em que morava com o empresário em Los Angeles (EUA), e cancelou sua visita a Londres (Inglaterra) para promover seu filme. Há quem diga que a “namoradinha da América”, como Sandra é conhecida nos Estados Unidos, esteja vivendo a “maldição do Oscar”, já que há uma longa sequência de atrizes que viram o relacionamento desmoronar pouco depois de ganharem o tão cobiçado prêmio. A lista inclui Hilary Swank, Halle Berry, Reese Witherspoon e Julia Roberts. “É por causa dos meus erros de julgamento que mereço tudo de ruim que está vindo em minha direção”, disse James à revista “People”. Escândalos envolvendo traições e separações são comuns no mundo das celebridades e alguns têm finais felizes. É o caso do jogador de golfe Tiger Woods, que recentemente assumiu ter tido casos extraconjugais, se internou em uma clínica de reabilitação (mesmo caminho do marido de Sanda Bullock), perdeu diversos patrocínios, mas, após um pedido público de perdão, reconquistou a esposa, a ex-modelo sueca Elin Nordegren e deve voltar ao esporte nos próximos dias. E quem não se lembra do episódio Monica Lewinsky? Em 1998, o mundo todo ficou sabendo, com riqueza de detalhes, do romance extraconjugal que o então presidente norte-americano Bill Clinton mantinha com ela, na época uma estagiária da Casa Branca. Embora ninguém se esqueça do caso Lewinsky, a esposa de Clinton, Hillary, conseguiu reverter a situação positivamente e apagar sua imagem de mulher resignada e digna de pena, se tornando a atual secretária de Estado dos Estados Unidos. “Nunca duvidei do amor de Bill, nunca duvidei de minha confiança e responsabilidade para com nossa filha e nossa família”, afirmou Hillary no período em que foi pré-candidata à presidência dos Estados Unidos.Se a traição na maioria dos casos destrói lares felizes, carreiras políticas e romances perfeitos, em algumas situações também pode revolucionar de forma positiva a vida das pessoas. O escritor e filósofo russo Vassili Vassilievitch Rozanov (1856-1919) escreveu: “Das grandes traições iniciam-se as grandes renovações.” E o perdão também é uma renovação, se for dado de forma legítima. É o que dizem especialistas como a psicóloga Olga Tessari (veja entrevista na página 11). Há até quem defenda que o perdão pode ser aprendido. Pesquisadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, descobriram ser possível aprender a perdoar por meio de treinamento que dura 6 semanas, com sessões de 90 minutos de palestras. O estudo foi realizado com 259 pessoas, com idade média de 40 anos, das quais 70% tiveram redução nos sentimentos de dor, 13% no ódio que sentiam e 27% nos sintomas físicos, caso de dores nas costas. Entre os entrevistados, 34% relataram aumento da vontade de perdoar as pessoas que os magoaram. A atriz brasileira Paula Burlamaqui não teve tanta sorte. Ao ser flagrada aos beijos no carnaval com o modelo Rodrigo Peirão, perdeu o namorado Daniel Alvim, com quem mantinha um namoro havia mais de 2 anos. “Foi uma bobagem, uma burrada, um vacilo. Sou apaixonada pelo Daniel.” afirmou a atriz na época. Parece que o ator não se convenceu. O ator inglês Hugh Grant também não convenceu facilmente sua esposa na época, a belíssima atriz Elizabeth Hurley, de suas boas intenções. Em 1995 Grant foi preso em Los Angeles por fazer sexo dentro de um carro com a prostituta Divine Brown. Após um período separados, os dois tentaram uma reaproximação, mas em 2000 se separaram definitivamente. Apesar das grandes proporções que os deslizes dos famosos tomam, a mágoa, a dor e o estresse causados por uma traição são iguais para qualquer casal. É o que diz Oswaldo Martins Rodrigues Júnior, diretor do Instituto Paulista de Sexualidade: “É importante que os dois juntos estabeleçam os limites do relacionamento e acertem o que consideram traição. Porque muitas vezes o que um acredita ser traição não é nada demais para o outro e isso pode causar um desgaste difícil de restaurar.”
sábado, 10 de abril de 2010
Proibir faça comentários
PROIBIR, CENSURAR E REPRIMIR:QUANDO SOCIEDADE E FAMÍLIA AGEM ASSIM ELAS EDUCAM OS JOVENS, OS SUBESTIMAM OU INSTIGAM DESEJOS? Nos últimos anos, o Brasil vem assistindo à disseminação constante de novas e severas leis de âmbito nacional, o que tem aumentado consideravelmente o controle do Estado sobre a população, principalmente entre os mais jovens. Mas se para alguns tais medidas chegam a beirar a abusão, para outros são um mal necessário. Nas cidades de Mirassol, Itapura e Ilha Solteira, todas no interior do Estado de São Paulo, por exemplo, menores de 18 anos não podem mais ficar nas ruas e em outros locais públicos, como shopping centers, bares, restaurantes e até LAN houses, depois das 23 horas. O objetivo é reduzir a criminalidade e os casos de violência envolvendo os adolescentes. Em Itapura e Ilha Solteira, o horário permitido para estar fora de casa varia de acordo com a idade dos jovens. Os menores de 13 anos só poderão ficar na rua, sem o acompanhamento dos pais ou responsáveis, até às 20h30. Os com até 15 anos, até às 22h, e os menores de 17 anos ou prestes a completar 18 devem se recolher até as 23h. Quem furar o toque de recolher pode ser levado para o Conselho Tutelar, de onde só sairá com a presença dos pais ou responsável. Para os especialistas em direito da criança e do adolescente, a decisão é abusiva e fere liberdades constitucionais. “A liberdade de ir e vir, de educar e de poder escolher entre o que é certo e o que é errado são apenas algumas delas”, argumentam. Segundo os sociólogos, a proibição acaba sendo o modo mais efetivo de organizar uma sociedade carente de educação sólida e de senso de coletividade. É o caso, por exemplo, da lei antifumo, que proíbe o consumo de tabaco e seus derivados em todos os locais fechados do Estado de São Paulo, públicos ou privados, e da lei seca. Em vigor desde 2008, ela não permite dirigir sob qualquer dosagem de álcool no sangue.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Desejo de adultério

DESEJO DE ADULTÉRIO:O QUE MAIS O FORTALECE É O IMAGINÁRIO MASCULINO, A NATUREZA DO SER HUMANO OU A INEXISTÊNCIA DE PUNIÇÃO?Adultério Recentes pesquisas realizadas pela Global Market Insite (GMI) constataram que o brasileiro é o povo que mais procura por namoro e sexo via internet. Dentre os 18 países analisados, o Brasil ficou em primeiro lugar, mantendo boa distância do segundo colocado. Os estudos analisaram o comportamento de homens e mulheres de todo o mundo que se relacionam virtualmente e chegou à conclusão de que dois terços dos entrevistados namoram pelo computador. Quase metade (46%) considera essa atividade muito importante para a vida. Ao todo, foram ouvidas 18 mil pessoas entre 18 e 64 anos. Na lista dos países analisados estão alguns dos mais importantes, como Canadá, China, Austrália, Espanha, Estados Unidos, França, Inglaterra, Brasil e Japão. Os brasileiros, segundo a GMI, não são apenas os campeões em número dos que procuram por um amor na rede. Quase 30% deles querem exclusivamente sexo, seja real ou apenas virtual. Em segundo lugar estão os alemães (24%), seguidos dos mexicanos e indianos, empatados com 22%. Em último lugar aparecem os poloneses. Apenas 4% deles estão interessados em encontrar alguém na Web. Quando questionados se a prática de manter relacionamento virtual é considerada traição, 56% dos brasileiros disseram que sim. Trinta e dois por cento assumiram que já traíram o parceiro desta forma, provando que, virtualmente, o brasileiro é o povo mais infiel do mundo. Em segundo lugar estão os malaios (29%). Outro ponto curioso levantado pela GMI diz respeito ao comportamento ético do internauta brasileiro. Oitenta e oito por cento das pessoas ouvidas na pesquisa confessaram que se descrevem de modo fantasioso quando estão conhecendo alguém na internet. Quase 43% dos homens de olhos castanhos dizem ter olhos verdes ou azuis quando estão online. Com relação às mulheres, 92% disseram que mentem quando falam sobre o peso e cor de cabelo. Apenas 6% delas disseram jamais ter mentido ao se descrevem fisicamente para o parceiro virtual.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Nova lei contra a pedofilia

Nova lei contra a pedofilia
A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou, na última semana, um projeto de lei que modifica a regra de prescrição de crimes de pedofilia. Antes da aprovação, os jovens e crianças molestados tinham que fazer a denúncia no máximo até 6 meses depois de completarem 18 anos. Passado esse prazo, o acusado não poderia mais responder pelo crime. Agora, as vítimas terão de 8 a 20 anos para entrar com o processo, dependendo do tipo de crime cometido. A lei recebeu o nome de Lei Joana Maranhão, em referência à nadadora brasileira que foi abusada aos 9 anos por seu treinador. Joana revelou a história quando já tinha 20 anos e nada pôde ser feito contra o agressor.
Mulheres

Mulheres, pobres e desempregadas
Por Guilherme Bryan guilherme.bryan@folhauniversal.com.br Ainda que o Brasil tenha enfrentado a crise com menos turbulências que boa parte do mundo, há um dado sobre o desemprego que ainda estarrece e preocupa. Quem sofre com a ausência de um trabalho fixo ainda são os mais pobres e principalmente as mulheres. Mulheres de 21 a 40 anos, com renda familiar per capita de até meio salário mínimo (o equivalente R$ 232 para cada integrante da família) e pelo menos 11 anos de escolaridade são a maioria dos desempregados das regiões metropolitanas de Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador e Recife. É o que indica estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) baseado em levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em julho de 2009. Naquele mês, enquanto 60% dos desempregados possuíam de 21 a 40 anos, 55,2% deles eram do sexo feminino, 56,1% tinham estudado por 11 anos ou mais e 34,5% estavam entre os mais pobres. A promotora de lojas Maria Rosa Cerqueira Sampaio faz parte desse grupo: tem 30 anos, cursou o ensino médio (o equivalente a 11 anos de estudos), mora na periferia de São Paulo e está há 2 meses sem emprego. “Hoje, parece ser mais fácil para uma pessoa com 15 anos conseguir um emprego, em função do incentivo do Governo ao primeiro emprego, do que para quem já passou dos 30. Você se sente desvalorizada”, diz ela, que confirma o preconceito dos empregadores contra os mais pobres: “Muitas pessoas preferem nem colocar o próprio endereço no currículo, com medo do preconceito.” Esse preconceito na contratação de pessoas pobres foi destacado pelo economista Marcio Pochmann, presidente do Ipea: “Os pobres melhoram a escolaridade, mas não conseguem se inserir no mercado de trabalho. ” Segundo ele, isso se deve ao fato de a ampliação da escolaridade ser mais acelerada do que a criação de vagas. Wagner Gomes, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), tem opinião semelhante: “Nos últimos 10 anos, foi destacada a necessidade das pessoas se capacitarem para conseguir um emprego. Mas, depois do esforço para se formar, muitas delas não encontram vagas para exercer a profissão. Outro problema é que, num mercado de trabalho tão defasado, os jovens acabam sendo mais contratados do que as pessoas de mais idade.”
quarta-feira, 7 de abril de 2010
PEDOFILIA

Só na Alemanha, 20 mil crianças são molestadas por pedófilos todos os anos. Procurando reverter esse quadro, a Charité, clínica universitária de Berlim, lançou uma terapia preventiva para homens com tendências pedófilas, que podem se submeter a tratamento ambulatorial durante três anos. O projeto é pioneiro no mundo e, com a ajuda de anúncios publicitários veiculados na televisão, deverá chamar a atenção de pedófilos interessados em receber tratamento. Também procurando diminuir os crimes de pedofilia, a nova legislação da Flórida, nos Estados Unidos, exige que pedófilos que ataquem crianças menores de 12 anos recebam sentenças de no mínimo 25 anos de prisão, além de uma melhora no registro de condenados por crimes sexuais e um mecanismo de GPS para rastrear condenados liberados sob condicional. A medida foi tomada graças a Mark Lunsford, que liderou um movimento pelo endurecimento das leis contra agressores sexuais após a morte de sua filha, Jessica Marie Lunsford, de apenas 9 anos. Em 2005, Jéssica foi sequestrada de sua casa, em Homosassa Springs, na Flórida, e, cerca de um mês depois, seu corpo foi encontrado a menos de um quilômetro do local em que ela morava. Ela foi encontrada embalada em sacos de lixo, ainda segurando um golfinho de pelúcia e amarrada com fios. Segundo um relatório médico, ela morreu por asfixia ao ser enterrada viva depois de ter sido estuprada. No Brasil, no entanto, a pedofilia ainda não é crime. Por isso, a falta de tipificação leva pedófilos a serem julgados por outros crimes, como estupro e atentado violento ao pudor, e não pelo crime sexual em si. Em boa parte do mundo a pedofilia e o estupro configuram crimes descritos e reconhecidos pela constituição. No Brasil, para punir o pedófilo é necessário se valer de outros crimes reconhecidos pelo Código Penal, como o atentado violento ao pudor, a presunção de violência, lesão corporal, corrupção de menores e, se for o caso, homicídio. Para os especialistas, a falta do tipo penal específico só facilita a impunidade. “O pedófilo, normalmente, não tem antecedentes criminais. Geralmente, é o pai amoroso, o irmão cuidadoso. Ele pega a pena mínima, comporta-se bem e sai com um terço da pena cumprida. A partir daí há um prazo de 48 horas para ele agir novamente”, explicam. E também deixam um alerta: “Se ele tiver condição, ele vai tocar em uma criança novamente”.
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