sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Fonte da Juventude


FONTE DA JUVENTUDE:AS PROMESSAS DE CORPO PERFEITO SÃO UMA REALIDADE, UMA ARMADILHA PARA LUCRAR OU DEPENDE DA GENÉTICA DE CADA UM? O homem será eterno a partir do ano 2045. É o que garante a ciência. Para um grupo de pesquisadores norte-americanos, até lá ninguém mais vai morrer de velhice. A ciência está atrás da fonte da juventude e, em menos de cinquenta anos, remédios, tecnologia e a invenção de ‘medicamentos eletrônicos’ manterão os homens vivos eternamente. A equipe de cientistas reconhece que esse fato ainda é visto pela maioria da população mundial como algo sem o mínimo de lógica e desprovido de possibilidades de ser concretizado. No entanto, os pesquisadores lembram que os avanços na medicina, no último século, contribuíram imensamente para aumentar a expectativa de vida do homem. E eles têm razão. Para se ter uma ideia do extraordinário avanço da ciência em busca da vida eterna, basta lembrar que, entre os antigos romanos, a expectativa de vida era de 20 anos. Um terço deles morria antes dos 6 anos, e apenas 60% sobreviviam até os 16. Aos 26 anos, 75% já haviam desaparecido e, aos 46, a morte já havia tolhido 90% dos romanos. À condição de ancião, alcançada aos 60, somente chegava 3% daquela população. Atualmente, segundo pesquisas sobre o envelhecimento da população mundial, lideradas pelo cientista australiano Justin Healey, apenas um terço dos que passaram dos cem anos vive acamado ou precisa de cuidados de terceiros. Um outro terço precisa de alguma ajuda especial, mas não é totalmente dependente. O restante é capaz de viver com pelna independência. A pesquisa confirmou também que somente 3% a 4% das pessoas com 60 a 74 anos são dependem de cuidados constantes e que, entre os que têm de 75 a 85 anos, esse índice é de apenas 10%. Após os 85 anos, mais de 70% conseguem dar conta de si mesmos e cuidar plenamente da vida.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Polícia brasileira


POLÍCIA BRASILEIRA:O QUE MAIS TEM OFUSCADO O DESEMPENHO DELA SÃO OS BAIXOS SALÁRIOS, O ÊXITO DO CRIME OU A POLÍTICA DO PAÍS? De acordo com os especialistas, é preciso que haja parceria entre municípios, Estados e a União para que as polícias militar e civil possam combater o crime no País, além de trabalho conjunto e coeso entre todas essas esferas. Pensando nisso, o governo federal, nos último dois anos, aumentou 74% os recursos para Polícia Federal, que conta atualmente com pouco mais de 11 mil homens. Durante esse período, o governo federal faz também uma avaliação otimista da segurança pública: “A Polícia Federal e a Militar da maioria dos Estados têm sido exemplar não só em atitudes republicanas, como também na eficiência no combate ao crime”. Há que se ressaltar que o trabalho da PF tem sido eficiente, no entanto, as estatísticas mostram que ela, sozinha, não tem sido suficiente para combater do modo satisfatório o crime no Brasil. “É preciso que os mesmo investimentos que chegam à elite da polícia nacional atinjam com a mesma intensidade a Polícia Militar e a Civil, principalmente no que diz respeito a reajustes salariais, do contrário, a população continuará a sofrer com o clima de insegurança e guerra vividos nas ruas das principais cidades brasileiras”, alertam os especialistas. A Polícia Militar do Rio de Janeiro, por exemplo, encarregada de cuidar de um dos Estados mais violentos do Brasil, tem o segundo menor salário do País. Os PMs fluminenses ganham, em média, R$ 874 (no Estado do Rio, o menor salário é o do professor, de R$ 862). Em Alagoas, a remuneração é ainda menor. Em início de carreira, um policial recebe R$ 850 mensais. “Quem se sente motivado a arriscar a vida com um salário desses”, questionam os profissionais. Nos Estados Unidos, todos os policiais têm nível superior (no Brasil, apenas 8% da corporação tem esse nível de escolaridade), treinamento que condiz com a realidade das ruas, programas de reciclagem profissional e salário que parte de R$ 4.500.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

IURD Bispo Macedo



Dúvida e Medo
Contrapondo a fé e a coragem vêm a dúvida e o medo. Enquanto o Bem usa a Voz da fé para encorajar, o mal usa a voz da dúvida para aterrorizar. A quem seguir? A quem servir? Que decisão tomar?
No conflito íntimo entre estas duas vozes só há um jeito: duvidar das dúvidas!
Duvidar da dúvida é duvidar da força do mal. Quando ele diz: “cuidado, isso pode dar errado. Não deu certo com o fulano”, etc, a resposta imediata deve ser: “Se Deus é comigo, quero ver com meus próprios olhos que Ele é comigo!” E, então, vá fundo, sem medo.Essa batalha com a dúvida é travada no íntimo e é justamente aí que se define a vitória.
Isso é combater o bom combate da fé para se tomar posse, não apenas da vida de qualidade, mas, sobretudo, da vida eterna. (I Timóteo 6.12)
Crer em Deus significa muito mais do que acreditar na Sua existência. Mas acreditar que Ele fará o que prometeu que faria.
Publicado por Bispo Edir Macedo

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

23 milhões de endividados no Brasil


23 MILHÕES DE ENDIVIDADOS NO BRASIL:RESULTADO DA MÁ ADMINISTRAÇÃO, DO CRÉDITO FÁCIL OU DO CONSUMO EXAGERADO? De acordo com dados obtidos através do Banco Central (BC) e divulgados recentemente pelo jornal O Estado de São Paulo, o endividamento do brasileiro cresceu 47% nos últimos 26 meses e, no primeiro semestre de 2009, o valor dessa dívida atingiu 35% da renda anual dos inadimplentes. O BC informou também que a inadimplência de pessoa física bateu recorde histórico em maio de 2008, como, posteriormente, foi comprovado pelo IBGE, que apontou, em números absolutos, 23 milhões de endividados no País, hoje com população em torno de 195 milhões. Segundo o BC, o crescimento do nível de endividamento das famílias brasileiras é um movimento associado ao próprio desenvolvimento do mercado de crédito, que era ‘incipiente’ antes da consolidação da estabilidade da economia mundial. Mesmo assim, a partir de julho de 2009 começou-se a observar, ainda que de forma modesta, novo declínio no número de inadimplentes. O BC se mostra otimista com relação ao futuro financeiro das famílias brasileiras, mas acredita que o momento, pós-crise, pede cautela. A justificativa para o período de atenção se sustenta nos próprios dados divulgados pelo Banco Central: Mais de 15 milhões de clientes de bancos têm dívidas acima de R$ 5.000,00, número 47% maior que o medido em dezembro de 2005 e 13,6% maior que a marca alcançada um ano atrás; São 80 milhões de clientes com alguma dívida, mesmo que pequena; Cada consumidor tem, em média, 3 débitos diferentes (carro, casa e empréstimo); O uso do rotativo do cartão de crédito (não pagamento integral da fatura) cresceu 30,4% nos últimos 12 meses, ficando atrás apenas do crédito consignado (crescimento de 31,9%); A dívida das pessoas fisicas com os bancos somam R$ 442,4 bilhões. Desse total, 33% (R$ 146 bilhões) vencem em até 180 dias e 16,8% (R$ 74,7 bi) vencem em até 360 dias. Para os economistas, o brasileiro tem se endividado mais porque está mais otimista com a situação do País. “Talvez até mais otimista do que pode sugerir a realidade”, dizem. Por isso mesmo, eles aconselham “Independentemente da situação do país, o mais seguro e prudente é evitar dívidas. A regra é simples: não deixe de comprar, mas compre apenas quando tiver dinheiro”.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Viver sem sexo


VIVER SEM SEXO Um estudo publicado recentemente por uma revista americana mostrou que, em praticamente todo o mundo, há cada vez mais jovens adeptos do voto de castidade até o dia do casamento. Em contrapartida, o estudo revelou também que esses jovens praticam sexo tanto quanto aqueles que nunca se disseram abstinentes. Segundo os responsáveis pela pesquisa, da Escola John Hopkins Bloomberg de saúde pública, dos Estados Unidos, o mais grave é que os que prometeram virgindade mostram menos probabilidades que os outros de usar preservativos e de recorrer a qualquer forma de prevenção à gravidez ou a doenças sexualmente transmissíveis. Depois de quebrada a promessa de se manterem virgens – o que ocorre em média cinco anos depois – 80% desses jovens negaram um dia a terem feito. Outro ponto preocupante, e que pode aumentar a incidência de doenças entre esses indivíduos, é a pratica de sexo anal ou oral, sem prevenção. “Muitas garotas adeptas do voto de castidade acreditam que a virgindade só é perdida se houver rompimento do hímen”, explicam os pesquisadores. Com relação às alterações orgânicas experimentadas pelos abstinentes sexuais, estudos realizados pelo mesmo instituto comprovaram que breves períodos de abstinência sexual, nos homens, resultam em aumento do volume e da potência do sêmen. Apenas 72 horas sem sexo são capazes de dobrar o volume do esperma, mas este efeito diminui se o tempo de abstinência for prolongado. Depois de uma semana a dez dias sem atividade sexual, o aparelho reprodutor masculino diminui pela metade a produção de sêmen. Depois desse período, a qualidade do esperma também começa a ficar comprometida. Nas mulheres, a abstinência sexual prolongada pode resultar em ressecamento e perda da elasticidade dos tecidos vaginais. Sem não houver atividade sexual durante vários anos, o fechamento do canal vaginal pode se tornar quase irreversível, impossibilitando nova relação. Para os ministérios da Saúde e da Educação brasileiros, não promover um programa de abstinência sexual entre os jovens, como acontece em países como EUA e Canadá, não é estimulá-los à prática sexual irresponsável. “O dever do Estado é formar indivíduos hábeis o suficiente para tomarem suas próprias decisões sem colocar a sua saúde e a dos outros em rico”, defendem as autoridades.

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