quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Conheça a história de Herodes e o Templo

Conheça a história de Herodes e o Templo

Governo romano queria obter mais aprovação dos israelitas



Após a volta dos israelitas do cativeiro na Babilônia, eles reconstruíram o Templo de Salomão, embora com bem menos recursos que na época do reinado do filho e sucessor de Davi. Quando Jerusalém caiu sob o poderio de Roma, aquele império escolheu a família de Herodes para governar o lugar em seu nome.
Mas a dinastia Herodes não era muito bem vista pela maioria do povo local – por ser considerado apenas “meio-judeu”. Na época, era considerado verdadeiro judeu o que tivesse mãe judia. Acontece que a mãe de Herodes era uma princesa dos idumeus.
Entre os governantes daquela família, aquele conhecido como Herodes, o Grande, era um grande construtor. Teve a ideia, então, de desfazer o Templo de Salomão pobremente restaurado e realizar em seu lugar uma imensa obra, para angariar o respeito do povo local, que não o aprovava muito. Queria mostrar a Jerusalém que podia devolver a ela a glória física da época do prédio original.  Mas os sacerdotes, entretanto, tiveram medo que isso não passasse de promessa política, que o governante poderia destruir o Templo e não reerguê-lo. Foi combinado, então, que ele aproveitasse o prédio principal e o ampliasse, além de realizar benfeitorias bastante significativas à sua volta.













A obra não foi nada humilde. Herodes não só refez o Templo, como praticamente ergueu um vasto complexo que tomou todo o Monte do Templo, construindo um terreno elevado por grandes muralhas de arrimo e cômodos subterrâneos, com várias entradas pelos bairros vizinhos. É uma parte dessa muralha da época de Herodes que hoje é chamada de Muro das Lamentações.
Era, em si, uma cidadela dentro da cidade, praticamente uma fortificação. Uma construção entre as mais arrojadas, luxuosas e grandiosas do mundo então conhecido.
Enquanto o Templo de Salomão original teve a orientação Divina em todos os detalhes, muitos judeus não consideravam a megalomaníaca obra de Herodes como algo de Deus, embora o usassem com o mesmo propósito do anterior por estar no mesmo lugar sagrado para eles. Lá também ficavam os utensílios sagrados, como a Arca da Aliança.
Foi no Segundo Templo que Jesus compareceu algumas vezes, em Seu ministério na Terra.








Com a coordenação do Pastor Geraldo Vilhena, em parceria com a Fundação CASA (antiga Febem) e a AMC- Associação das Mulheres Cristãs,promoveram um evento comemorativo ao Dia dos Pais no último domingo na UI-IPÊ 22 , zona sul de S. Paulo. Juntos, realizaram uma tarde de trabalhos sociais, educativos e recreativos.Na ocasião, foram oferecidos aos adolescentes e familiares que compareceram ao local, atendimento para obtenção de documentos, cabeleireiros,aferição de pressão arterial,além de palestras sobre reaproveitamento dos alimentos,DST-AIDS , prevenção de cáries e higiene bucal. A apresentação musical contou com a participação da cantora de músicas de repertório Gospel, Ísis Regina,envolvendo a todos com aprazíveis canções. O final do evento foi marcado pela distribuição de diplomas de congratulação aos pais, e também sorvetes que foram ofertados para todos os presentes.Participaram da confraternização cerca de 130 jovens internos e familiares, entre outros.Na ocasião , a coordenadora pedagógica Vera Lúcia de Oliveira Lima Souza, ressaltou a importância desse acontecimento numa data significativa como o Dia dos Pais,pois faz com que o adolescente venha a refletir na Palavra de Deus,que renova os pensamentos, amenizando assim o sofrimento e a solidão de muitos, e aprendendo a valorizar a importância da família presente.Destacou ainda que a confraternização envolve a todos,tornando-se assim um trabalho multiplicador,ou seja, mesmo depois do término do evento, todos se lembrarão dos bons momentos aqui transcorridos , os quais serão divulgados a outras pessoas, que passam a enxergar os jovens com outra visão.







































































































































































































terça-feira, 30 de setembro de 2014

A pior morte que existe

A pior morte que existe

Você seria capaz de vencê-la?







Uma caveira vestida com uma capa preta e com uma foice na mão. Essa é a imagem da morte ilustrada em inúmeros livros e filmes pelo mundo afora. É tão icônico que ao ver a imagem a associamos imediatamente ao término da vida.
Em hebraico, o significado da palavra “morte” é separação. A Bíblia nos mostra que a morte nada mais é que a separação do corpo da alma, do espírito: "o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu." (Eclesiastes 12.7) Assim, a morte não é só o término da vida neste mundo, mas o início da vida em um lugar que foi decidido pela pessoa enquanto ainda estava viva.  
Por que tememos tanto a morte? 
O ser humano não foi feito para morrer. No projeto inicial de Deus, o homem foi criado para viver para sempre em um lugar especial, onde reinaria. Mas o pecado da desobediência trouxe consigo a morte: Visto que a morte veio por um homem, também por um homem veio a ressurreição dos mortos. Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo.” 1 Coríntios 15.21,22
Para vencer a morte, era necessário um sacrifício, que foi feito por Jesus Cristo, como está escrito: Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” João 3.16 






A segunda morte é pior que a primeira
Muitos pensam que a morte do corpo físico é a pior, o fim. Mas não é isso que constatamos nas Sagradas Escrituras. E pior que a primeira é a segunda morte, porque essa significa a morte eterna.
Àqueles que morreram na fé no Senhor Jesus tomam por lucro o morrer, porque sabem que viverão a eternidade ao lado dAquele que os salvou. Para esses será o início da vida eterna ao lado do Pai. Já para aqueles que optaram por viver suas vidas aqui na Terra distantes da justiça de Deus, ao morrer, a morte física é o início de uma eternidade de sofrimento.






Nesta peça retrata claramente a ação dos espíritos das trevas na vida das pessoas, quando ela se deixa dominar.
Pelos vícios , magoas ,cobiça, ambição. Esta pessoa fica pressa sendo dominada completamente pelo mal deixando a pessoa cega em todos os sentidos da sua vida. Mas quando ele lembra que existe JESUS CRISTO e procura força nele para ser liberto. Então JESUS CRISTO
Vem para nos curar, libertar e salvar. E pelo seu infinito amor e misericórdia nos resgatam totalmente das mãos do mal.














































Esta peça foi apresentada especialmente para as famílias dos internos da Fundação Casa de São Paulo.

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MACACO LADRÃO PM 1