domingo, 25 de maio de 2014

Família quebrada

Como Deus mudou a vida de sete mulheres














Nem mesmo as pernas de Maria Magali, aos 47 anos de idade, a obedeciam. Cada passo dado no corredor parecia o último antes de uma grande queda. Era uma luta interna chegar àquele altar. Quando suas pernas travaram no meio do caminho, ela já estava em lágrimas. Ouviu a voz convocar os perdidos e sofredores e se dispôs a aceitar o convite, sem imaginar que seria tão difícil caminhar alguns metros.
A vida de Maria Magali começou a mudar por meio de sua mãe, Terezinha, para o bem e para o mal. Foi da boca de sua mãe que Maria Magali ouviu dizer que beijar pé de defunto dava sorte. Em algum momento de sua infância, esse tipo de crença passou a tomar conta de sua vida. Ainda criança, Maria adquiriu simpatia por coisas mórbidas. Passou a visitar cemitérios e tentar contato com os mortos.
Maria Magali viu o vício pelo álcool tirar a vida de seu pai e de seu avô, mas nem isso foi capaz de afastá-la desse tipo de droga. Saía para a noite, bebia e se entregava aos homens. Mais do que isso, ela queria se entregar à morte.
“Eu buscava a morte, mas não tinha coragem de me matar. Então, durante várias madrugadas, estacionava o carro em locais escuros e perigosos em busca desse objetivo. Esperava ser assaltada e tomar um tiro. A morte me fascinava”, lembra ela.
A vida desregrada deu à Maria Magali cinco filhas tão inconsequentes quanto a mãe. Veridiana, a filha mais velha, passou a usar drogas aos 14 anos de idade, quando ia para baladas junto com a mãe. Criscia, a caçula, conheceu a maconha aos 12, e aos 14, junto com Maria Magali, passou a usar cocaína.
As seis dividiam o gosto por noitadas, drogas e homens. Estavam unidas pelos motivos errados.
O novo mundo













Terezinha conheceu a Universal e entendeu o poder que existia dentro da fé. Passou a se dedicar à conversão de filha e netas, mesmo morando longe (Terezinha em São Paulo e a família em Curitiba) pressentia os caminhos da filha e orava por todas elas. Em uma Fogueira Santa, pediu para que suas netas se tornassem esposas de pastores.
Foram elas as primeiras a conhecer a Universal. Convertidas, deixaram de acompanhar a mãe em seus vícios e dedicaram muito tempo à missão de fazer Maria Magali ir até a igreja.
Foi assim que ela chegou ao corredor que não lhe deixava caminhar. Em um dia qualquer, sem nenhum motivo além dos que já tinha em todos os outros dias, ela resolveu entrar em um templo. Chegou na hora em que o pastor pedia para que todos os sofredores fossem até o altar e iniciou a sofrida caminhada, não apenas até a frente da igreja, mas à uma nova vida.
Seus passos travaram no meio do corredor e, com muito esforço, ela obrigou as pernas a percorrem os últimos metros. “Eu tive a sensação de que ia morrer, e comecei a me aproximar do altar já em lágrimas. Então comecei a dizer que queria entregar a minha vida para Jesus. Consegui forças para chegar ao altar e passei por ele. Fiz a entrega da minha vida para Deus! Em uma semana estava batizada no Espírito Santo.”
Hoje, aos 61 anos de idade, a vida das quatro mulheres é outra. As filhas se recuperaram, três delas se casaram com pastores e ela ganhou um novo sentido para viver. Foram transformadas interiormente e hoje são referência, não apenas de como uma cristã deve ser, mas de como Deus é capaz de mudar quantas vidas se entregarem a ele.








Para dar início a realização deste evento, os voluntários da UNIVERSAL fizeram doações de vários itens de  beleza  para montagem de uma salão dentro da Fundação Casa Feminino unidade mooca.


Houve distribuição de centenas biografias NADA PERDER I e II do bispo Edir Macedo

Nesta foto um voluntário se preparando para entrar na van da Fundação Casa para chegar ao evento

Mais voluntários entrando na van com suas doações para Fundação Casa

Nesta foto o pastor Geraldo Vilhena junto com a direção da Fundação Casa da Mooca.


Uma porta pesada de ferro se abre. Um guarda, um detector de metais e uma cabine blindada aparecem. Mais alguns passos, e o barulho da porta se fechando identifica que daquele lugar não entra e sai quem quer. Um caminho de concreto, mais algumas portas, mais um ou dois guardas, mais um portão fechado. Através das grades é possível ouvir bebês e vozes de adolescentes. Lá, o clima tenso desaparece e, às vezes, dá para esquecer que se está em uma Unidade Feminina de Internação Provisória (UIP) da Fundação Casa, ex-Febem. Em poucos metros quadrados funciona a Casa das Mães, que separa adolescentes grávidas e com bebês das outras internas. Ao todo, a unidade abriga 118 meninas de 12 a 20 anos incompletos, e o tempo médio de internação é de 1 ano e meio. No momento da visita, algumas meninas pintavam quadros, outras faziam pães e doces em uma grande cozinha.


Pastor Geraldo Vilhena e o pastor Augusto faz apresentação de crianças na Casa das Mães da Fundação Casa.


Esteve presente também o ex-usuário de drogas Robson de Freitas e uma ex-traficante Amauri na qual fazem parte do Bloco de Ajuda aos dependentes Químico, os mesmos realizaram uma palestra sobre a prevenção de drogas para todas as internas da Fundação Casa. 


Após a palestra o pastor Geraldo e voluntários realizam uma oração de libertação para todos 

O evento houve um café da tarde com doces e refrigerantes para todos os que estavam ali presente.


este evento foi animado pelo guitarrista Reginaldo que fez grande apresentações no evento.


sábado, 24 de maio de 2014

Uma viagem interativa por meio da Bíblia

Veja como foi a "Feira de conhecimento bíblico" promovida pela EBI em todo o Brasil








Formar, influenciar e discipular crianças e pré-adolescentes por meio de valores cristãos. Essa é a missão da Educação Bíblica Infantojuvenil (EBI), que, dessa forma, também busca contribuir com o estabelecimento de uma sociedade mais justa para todos.
Sendo assim, os voluntários do grupo realizaram, no mês de março, em todo o Brasil, a 2ª edição da “Feira de conhecimento bíblico”, que mostrou a Bíblia de uma maneira interativa, inovadora, lúdica e eficiente, para que crianças e pré-adolescentes aprendessem mais sobre a Palavra de Deus, de um modo que será guardado por toda a vida. Além disso, o evento também possibilitou aos pais conhecerem melhor o trabalho realizado pela EBI.
Cerca de 70 mil visitantes em todo o País participaram do evento, que contou com diversas apresentações teatrais e danças típicas. Na oportunidade, também foi contada a história da Universal.







Jucélia Santos, a “tia Ju”, como é conhecida a coordenadora nacional da EBI, diz que o objetivo com eventos como esse é manter as crianças e os adolescentes totalmente envolvidos com a Palavra de Deus. “Aproveitamos o período do Carnaval para montar as oficinas, preparar as maquetes e todo o material que foi utilizado na feira, inclusive o estudo de cada tema, pois são as crianças e adolescentes, juntamente com os educadores, que preparam tudo. A ‘Feira de conhecimentos bíblicos’ é mais uma ferramenta de ensino, que faz com que a garotada se interesse, aprenda, fixe e ponha em prática as valorosas instruções que a Bíblia nos traz”, destaca ela. 
 A primeira feira aconteceu em 2010. “A ideia surgiu de um evento feito na Bahia. Após visitar Porto Seguro e ver que adolescentes e crianças sabiam a história daquele local, reunimos na capital, Salvador, com a ajuda dos adolescentes, um vasto conhecimento sobre algumas cidades baianas, costumes e vivência daqueles cidadãos. Então, Margareth Pereira, coordenadora geral da EBI, ao ver aquilo, pensou em fazer algo voltado para o lado cristão, assim nasceu a ‘Feira de conhecimentos bíblicos’, que tem surpreendido todos que visitam as exposições pelo nível elevado de conhecimento que nossos pequenos, por meio de pesquisas, adquirem. Os resultados são surpreendentes”, explica a responsável pela EBI em São Paulo, Jane Garcia.
 Crescimento espiritual
 Para Vanessa Recuero, de 21 anos, estudante de direito e educadora há 5 anos da EBI na catedral de Manaus (AM), participar da organização de um evento desses é estar envolvida em algo que promove a Palavra de Deus. “É uma honra, apesar da confecção de tudo ser algo material, é um trabalho principalmente espiritual, que, além de contar as histórias bíblicas para os visitantes da feira, envolve as crianças da EBI de uma forma que elas nunca mais esquecem. O retorno é ver as crianças envolvidas em algo sério, com a responsabilidade de passar a mensagem que cada história bíblica traz, e felizes por falar sobre o Deus ao qual temos servido. O crescimento espiritual da EBI, tanto das crianças como das educadoras, ao fazer um evento como a Feira bíblica, é muito grande.”
 Raiane Santos, de 12 anos, é estudante e atualmente integra o TF Teen em Salvador (BA), mas faz parte da EBI desde seus 8 anos. Ela conta como foi participar do evento: “Foi muito bom, divertido, mas também testou os meus conhecimentos sobre a criação. Me ajudou a conhecer mais sobre cada assunto da Bíblia e foi uma forma de juntar toda a família TF Teen da região, de conhecê-los e aprender com eles. A interação foi muito boa e espero que esse evento ocorra outras vezes.”
Quer conhecer mais sobre o trabalho da EBI? Clique aqui.










Neste último domingo foi realizado uma palestra para as famílias dos internos da Fundação Casa de São Paulo, com o tema de um assunto que está destruindo uma parte da sociedade que é as drogas.

Para dar o início da palestra o pastor Geraldo Vilhena (Coordenador de Evangelização em Unidades da Fundação Casa de São Paulo.



 Foi convidados para realizar a palestra o Bloco de Ajuda aos Dependentes Químicos com seus palestrantes   Robson de Freitas (ex-usuário) e Amauri (ex-traficante)




Robson de Freitas diz tenho 42 anos de idade minha historia começa
Aos 13 anos de idade por simples curiosidade comecei a
Cheirar cocaína dentro da escola. Depois comecei me especializar
Em roubo de Carro e moto. Eu era agressivo quebrava tudo dentro
De casa e digo hoje com propriedade que o mundo do crime não vale
a pena





Amauri fala no mundo das drogas aos 11 anos provei todo tipo de droga em seguida começou no trafico de armas e munição. Permaneci envolvido no crime por 10 anos, contratava meninos de 11 anos aqueles que eram ágeis ligeiros.
Era pego para trabalhar no trafico o processo e igual até hoje,
Eu não tinha nenhum sentimento mesmo colando os meninos na frente da batalha.
Acontece que o espírito da maldade esta agindo dentro da pessoa.
Minha mãe lutou durante muitos anos pela sua vida e libertação,
Buscando forças em DEUS freqüentando a Igreja, fazendo as campanhas.
Mas como estava cego, para mim o meu DEUS era apenas as armas que eu possuía.
Um dia DEUS ouviu suas orações e eu fui buscar ajuda em DEUS
Hoje estou liberto com uma vida transformada. Porque ela não
Desistiu de lutar por mim. Então mãe quero dizer que continuem
Lutando por seus filhos, não deixando que o tráfico o adote para sempre.
O combate e espiritual então as armas que vocês mães devem usar é
Através da ajuda de DEUS, porque sozinhos não temos força suficiente.
Para vencer o mal.






Foi organizado um almoço especial pelos voluntários da Igreja Universal do Reino de Deus, para as famílias dos internos












O almoço também foi acompanhado com músicas cantada pela cantora gospel Luciana da Força Jovem e animada pelo grupo de teatro.






 Para encerrar o evento os voluntários da Igreja Universal do Reino de Deus, fazem doações de cesta básica para todas as famílias dos internos que  estavam presente. 











Postagem em destaque

MACACO LADRÃO PM 1