segunda-feira, 3 de março de 2014

São inacreditáveis os níveis que atingem o ódio e a inveja no coração dos homens...

A história de Shamir e Abdul

São inacreditáveis os níveis que atingem o ódio e a inveja no coração dos homens...








São inacreditáveis os níveis que atingem o ódio e a inveja no coração dos homens, os quais desprezam o maior tesouro existente no mundo: o amor de Deus.
No deserto do Kazaquistão, dois homens, Shamir e Abdul, caminhavam lado a lado, à procura de um oásis. Os dois haviam sido ricos negociantes e, por terem seus ba­zares um defronte para o outro, tornaram-se ter­ríveis rivais, mesmo sendo primos. No desejo de ganhar dinheiro, os dois faziam qualquer negócio: falsificavam mercadorias; exorbitavam nos preços; en­ganavam no troco e sonegavam impostos, além de roubarem dos empregados.
Era tanta a inveja entre os dois que am­bos enviaram uma carta aos fiscais do rei, de­nunciando as irregularidade do outro. Am­bos vieram a ser condenados e, por ironia do destino, antes que fossem parar na cadeia, fu­giram e se encontraram na aridez do deserto.
A cada passo que davam, discutiam, se acusavam, lembravam da riqueza que ha­viam deixado para trás e então paravam. La­mentavam-se e reconheciam a estupidez do que haviam feito. Punham-se a andar nova­mente e, mais à frente, lá estavam a se agredir outra vez.
Já tendo perdido tudo na vida, com exceção dos maus sentimentos, choraram em alta voz e clamaram a Deus por socorro. Então um anjo lhes apareceu e disse: “Shamir e Abdul, vim para salvá-los. Pedi-me o que quereis, e vos será concedido!”
Ao ouvirem isso, os dois explodiram de alegria, imaginando palácios, servos e servas, reinos, fortunas, comércios e, principalmente, como escaparem daquele deserto sem fim.
“Vocês destruíram a si próprios. Agora, dou-lhes a chance de re­cupe­rarem vossas vidas. Terão, porém, de aprender o segundo mandamento da Lei de Deus: o amor ao próximo! Um de vocês pedirá o que de melhor existe no mundo, que concederei; ao outro, porém, darei em dobro, para que o desejo de um venha a abençoar ainda mais o outro”, explicou o anjo.
Assim, começou a briga outra vez, muito pior que antes! Em segundos, estavam a rolar pelo chão, um tentando forçar o outro a fazer o pedido. “Pede, seu miserável! Pede ou te arrebento de pancada!”, gritava um. “Nunca! Você é que vai pedir, nem que eu tenha que te matar, seu desgraçado”, respondia o outro.
Shamir, o mais forte, prevalecendo na luta, apertou o pescoço do outro que, então, gritou o seguinte pedido: “Peço que me seja concedido o desejo de ficar cego de um olho!”
Imediatamente se ouviu o grito desesperado de Shamir: “Abdul, seu mal­dito! Onde é que estás, desgraçado, que não te vejo mais?”
O amor ao dinheiro é mesmo a raiz de todos os males, conforme diz a Bíblia Sa­grada, e a inveja que isso causa não tem li­mites. Parece que àquele que ama o di­nhei­ro não basta apenas ser rico, sendo neces­sário também que os outros sejam pobres. A derrota dos outros lhe traz mais alegria que a sua própria vitória.
É quando nos alegramos e oramos pela vitória não dos que nos amam, mas dos que nos odeiam, que somos filhos do Altíssimo. Ele, por amor à hu­manidade, que O desprezou, deu ainda assim Seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nEle crer não pereça, mas tenha a vida eterna (João 3.16). Deus ama e, por isso, dá o que tem de melhor: Seu Filho! O diabo odeia e, porque odeia, rouba!

UNIVERSAL NA FUNDAÇÃO CASA




Aos finais de semana, a rotina de muitas mães é a mesma; visitar o filho internado na Fundação Casa. Certamente, não foi o que elas planejaram para o futuro deles, mas muitas vezes, estar ali é o sinal de uma nova chance. Quantas mães, que perderam os filhos para o tráfico e a criminalidade, queriam ter a oportunidade de poder vê-los com vida, mesmo sendo atrás das grades.

Para alguns, a visita é um ponto de contato com o mundo lá fora, distante dos muros da construção antiga da Fundação. Para outros, revê-los é aumentar a dor da ferida que continua aberta. E isso é visto em cada olhar, no coração apertado de uma mãe que não sabe quando vai poder cobrir o filho novamente na cama quentinha... Esse foi o desabafo de uma mãe que prefere não se identificar; “Eu peço para não fecharem o portão, porque ele ainda não chegou ... aí, eu lembro que ele não tá mais com a gente”. Outra mãe não esconde a dor em dizer que os cuidados que oferecia ao filho na infância eram bem diferentes dos que ele recebe hoje internado – “tava com febre dava um remedinho, quando se machucava, ganhava um beijo e tudo passava ... E agora, quem cuida dele?”
Na maioria dos casos, essas mães não têm culpa de ter os filhos internados. Eles, influenciados por outras pessoas, trilharam o caminho sombrio do crime, mas são elas que pagam o preço, diga-se de passagem, alto demais.
Na longa fila de mães, uma gestante que concorda com a revista policial –procedimento feito aos visitantes para constatar se não trazem objetos proibidos aos presos - mas se sente humilhada ao ser expor com outras mães.
Para uma parte da sociedade, esses menores infratores não têm mais jeito.




E é na contramão que o grupo de Evangelização da Igreja Universal do Reino de Deus aposta na recuperação desses adolescentes. Os voluntários abrem mão do descanso do final de semana para confortar essas famílias. “Passeio” esse que não tem preço e já faz parte da rotina.

No último sábado, além de oferecer roupas e calçados às famílias, o grupo distribuiu marmitex com feijoada na saída das visitas. Motivo de grande alegria, já que o almoço é incerto em algumas dessas casas. Para o pastor Geraldo Vilhena, responsável pelo trabalho de Evangelização na Fundação Casa de São Paulo e os voluntários da IURD, nada mais gratificante do que estar na própria folga ajudando esses lares que não sabem o que é ter paz há muito tempo.



















sábado, 1 de março de 2014

Vida a dois: o que um espera do outro?

Vida a dois: o que um espera do outro?

Saiba identificar a visão masculina e a feminina e mude – radicalmente – a sua vida amorosa e sexual













Você conhece a cabeça do homem? E da mulher? Já imaginou o que um pensa a respeito do outro? E em relação ao sexo? Essa última pergunta nem sempre é discutida ou analisada como deveria, já que nem sempre as pessoas se sentem à vontade para falar a respeito.
Muitas vezes, algumas preferem sofrer a abrir o coração, inclusive por vergonha, tabu ou ainda por não terem com quem desabafar. Mas uma coisa é certa: existe muita gente errando nessa área específica por falta de conhecimento.
Quando falamos em sexo na vida a dois estamos nos referindo à vida conjugal, ao casamento. O que ocorre, porém, é que nas últimas décadas temos visto uma enxurrada de mulheres e homens frustrados, e não simplesmente por conta da falta de sexo, ao contrário, mas por fazerem escolhas erradas ou simplesmente cederem quando deveriam recuar.
Solteiros se relacionam simplesmente por puro prazer; casados, muitas vezes, praticam sexo de forma mecânica, sem compreender, de fato, o que o ato representa na totalidade.
“Na verdade, sexo vai muito além do que dois corpos se relacionando”, explicava Renato Cardoso em uma das palestras que faz mundo afora ao lado da esposa, Cristiane Cardoso. “É muito maior e sublime do que a maioria das pessoas entende.”
Tudo seria diferente se a relação sexual fosse praticada tal como Deus designou, ou seja, como uma forma de consumar a aliança entre duas pessoas que se amam, que se guardam até o matrimônio. Mas, infelizmente, até entre os casados existe muitos equívocos nesse tópico em especial.
Cabeças opostas
A mente do homem funciona diferente da mente da mulher, e quando isso é ignorado por ambos, sempre surgem muitos problemas. “Homens lidam com as mulheres como se elas fossem eles. Mulheres falam com os maridos como se eles fossem mulheres”, ressalta Renato.
E uma das coisas que normalmente a mulher não entende é o fato de o homem ser muito visual. Ele facilmente se encanta pelo que vê, dando a impressão de que “só pensa naquilo”. O erro de muitos maridos, porém, é pensar que a mulher vê o sexo como eles, como um prazer físico.
“Somos programados por nossa natureza humana a ter certas necessidades supridas... Para que um casamento funcione, há certas coisas mínimas que devem existir; a esposa pode não ser a mais perfeita dama de um conto de fadas, mas ambos têm que oferecer um ao outro pelo menos o essencial”, ressalta Renato, em um dos trechos do livro “Casamento Blindado”, de autoria dele e da esposa.
E o que dizer da vida íntima? Do ato conjugal? Segundo explica no livro, “a vida sexual saudável é uma das principais ferramentas de blindagem do casamento. E nunca é demais enfatizar isso. A maneira mais rápida de descobrir a saúde do relacionamento do casal é procurar saber como eles estão na cama; o sexo no casamento é como uma cola que mantém o casal junto. O sexo não só fala como também cura muitos males”.
Fora do casamento
E quando o sexo é praticado fora do casamento? Aí a coisa muda de figura. Normalmente, o resultado é desastroso e decepcionante, porque se a pessoa resolve ceder a um relacionamento sem compromisso, provavelmente se decepcionará, cedo ou tarde. Exatamente como aconteceu na vida de Gisele (nome trocado a pedido da entrevistada). Acompanhe seu relato:
“Eu vivi isso muitas vezes no passado. Normalmente eu me encantava pelo rapaz, mal começávamos a namorar e logo nos relacionávamos sexualmente. Para mim, naquela ocasião, era natural, uma questão de tempo, dançava conforme a música. Achava também que se cedesse ao que todo mundo fazia, o relacionamento faria sentido e teria graça, embora meu único objetivo fosse ser feliz na vida amorosa. Lembro-me de que o comentário entre as amigas era justamente esse: ‘Já aconteceu?’ Hoje me envergonho dessas atitudes, porque só me decepcionei. Assim que tudo acontecia, eu ficava esperando um comprometimento do rapaz, um retorno, mas ele mal ligava. Ou, se me encontrava entre as amigas, numa festa, por exemplo, mal olhava para mim. Era triste e vergonhoso, porque, querendo ou não, você fica marcada entre os demais.”
Se tanto os homens quanto as mulheres entendessem as necessidades e a cabeça de cada um, e agissem como “manda o figurino”, certamente, tudo seria diferente.



UNIVERSAL NA FUNDAÇÃO CASA



Em clima de muita festa, Voluntários da Igreja Universal do Reino de Deus estiveram presentes, neste último sábado na Fundação Casa Franco da Rocha ,para fazer a festa em um evento maravilhoso, e dessa vez ao ar livre, embaixo de muitas árvores, para sentir a natureza, e a presença de Deus, pois ele e o criador de tudo. E foi feita várias atrações para os internos e familiares. Para dar início ao evento esteve presente o Pastor Geraldo Vilhena Coordenador de Evangelização, nas unidades da Fundação Casa de São Paulo, orou por todos os adolescentes e famílias presentes, e disse: Tudo o que vamos fazer aqui hoje é verdade, e é para abençõar a sua vida se você quizer entregar a sua vida para Senhor Jesus basta você abrir o coração . e também na oração pediu para que Jesus tocasse no coração de todos também deu uma palavra sobre salvação, falou da importância do novo nascimento, e de ter um encontro com Deus .






Em seguida A CIA Teatral Força Jovem apresentou uma peça que emocionou a todos os presentes, a peça conta a História de uma pessoa, na qual sua alma foi leiloada,( Leilão de uma alma). A primeira que vem da o primeiro lance, foi a religião, o segundo lance prostituição, terceiro lance bebidas, curtição, quarto lance foi a ganância, e drogas, e por último a morte que deu um lance maior, já no último suspiro, vem o Senhor Jesus que resgata sua alma tirando todas as correntes do mal, e lhe dá uma nova chance.













































Dando segmento ao evento foi servido muito bolo, refrigerante.




















Enquanto era servido a animação ficou por conta da. Da força jovem onde cantaram e alegraram a todos os adolescentes e muitos deles até dançaram funk, foi momentos alegres que ficaram na lembraça de todos.


















Os jovens Amauri E Robson (Projeto Dose Mais Forte) relataram as experiências que tiveram com as drogas, crimes, facções e o momento que perceberam que nada daquilo preenchia o vazio que tinham, o risco que corriam, que precisavam de uma dose mais forte para mudar aquela situação. Neste momento os internos e familiares ficaram atentos pois queriam saber o segredo da mudança. Foi aberto espaço para perguntas e respostas e uma delas qwue mais me chamou a atenção foi a de uma mãe de um interno que fez a seguinte pergunta: Robson qual foi o momento da sua vida que você disse eu preciso parar? Robson: Quando eu acordei em um leito de hospital com vários aparelhos chewio de tubos quando quando eu olhei para o meu corpo, e faltava um pedaço dele. Olhei pro lado e não vi mais uma solução, e a conclusão que cheguei
E que precisava de uma mudança e a única pessoa que ficou ao meu lado foi a minha mãe. Adolescente pergunta: Quando você chegou em casa foi algém ou um suposto amigo te procurar? Robson responde: Não ninguém foi me procurar so tive a visita de obreiros da IURD que levaram uma palavra de vida no momento em que eu mais precisava. Funcionário pergunta?Robson Se você antes pensava no futuro, e agora você pensa? Robson responde: Antes não pensava levava uma vida muito louca, mais hoje tenho os pés no chão .e tudo se tornou novo, o passado não existe mais (somente é lembrado para servir de testemunho de transformação de vida).














Robson e Amauri fazem oração pelos internos e famílias.




Integrantes do Teatro da Força Jovem Brasil.



Os funcionários e coordenadores agradeceram a presença da IURD e disseram que as portas estarão sempre abertas para novos eventos.

Postagem em destaque

MACACO LADRÃO PM 1