terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Que as mulheres ainda são muito mais recriminadas pelo comportamento poligâmico, é fato.




O jornalista e escritor Olavo de Carvalho escreveu, certa vez, que “as mulheres sempre foram exploradas pelos homens”. Mais adiante, de modo convincente, o escritor mostra que essa exploração ultrapassa os limites da soberania do sexo masculino sobre o feminino e alcança níveis próximos à servidão escravagista, principalmente no que diz respeito à exploração sexual da mulher. Ao homem, por exemplo, cabe o direito de trair e desfrutar dos prazeres de suas amantes em paz. Ele é exaltado por essa atitude. Mas a mulher que age assim é duramente condenada. Que as mulheres ainda são muito mais recriminadas pelo comportamento poligâmico, é fato. Que existem homens que apenas nutrem um relacionamento para explorá-las sexualmente, também. Mas isso não significa que a traição é uma exclusividade do sexo masculino. Há estudos que indicam que as mulheres traem quase com a mesma freqüência que os homens. Mesmo assim, não importa se a atitude parta do homem ou da mulher, quem já traiu, seja motivado pela falta de amparo, pela falta de atenção por parte do companheiro ou apenar para saciar uma curiosidade ou um desejo, sabe que aquele que trai, trai primeiro a si próprio. E não há nada mais sofrível do que conviver com a mentira, mesmo porque o espelho da alma sempre devolverá a imagem da verdade, ou seja, o peso de estar defraudando a si e ao companheiro. Os estudiosos do comportamento humano já levantaram inúmeras hipóteses para explicar a traição conjugal. As mais comuns são a incompatibilidade do casal e a insatisfação sexual. Mas por que a traição no lugar do acerto de contas? Neste caso, o que parece prevalecer, de acordo com os pesquisadores, é a “lei do mínimo esforço”. Ou seja, trair é mais fácil que sentar com o parceiro e abrir o jogo, expor problemas e insatisfações. Mas como preferem tomar outro caminho, alguns casais são capazes de sacrificar a própria felicidade para sustentar a aparência do relacionamento-padrão. Definitivamente, trair não compensa. E engana-se quem imagina que apenas a pessoa traída sofrerá consequências. As seqüelas quase sempre marcam tanto o traído quanto o traidor, e não é raro que o segundo seja afetado ainda com maior intensidade e tempo. Como ensinam os terapeutas, o ato de trair pode ser comparado ao ato de se embriagar. “Depois de esgotada uma garra inteira, quem sofre com a ressaca nunca é a bebida”.






UM GRANDE LEILÃO


































Voluntários do Grupo de Evangelização da 
Igreja Universal do Reino de Deus, da matriz do Brás, responsáveis pela apresentação teatral da peça "Leilão de uma alma", animaram a manhã de domingo último, na UI- Nova Vida.O objetivo da apresentação foi mostrar aos jovens que o verdadeiro Pai é o Senhor Jesus, aquele que deu Sua vida por nós. Num clima de muita tranquilidade e descontração, os jovens e familiares, saborearam salgadinhos e algodão doce, e as famílias receberam  leite, ofertados pela Força Jovem , do Brás.O pastor Geraldo Vilhena e alguns atores que , oraram em favor de todos os presentes."A finalidade principal deste evento foi certamente alcançada, que é de agradar a Deus",concluiu o sr. Leandro Medeiros Della Nina, diretor da unidade.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Apesar disso, mesmo os mais jovens deixam de usar camisinha a partir da segunda vez que fazem sexo com a mesma pessoa.






O Ministério da Saúde divulgou, na semana passada, a maior pesquisa já realizada sobre o comportamento sexual dos brasileiros e os resultados não são muito animadores. Nos últimos 4 anos, o uso de preservativos caiu, as pessoas começaram a fazer mais sexo casual e os jovens, com frequência, mantêm relações com pessoas que conhecem na internet. Em 2004, o ministério fez um estudo semelhante, embora menos abrangente. Naquele ano, 25,3% dos entrevistados afirmaram sempre usar camisinha. Este ano, esse índice caiu para 21,5%. Segundo o estudo, nas relações com parceiros casuais, por exemplo, 68% dos entrevistados de 15 a 24 anos usaram preservativo todas as vezes nos últimos 12 meses. Já entre os entrevistados com mais de 50 anos, 32% disseram ter usado o preservativo em todas as relações nas mesmas situações (com parceiros casuais) no último ano. E os jovens brasileiros podem até se proteger mais de doenças venéreas e gestações indesejadas, porém praticam mais sexo casual e sem compromisso. De acordo com a pesquisa, 14,6% dos entrevistados com menos de 24 anos tiveram mais de cinco parceiros eventuais ao longo de 1 ano. Entre os que têm entre 24 e 49 anos, o índice cai para 7,2%. Além disso, os que têm mais de 15 e menos de 24 anos já usam a internet como meio de paquerar e fazer novos amigos: 10,5% dos que tiveram pelo menos um parceiro no último ano conheceram a pessoa na rede mundial. Sinal dos tempos. Para o bem ou para o mal. “Os jovens nasceram na era da aids, por isso, a relação com o preservativo é mais habitual”, analisa Mariângela Simão, diretora do Departamento de Doenças Sexualmente Transmissíveis e Aids do Ministério da Saúde. Apesar disso, mesmo os mais jovens deixam de usar camisinha a partir da segunda vez que fazem sexo com a mesma pessoa. Se 61% garante usar o preservativo na primeira vez, o índice cai para 50% depois do segundo encontro. Mariângela explica que “depois que se estabelece a confiança entre o casal, o uso do preservativo deixa de ser prioridade, em especial, para as meninas”. Quem namora ou está casado tende, de fato, a deixar a camisinha de lado. Entre os entrevistados que disseram ter parceiros fixos, 30,7% dos jovens garantem fazer uso do preservativo, enquanto na faixa de 25 a 49 anos só 16,6% adotam a mesma postura. Um descuido que pode custar caro.




Ação social na FUNDAÇÂO CASA (ANTIGA FEBEM)IURD ajuda na ressocialização de menores da Fundação Casa



















  Voluntários da Igreja Universal do Reino de Deus de todo o Brasil visitam, diariamente, unidades da Fundação Casa. Em São Paulo, cerca de 150 pessoas acompanham o pastor Geraldo Vilhena, – responsável pelo trabalho no Estado – nas reuniões realizadas nos locais. Segundo dados da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência (SEDH/PR), no Brasil, o número de menores infratores que cumpre pena aumentou em 28%, entre 2002 e 2006. Em média, há nove adolescentes em regime de internação para cada um em regime semi-aberto. São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará são os Estados com maior execução para este regime. Com o objetivo de ajudar na reintegração desses jovens na sociedade, há sete anos a IURD conta com a ajuda de voluntários de todas as áreas para a realização do trabalho espiritual. Durante os encontros, os internos recebem uma palavra de fé e de esperança. “Nós oramos para que eles sejam libertos dos problemas espirituais e possam receber a presença de Deus”, diz o pastor Geraldo. Semanalmente, são distribuídos cerca de três mil exemplares da Folha Universal e mensalmente mil livros e duas mil revistas Plenitude, para que os adolescentes possam conhecer, de uma forma diversificada, a Palavra de Deus. O grupo também organiza palestras sobre saúde da mulher – nas unidades femininas –, higiene e educação, além de oferecer doações e amparo aos familiares dos internos. No mês passado, cerca de 200 famílias do Complexo do Brás receberam lanches, roupas, calçados e brinquedos. “Durantes esses eventos, procuramos conscientizar todos sobre a importância de resgatar os valores da família, da formação da criança e do adolescente para a nossa sociedade”, explicou o pastor, acrescentando uma palavra de fé aos que estão sofrendo por terem algum parente sendo escravizado pelo mundo do crime: “Disse o Senhor que se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra”, finalizou.

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