domingo, 27 de outubro de 2013

Golpes de agiotas aumentam no País. Pegar dinheiro emprestado só prejudica quem está com dificuldades financeiras e pode terminar em tragédia

Golpes de agiotas aumentam no País. Pegar dinheiro emprestado só prejudica quem está com dificuldades financeiras e pode terminar em tragédia








“Dinheiro fácil, rápido e sem burocracia.” A frase anunciada em classificados de jornais, panfletos na rua e em sites da internet seduz ao oferecer a possibilidade de obter dinheiro para abater dívidas, evitar cadastros de devedores e aumentar o poder aquisitivo. É possível pegar empréstimos sem nem apresentar documentos ou comprovar renda em alguns casos. Mas todas essas facilidades custam caro. Por trás da maioria delas esconde-se a prática de agiotagem, um crime que envolve extorsão, agressão e até assassinatos.


Em meados do ano passado, o consultor de vendas Paulo Maciel, de 37 anos, foi assaltado e não conseguiu bloquear seus cartões de crédito antes que criminosos fizessem compras no valor de R$ 18 mil. O rombo em suas contas desequilibrou toda sua organizada vida financeira. O banco, onde era cliente há anos, passou a cobrar a dívida e ameaçou leiloar os seus únicos bens: um carro e uma casa. “Eu jamais recorreria a um agiota, mas não poderia perder o único patrimônio que construí ao longo da vida”, conta Maciel. Ele pediu R$ 22 mil emprestados a um agiota que encontrou via internet. “Eu procurei aqui em Caxias do Sul (RS), mas ninguém quis dar informações. Então resolvi anunciar o meu interesse em um site de classificados na
internet. No dia seguinte, recebi uma ligação de um homem de uma cidade no centro do País que dizia que me daria o empréstimo”, explica.


Maciel irá pagar a dívida com o agiota em 120 parcelas de R$ 1.376, quando terminar, em 2021, terá gasto o equivalente a R$ 165.120. “É um valor realmente muito alto. Mas eu não tinha mais a quem recorrer. Com meu trabalho posso pagar essas parcelas, mas não posso pagar R$ 18 mil de uma vez só ao banco”, justifica-se.




Maciel é mais uma vítima da agiotagem. E, segundo as autoridades, o golpe do dinheiro fácil só cresce no País. “É um crime cuja tendência é aumentar, porque está totalmente ligado ao superendividamento. Conforme as pessoas ficam mais endividadas, e com o nome negativado no sistema regular, mas elas recorrem a esse tipo de empréstimo”, explica Maurício de Almeida e Silva, delegado titular da Delegacia do Consumidor (Decon) do Rio de Janeiro.

Segundo dados da Radiografia do Endividamento das Famílias nas Capitais Brasileiras, realizada pela Federação do Comércio do Estado de São Paulo, o endividamento do brasileiro aumentou nos últimos anos. Nos primeiros 5 meses deste ano, 64% das famílias nas capitais do País tinham alguma dívida, contra 61% no mesmo período do ano passado.


Nem sempre, tais endividamentos acabam bem. Assim como Maciel, M.E.C.J. também achou que procurar agiotas seria a melhor solução. Ela confiava em seu salário para quitar a dívida que contraiu no Rio de Janeiro. “Pagava juros de R$ 190 todo mês, só que fiquei desempregada e não tive mais condições. Ligaram para a minha avó, minha tia, dizendo que se eu não pagasse, matariam toda a minha família e eu também. Isso está me trazendo constrangimento emocional e psicológico. Não conseguimos sair de casa porque não sabemos se vamos voltar”, contou a vítima em maio ao programa “Balanço Geral RJ”, da “Rede Record”.

Só no Rio de Janeiro, nos primeiros 5 meses deste ano, o Disque-Denúncia registrou 3,8 mil ligações de denúncias contra agiotas. No mesmo período de 2010 foram 700. A maioria das denúncias envolvem ameaças de morte ao devedor e aos familiares da vítima, coação e delitos físicos, tudo em busca de pagamento.

Em alguns casos a ameaça se concretiza. O pedreiro Adalberto Mendes Lopes, de 34 anos, sem condições de pagar a dívida com os agiotas, pediu ajuda aos familiares. Reunidos, eles conseguiram juntar R$ 400 para quitar parte do saldo e, assim, tentar salvar a vida de Lopes. “Eu falei com o agiota e ele disse que, além daqueles R$ 400, eu tinha que dar mais R$ 600 para ele não matar meu filho”, contou a mãe da vítima, que preferiu não se identificar, em depoimento ao telejornal “RJ Record”. Como não conseguiram o dinheiro exigido, Lopes foi assassinado. O empréstimo original era de míseros R$ 20 que viraram R$ 1,2 mil.



Dias depois, Antonio Soares da Silva Neto, o “Netinho”, foi preso por ser suspeito pela morte e por estar ligado a outras denúncias de agiotagem e ameaças.




Dívidas de risco


Possivelmente foram dívidas que levaram André Luis Gusmão de Almeida, ex-participante do reality show “Big Brother Brasil” a procurar agiotas que agora são os suspeitos de o terem assassinado no início de junho, em Alumínio no interior de São Paulo. Segundo a Polícia Civil, em pelo menos três ocasiões, agiotas foram até a gráfica de Almeida fazer cobranças. A viúva declarou em depoimento que ele tinha uma dívida de R$ 20 mil, mas os bandidos pediam o dobro.


Não é a única morte recente relacionada pela polícia a dívidas e agiotas. Na segunda-feira (27), Marco Moreira Lagos, diretor-executivo da “TV Barretos”, foi assassinado com sete tiros nas costas. Em entrevista ao “Portal Imprensa”, o delegado Júlio Cardoso, do Departamento de Investigações Gerais de Barretos (SP), disse que uma funcionária o havia denunciado por agiotagem em novembro do ano passado e não descartou que o crime esteja relacionado com este tipo de atividade. O caso está sendo investigado.


Fora da lei


No imaginário popular, a agiotagem se caracteriza pela cobrança abusiva de juros. No entanto, todo empréstimo com juros feito sem autorização do Banco Central (BC) é considerado crime. Os bancos de varejo cobram juros altíssimos, algumas vezes mais altos do que os praticados por agiotas. No entanto, as instituições que funcionam dentro da lei costumam cobrar seus devedores também dentro da lei.







“Houve uma considerável expansão do crédito no Brasil. O consumidor pode procurar bancos ou financeiras para contratar um empréstimo. A modalidade que cobra a menor taxa de juros é o empréstimo consignado, cujo valor é descontado no contracheque. Pela garantia oferecida – nesta modalidade de empréstimo – as taxas de juros cobradas são menores que a de outros tipos de empréstimo. Se a pessoa não tiver como pagar o empréstimo, sempre haverá espaço para uma negociação nos bancos e financeiras, o que em geral não ocorre com agiotas”, diz André Furtado Braz, professor de economia da Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro.



Mas é preciso ficar atendo às falsas instituições financeiras regulares. “Existem pequenos escritórios que se dizem financiadoras, mas que na verdade não estão legalizados. Por isso é importante entrar em contato com o BC para tirar dúvidas”, explica Ademar Gomes, presidente da Associação dos Advogados Criminalistas do Estado de São Paulo (Acrimesp). A instituição possui um departamento que atende pessoas de baixa renda que não têm condições de contratar um advogado. Segundo a entidade, nos últimos 5 anos, 214 pessoas procuraram ajuda com problemas com agiotas.



Para Silva, o delegado do Decon, faltam instrumentos jurídicos para combater esse tipo de crime. “No Rio o que temos feito é enquadrá-lo como crime contra o sistema financeiro, que tem pena de 1 a 4 anos, já que quem empresta não tem autorização. O crime de agiotagem tem pena de detenção de 6 meses a 2 anos, mas o agiota nem chega a ficar preso. Do jeito que temos feito, a simples caracterização de que a pessoa está emprestando dinheiro já a leva à cadeia.”



Mas essa ação não é igual em todo o País. Em São Paulo, por exemplo, os crimes ainda são enquadrados como crimes contra a economia popular. “Na verdade, os agiotas não se passam por operadores financeiros, ainda assim o potencial lesivo é imenso. O problema dessa prática criminosa é que o agiota pega como garantia um cheque e não precisa provar por qual tipo de serviço ele está sendo remunerado. Por isso, é muito importante que as vítimas procurem a delegacia para denunciar”, defende José Carlos Blat, promotor do Ministério Público de São Paulo.



As autoridades têm avançado no combate a este tipo de crime, mas a principal estratégia para se prevenir ainda é evitar a tentação de dinheiro fácil.


UNIVERSAL SOCIAL
NA FUNDAÇÃO CASA 
DE FRANCO DA ROCHA UI-25


Em clima de muita alegria Voluntários da Igreja Universal do Reino de Deus estiveram presentes, neste último sábado na Fundação Casa Franco da Rocha UI 25, levando alegria e vida, em mais um evento com várias atividades para os internos, seus familiares e funcionários. para dar início ao evento esteve presente Pastor Geraldo Vilhena Coordenador de Evangelização, nas unidades da Fundação Casa de São Paulo, orou por todos os adolescentes e famílias presentes, e deu uma palavra sobre salvação, falou da importância do novo nascimento, e de ter um encontro com Deus.




em seguida chamou A CIA Teatral Força Jovem Brasil que apresentou uma peça com o nome O PALHAÇO, que emocionou a todos os presentes,













Em seguida Robson e Amauri narraram o próprio testemunho, com muita descontração e respondendo perguntas polêmicas sobre a esperiência que tiveram com as drogas e o mundo do crime.Robson disse também que no momento que fez uma aliança com Deus tudo mudou,hoje ele tem família constituida, casa,carro,emprego assim como também o Amauri.



Famíliares e internos se emocionaram no momento em que Robson mostrou o pedaço do corpo que ele havia perdido em virtude das drogas e que seria o único a sobreviver da quadrilha que havia formado para manter o vício.





Robson fez um convite aos internos para também fazerem esta aliança e de joelhos todos fizeram uma oração, pedindo perdão e esquecendo o pasado para começar ali uma vida nova.


Para finalizar o evento os adolescente e família foram servidos doces e refrigerante, ouvindo lindas canções Kaline Santos.










Os funcionários agradeceram a presença da UNIVERSAL , pois em cada evento realizado mostra-se uma diferença no comportamento dos adolescentes.

sábado, 26 de outubro de 2013

Projeto criado pelo grupo Godllywood visa ajudar adolescentes grávidas e mães solteiras a enfrentar esse difícil momento


Projeto criado pelo grupo Godllywood visa ajudar adolescentes grávidas e mães solteiras a enfrentar esse difícil momento

Neste último domingo, aconteceu o 10° encontro do projeto T-Amar.
Na Igreja Universal do Reino Deus – Brás. As integrantes do grupo
Começam a decoração do local, arrumam à mesa de doces e de salgados.
A fixação dos banners, bexigas, presentes para crianças e kits para as mães.
As crianças foram para outra sala e teve varias atividades, pintura.


Nos rostinhos, cine minha, bexigas com formato de bichinhos.








Para dar inicio a palestra a Sra. Rosangela coordenadora do projeto convida a Sra. Gislaine do grupo Ester para fazer a oração em favor das mães e crianças presentes. A assistente social do projeto T-amar Sra. Márcia realiza uma palestra sobre cuidados Infantis, informando a importância da higiene pessoal como tomar banho corretamente. E os cuidados na lavagem dos alimentos. Também orientou sobre  como proceder em casos: Intoxicação / queimaduras/fraturas/cortes/queda quando a criança bate a cabeça/cuidado com os objetos pequenos.Ao fim da palestra houve distribuição dos folheto informativo sobre cuidados Infantis.Para que as mães saibam como lidar no dia a dia na questão de higiene, para que elas e suas crianças estejam sempre saudáveis. A psicóloga Dra. Daniela fala sobre a educação e ressalta que os pais são como espelhos para seus filhos,
Orienta as mães para tomar cuidado com o que fala perto das crianças, pois tudo é absorvido pela criança e ela cresce agindo da mesma forma.
É preciso educar de maneira correta, dar tarefas para seus filhos para que.
Eles Comecem a sentir responsabilidade em executá-la.
A Sra. Rosangela diz às mães que desejarem adotar uma das integrantes do
Projeto T-Amar, devem se cadastrar para ter acesso e as profissionais do grupo. Assistente social, Advogada e Psicóloga. estão a disposição para Dar orientação às mães solteiras. Ao final desta palestra foram servidos bolos, docinhos, salgados, refrigerantes e muitos presentes para crianças.
E kits de fraldas descartáveis para mães.


As mães e crianças saíram muitos felizes com mais este evento e a satisfação maior destas mulheres de Deus e estar fazendo parte de lindo projeto.




















































A passagem da Bíblia escolhida para o evento


Deixar vir a mim os pequeninos, não os embaraceis, porque dos tais e o Reino de Deus. Lucas 18:


UNIVERSAL SOCIAL
NA FUNDAÇÃO CASA




Em clima de muita festa, Voluntários da Igreja Universal do Reino de Deus estiveram presentes, neste último sábado na Fundação Casa Franco da Rocha ,para fazer a festa em um evento maravilhoso, e dessa vez ao ar livre, embaixo de muitas árvores, para sentir a natureza, e a presença de Deus, pois ele e o criador de tudo. E foi feita várias atrações para os internos e familiares. Para dar início ao evento esteve presente o Pastor Geraldo Vilhena Coordenador de Evangelização, nas unidades da Fundação Casa de São Paulo, orou por todos os adolescentes e famílias presentes, e disse: Tudo o que vamos fazer aqui hoje é verdade, e é para abençõar a sua vida se você quizer entregar a sua vida para Senhor Jesus basta você abrir o coração . e também na oração pediu para que Jesus tocasse no coração de todos também deu uma palavra sobre salvação, falou da importância do novo nascimento, e de ter um encontro com Deus .




Em seguida A CIA Teatral Força Jovem apresentou uma peça que emocionou a todos os presentes, a peça conta a História de uma pessoa, na qual sua alma foi leiloada,( Leilão de uma alma). A primeira que vem da o primeiro lance, foi a religião, o segundo lance prostituição, terceiro lance bebidas, curtição, quarto lance foi a ganância, e drogas, e por último a morte que deu um lance maior, já no último suspiro, vem o Senhor Jesus que resgata sua alma tirando todas as correntes do mal, e lhe dá uma nova chance.






























Dando segmento ao evento foi servido muito bolo, refrigerante.













Enquanto era servido a animação ficou por conta da. Da força jovem onde cantaram e alegraram a todos os adolescentes e muitos deles até dançaram funk, foi momentos alegres que ficaram na lembraça de todos.











Os jovens Amauri E Robson (Projeto Dose Mais Forte) relataram as experiências que tiveram com as drogas, crimes, facções e o momento que perceberam que nada daquilo preenchia o vazio que tinham, o risco que corriam, que precisavam de uma dose mais forte para mudar aquela situação. Neste momento os internos e familiares ficaram atentos pois queriam saber o segredo da mudança. Foi aberto espaço para perguntas e respostas e uma delas qwue mais me chamou a atenção foi a de uma mãe de um interno que fez a seguinte pergunta: Robson qual foi o momento da sua vida que você disse eu preciso parar? Robson: Quando eu acordei em um leito de hospital com vários aparelhos chewio de tubos quando quando eu olhei para o meu corpo, e faltava um pedaço dele. Olhei pro lado e não vi mais uma solução, e a conclusão que cheguei
E que precisava de uma mudança e a única pessoa que ficou ao meu lado foi a minha mãe. Adolescente pergunta: Quando você chegou em casa foi algém ou um suposto amigo te procurar? Robson responde: Não ninguém foi me procurar so tive a visita de obreiros da IURD que levaram uma palavra de vida no momento em que eu mais precisava. Funcionário pergunta?Robson Se você antes pensava no futuro, e agora você pensa? Robson responde: Antes não pensava levava uma vida muito louca, mais hoje tenho os pés no chão .e tudo se tornou novo, o passado não existe mais (somente é lembrado para servir de testemunho de transformação de vida).









Robson e Amauri fazem oração pelos internos e famílias.



Integrantes do Teatro da Força Jovem Brasil.



Os funcionários e coordenadores agradeceram a presença da IURD e disseram que as portas estarão sempre abertas para novos eventos.

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MACACO LADRÃO PM 1