quinta-feira, 18 de julho de 2013

TÁTICA DA SUBSTITUIÇÃO:CURA-SE UM AMOR COM OUTRO AMOR OU A MELHOR TÁTICA É A AÇÃO DO TEMPO?






Os relacionamentos homem-mulher viraram o novo produto da sociedade moderna. Um bom exemplo disso é a contabilidade realizada por jovens enquanto se divertem na noite, a fim de verificar quantas garotas eles conseguiram “consumir”. E quando se afirma que o relacionamento se tornou mercadoria, isso nada tem a ver com a mercadoria típica do capitalismo moderno, e sim com aquela da Idade Média, comercializada à base de troca. Homens e mulheres vivem, atualmente, o cenário típico de um mercado feudal, em que a única diferença é a mercadoria comercializada: são eles próprios. Atualmente, troca-se de parceiro com a mesma frequência que um mercador da antiguidade trocava seu pacotinho de especiarias por um punhado de sal. Diante desse comportamento, que muitos rotulam de moderno, não seria exagero questionar quem sofreu maior desvalorização, se o pacotinho de sal ou se os homens e mulheres do novo século. Sabe-se que, séculos atrás, o escambo tinha propósitos bem definidos, que conduziam a economia local. A troca incansável de parceiros, nos dias de hoje, parece não ter objetivos que vão além da necessidade carnal. Quando muito, o escambo de parceiros serve como desculpa para esquecer um outro, “perdido” há poucas horas, não se sabe bem por quê. A banalização do outro e dos próprios sentimentos nada mais é que um método imediatista de que o indivíduo dispõe para saciar suas necessidades físicas de consumo carnal. Portanto, o caráter humano desses relacionamentos, que é a base de qualquer tipo de interação entre seres humanos, se dissolveu e passou a ser regido exclusivamente pelo instinto. E, convenhamos, ignorar por completo os apelos do racional e ser conduzido apenas por impulsos, de moderno, não tem nada! Aliás, nem na época das feiras de escambo, durante a Idade Média, a sociedade se mostrava tão arcaica.





UNIVERSAL NA FUNDAÇÃO CASA












Os voluntários da Igreja Universal do Reino de Deus organizaram a festa com direito a carne maluca, refrigerantes, sorvetes.O teatro da Força Jovem Universal também esteve presente com uma peça musical e que agradou demais os internos e funcionários da Fundação Casa.





















































O Grupo Dose Mais forte realizou palestra de prevenção de drogas e um dos integrantes do grupo falou sobre seu depoimento e como foi que ele conseguiu se livrar de tudo (JESUS) a Dose Mais Forte.Esse amor sem tamanho segue, pois o que fazemos é com muita satisfação, carinho e afeto.






































Marta Alves



quarta-feira, 17 de julho de 2013

AMORES NADA CONVENCIONAIS:O MAIOR DESAFIO É VENCER O PRECONCEITO, AS PRÓPRIAS DIFERENÇAS OU CRER NO SENTIMENTO DO OUTRO?




 O inglês Jon Brower Minnoch é considerado o homem mais pesado de todos os tempos, de acordo com o Guinness Book, o livro dos recordes. Quando se casou, em 1978, estava com 635 quilos. Sua esposa, a também inglesa Jeannette Minnoch, pesava apenas 50 quilos quando subiu ao altar, dando a Jon – e também a ela – um nove recorde, registrado oficialmente no livro: o de casal com maior diferença de peso de todo o mundo! No Brasil, o casal formado por Claudia Pereira Rocha da Silva, de 34 anos, e Douglas Maister Breger da Silva, de 35, também está no Guinnes Book. A dupla foi reconhecida pelo livro como o menor casal do mundo. Cláudia tem apenas 92,5 centímetros de altura, tamanho equivalente ao de uma criança de três anos, e calça número 25. Aliás, um dos problemas que mais incomoda Cláudia é a dificuldade para encontrar roupas e calçados de seu tamanho e que não sejam de criança. “Todas as roupas são coloridas ou têm babados. É raro achar uma blusa discreta. A maioria é feita para anões maiores que eu”, reclama. Uma curiosidade do casal curitibano e que chama a atenção é que Douglas é ainda menor que sua parceira. Ele tem apenas 89,5 centímetros, 3 centímetros a menos que Cláudia. “Assim como muitos anões, nós dois já chegamos a trabalhar com teatro”, diz Douglas. “Adivinha a peça que nós fizemos”, pergunta Cláudia. “A Branca de Neve”. Em 2008, um homem de 92 anos estava prestes a se casar com uma jovem de apenas 16 anos. Os dois só não oficializaram o matrimônio porque a Justiça do Egito – país onde moram - impediu. O ministério da Justiça egípcio criou, na década 80, uma lei que impede o casamento de estrangeiros com egípcios quando a diferença de idade entre os noivos for maior do que 25 anos. Mesmo assim, o casal disse que pretende continuar unido. Na Inglaterra, os britânicos Frank, de 101 anos, e Anita Milford, de 100 anos, completaram em maio 81 anos de casados. Eles detêm o recorde de ser o casal vivo há mais tempo juntos, assegura o tabloide Daily Mail. Apesar da longevidade da união, Frank e Anita confessam que nunca formaram um casal de muitas afinidades, mas atribuem a isso o segredo para estarem há tanto tempo juntos. “O segredo do sucesso de nosso casamento é que, desde que nos conhecemos, sempre brigamos um pouco”.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Filmes induzem adolescentes a fumar.

Pesquisa mostra que os que veem mais filmes com cenas de fumantes têm 73% mais chance de experimentar um cigarro



Estudo realizado pela Universidade de Bristol, no Reino Unido, e publicado na revista científica Thorax, aponta que adolescentes que assistem a filmes em que atores aparecem fumando têm mais chance de adquirir o hábito.


Para os pesquisadores, as mudanças na classificação dos filmes, impedindo que jovens com menos de 18 anos possam ser expostos a cenas que contenham alguém fumando, inibiria o uso do cigarro.

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Classificação


A pesquisa entrevistou 5 mil jovens de 15 anos de idade e analisou a exposição deles a 360 sucessos de bilheteria norte-americanos lançados entre 2001 e 2005, entre eles Homem-Aranha, Bridget Jones e Matrix, que mostram pessoas fumando.


De acordo com os resultados, os adolescentes que veem mais filmes com cenas com fumantes têm 73% mais chance de experimentar um cigarro e 50% mais chance de se tornarem viciados, em relação àqueles menos expostos.


Por saber que outros fatores influenciam na decisão de começar a fumar – como se os pais e amigos do jovem são fumantes –, os pesquisadores também reuniram informações sobre a vida dos adolescentes.


Mesmo controlando essas variáveis, eles concluíram que aqueles expostos a cenas desse tipo tinham uma chance 32% maior de experimentar um cigarro.






Milhares de Bíblias são ofertadas pelos membros da UNIVERSAL para os jovens internos da Fundação CASA de São Paulo.









Milhares de Bíblias são ofertadas pelos membros da UNIVERSAL para os jovens internos da Fundação CASA de São Paulo.


0s obreiros(as) e membros da UNIVERSAL,reconhecendo que os maiores problemas dos jovens internos da Fundação Casa (antiga FEBEM) é espiritual fizeram doações de milhares de Bíblias para todos os internos e famílias da Fundação Casa de São Paulo. O objetivo principal é proporcionar meios para que o adolescente receba formação espiritual necessária para que haja mudanças em seu comportamento, acarretando assim, uma transformação em suas vidas e bom exercício da cidadania .



























"Procuramos conscientizar os jovens e famílias que a verdadeira direção para nossa vida vem da Palavra de Deus quando guardamos no nosso coração e usamos com toda a nossa fé inteligente disse Pastor Geraldo Vilhena Coordenador Geral de Evangelização em Unidades da Fundação Casa de São Paulo. Agradecemos a todos os obreiros e membros pela atitude de fé de doar estas milhares de Bíblias.







"Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e, luz para os meus caminhos".
Salmos 119,10

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Os perigos da ansiedade




Escrituras afirmam que sentimento abate o coração do homem





Os males da vida moderna têm levado muita gente a alimentar constantemente um sentimento de ansiedade. As horas perdidas no tráfego intenso de veículos nas grandes cidades, o excesso de trabalho, além da violência urbana, têm deixado muitos com a mente “pré-ocupada”, antes mesmo do surgimento dos problemas.
Apesar de hoje em dia essa sensação ser bastante perceptível em muitas pessoas, não se trata de algo relativamente novo. A própria Bíblia Sagrada já alertava para o fato em passagens no Antigo Testamento. “A ansiedade no coração do homem o abate”, diz um trecho do livro de Provérbios 12.25.
Em outra referência sobre o assunto, já no Novo Testamento, as Escrituras fazem um alerta para esse tipo de comportamento: “Não estejais ansiosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer, ou pelo que haveis de beber; nem, quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir.” Mateus 6.25
A mensagem prossegue fazendo ainda a ressalva de que, por mais ansiosa que a pessoa possa ser, ela não consegue acrescentar um só centímetro à sua estatura.
“Não vos inquieteis com o dia de amanhã, porque o dia de amanhã trará a própria inquietude. Basta a cada dia o próprio mal.” Mateus 6:34
Razão x Sentimentos
A ansiedade também impede as pessoas de usarem a razão, ao serem levadas por sentimentos incontroláveis que não as deixam aproveitar aquilo que realmente importa.
Um exemplo disso ocorreu em uma ocasião na qual o Senhor Jesus foi até a casa de duas irmãs para visitá-las. Uma delas, Maria, procurou dar atenção ao convidado, ficando à disposição dEle, sendo criticada pela outra, Marta, que estava ansiosa e preocupada com os afazeres domésticos.
Observando tal comportamento agitado, o Senhor Jesus ressaltou: “Marta, Marta, estás preocupada e agoniada com muitas coisas. Mas somente uma coisa é necessária; e Maria escolheu a parte boa, a qual não lhe será tirada.” Lucas 10:41
A palavra de Deus é bem clara com relação a esse tipo de sentimento, orientando os cristãos a não andar ansiosos por coisa alguma. Em vez disso, o melhor a fazer é direcionar os nossos anseios e preocupações ao Criador, em oração.
“Lançando toda a vossa ansiedade sobre Ele, porque Ele tem cuidado de vós.” 1 Pedro 5.7

domingo, 14 de julho de 2013

Armas de destruição em massa Mais de 500 pessoas morrem por dia por causa das drogas - e os efeitos espirituais disso podem ser bem maiores do que imaginamos


Elas matam mais que muitas guerras ou catástrofes naturais. Segundo o Relatório Mundial sobre Drogas de 2013, publicado pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (UNODC, na sigla em inglês), mais de 500 homens, mulheres e crianças morem por dia em todo o planeta – cerca de 253 mil por ano – pelo uso de entorpecentes ilegais. No mesmo documento, a Organização das Nações Unidas (ONU) alerta para o uso crescente de drogas legais, como as “novas substâncias psicoativas” (NSP), como os estimulantes sintéticos, que também fazem vítimas diretas e indiretas.
Enquanto o índice de consumo de drogas ilegais permanece estável, segundo o estudo (o que não significa que é pequeno), o número de consumidores das NSP cresce assustadoramente. Não são poucas as notícias na mídia internacional sobre pessoas que “turbinam” mente e corpo para render mais no trabalho e no estudo com o uso desses medicamentos.
O que o documento não computou foi o número de vítimas indiretas de ambos os tipos de entorpecentes. Não entraram nos índices, por exemplo, pessoas atropeladas por um motorista bêbado, mortas por atos violentos de drogados ou atingidas pelo fogo cruzado entre facções de traficantes (ou deles com a polícia). Também não foram consideradas as “vítimas vivas”: famílias inteiras destruídas pelo fato de um de seus membros ser viciado.
Os números assustam mesmo. Cerca de 6,9% da população mundial entre 15 e 64 anos consumiu algum tipo de droga nociva pelo menos uma vez em 2011 – 9% a mais que no ano anterior. Percentualmente, parece um número pequeno. Mas esses 6,9% significam até 315 milhões de pessoas.

A procura pelas drogas não reduziu, segundo o estudo. Isso não leva em consideração o aumento tanto das  novas substâncias psicoativas disponíveis legalmente no mercado e a sua crescente procura. Em 2009, eram 166 as novas substâncias do tipo comercializadas no planeta. Em meados de 2012, o número subiu para 251 – mais de 50% em apenas 3 anos. Um problema de saúde pública global, segundo o UNODC. Essas NSP têm efeitos como comportamento agressivo, intoxicações e indução ao suicídio. E muita gente as consome achando que vai dar uma “melhorada” na produtividade, ou será mais bem encaixado socialmente. Podem ser mais perigosas que as drogas ilícitas tradicionais, segundo os especialistas da instituição internacional.
A tão falada melhoria no poder aquisitivo de alguns países latino-americanos também teve seus efeitos negativos. “O consumo de cocaína cresceu substancialmente no Brasil”, afirma o relatório da ONU.
Vale lembrar que, entre as NSP, estão drogas como o ecstasy, vendidas abertamente com nomes inofensivos. Algumas NSP são ligeiras modificações na estrutura molecular de medicamentos controlados, o que burla a proibição, pois são compradas legalmente.

Também é bom salientar os efeitos do cigarro e do consumo irresponsável de bebidas alcoólicas, outros tipos de drogas legalizadas, com efeitos nada diferentes dos citados.
Morte espiritual
Espiritualmente falando, as drogas não estão longe de figurar como um claro sinal apocalíptico. O vício em substâncias prejudiciais ao organismo é, comprovadamente, uma doença – algo que se relaciona diretamente com a Peste citada em Apocalipse, um dos Quatro Cavaleiros do último livro da Bíblia.
Os índices alarmantes de perdas de vidas não deixam de comprovar isso. Façamos as contas: o relatório da UNODC fala em cerca de 250 mil mortos em 1 ano. Os bombardeios atômicos nas cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki, no final da Segunda Guerra Mundial, mataram mais de 200 mil pessoas no dia dos ataques e nos 4 meses seguintes (não entram no cálculo os que morreram aos poucos por causa da radiação, sob muito sofrimento, nas décadas seguintes). As drogas podem ou não, portanto, ser armas de destruição em massa? São agentes bastante ativos do próprio pecado, pois afastam a pessoa de Deus, reservando para ela a perdição.
Um viciado transforma-se em um morto em vida. Também destrói as vidas dos entes queridos que não conseguem ajudá-los e sofrem por isso. Além disso, uma pessoa inconsciente da realidade, quando morre, não tem como dar os passos certos rumo à Salvação prometida pelo Senhor Jesus para quem ama e se relaciona verdadeiramente com Deus. Morre fadado à danação eterna, pois a droga embotou sua percepção em todos os sentidos.
O número crescente de viciados, segundo os dados da ONU, mostra-se algo ainda mais perigoso quando analisado pelo viés espiritual. Não é somente um problema de saúde pública planetário, conforme o relatório divulgado. Também não constitui apenas a diminuição da qualidade de vida no aspecto geral. É um dos aspectos mais tenebrosos do Apocalipse acontecendo dia a dia, e no presente, debaixo de nossos olhos.

sábado, 13 de julho de 2013

Quando a violência à criança vem dos próprios pais




O garoto é, de fato, agitado. Não para um minuto sequer. Quando repreendido, não faz questão de ouvir ou obedecer. É visivelmente rebelde, rancoroso, mas tudo tem uma causa, uma razão.
Hoje, aos 10 anos de idade, ele vive num abrigo para meninos ao lado de mais duas dezenas deles. Chegou lá aos 4, trazido pelo Conselho Tutelar de Carapicuíba, Grande São Paulo, com muitas marcas: físicas e na alma.
O pai o agredia constantemente. A mãe consentia ou, simplesmente, fingia não ver. Ambos eram viciados em bebida alcoólica e drogas. Ele mal se lembra, mas as marcas estão lá, todos sabem o seu passado.
Aliás, nesse mesmo lugar, a maioria tem um passado quase sempre de agressão, abandono ou abuso sexual.
A ineficiência quanto à punição dos culpados é clara; enquanto isso, crianças indefesas, e bem desproporcionais face aos agressores, têm sido vítimas a cada dia, a cada hora.
Proteção?
Agressões que veem exatamente daqueles que deveriam proteger, amparar, amar, como determina a Constituição Federal no seu artigo 227: “É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão”.
Mas as estatísticas comprovam que essa Constituição não tem sido cumprida em muitos lares.
Para se ter uma ideia, de acordo com o Ministério da Saúde, a violência sexual em crianças de 0 a 9 anos é o segundo maior tipo de violência mais característico nessa faixa etária, ficando pouco atrás apenas para as notificações de negligência e abandono. A conclusão é de um levantamento inédito do órgão que, em 2011, registrou 14.625 notificações de violência doméstica, sexual, física e outras agressões contra crianças menores de 10 anos.
Sobrevivente
Renato Mello é um sobrevivente dessas agressões, e uma das mais covardes que se tem registradas no Brasil. Ele virou ícone na luta contra a violência infantil e até escreveu um livro contando a sua triste história.
Agredido pela própria mãe desde bebê, Renato sobreviveu a diversos tipos de violência: sofreu queimaduras, teve o intestino lesado por chutes, o braço quebrado por torções, pedaços de pele arrancados por beliscões, uma verdadeira tortura a sangue frio por parte de alguém que deveria agir exatamente de forma contrária.

Quem ouve ou assiste ao seu depoimento sofre só de imaginar o que esse menino passou. É tenebroso, desumano, covarde.
“Não tinha parte do meu corpo sem machucado. Eu vivia ensanguentado e, pior, ela ainda me obrigava a lavar a minha própria roupa”, lembra.
A força do perdão
Aos 12 anos, Renato foi retirado de casa após uma denúncia contra a mãe. Passou por três lares, até conhecer Marisa, que lhe adotou, lhe deu amor, carinho, atenção e, sobretudo, mostrou-lhe o caminho da liberdade da alma: o perdão.
Demorou muito para Renato se livrar desses traumas, mas foi por meio da fé em Deus e liberando o perdão a quem lhe fez tanto mal que venceu os traumas, e hoje, ao lado da sua mãe de coração, ajuda outros jovens que passaram pelo mesmo trauma que ele: a violência.
É certo que não tem como apagar as marcas físicas, mas elas já não importam mais. Ficam na lembrança. Uma triste lembrança, mas superada pela fé e pelo perdão.
O papel da EBI
Educação Bíblica Infantojuvenil (EBI) – que tem por objetivo levar educação cristã para as crianças e pré-adolescentes de forma dinâmica e atrativa, bem como dar apoio, suporte e orientação aos pais e responsáveis de como educar os seus filhos nos caminhos de Deus – é o local da Universal voltado a receber crianças de todas as idades e situações, e está presente em todos os templos.
É lá onde os pequeninos ficam enquanto os pais ou responsáveis participam dos cultos no salão principal. Porém, muito mais do que isso, é na EBI que é formada uma geração consciente de seus valores e responsabilidades. Com salas adaptadas a cada faixa etária, é ali que educadoras treinadas e preparadas cuidam das crianças e pré-adolescentes de uma forma bastante especial.

Mas muitas vezes, as educadoras se deparam com crianças que sofrem ou sofreram algum tipo de violência, como afirma Jucelia Freitas, coordenadora nacional do trabalho da EBI. De acordo com ela, assim que tomam conhecimento do fato, sempre chamam os responsáveis para conversar e procuram saber se eles têm conhecimento da violência que a criança sofreu.
“Na maioria das vezes a pessoa que está cuidando da criança, quando é parente, pega a guarda exatamente por desconfiar dos maus tratos, mas a maioria não denuncia. Geralmente essas pessoas são orientadas pela coordenadora (esposa de pastor) juntamente com o marido (pastor). As educadoras recebem da nossa parte direção para acompanhar as crianças, dando a elas suporte espiritual e afetivo – o que tem sido um grande aliado para ajudá-las a resolver os conflitos interiores”, esclarece.
Destacadas
Normalmente, as crianças vítimas de alguma violência, seja física, psicológica ou emocional, chegam à EBI apresentando um comportamento extremo – continua Jucelia – que vai desde agressividade à passividade, fazendo-as se destacar entre as demais.  
“Já tivemos casos na EBI, e foi preciso um trabalho intensivo, regado de amor e paciência para poder ajudá-las. As crianças que sofrem violência física não são muito sociáveis e perdem a confiança nos adultos. Elas precisam perceber que aquela pessoa que está se aproximando dela a compreende e é diferente da que a agrediu”, explica.
Mas na maioria dos casos, a violência sofrida por algumas crianças que frequentam a EBI está mais relacionada ao emocional e ao psicológico, ressalta Jucelia: “É uma violência cometida pelos pais de forma involuntária, por acharem que estão ajudando os filhos. Alguns fazem cobranças excessivas por notas altas na escola, por um comportamento exemplar ao sair de casa – a criança não pode correr, brincar, nem fazer coisas de criança – para que os pais sejam visto como excelentes educadores (mas isso não tem nada a ver com malcriação).”

Tratamentos específicos
Em outros casos, a criança é levada a fazer balé, teatro, propagandas, cantar, entre outras inúmeras atividades, simplesmente porque os pais desejam isso; porém, ela não vê isso como diversão: “Nesse tipo de violência, tratamos não só da criança, mas também orientamos os pais, o que tem trazido grandes resultados.”
No caso de violência física, a coordenadora é enfática. “Cuidamos da criança e também orientamos o detentor da sua guarda a buscar os órgãos competentes e fazer a denúncia. Lembro-me bem do garoto L.S.C., de 7  anos, que agredia os colegas e as educadoras, fazendo daquilo uma diversão. Conquistei a confiança dele e descobri que ele era adotado e sofreu muitas agressões por parte dos antigos pais. A cabeça dele era cheia de cicatrizes, uma criança marcada pela violência”, lembra.
Jucélia diz que hoje ele é uma criança totalmente transformada, muito carinhosa, cheia de amor e ternura. “Como ele, temos vários outros exemplos que, infelizmente, não podemos divulgar nomes, nem imagem para preservá-los”, conclui.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Rebeldes por natureza?

 Muitas mães se culpam por não estarem fazendo o suficiente pelos seus filhos, mas isso pode não ser verdade







Houve um tempo em que os filhos respeitavam seus pais, enchendo-lhes de orgulho. Por isso, era normal que as famílias fossem grandes - ao contrário daquilo que vemos nos dias de hoje, onde a maioria das crianças tem apenas um irmão ou irmã. Um dos maiores motivos dessa mudança é o simples fato de vivermos numa geração rebelde.
Atualmente, os pais têm medo de seus próprios filhos, pois suas atitudes más geram conflitos verbais e até físicos. Muitos filhos rebeldes demonstram ter mais respeito por seus animais de estimação do que por seus próprios pais, e os conselhos de estranhos são mais atraentes do que os conselhos de suas próprias mães. Para lidar com esse problema tão profundo, que é a rebeldia ou rebelião, devemos identificar, em primeiro lugar, as suas raízes. A rebelião foi o primeiro pecado neste mundo. Na realidade, ele teve início antes da criação do homem, bem diante dos olhos de Deus. Lúcifer, um anjo que estava bem próximo de Deus, decidiu parar de honrar e glorificar o Criador. Ele queria ser semelhante a Deus e, dirigido pela ambição de seu coração, se rebelou contra o Senhor e arrastou muitos outros anjos com ele. Esse foi o início da maldade. Deus não teve outra escolha a não ser expulsar Lúcifer e seus seguidores do céu. Afinal de contas, se eles permanecessem em Seu Reino, iriam contaminar mais anjos. É exatamente isso o que a rebelião ocasiona: a contaminação dos outros.
Ao contrário da opinião de muitas pessoas, os filhos não são rebeldes por natureza. Se voltarmos um pouco no tempo, você se lembrará do quanto era fácil ensinar coisas novas para os seus filhos e de como eles confiavam em você plenamente. Entretanto, à medida que cresciam, foram contaminados pelas atitudes dos outros. Os pensamentos e atitudes rebeldes impregnaram nossas escolas, vizinhanças, programas de televisão e músicas. As crianças querem, a todo custo, aquele determinado vídeogame, assistir àquele programa de televisão, ouvir aquela determinada música, fazer amizades com aquele grupo de crianças... E assim, vai gerando uma contaminação total.
Muitas mães se culpam por não estarem fazendo o suficiente pelos seus filhos, mas isso pode não ser verdade. Na maioria das vezes, a mãe faz o seu melhor. Seu único defeito é não determinar os limites necessários para evitar a contaminação. Veja que Deus, na Sua infinita sabedoria, nos ensina, através de Sua Palavra, que devemos nos afastar do mal. Permitir que seus filhos tenham tudo o que querem e façam tudo o que desejam acabará por levá-los ao caminho da rebelião. Eles precisam ter limites. A criança não tem a menor noção de como determinar os seus próprios limites e não consegue prever o mal; por isso, precisa de seus pais. É claro que não podemos proibi-los de fazer amigos ou de assistir televisão mas, com certeza, podemos monitorar as suas amizades e o tempo em que permanecem em frente à TV. Criar atividades interessantes para que as crianças se ocupem após as aulas também traz bons resultados.
Uma vez alguém disse: "O problema de sermos pais é que quando chegamos a ser experientes, estamos 'desempregados', ou seja, nossos filhos já cresceram!" Não vamos mais perder tempo. Vamos tomar o controle de nossos filhos para que a rebelião nunca possa criar raízes em nossas famílias!

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