quinta-feira, 13 de junho de 2013

Evitar agir de forma agressiva, por emoção, pode impedir tragédias

Evitar agir de forma agressiva, por emoção, pode impedir tragédias


Em quantos momentos de raiva você já parou, respirou fundo e evitou reagir de forma agressiva? As consequências de uma reação podem ser traduzidas em ações intempestivas, como uma violência verbal ou física. Ou podem ir além, com finais irreversíveis ou fatais. Agir de forma impulsiva não é a solução adequada. Contar até dez e prevenir o conflito ainda é a melhor decisão quando o assunto é evitar tragédias. 


Um levantamento divulgado pelo Conselho Nacional do Ministério Público mostra que os homicídios cometidos por impulso ou por motivos fúteis nos Estados brasileiros representam uma grande fatia da violência nos dias atuais.


No Acre, esses homicídios representam 100% do total de assassinatos com causas identificadas nos anos de 2011 e 2012. Em Goiás, 64% em 2012; Pernambuco, 51% em 2011. Em São Paulo, o índice supera os 80% nos últimos 2 anos e comprova que não é prudente alimentar a ira e a raiva em momentos de divergências.


No mês passado, uma briga entre vizinhos acabou em tragédia num condomínio em Alphaville, na Grande São Paulo. O barulho no apartamento do casal Fábio de Rezende Rubim, de 40 anos, e Miriam Cecília Amstalden Baida, de 37, incomodou o vizinho do andar de baixo, o empresário Vicente D’Alessio Neto, de 62 anos.


Inconformado, o empresário invadiu o apartamento com arma calibre 38, e matou o casal com mais de seis disparos. Depois ele se matou. Moradores do condomínio afirmaram que o atirador e as vítimas sempre discutiam por causa de barulho.




Outro caso que chamou a atenção do país foi o da garota Kerolly Alves Lopes, de 11 anos, que morreu ao defender o próprio pai durante discussão numa pizzaria em Aparecida de Goiânia, em Goiás. O dono do estabelecimento, George Araújo, brigou com o serralheiro Sinomar Lopes por causa de uma pizza e o perseguiu pela rua, disposto a matá-lo. Kerolly e a irmã, Pérola Alves Lopes, de 14 anos, abraçaram o pai ao notar que George apontava uma arma para ele durante o conflito. Insensível ao pedido das crianças para abaixar a arma, sem pensar duas vezes, George disparou três tiros, dois deles atingiram Kerolly. Ela foi internada em estado gravíssimo, mas não resistiu e morreu.


Firmeza de alma e longanimidade – que é a capacidade de permanecer sereno diante de insultos e ofensas – são virtudes que mostram que é possível parar, respirar fundo e tomar a decisão de reagir ou não diante da adversidade. É uma decisão. Uma escolha consciente. Se tivesse refletido antes de agir, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, não teria perdido a razão ao ser ofendido e xingado pelo músico e escritor Bernardo Botkay em um restaurante, no Rio de Janeiro. Paes deu um soco no rosto de Botkay, mas se arrependeu. “Durante um grande período de tempo eu ouvi calado, e acho que tive reação que não devia ter tido, porque eu sou prefeito da cidade. Deveria ter tido a tranquilidade de ouvir calado os desaforos que eu ouvi”, declarou durante entrevista à BandNews FM. A máxima “quando um não quer, dois não brigam” pode ser levada em consideração e evitar arrependimentos.


Na China, um passageiro de 83 anos causou o engavetamento de nove veículos durante uma discussão com o motorista do ônibus, que não o deixou descer num local de parada proibida. Irritado, o passageiro puxou diversas vezes a gola da camisa do motorista, que perdeu o controle do ônibus. Ninguém se feriu gravemente. Aqui no Brasil, uma situação semelhante teve um final mais grave.


Uma briga sem sentido resultou em tragédia no Rio de Janeiro, no início de abril. Um ônibus lotado caiu de um viaduto na avenida Brasil. Segundo apuração policial, um passageiro começou a discutir com o motorista até começar a briga que causou o acidente, deixando sete mortos, além de dez feridos.


O motorista André Luiz da Silva Oliveira e o universitário Rodrigo dos Santos Freire negam as acusações, mas foram indiciados por homicídio doloso com dolo eventual – quando se adota conduta indevida assumindo o risco de morte.


Vale refletir: esses acidentes poderiam ter sido evitados e quantas vidas poderiam ter sido preservadas
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quarta-feira, 12 de junho de 2013

Neste momento especial de comemoração desejo um feliz aniversário,cheio de paz,saúde e prosperidade.









Agradeça ao Senhor Jesus pois estes jovens não vão mais dar trabalho para sociedade.



 SÃO PAULO – O trabalho de evangelização realizado pela IURD nas unidades da Fundação Casa SP (antiga Febem) tem se intensificado nos últimos anos. Semanalmente, voluntários da IURD levam uma palavra de fé aos internos, procurando mostrar a importância de buscar a Deus. Muitos têm demonstrado arrependimento de seus erros, que como conseqüência lhes trouxe a privação da liberdade. 
Segundo o coordenador do trabalho no Estado de São Paulo, pastor Geraldo Vilhena, os resultados são gratificantes. "Procuramos levar aos internos conforto espiritual, através do qual muitos têm aceitado com interesse a Palavra de Deus e mudado de vida. Temos constatado o resultado do nosso trabalho quando estes decidem se batizar e, aqui fora, nos procuram, querendo dar continuidade ao que aprenderam enquanto reclusos", relata o pastor. 
Para algumas  autoridades da Fundação Casa (antiga FEBEM) como, atitudes como essa apenas reiteram a importância do trabalho promovido pela IGREJA UNIVERSAL DO REINO DE DEUS. "A presença da Igreja, não só hoje, mas no dia-a-dia, é essencial para estabelecer um futuro melhor a todos, especialmente colaborando com o nosso trabalho, que não é fácil. É um grande prazer tê-los aqui e saber que sempre podemos contar com os pastores e voluntários da IURD", destacou.


DA FUNDAÇÃO CASA PARA O ALTAR DA IGREJA UNIVERSAL DO REINO DE DEUS.

Roger Alexandre Novaes dos Santos, aos 12 anos o seu pai abandonou a sua casa em consequencia faltou alimento o jovem Roger tentou até consegui um emprêgo mais devido as mas companhias, passou a usar drogas e praticar pequenos furtos, com o passar do tempo começou fazer assaltos maiores. Até que um dia em um assalto, foi preso pelo policia e foi levado para a Fundação Casa do Brás UIP-8;depois foi transferido para UI-36 foi quando ele começou a frequentar as reuniões de Quinta Feira as 08:00h daIgreja Universal do Reino de Deus quando conheceu o Senhor Jesus atravez da Obreira Francisca da IURD Bela Vista que o libertou e o levou o jovem a conhecer de fato e verdade o amor do Senhor Jesus.

Roger quando teve liberdade a principio não quis ir para IURD, com o passar do tempo a noite ele começou a chorar muito e lembrou-se do voto que fez com o Senhor Jesus na Fundação Casa. No dia seguinte procurou uma IURD e se batizou hoje é um auxiliar da IURD para honra e gloria do Senhor Jesus.

Vigorexia: corpo forte, mente fraca

Por fora, eles são brutamontes repletos de músculos, mas, quando se olham no espelho, ainda enxergam um “frango” de academia. O vício incontrolável pela musculação, a vigorexia, pode causar dependência e sérios riscos à saúde


Nas palavras do escritor francês Xavier de Maistre (1763–1852), “o vício tem somente como recompensa o arrependimento”. Quem pensa em “vício” já imagina comportamentos negativos, como fumo, álcool ou drogas ilícitas. Porém, o psiquiatra suíço fundador da psicologia analítica, Carl Gustav Jung (1875–1961) já alertava que “toda forma de vício é ruim, não importa que seja droga, álcool ou idealismo”. Nunca vivemos uma época de tantos exemplos de vícios em atividades aparentemente boas ou saudáveis. Comida, lazer, diversão (como videogame), cuidados com a aparência e, até mesmo, exercícios físicos. É necessário exercitar-se e não há problema algum em frequentar academias, muito menos em gostar do que se vê no espelho. Pelo contrário, nosso corpo deve ser cuidado como a máquina que ocupamos. Sem manutenção e cuidados, qualquer equipamento estraga facilmente com o tempo. O problema, na verdade, é o excesso, pois escraviza quando se torna o centro da vida do indivíduo.


Mesmo coisas essencialmente positivas, como o exercício físico, quando levadas ao extremo, podem ser prejudiciais. O mais preocupante, porém, nem é o excesso em si, mas o que leva a pessoa a esse excesso. O abuso de musculação pode ser um sinal de “vigorexia”, ou “transtorno dismórfico muscular”, desarranjo onde o indivíduo sempre se vê pequeno. Não importa o quanto treine, para ele nunca é suficiente. Indivíduos acometidos por esse transtorno podem até mesmo arriscar sua saúde e sua vida ao abusar de esteroides anabolizantes. O professor de educação física da Universidade Federal de São Paulo, Vladimir Modolo, realizou uma pesquisa sobre o assunto, pelo Centro de Estudos em Psicobiologia e Exercício (Cepe). “Tudo pode começar com o que conhecemos por DE, a dependência pelo exercício, que é um vicio como outro qualquer e pode resultar em diagnóstico de um problema de saúde mental”, explica Modolo. De acordo com o estudo, a dependência acontece porque durante os exercícios são liberados neurotransmissores relacionados ao prazer, como a dopamina e a serotonina. “Quando o atleta termina sua atividade e sente uma incontrolável vontade de treinar em menos de 12 horas, é porque seu organismo sente falta desses neurotransmissores. Ele pode estar se viciando.”


Segundo o psiquiatra do Programa de Transtornos Alimentares do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP, Alexandre Azevedo, a vigorexia é um transtorno caracterizado por uma distorção da imagem corporal. “Seus portadores acham-se fracos e pequenos, quando na verdade são fortes e grandes. E apresentam uma necessidade obsessiva em ganhar massa muscular e promover uma maior definição corporal. Ela é mais frequente em homens jovens entre 15 e 25 anos (idade de início de sintomas), progredindo indefinidamente quando o tratamento não é estabelecido, sendo que 50% desenvolveram o quadro após uso de anabolizantes, que é um fator de risco.” O médico afirma que o comportamento é levado ao extremo: “Os sintomas se evidenciam pela obsessão em se tornar musculoso. É comum se olhar constantemente no espelho. Apesar de musculosos, costumam se ver enfraquecidos ou distantes de seus ideais. Esses pacientes se medem várias vezes (medidas dos braços e coxas, por exemplo) por dia e fazem muitas comparações com outras pessoas. Chega-se a um ponto em que eles se sentem fracassados quando não veem atingidas suas metas, abandonam suas atividades sociais e se isolam em academias dia e noite”, explica.


Mas eles nunca veem atingidas as suas metas, já que suas mentes não enxergam o que o espelho lhes mostra. Nunca estão suficientemente fortes, porque não se sentem suficientemente fortes. A insegurança é tão grande que muitos, quando ficam de cama por conta de uma gripe, por exemplo, cismam que perderam massa muscular pelos poucos dias de repouso e assim que se sentem um pouco melhor, retomam a rotina de exercícios de forma ainda mais intensa, exigindo mais de seus músculos. Dessa forma, é comum que sintam dores frequentes e fadiga constante. Também é comum terem lesões, e nem isso os impede de treinar. Dietas rígidas são sacrifícios comuns e anabolizantes são tentações praticamente impossíveis de resistir, pois permitem um crescimento muscular rápido, o indivíduo atinge uma aparência “inflada” (alguns chamariam de “deformada”) que dificilmente seria possível sem esse recurso artificial. No entanto, os riscos são grandes. Desde infertilidade (por atrofia de testículos) e impotência sexual até disfunções hormonais e câncer no fígado, potencialmente fatal.


O personal trainer de 39 anos, Luis Fernando Silvestrini, chegou muito perto do descontrole por conta de sua paixão pelo físico perfeito, mas, felizmente, despertou a tempo, corrigiu a imagem distorcida que tinha de si mesmo e hoje tem um nível de atividade física que pode ser considerado normal. “Já tomei anabolizantes e tive uma experiência muito ruim. Tive ginecomastia (crescimento das glândulas mamárias em homens) e tive de operar sete vezes para corrigir. Cheguei a treinar 20 dias sem parar, sem dar um tempo para recuperação. Fiquei mal. Não tinha informação e cheguei a pesar 92 quilos com 1,80 metro. Não é muito, mas percebi a tempo que alcancei meu limite. Hoje estou com 85 quilos e com muito mais qualidade de vida sem precisar tomar essas porcarias”, diz Silvestrini.


Existem fatores sociais e culturais que podem estar envolvidos no desenvolvimento do transtorno em homens. A pressão da sociedade por um corpo forte e musculoso, como se isso definisse o que é ser homem, é semelhante à pressão por um corpo magro e esquálido que leva tantas mulheres a um transtorno mais conhecido: a anorexia. Não há nada menos viril do que insegurança e baixa autoestima, que o vigoréxico tenta combater com treinamentos pesados. Sem saber como ser homem, os vigoréxicos não percebem que a obsessão com a aparência os afasta cada vez mais da masculinidade.


O tratamento médico desse transtorno é feito usualmente por meio da terapia cognitivo-comportamental, que ajuda o paciente a reavaliar sua percepção de si mesmo e do seu corpo. 


Mudar a forma de enxergar a si mesmo e de interagir com o mundo, desenvolvendo as características do verdadeiro homem é o objetivo do grupo exclusivamente masculino Intellimen. Os participantes investem naquilo que realmente atrai mulheres, amigos, sucesso e segurança: a inteligência. Um trecho do Manifesto Intellimen (disponível no site www.renatocardoso.com) resume o que os homens descobrem quando deixam de olhar o espelho e resolvem olhar para dentro de si: “Ainda que você já seja forte e bem-sucedido em muitas coisas, é preciso entender que: ‘O homem não prevalece pela força’. (1 Samuel 2.9)É preciso mais que músculos para ser homem. Caráter, inteligência e fé são muito mais importantes.”


Principais sintomas da Vigorexia


• Distorção da imagem: o portador se vê menor do que de fato é (ou “pequeno”, como se autodenominam)


• Necessidade de gastar horas de seu dia em treinos de musculação


• Treina mesmo se estiver lesionado, sem intervalos.


• Mudança do comportamento alimentar, com conteúdo rico em carboidratos e proteínas em quantidade superior ao normal


• Abuso de complementos alimentares proteicos e “estimuladores” da hipertrofia muscular


• Uso de anabolizantes hormonais de forma indiscriminada e ilegal


• Necessidade de verificar repetitivamente as medidas de seu corpo


• Comprometimento de outras atividades cotidianas sociais, familiares, profissionais, ocupacionais, preferindo sempre as atividades físicas


Fonte: Alexandre Azevedo, médico psiquiatra do Programa de Transtornos Alimentares do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP


O segredo da autoimagem positiva


A pessoa se olha no espelho e começa a observar os seus defeitos. Acende uma luz para ficar bem claro e enxergar muito bem. Às vezes enxerga coisas que nem estão lá. Quantas jovens fizeram cirurgias estéticas e acabaram morrendo? Quantos rapazes desenvolvem câncer no fígado pelo abuso de anabolizantes? Essas pessoas se olharam com maus olhos, procurando defeitos, enxergando problemas que ninguém mais via. É a vaidade. Quando a Palavra de Deus fala sobre a vaidade, alerta para que não venhamos a investir no nosso exterior, mas sim, no nosso interior. É o nosso interior que sustenta o exterior, e não o contrário. Por isso, quem está vazio por dentro tenta preencher isso com algo externo, mas nunca consegue. Porque se o seu interior está bem, você vai estar bem em qualquer lugar deste mundo. No entanto, se o seu interior estiver mal, não importa onde você estiver, nem o corpo que você tiver, você vai estar mal. É questão de inteligência.


Bispo Edir Macedo

terça-feira, 11 de junho de 2013

Onde está o amor? Crimes bárbaros aumentam e mostram sinais da volta de Jesus


O amor de mãe – dizem – é puro e incondicional. A figura materna é conhecida como protetora dos filhos, capaz de dedicar sua vida a cuidar deles e defende-los a todo custo. Mas e quando a mãe é quem carrega nos braços a morte para o filho a quem deveria proteger? Que tipo de sociedade cria cada vez mais criminosos incapazes de ter compaixão pelos seus próprios entes queridos? Se alguém não tem amor pelos de sua própria casa, como esperar que tenha sequer consideração pelos de fora?


O que vale mais? A vida da própria filha ou um relacionamento com um homem qualquer? Um caso recente chocou o Brasil. Uma mãe foi acusada de ser a mentora do assassinato da própria filha, de 22 anos, para ficar com o marido dela, de 26. Célia Fortes (48) alega ser inocente, mas admite ter um caso com o genro há quatro anos. Quatro anos também tem a neta de Célia, filha de Jéssica Carline Ananias da Costa e do assassino confesso, Bruno Costa. Durante algum tempo, os dois mantiveram o romance em segredo, mas aos poucos, os familiares, vizinhos e amigos começaram a descobrir. Apenas o marido de Célia não sabia da traição da esposa.


Segundo o delegado-chefe da 17ª Subdivisão Policial de Apucarana, Ítalo Sega, no dia do crime, na cidade de Apucarana (PR), Célia e Bruno teriam passado a tarde em um motel, planejando os últimos detalhes do assassinato. Depois, foram a um shopping e, mais tarde, Célia buscou a neta, deixando a filha sozinha na casa com o assassino. Segundo Bruno, o crime foi cometido para que os dois pudessem ficar juntos.


No Pará, na cidade de Oriximiná, outro caso chocou a população. Uma adolescente de 16 anos confessou ter matado o filho de apenas três meses de idade. Os familiares encontraram o corpo do bebê, cheio de hematomas, e chamaram a polícia. A mãe estava em uma festa com amigos. Primeiro, ela tentou enganar a polícia, dizendo que a criança havia morrido afogada no leite materno, mas depois confessou que o espancou até a morte. Espancou o filho, viu que estava morto e seguiu para a festa com os amigos.


No ano passado, a garota esteve envolvida na morte do primeiro filho, quando alegou ter sufocado sem querer o bebê durante a noite, enquanto dormia. Segundo familiares, o Conselho Tutelar foi acionado, mas a investigação não prosseguiu e a criança foi enterrada como indigente. Desta vez, no entanto, ela foi apreendida.




Outra adolescente, de 15 anos de idade confessou ter ajudado a matar com golpes de faca o próprio filho, de 1 ano, com a ajuda do namorado, de 19 anos, em Corumbá (MS). Os dois planejaram se livrar da criança, pois queriam viver em outra cidade e não tinham com quem deixá-la. Como um objeto descartável. Segundo depoimento da mãe, ela teria segurado o bebê enquanto o suspeito desferia os golpes no peito da criança. “Não fui eu exatamente (que matou), mas participei das duas primeiras facadas”, afirmou a menina.


Os casos, alguns entre tantos noticiados diariamente, mostra que a família já não tem mais a mesma importância. Antes sagrada, hoje tem sido maculada e profanada pelas histórias que recheiam a ficção, tanto nas novelas, quanto nos filmes de Hollywood. A criatividade de quem escreve os roteiros inventa situações, dramas e crimes que se tornam comuns para quem os assiste. Banalizada e assimilada, a violência verbal, psicológica e física começa a fazer parte do dia a dia das pessoas, desde a infância. O certo torna-se errado e o errado torna-se certo. A sociedade se torna cada vez mais cínica e desonesta, os princípios se evaporam e os valores desaparecem. Uma sociedade vazia, oca, apodrecida.


Tudo é natural, tudo é aceitável. É assim que absorvemos tudo o que até pouco tempo era visto como absurdo, e nos surpreendemos quando colhemos os frutos do que a humanidade tem plantado. Quando o Senhor Jesus advertiu para que ficássemos atentos aos sinais de sua vinda, avisou: “E, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos”. (Mateus 24:12) O esfriamento do amor, que temos visto com clareza, é consequência direta da multiplicação da iniquidade. Dia após dia, testemunhamos a multiplicação de tudo o que é errado, a começar pelo que nasce do coração humano.


Mágoas, mentiras, inveja, maus olhos...a desconfiança se multiplica, a desonestidade, a falta de respeito e a falta de temor. As iniquidades “invisíveis” dão à luz iniquidades visíveis, que têm como consequência o afastamento da humanidade de Deus. Se Deus é amor, longe de Deus é natural haver o esfriamento do amor ao próximo, do amor à vida. No entanto, na sequência do versículo, o Senhor Jesus completa: “Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo”. Aí está a direção para esses últimos e maus dias: perseverar, manter-se firme, inabalável, escolhendo não se contaminar com a maldade deste mundo. Sem sujar seu coração, sem manchar seu olhar. É a única maneira de permanecer sóbrio e firme, mantendo o foco no que é realmente importante, para jamais correr o risco de ser enganado por suas emoções ou por suas vontades. “Venho sem demora. Conserva o que tens, para que ninguém tome a tua coroa.”(Apocalipse 3:11)




Almoço para as famílias dos internos da Fundação Casa na UNIVERSAL.


 Conforme já vem ocorrendo nos últimos meses, mais um almoço de confraternização ocorreu neste domingo, 28 de abril de 2013, com a presença de mães, pais, irmãos, todos reunidos num só espírito, em ajudar os jovens privados de liberdade, que estão na Fundação CASA, auxiliando-os a encontrarem no Senhor Jesus a solução para as dificuldades encontradas nesta situação difícil que todos, jovens e seus familiares estão atravessando.

 Inicialmente, o pastor Geraldo Vilhena, Coordenador de Evangelização em Unidades da Fundação CASA, orou pelos presentes, e orientou- os como vencer a guerra contra o mal, salientando a importância do batismo nas águas, onde é nesse momento que os jovens tem a oportunidade de assumirem a fé no Senhor Jesus através do trabalho evangelístico que os voluntários desenvolvem diariamente nas diversas Unidades da Fundação.



 Vários testemunhos também foram dados de voluntários que tiveram suas vidas mudadas quando entregaram suas vidas ao Senhor Jesus, motivando os familiares dos jovens a também fazerem o mesmo.


 Amauri ex-traficante fala como saiu do mundo do crime.


 Robson Freitas ex-usuário de drogas e do crime diz como entrou e saiu,



Cristina ex-traficante, ex-interna da Fundação Casa conta também a sua vida do crime.



Elza, uma mãe que está usando a fé para libertar o seu filho das drogas.

Nelma ex-usuária de drogas hoje doente em consequência do uso das drogas.

Lembrando, que estes voluntários fazem parte do Bloco de Ajuda aos Dependentes Químico.Este projeto é apresentado dentro das unidades da Fundação Casa de São Paulo. 


Após a palestra, o pastor Geraldo Vilhena e os voluntários realizaram uma oração da fé, para libertar as famílias dos internos do espírito do vício.



As mães, Sra. Maria Alexandrina Batista, 54anos, e a Sra. Amanda Alves, 26 anos, testemunham que depois que seus filhos passaram a frequentar as reuniões, a diferença no comportamento deles é notória, sendo observada não apenas pelos familiares, assim como até mesmo por aqueles que convivem com eles no dia a dia.


No final do evento, após um farto almoço, todos saíram muito satisfeitos e prometeram retornar no próximo dia 26 de maio, quando se realizará  mais um encontro,  muito abençoado.












Livros do bispo Macedo para as famílias dos internos.



Camisetas do Templo de Salomão.





Cesta básica.



Chaveiro com foto do Templo de Salomão.




Foi um almoço para  não ser esquecido.

Que o Senhor Jesus abençoe estas famílias.




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