Toda vez que alguém fala em anorexia e bulimia, o que vem à mente são mulheres esquálidas, obcecadas por dietas e que não estão felizes com o próprio corpo. Os distúrbios alimentares não são exclusividade do universo feminino: cerca de 25% dos casos de anorexia e bulimia são em homens, segundo estudo da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. Apelidada de manorexia, a anorexia nervosa masculina tem crescido no mundo. No Ambulatório de Bulimia e Transtornos Alimentares do Hospital das Clínicas, em São Paulo, eles são minoria. Mas o número de homens que procuram ajuda tem crescido. “Esses distúrbios são menos comuns em homens, mas não tão raros quanto se pensa”, afirma o psiquiatra Táki Athanássios Cordás. No Núcleo de Transtornos Alimentares e Obesidade (Nuttra) da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro, os homens que procuram tratamento aumentaram cinco vezes de 2002 para 2003. A maioria, entre 18 e 26 anos. O modelo norte-americano Jeremy Gillitzer tinha 25 anos quando começou a sofrer com a anorexia nervosa. Ele tinha um corpo atlético, e posava para anúncios. Ao enfrentar problemas emocionais, passou a comer pouco e a combinar intensa rotina de exercícios físicos com uma dieta de fome. Comia apenas uma maçã por dia, ou metade de um sanduíche. O corpo começou a definhar, os dentes e cabelos começaram a cair, conforme conta. Já no final do tratamento, que já dura mais de 10 anos, Gillitzer avalia: “Os homens sofrem as mesmas pressões que as mulheres. Manter-se dentro de um padrão estético é difícil.” O anoréxico sempre acha que está acima do peso e, por isso, não pensa duas vezes em fazer dietas absurdas. No caso da bulimia, a pessoa desenvolve um sentimento de culpa em relação ao que come. Por isso, tenta vomitar tudo que ingere. “Eles acham que para namorar e ter status na sociedade devem ser cada vez mais magros”, diz a psicóloga Olga Tessari. A diferença dos transtornos alimentares em homens é que eles não chegam à extrema magreza. Geralmente, são meninos que já foram obesos e, por medo de engordar de novo, se tornam radicais com a alimentação. Nas meninas o problema acontece com frequência a partir dos 13 anos de idade; nos garotos, a doença vem mais tarde, por volta dos 18.Identifique o problema Sintomas: • O portador de anorexia se acha gordo mesmo sem estar acima do peso • O anoréxico faz dietas absurdas ou para de comer, o que é considerado uma doença psiquiátrica fatal • Nos casos de bulimia, o doente fica com sentimento de culpa após comer e provoca vômitos • O bulímico chega a tomar laxantes para não engordar • O tratamento para estas duas doenças deve ser multidisciplinar, envolvendo psiquiatra, psicólogo e nutricionista, entre outros profissionais Sinais preocupantes: • O jovem se recusa a sentar à mesa durante as refeições • Diminui cada vez mais a quantidade de alimento • Deixa de comer alimentos dos quais sempre gostou • Logo depois de se alimentar, vai direto para o banheiro • Preocupar-se demais com a possibilidade de ganho de peso
quinta-feira, 9 de maio de 2013
quarta-feira, 8 de maio de 2013
A Glória do Homem
Ninguém vai ao médico se não estiver doente;
Ninguém procura luz se não estiver no escuro;
Por mais intensa que seja a luz, não se resolve o problema do cego.
Por mais alto que seja o som, não se atende à necessidade do surdo…
Ninguém pode ser salvo se não se considerar perdido.
Ninguém conhece o SENHOR Deus por acaso.
Há de existir uma razão pela qual a criatura busque e encontre-O.
Jó era íntegro, reto, temente ao Senhor e se desviava do mal;
Atendia às exigências espirituais e morais que agradavam ao SENHOR.
Mas não O conhecia.
Foi necessária a permissão Divina para que o diabo o ferisse e criasse a necessidade de conhecer a Grandeza do SENHOR, em que Jó cria, mas não conhecia.
E esboçasse necessidade de Salvação.
O diabo ajudou o Senhor?
Não. Mas Deus aproveitou o mal para fazer o bem.
Os invejosos irmãos de José o venderam como escravo.
Intentaram o mal contra ele. Mas Deus o tornou em bem para salvar muita gente.
“Vós, na verdade, intentastes o mal contra mim; porém Deus o tornou em bem, para fazer, como vedes agora, que se conserve muita gente em vida.” (Gênesis 50.20)
A estupidez satânica criou as condições necessárias para Jó conhecer a Deus.
Ele continua sendo estúpido.
Cria a mesma situação de desespero para a humanidade.
Mas esta tem desperdiçado a oportunidade de achar-se perdida para buscar Salvação.
Deus é o mesmo, o diabo é o mesmo e a humanidade é a mesma.
Deus continua querendo salvar e proporcionar vida de qualidade e eterna;
O diabo continua querendo matar, roubar e destruir;
O ser humano continua perdido nos seus dilemas físico-emocionais e esquece o espiritual.
“Assim diz o SENHOR: Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem o forte, na sua força, nem o rico, nas suas riquezas; mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em Me conhecer e saber que Eu Sou o SENHOR e faço misericórdia, juízo e justiça na terra; porque destas coisas Me agrado, diz o SENHOR.” (Jeremias 9.23,24)
Deus abençoe a todos.
terça-feira, 7 de maio de 2013
Uma vez por mês é realizada a mais importante cerimônia na Igreja Universal do Reino de Deus, a Santa Ceia do Senhor. Na Fundação Casa não é diferente, também é realizada esta cerimonia a cada mês.
Uma vez por mês é realizada a mais importante cerimônia na UNIVERSAL, a Santa Ceia do Senhor. Na Fundação Casa não é diferente, também é realizada esta cerimõnia a cada mês.

Antes do início da cerimônia o pastor Geraldo Vilhena, ensina sobre os dois elementos que fazem parte da Santa Ceia (pão e suco de uva) o pão simboliza o corpo de Senhor Jesus e o suco de uva o Sangue do Senhor Jesus.
"Porque eu recebi do SENHOR o que também vos ensinei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão;" (I Coríntios 11 : 23)
"Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha." (I Coríntios 11 : 26)
Foi ensinado também a importancia da Santa Ceia o seu significado e quem está preparado para participar de cerimônia.
"Portanto, qualquer que comer este pão, ou beber o cálice do Senhor indignamente, será culpado do corpo e do sangue do Senhor." (I Coríntios 11 : 27)
Logo após a mensagem os voluntários servem a pão e o suco de uva aos adolescentes


Pastor Geraldo Vilhena, serve a Santa Ceia para os voluntários que fazem a obra de Deus dentro da Fundação Casa.


No final muitos jovens receberam o Espírito Santo.

Uma vez por mês é realizada a mais importante cerimônia na Igreja Universal do Reino de Deus, a Santa Ceia do Senhor.
Na Fundação Casa não é diferente, também é realizada esta cerimonia a cada mês.Com a responsabilidade do Pastor Geraldo Vilhena e uma equipe de voluntários que fazem a obra de Deus na Fundação Casa.
Antes do início da cerimônia o pastor Geraldo Vilhena, ensina sobre os dois elementos que fazem parte da Santa Ceia (pão e suco de uva) o pão simboliza o corpo de Senhor Jesus e o suco de uva o Sangue do Senhor Jesus."Porque eu recebi do SENHOR o que também vos ensinei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão;" (I Coríntios 11 : 23)
"Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha." (I Coríntios 11 : 26)
Foi ensinado também a importancia da Santa Ceia o seu significado e quem está preparado para participar de cerimônia.
"Portanto, qualquer que comer este pão, ou beber o cálice do Senhor indignamente, será culpado do corpo e do sangue do Senhor." (I Coríntios 11 : 27)
Logo após a mensagem os voluntários servem a pão e o suco de uva aos adolescentes

Pastor Geraldo Vilhena, serve a Santa Ceia para os voluntários que fazem a obra de Deus dentro da Fundação Casa.

No final muitos jovens receberam o Espírito Santo.
segunda-feira, 6 de maio de 2013
CIÚME
CIÚME:NA MAIORIA DAS VEZES ACONTECE DEVIDO AO COMPLEXO DE INFERIORIDADE, A RIVAL TEM MAIS QUALIDADE OU ONDE HÁ FUMAÇA HÁ FOGO?
Machado de Assis, autor do clássico romance Dom Casmurro, perpetuou sua obra e sua grandiosidade literária ao abordar, de forma inteligente e realista, o ciúme e a devastação que esse sentimento pode provocar na alma e na vida das pessoas. Também na música popular brasileira o ciúme é tema frequente. Grandes sucessos de Chico Buarque, Caetano Veloso, Lupicínio Rodrigues, entre outros, abordam a relação estreita e tênue entre esse complexo sentimento e o amor. Mas, se por um lado o ciúme pode servir de base para a inspiração de vultosos artistas, por outro, ele pode ser também o responsável pelo sofrimento e tormenta na vida de muitos casais. De acordo com a quase totalidade dos psicólogos, o ciúme é um sentimento inerente à espécie humana. Em maior ou menor grau, todo mundo já o experimentou em algum momento da vida e, diferentemente do que imagina aquele que é acometido por ele, o ciúme é uma reação pessoal, voltada exclusivamente para a pessoa que o sente. É diferente, por exemplo, de algumas sensações como o medo despertado por um lugar, pela altura ou por algum inseto, que vêm do exterior (meio) para o interior (indivíduo). O ciúme em excesso é também, portanto, uma manifestação própria de personalidades com tendências egocêntricas. Quando manifestado de forma mais grave, o que pode comprometer a saúde mental e até mesmo física das pessoas, o ciúme é chamado de patológico pela psiquiatria. Nesses casos, o portador desse distúrbio paranoico não é capaz de diferenciar fantasia e imaginação da realidade. Os principais sintomas são extrema desconfiança e constante busca de provas e confissões por parte do parceiro. São comuns também ansiedade, depressão e um forte sentimento de humilhação acompanhado pelo desejo de vingança. Algumas pessoas relatam experimentar durante esses episódios um acentuado aumento da libido. Tal distúrbio, se detectado, deve ser rapidamente tratado, pois pode induzir o portador a tomar atitudes que colocam em risco a própria vida e a de outros. Há que se ressaltar também que o ciúme natural e racional, quando bem dosado, é um importante indicador da importância que se dá ao outro. A ausência dele, portanto, pode ser tão prejudicial quanto o excesso. E talvez venha daí a expressão “temperar a relação”. Como o sal, ciúme de mais pode ser perigoso; de menos, deixa tudo muito insosso e sem-graça
domingo, 5 de maio de 2013
Eu perdi as oportunidades
No segundo domingo, é a mesma coisa. Eu já estou ficando cansada de ter que obedecer à minha mãe. Mais uma vez aquele homem fala e eu não ouço nem entendo nada. Acho tudo sem vida, quero voltar a viver. No terceiro domingo, resolvo levantar sozinha e me arrumar. Minha mãe fica imensamente feliz. Eu fico com imensa raiva. Faço isso para ela parar de empurrar esse Deus para mim. Eu aceito a vida, vida com o André, a minha vida.
Por volta das 11h da manhã, voltamos para casa. Uma maravilhosa e suculenta macarronada está nos esperando. Sentamos à mesa e nos deliciamos.
Já é tarde quando a campainha toca. É o entregador de flores. Minha mãe atende e me traz um ramalhete de rosas colombianas vermelhas. Lindas e perfumadas. Há um bilhete. Peço que leia para mim. Com toda sutileza, tira do envelope o papel amarelo escrito com letra tremida.
– É do André. Quer que eu leia?
– Sim, por favor.
Ela fala em tom baixo e com tristeza.
“Peço que me perdoe, eu estava nervoso. Volta pra mim?”
– Claro! Claro! Mãe, me dá o telefone! Vou ligar agora para ele!
– Você está seguindo o seu caminho, minha filha. A decisão é somente sua.
Não ouço uma palavra da minha mãe, quero o André de volta. Voltamos no mesmo dia. Deixo o repouso e volto para as baladas com ele e meus amigos.
15 de outubro de 1988, 23h47
– No dia em que você perdeu a criança, disse que se voltaria para o Homem de Branco. Mas nem se lembrou dEle quando saiu do hospital. (gargalhadas)
Novamente, eles me fazem lembrar de tudo nitidamente. As pessoas ficam desesperadas e gritando a todo momento. Não existe nenhum segundo de paz. O tempo todo, em todo lugar, existe pânico. O pedido de socorro, o lamento... Novamente o desespero. Vermes, bichos entram nas pessoas. Eles querem me jogar em um lugar preparado para aqueles que um dia serviram ao Homem de Branco. Dizem que é o nosso galardão.
– No domingo, você teve a decisão de tomar o caminho certo, mas não deixamos. Você sempre fez a nossa vontade.
Acho que não vou conseguir sair daqui, não acho nenhuma saída. Os demônios estão por todo lado. São bichos horrorosos, escabrosos, fedorentos, dá muito nojo chegar perto deles. Eles batem nas pessoas, atormentam-nas o tempo todo, não existe paz... Nem por um milésimo de segundo existe paz. Minha boca está seca, parece que meu corpo está ficando todo ressecado...
Eu não ouvia nada, achava que era esperta e minha mãe enganada com facilidade. Eu é que era enganada e não sabia. Tive oportunidades e não aceitei. O calor é tão grande que é impossível respirar. Sinto muitas dores... Imagine isso por bilhões e trilhões de anos!!! Descobri que não vale a pena satisfazer a vontade da carne e do coração e depois passar a eternidade neste tormento.
sábado, 4 de maio de 2013
Quase fui assassino
Rafael Vasconcellos Silva era um desses adolescentes que não medem esforços para andar com dinheiro, roupa de marca e viver rodeados de mulheres. Até os 17 anos, respeitava e obedecia aos pais, era humilde, simples, tinha boas amizades, estudava e sonhava com um futuro promissor. Mas as dificuldades financeiras, agravadas pela ausência do pai, que abandonou sua mãe por uma mulher mais nova, lhe tiraram o ânimo e a fé para continuar lutando por uma vida melhor.
A luta incansável da mãe e as orientações e evangelização que recebeu do Força Jovem restauraram sua vida e sua fé, tornando-o um homem de bem, querido pela família, trabalhador e confiante num futuro melhor. Mas a superação não aconteceu da noite para o dia. Segundo ele, os prazeres da vida, dos 17 aos 20 anos, só aumentavam nele o desejo de manter-se no caminho errado.
“Minha mãe me via armado com fuzil, mas perdera todo o controle sobre mim porque eu nem estava mais na Igreja. Quando os pais não têm mais autoridade sobre os filhos, a expectativa é a pior possível porque se perde o rumo, a referência. Pior é quando não existe mais fé, o que aconteceu comigo”, lamenta.
Quando via o grupo do Força Jovem evangelizando na rua, Rafael saía correndo, mesmo sabendo que estava errado. Afinal, tinha sido da Igreja por vários anos. Por duas vezes, foi alvo de tiros de fuzil de um mesmo PM, que errou a mira em ambas. O pior episódio, segundo Rafael, ocorreu quando viveu uma situação em que teria que matar um traficante que vendia pó Royal (fermento de bolo), em vez cocaína, prejudicando o comércio de drogas no local.

“O gerente do tráfico me passou uma pistola e perguntou se eu já havia sentido cheiro de sangue. Ele ordenou que eu matasse o homem que estava na minha frente. Três coisas me impediram de atirar: Deus; a afirmação que ouvi de um pastor de que não temos poder de tirar a vida de ninguém; e o pedido de misericórdia do traficante, que disse ter feito aquilo porque a filha não tinha o que comer. Entreguei a pistola e não matei, mas o homem foi morto por outro do grupo”, conta.
Para entrar no caminho do bem, Rafael enfrentou muitos obstáculos, superou o vício nas drogas e contou com uma ajuda especial para não aceitar o posto de gerente do tráfico, que tinha, na época (2005), salário de R$ 10 mil.
“Era um dia movimentado. O tráfico vendia muita droga e um dos traficantes me chamou no canto e perguntou por que eu não voltava para a Igreja. Aquilo me travou, gelei por dentro, fiquei por alguns segundos sem ação e conclui que era uma mensagem de Deus. Larguei tudo, entreguei o fuzil, a pistola, as drogas e voltei para a Igreja e para o Força Jovem, de onde nunca deveria ter saído”, afirma.
Quando voltou, muita gente desconfiou daquela mudança radical de comportamento: da soberba para a humildade. Mas no domingo seguinte, foi batizado.
“Deus me guardou e protegeu durante os três anos em que fiquei no tráfico. Isso não foi em vão. Hoje, oro e procuro tirar as pessoas desse caminho. Sou muito grato ao Força Jovem, que insistiu para eu sair daquela vida. Hoje, recuperei a autoestima, a dignidade e o carinho de minha família. Minha esposa é maravilhosa, trabalho honestamente e sonho ser pai. Além disso, completei o ensino médio no ano passado e estou me preparando para o concurso dos Bombeiros”, comemora o porteiro, hoje com 27 anos.
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Quando se perde a visão espiritual,se perde a vida.

Deficientes naturais de visão física não têm ideia da
beleza da natureza.
São acostumados com a ausência de luz.
Mas, quando alguém perde a visão física, é mais
cruel acostumar-se com a escuridão.
Pior mesmo é quando se perde a visão espiritual.
Muitas pessoas que trabalharam comigo lado a lado
e até comeram do mesmo prato, que foram iluminados,
e provaram o dom celestial, e se tornaram
participantes do Espírito Santo (Hebreus 6.4), e
relaxaram na fé, acabaram perdendo a visão espiritual.
Tal perda lhes têm custado a Salvação de suas almas.
Muitas pessoas que trabalharam comigo lado a lado
e até comeram do mesmo prato, que foram iluminados,
e provaram o dom celestial, e se tornaram
participantes do Espírito Santo (Hebreus 6.4), e
relaxaram na fé, acabaram perdendo a visão espiritual.
Tal perda lhes têm custado a Salvação de suas almas.
Ainda ontem, ao conversar com um colega de ministério,
surgiu esse assunto.
Ele mostrou-me fotos recentes da família de um daqueles
cegos por opção.
Semblante caído, rosto pálido, sem brilho, sem força,
sem expressão, sem vida…
Sua esposa, antes tão bonita, tão alegre e tão cheia de
vida, agora expressa dor e tristeza.
Na foto familiar, nenhum membro esboça qualquer
alegria,
como seria o normal.
surgiu esse assunto.
Ele mostrou-me fotos recentes da família de um daqueles
cegos por opção.
Semblante caído, rosto pálido, sem brilho, sem força,
sem expressão, sem vida…
Sua esposa, antes tão bonita, tão alegre e tão cheia de
vida, agora expressa dor e tristeza.
Na foto familiar, nenhum membro esboça qualquer
alegria,
como seria o normal.
Tristeza e pesar tentaram se apossar de mim.
Porém, raciocinando de acordo com a Palavra de Deus,
concluí: o que poderia fazer além de orar por eles?
Porém, raciocinando de acordo com a Palavra de Deus,
concluí: o que poderia fazer além de orar por eles?
Quando se perde a visão espiritual, se perde a vida.
E os demais que compõem aquela família tendem a cair
no mesmo buraco sem Luz.
E os demais que compõem aquela família tendem a cair
no mesmo buraco sem Luz.
Aconteceu com Israel no passado, acontece com muitos
cristãos no presente.
Israel trocou sua Glória pela corrupção espiritual e
moral.
Muitos oficiais de igrejas evangélicas também têm
trocado
a Salvação pelas ofertas deste mundo.
Fazer o quê?
Cada um tem o poder em mãos para escolher a quem
servir.
Deus não interfere na escolha de ninguém, porém, está
sempre pronto para apoiar os que querem retornar a Ele.
cristãos no presente.
Israel trocou sua Glória pela corrupção espiritual e
moral.
Muitos oficiais de igrejas evangélicas também têm
trocado
a Salvação pelas ofertas deste mundo.
Fazer o quê?
Cada um tem o poder em mãos para escolher a quem
servir.
Deus não interfere na escolha de ninguém, porém, está
sempre pronto para apoiar os que querem retornar a Ele.
Tanto Zacarias quanto Malaquias serviram de
instrumentos
do Espírito Santo para advertir Israel naqueles dias.
instrumentos
do Espírito Santo para advertir Israel naqueles dias.
"Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Tornai-vos
para
mim,
diz o SENHOR dos Exércitos, e Eu Me tornarei
para vós
outros,
diz o SENHOR dos Exércitos." Zacarias 1.3
para
mim,
diz o SENHOR dos Exércitos, e Eu Me tornarei
para vós
outros,
diz o SENHOR dos Exércitos." Zacarias 1.3
"Desde os dias de vossos pais, vos desviastes dos
Meus
estatutos e não os guardastes; tornai-vos para
Mim, e
Eu Me tornarei para vós outros,
diz o SENHOR dos Exércitos…
" Malaquias 3.7
Meus
estatutos e não os guardastes; tornai-vos para
Mim, e
Eu Me tornarei para vós outros,
diz o SENHOR dos Exércitos…
" Malaquias 3.7
Estou deixando de viver
30 de julho de 1988, 11h58
Abri os meus olhos. Minha visão estava embaçada. Vi um quarto branco e agulhas em meu braço. Eu estava tomando soro, André ao meu lado.
– O que aconteceu?
– Você sabia que estava grávida e não me falou nada? Eu deveria deixar você aqui sozinha!
– Do que está falando? Quem está grávida?
– Não se faça de ingênua! O médico disse que você abortou. Queria ter um filho meu só para ficar comigo. É isso?
Estava me sentindo um lixo. Não sabia que estava grávida, e mesmo que estivesse, aquela reação do André não era justa. Ele saiu revoltado pela porta do quarto e não voltou mais. Recebi alta dois dias depois e fui para a casa da minha mãe. André não foi me visitar. Ela fez sopa de espinafre e deixou-me de repouso por cinco dias. O cuidado dela era imenso comigo. Percebi que em nenhum momento me falou do seu Deus, mas senti falta. Meu pai toda hora ia ao meu quarto. Entrei em depressão. Falava somente o necessário. Deixei de atender ao telefone, de assistir televisão, estava deixando de viver. Um mês se passou e nada mudou dentro de mim. Até que o silêncio de minha mãe foi quebrado. Ela levantou bem mais cedo do que o de costume. Arrumou-se e foi até o meu quarto. Fez-me levantar e, sem dizer aonde iríamos, vestiu-me roupas limpas. Penteou meus cabelos azuis e pôs um pouco de água de cheiro em meu pescoço. Não falei nada. Eu não tinha forças para falar. Entramos no carro e meus pais me levaram para a igreja.
– Não acredito que me trouxeram para cá. O que vou fazer aqui neste lugar?
O homem, naquele lugar, falava mais alto. Falava, falava, falava... E as pessoas choravam e se alegravam. Eu queria o André.
12ª de um total de 16 crônicas.
Continua na próxima edição.
A história é fictícia e baseada em fatos do cotidiano.
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