quarta-feira, 29 de junho de 2011

TRABALHADORES JOVENS X MADUROS



TRABALHADORES JOVENS X MADUROS
APESAR DA ASCENSÃO SÓCIO-ECONÔMICA VERFICADA NO PAÍS NA ÚLTIMA DÉCADA, O MAIOR SONHO DO TRABALHOR BRASILEIROS AINDA É SE MUDAR DO BRASIL, MOSTRA PESQUISA ALEMÃ
"O maior sonho de consumo da maioria dos brasileiros é mudar do Brasil". Foi essa a conclusão a que chegou uma pesquisa elaborada pelo sócio-diretor de uma das mais importantes agências de marketing da Alemanha, Carl Sztutman. Para o pesquisador, essa ambição do brasileiro é explicada pelo fato de a população do País ver cada vez menos possibilidades de alcançar êxito financeiro em sua terra natal. "A saída, então, para muitos, é deixar o Brasil", diz.

"Diferentemente da tradição oriental,
o Brasil não vê com bons olhos
os profissionais de meia-idade"
(Carl Sztutman, pesquisador)

Vencer economicamente, de acordo com o pesquisador, requer perseverança, empenho, determinação, além de sorte. A falta de dinheiro e o risco do desemprego, o crescente individualismo dos cônjuges, o alto custo para ter filhos e dar uma educação de qualidade a eles são alguns dos fatores que têm desencorajado as pessoas a permanecerem no Brasil, aponta a pesquisa de Sztutman, além de preconceitos ainda muito enraizados no País, como o que existe contra aqueles que já passaram dos 40 anos.

"Um fenômeno típico de países subdesenvolvidos"
(Idem, a respeito do preconceito contra trabalhadores que passaram dos 40 anos)

"Diferentemente da tradição oriental, o Brasil não vê com bons olhos os profissionais de meia-idade. É exatamente nessa faixa etária que a experiência e o desenvolvimento na profissão atingem o ápice", afirma o pesquisador. No entanto, o mercado tem dado preferência aos ingênuos recém-formados. "Um fenômeno típico de países subdesenvolvidos", diz.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

IURD 01 parte Bispo Romualdo apresenta na televisão testemunho de um ex interno da Fundação Casa.

IURD 2 parte Bispo Romualdo apresenta na televisão testemunho de um ex interno da Fundação Casa.

IURD parte 3 Bispo Romualdo apresenta na televisão testemunho de um ex-interno da Fundação Casa.

Problema pessoal que atinge o lado profissional



Como uma pessoa deve agir quando questões ou conflitos pessoais afetam sua saúde física e emocional e, consequentemente, seu rendimento no trabalho
Colaborou Carlos Gutembergcarlos.gutemberg@arcauniversal.com

Quando algo errado é detectado em uma máquina ou equipamento de uma empresa, normalmente, equipes especializadas são acionadas para contornar a situação o mais rápido possível. Entretanto, nem sempre as organizações sabem que procedimentos adotar nos casos em que um funcionário ou colaborador apresenta problemas, sejam eles de saúde, particulares ou mesmo afetivos, que prejudiquem seu rendimento profissional.
Hoje, o mercado de trabalho está cada vez mais exigente. As empresas exercem certa pressão com relação ao desempenho dos seus empregados, esperando que eles saibam equilibrar bem a vida pessoal e coorporativa. Todavia, são frequentes os relatos de estresse decorrente das cobranças do dia a dia nas corporações, o que tem colocado o sistema de saúde de alguns países em estado de alerta.
Segundo dados divulgados pela Federação Francesa de Saúde no Trabalho, entre 300 e 400 pessoas se suicidam por ano na França, devido a pressões sofridas no ambiente corporativo. Estima-se que o país gasta entre 2 e 3 bilhões de euros, anualmente, no tratamento de pessoas com estresse em decorrência do trabalho.
A entidade International Stress Management Association aponta o Brasil como o segundo país do mundo onde os executivos apresentam uma forma severa de estresse chamada de “burnout”, atrás apenas do Japão. O termo, em inglês, quer dizer “estar esgotado”, tomado por um desejo opressivo de se livrar da carga de pressão e responsabilidades. Aqueles que apresentam um quadro desse tipo não têm possibilidade de reduzir a jornada de trabalho ou de desligar-se de certas atribuições.
“No caso do Brasil, nossa origem latina é um fator a se considerar, visto que temos dificuldade em separar razão de emoção. Assim, problemas afetivos externos à empresa ou mesmo surgidos no local de trabalho podem sim afetar nossa produtividade, caso não sejam tratados adequadamente”, observa a psicóloga Daniela Levy, especialista em psicologia do trabalho.
Principais causas dos problemas
São inúmeros os fatores que podem desencadear problemas pessoais e, por consequência, influenciar negativamente o rendimento de uma pessoa no trabalho. Dívidas e casos de doenças, além de desavenças familiares já causam preocupação dos gestores de recursos humanos das empresas. Por conta disso, muitas companhias têm implantado programas de qualidade de vida para seus funcionários.
“Algumas ações promovidas costumam oferecer sessões de massagem, planos de atividade física e de orientação nutricional. Incluem também a contratação de profissionais para orientar na gestão de carreira e no exercício de liderança,” explica a psicóloga.
Ela orienta que as empresas devem procurar checar o estado de saúde clínica e psicológica de seus funcionários, como o objetivo de detectar precocemente todo tipo de disfunção. “Isso pode ser feito por meio da aplicação de questionários médicos e de qualidade de vida, por exemplo. Com os resultados em mãos, as ações podem ser planejadas e direcionadas de forma mais efetiva e preventiva”.
Com isso, é possível reduzir o afastamento dos funcionários, por motivos de saúde, além de possibilitar a retenção de profissionais talentosos por mais tempo no quadro de colaboradores. “Entidades que adotam esse tipo de programa relatam ter, ainda, redução com os custos dos convênios médicos e, sobretudo, aumento significativo de produtividade”, atesta Daniela.
A empresa pode ajudar
Funcionário de uma empresa de assessoria administrativa de São Paulo, o advogado Júlio Nakandakari, de 48 anos, é um bom exemplo disso. Especialista em direito tributário, responde pela conta de importantes empresas sediadas no Japão e com filiais no Brasil, e está acostumado a trabalhar de 2 a 14 horas por dia. Há algum tempo, foi diagnosticado com hipertensão, glicemia e com taxa de colesterol bem acima do desejável.
A primeira reação do advogado diante da situação, evidentemente, foi de muito nervosismo. Entretanto, ele passou a ter orientações nutricionais e a fazer um programa de condicionamento físico, acompanhado por especialistas, na própria empresa em que trabalha. Também recebeu dicas com base na psicologia positiva, que lhe garantiram suporte emocional para lidar com o problema.
“Com essa atitude, a empresa manteve em seu quadro de colaboradores uma pessoa imprescindível para suas atividades. Certamente, esse advogado é, hoje, um funcionário ainda mais leal e comprometido com os objetivos da corporação”, destaca Daniela.
Ela ressalta ainda que, muitas vezes, uma boa conversa pode ser a solução ou o começo dela. E a empresa pode colaborar bastante nesse sentido. Por outro lado, o funcionário também tem parte importante na resolução dessa equação.
Como lidar com os conflitos pessoais
A empresa Carevolution – prestadora de serviços voltados à promoção e ao tratamento da saúde física e emocional sob o aspecto corporativo e familiar – dá algumas sugestões práticas de como o funcionário deve se comportar diante de conflitos pessoais, aparentemente insolúveis:
– Aja com cautela, sem procurar o isolamento ou se expor demais;
– Trate seus assuntos pessoais reservadamente; não deixe que presenciem suas conversas ao telefone ou vejam suas trocas de e-mail;
– Compartilhe seus problemas com os mais próximos; isso pode aliviar a pressão e evitar possíveis mal-entendidos;
– Relate sua situação ao superior hierárquico, mesmo que de maneira superficial, mas diga também como pretende lidar com ela e resolvê-la;
– Procure ajuda; em caso de problemas financeiros, considere a possibilidade de pedir um adiantamento ou realizar um empréstimo; se for problema de saúde, inicie um tratamento;
– Se o problema é persistente e a solução não é tão simples ou parece demorada, talvez seja necessário um afastamento do trabalho, por férias ou licença. Em casos mais graves, vale até desligar-se da empresa, para que sua imagem profissional não seja afetada negativamente.

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