terça-feira, 29 de dezembro de 2009

FALA VOLUNTÁRIO


Ana Maria disse...
Boa Tarde!É muito importante levar estas informações aos jovens internos da Fundação Casa pois a maioria dos meninos não tem acesso a estas orientações.Correndo serio risco de contaminação pelo virus HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis.Quero parabenizar esta iniciativa por parte do Pastor Geraldo VilhenaEstas palestras vem acrescentar muito o nosso trabalho de Evangelização dentro da Fundação Casa.QUE DEUS ABENÇOE A TODOS

Divórcio é comum entre pacientes que passam por cirurgia de redução de estômago


Divórcio é comum entre pacientes que passam por cirurgia de redução de estômago
Médicos que cuidam de ex-obesos notam mudanças de comportamento após emagrecimento
Camila Neumam e Cláudia Pinho, do R7
Texto:

Foto por Arquivo Pessoal
A nutricionista Cibele Zalli (foto) engordou mais de 40kg durante a gravidez e chegou a 136 quilos
A nutricionista Cibele Regina Fornari Zalli, 43 anos, é divorciada. Em pleno século 21, essa condição não causa nenhum tipo de espanto na sociedade. O que faz de Cibele um caso a ser visto com mais atenção, é o fato de ela ter se separado do marido, com quem foi casada por 12 anos, depois de ter se submetido a uma cirurgia de redução de estômago, a cirurgia bariátrica.
Não existem estudos, estatísticas ou pesquisas que comprovem que as pessoas se divorciam mais quando emagrecem depois desse procedimento, mas esse movimento está sendo percebido cada vez mais nos consultórios de médicos e psicológicos que acompanham esses pacientes.
Para Cibele, a separação foi uma consequência natural do processo pelo qual passou após a operação que fez em 2001, quando chegou a pesar 136 quilos. Sua condição de obesa começou durante a gestação.
- Engordei 45 quilos durante a gravidez. Tive depressão, comi muito durante os nove meses. E no período da amamentação, quando a maioria das mulheres emagrece, ganhei mais 10 quilos.
Seis lipos depois, hoje ela está com 75 quilos e feliz da vida. Mas se lembra com amargura dos tempos em que sofria com seu peso.
- O gordo quer ser aceito por todos, então se sujeita a todo tipo de situação. Ficamos sem personalidade. A partir do momento que emagrecemos, a autoestima aumenta e começamos a ter ideias. Daí, surgem os conflitos. Mudei e passei a enxergar meu marido de outra maneira.
Em muitos casos, a baixa autoestima faz com que os obesos se sintam incapazes de receber afeto e, geralmente, a sexualidade é afetada. Cibele é um exemplo disso.
- Me achava feia. Quem transaria comigo, senão meu marido?
Ao emagrecer, ela começou a usar roupas mais justas e a se sentir mais elegante, e passou a notar olhares de admiração de outras pessoas.
- Percebi que eu existia. E quando isso aconteceu, vi o quanto havia me omitido.
“A mulher obesa é pouco respeitada”
Para Thomas Szegö, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), esse tipo de situação é bastante comum. - Isso ocorre porque a mulher obesa é pouco respeitada na sociedade e em casa. Ela própria não se respeita. Sua autoestima é baixíssima. Quando ela emagrece, passa a exigir esse respeito, principalmente por parte do parceiro.
Uma outra razão para o fim de um relacionamento é o ciúme. É comum a mulher se esconder em roupas largas, escuras, o que deixa o marido em uma situação muito confortável e segura. Quando a parceira emagrece, passa a usar roupas mais justas, o corpo fica mais evidente e o homem não consegue controlar o ciúme.
Esse tipo de reviravolta no comportamento pode acontecer entre os homens também, mas como o índice de cirurgias é maior entre as mulheres, fica mais evidente entre elas. Das 30 mil cirurgias realizadas no ano passado, 80% dos pacientes eram mulheres. Segundo o Ministério da Saúde, existem cerca de dois milhões de pessoas com obesidade mórbida no Brasil.
Mas ao contrário dos casos em que os pacientes desenvolvem comportamentos negativos, como transferir sua compulsão para o álcool, os jogos ou às compras, o fim do casamento pode ser visto como algo positivo.
É como se ao emagrecer, a mulher tomasse coragem de resolver pôr fim a uma relação há muito tempo desgastada. Para Szego, “isso não pode ser encarado como algo ruim. A mulher está tentando recuperar o respeito”.
Foi o que aconteceu com a cabeleireira Paula Nóbrega, 37 anos. Há seis anos, ela pesava 123 quilos e tinha um casamento infeliz. Mãe de três filhos, Paula conta que seu marido não era uma pessoa muito amável, trabalhava demais e estava sempre ausente.
- Meu casamento não estava bem, mas eu não sabia. Sofria muito por ser gorda, pela falta de atenção do meu marido. Passei a sentir dores pelo corpo e os médicos, depois de me virarem pelo avesso, disseram que eram de fundo psicológico.
Com a cirurgia, Paula mudou de vida. Perdeu 56 quilos e nunca mais sentiu as dores do corpo e da alma. Dois anos depois, ela decidiu se separar do marido.
- Quando eu emagreci, passei a me sentir bem com o meu corpo. Tive forças para dar uma basta naquele casamento que tanto me incomodava. Hoje sou outra pessoa, trabalho e sou feliz.
Paula encontrou um novo amor e há um ano está noiva, com o casamento marcado para novembro.
Cirurgia melhora saúde e autoestima
Segundo Artur Garrido, um dos pioneiros da cirurgia bariátrica no Brasil, e proprietário da Clínica Garrido, “as pessoas ganham autoestima, melhoram a saúde física, a adaptação social e deixam de aceitar determinados comportamentos antigos. É comum até mudarem de emprego. Mudam seus padrões de vida e, não raro, acabam se separando”.
Já para o psiquiatra Adriano Segal, presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), não é possível afirmar que todas as separações entre os ex-obesos sejam causadas pela cirurgia.
- É uma população que muitas vezes já apresenta algum tipo de distúrbio psiquiátrico e quando tiramos o obeso da antiga realidade, tiramos o seu equilíbrio. Mas em alguns casos, isso pode até melhorar o casamento.
De qualquer forma, a mudança na vida desses pacientes é imensa. Daí a importância do acompanhamento multidisciplinar antes, durante e depois da cirurgia. Até para evitar decisões precipitadas.
Segundo a psicóloga Marlene Monteiro, do Grupo de Cirurgia Bariátrica e Metabólica da Clínica Cirúrgica do Aparelho Digestivo do Hospital das Clínicas de São Paulo, logo após a cirurgia, os pacientes passam por um momento de extrema euforia.
- Eles acreditam que podem dar conta do mundo. Muitos mudam de emprego, de parceiro, compram quantidades enormes de roupas, adiam casamento e se separam. Há uma modificação de comportamento. Uns para o bem e outros para o mal.
Para Szegö, a função dos profissionais envolvidos no processo da cirurgia é prever esse tipo de situação.
- Sempre pedimos ao cônjuge que acompanhe o paciente nas consultas. Se percebemos que a separação é algo que pode acontecer com eles, orientamos para que procurem ajuda terapêutica depois.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

IURD LEVA ALEGRIA PARA FUNDAÇÃO CASA DE RAPOSO TAVARES Nova Aroeira UI-37



Voluntários da IURD, levaram alegria aos jovens da Fundação Casa, Raposo Tavares Nova Aroeira UI 37 com várias atrações entre elas: a presença da cantora Cristina Miranda, que cantou e encantou a todos com suas belas canções, além da sua alegria contagiante fez os jovem até dançarem com suas famílias.

































O Grupo Força Jovem Universal, esteve presente e apresentou uma belíssima peça teatral, que conta a história de uma jovem que conheceu o Senhor Jesus, e logo depois se afastou da sua presença, conheceu um traficante o qual teve um envolvimento, mais tarde ele conhece a Jesus, como ele tinha uma vida errada antes, teve um acerto de contas,por um outro traficante, e os dois foram mortos, ele por aceitar o Senhor Jesus foi salvo, e ela não teve a mesma chance. Por estar afastada da presença de Jesus.








Foi feita a distribuição de doces, kits com bíblia e livros, para que com o mesmo os jovens possam ter um encontro com Deus, eles também puderam saborear um delicioso sorvete.



Para finalizar o evento esteve presente, O Pastor Geraldo Vilhena, Coordenador Estadual de Evangelização, nas Unidades da Fundação Casa de São Paulo, fez orações pelos jovens com suas famílias.
NELCI

domingo, 27 de dezembro de 2009

Crimes sem solução faça COMENTÁRIOS

'CRIMES SEM SOLUÇÃO':FALHA DA PERÍCIA, FALTA DE ESTRUTURA DE TRABALHO OU EXISTEM CRIMES PERFEITOS?Figura decisiva e de importância fundamental no esclarecimento dos mais diversos tipos de crime, os peritos da Polícia Federal são instrumentos de base para o bom funcionamento da Justiça brasileira. O trabalho da perícia é trabalhar com provas, levantadas pela atuação de técnicos ou doutos promovida pela autoridade policial ou judiciária, com a finalidade de esclarecer à Justiça sobre o fato de natureza duradoura ou permanente de determinado caso tido como obscuro aos olhos da maioria das pessoas. Ou seja, levar conhecimento técnico ao juiz, produzindo provas a fim de auxiliá-lo em seu livre convencimento e fornecer ao processo a documentação técnica do fato, o qual é feito através de documentos legais, é a rotina desses misteriosos e competentes profissionais, que precisam ter como traço de personalidade indispensável a curiosidade, persistência, paciência e determinação. Ao formular um laudo, que é o documento feito por escrito pelo perito em todos os casos analisados, o profissional se preocupa em descrever minuciosamente todas as suas partes. O preâmbulo, primeira etapa do laudo, contém nome do perito, seus títulos, nome da autoridade que o nomeou, motivo da perícia, nome e qualificação do indivíduo a ser examinado. O histórico descreve a colheita de informações do fato, local, envolvidos, etc. Em seguida vem a descrição, parte mais importante de todas, que deve ser minuciosa ao relatar as lesões e sinais do indivíduo, e se envolver cadáver, é necessário que constem os sinais da morte, identidade, exame interno e externo. Já a discussão é o ‘diagnóstico’. Nela, o perito externará sua opinião e deixará claro os critérios utilizados na pesquisa. A penúltima parte é a conclusão, que consiste num resumo do ponto de vista do perito, baseando-se nos elementos comprovadores de forma segura. Por fim, há um espaço para respostas aos quesitos – eventualmente oferecidos pelas partes ou juízo. É notável também que todo esse trabalho é auxiliado por instrumentos tecnológicos avançados, muitos deles acessíveis apenas a essa classe profissional. Por isso mesmo, não seria exagero compará-los a verdadeiros Sherlocks Holmes do século 21.

sábado, 26 de dezembro de 2009

Manual do coração

Manual do coração
As doenças coronárias causam de 70% a 80% das mortes no Brasil, matam de oito a dez vezes mais do que os acidentes de trânsito. O quanto antes for atendido, mais chances o paciente tem de vida.” O alerta é do médico cardiologista Hélio Castello, de 45 anos, mestre em cardiologia pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), diretor da clínica Angiocardio e responsável por essa área no Hospital Bandeirantes, em São Paulo, onde atende diariamente inúmeras pessoas com problemas cardiovasculares sérios. “Se atendido nas primeiras 2 horas do início das dores no peito, o risco de morrer cai de 50% para menos de 5%”, completa. Ao lado, ele explica como evitar problemas cardiovasculares, como enfarte e acidente vascular cerebral (AVC). Confira.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Solidariedade no Brasil


SOLIDARIEDADE NO BRASIL:É UMA CARACTERÍSTICA DO BRASILEIRO OU ELA SEMPRE ACABA JUNTO COM AS FESTAS DE FINAL DE ANO? Segundo pesquisas do jornal norte-americano US Today “Global Entrepreneurship Monitor”, o povo brasileiro está entre os mais solidários do mundo, fato este que vem amenizando algumas carências da parcela da população de menor ou nenhum poder aquisitivo. A capacidade de o brasileiro compartilhar também dos sofrimentos de outras pessoas e de “colocar a mão no bolso” para ajudá-las ganhou lugar de destaque na publicação. O que motivou o US Today a publicar tal notícia foi o grande número de instituições criadas no País exclusivamente para esse fim. “Elas (instituições de ajuda) existem em grande número, em praticamente todas as cidades brasileiras”, destacou o jornal”. O fato de, além de arrecadar e distribuir, entre os carentes, alimentos, agasalhos, e de estas instituições concentrarem seus trabalhos com crianças, promovendo sua educação, e com idosos, amparando-os e promovendo a socialização entre eles, fez que o Brasil estivesse à frente, quanto à solidariedade, de países importantes como Estados Unidos, Canadá e Japão. Na América Latina, onde a necessidade de ações solidárias é mais urgente que nos países da América do Norte, o Brasil também fez bonito e mostrou-se mais disposto a ajudar que a vizinha Argentina, Paraguai, Uruguai e Chile, por exemplo. Uma das piores posições ficou com Cuba, mas o governo da ilha, liderado por Raúl Castro, disse não se importar com o resultado da pesquisa e que está convencido de que seu povo é o mais solidário do mundo.

IURD LEVA PALESTRA SOBRE DST NA FUNDAÇÃO CASA UI-36 BRÁS



Voluntários da IURD realizaram na última quinta-feira às 20:00 hs uma palestra sobre D.S.T. na Unidade Fundação Casa UI 36 Brás,com a presença do palestrante enfermeiro, Wilson Renato Lacerda, que falou sobre D.S.T. doenças sexualmente transmissíveis, orientou sobre a importância do uso do preservativo, tirou todas as dúvidas, levantadas através de perguntas aleatórias feitas pelos adolescentes presentes.
Dentre os assuntos abordados foi orientado sobre os sintomas das DST como corrimentos de coloração amarelada, bolhas, verrugas, dor intensa na relação sexual, mal cheiro, dor ou ardor ao urinar em homens ou mulheres. Focou no preservativo (camisinha) que é o único meio de barreira para prevenir as dests/AIDS. Lembrando que se houver feridas nas regiões desprotegidas pode haver o contágio. Orientou Tb quanto a importância de procurar um médico realizar exames de HIV, HEPATITE, SIFILIS sendo que algumas DSTs podem ficar incubadas no organismo durante semanas, meses e até anos. Lembrando sempre que a maioria das DSTs tem cura e o tratamento é fornecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) de graça. Orientou ainda sobre a hepatite A que tem cura , e a epatite B/C não tem cura somente tratamento, e o contagio ocorre através da relação sexual, a epatite B/C deixa a pessoa amarela.
Durante as perguntas foi questionado a respeito de outros assuntos com Câncer (Ca) e Tuberculose.
Falou sobre o câncer de próstata ,câncer no pulmão, a diferença entre o fumante, e o não fumante, sendo que o pulmão do fumante ele é preto pela nicotina que fica armazenada, e o do não fumante ele é rosado. Orientou sobre a tuberculose e seu contagio que ocorre quando estiver em local fechado e sem ventilação por um grande tempo (convivência diária). Houve da parte dos jovens muito interesse em como se previnir das DSTS, e demais doenças.
Para finalizar a palestra esteve presente, O Pastor Geraldo Vilhena, Coordenador Estadual de Evangelização nas Unidade da Fundação Casa de São Paulo, que fez uma oração pelos jovens presentes e orientou sobre a importância da família.

NELCI PAIVA





quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

O sábio e a vaquinha


O sábio e a vaquinha

Era uma vez, numa terra distante, um sábio chinês e seu discípulo. Certo dia, em suas andanças, avistaram ao longe um casebre. Ao se aproximar, notaram que, a despeito da extrema pobreza do lugar, a casinha era habitada. Naquela área desolada, sem plantações e sem árvores, viviam um homem, uma mulher, seus três filhos pequenos e uma vaquinha magra e cansada. Com fome e sede, o sábio e o discípulo pediram abrigo por algumas horas. Foram bem recebidos. A certa altura, enquanto se alimentava, o sábio perguntou:
“Este é um lugar muito pobre, longe de tudo. Como vocês sobrevivem?”
“O senhor vê aquela vaca? Dela tiramos todo o nosso sustento”, disse o chefe da família. Ela nos dá leite, que bebemos e também transformamos em queijo e coalhada. Quando sobra, vamos à cidade e trocamos o leite e o queijo por outros alimentos. É assim que vivemos.
O sábio agradeceu a hospitalidade e partiu. Nem bem fez a primeira curva da estrada, disse ao discípulo:
“Volte lá, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali em frente e atire-a lá pra baixo.”
O discípulo não acreditou.
“Não posso fazer isso, mestre! Como pode ser tão ingrato? A vaquinha é tudo o que eles têm. Se eu jogá-la no precipício, eles não terão como sobreviver. Sem a vaca, eles morrem!”
O sábio, como convém aos sábios chineses, apenas respirou fundo e repetiu a ordem:
“Vá lá e empurre a vaca no precipício.”
Indignado, porém, resignado, o discípulo voltou ao casebre e, sorrateiramente, conduziu o animal até a beira do abismo e o empurrou. A vaca, previsivelmente, estatelou-se lá embaixo.
Alguns anos se passaram e durante esse tempo o remorso nunca abandonou o discípulo. Num certo dia de primavera, moído pela culpa, abandonou o sábio e decidiu voltar àquele lugar. Queria ver o que tinha acontecido com a família, ajudá-la, pedir desculpas, reparar seu erro de alguma maneira. Ao fazer a curva da estrada, não acreditou no que seus olhos viram. No lugar do casebre desmazelado havia um sítio maravilhoso, com muitas árvores, piscina, carro importado na garagem, antena parabólica. Perto da churrasqueira, estavam três adolescentes robustos, comemorando com os pais a conquista do primeiro milhão de dólares. O coração do discípulo gelou. O que teria acontecido com a família? Decerto, vencidos pela fome, foram obrigados a vender o terreno e ir embora. Nesse momento, pensou o aprendiz, devem estar mendigando em alguma cidade. Aproximou-se, então, do caseiro e perguntou se ele sabia o paradeiro da família que havia morado lá havia alguns anos.
“Claro que sei. Você está olhando para ela”, disse o caseiro, apontando as pessoas ao redor da churrasqueira.
Incrédulo, o discípulo afastou o portão, deu alguns passos e, chegando perto da piscina, reconheceu o mesmo homem de antes, só que mais forte e altivo, a mulher mais feliz, as crianças, que haviam se tornado adolescentes saudáveis. Espantado, dirigiu-se ao homem e disse:
“Mas o que aconteceu? Eu estive aqui com meu mestre uns anos atrás e este era um lugar miserável, não havia nada. O que o senhor fez para melhorar tanto de vida em tão pouco tempo?”
O homem olhou para o discípulo, sorriu e respondeu:
“Nós tínhamos uma vaquinha, de onde tirávamos nosso sustento. Era tudo o que possuíamos. Mas, um dia, ela caiu no precipício e morreu. Para sobreviver, tivemos que fazer outras coisas, desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos. E foi assim, buscando novas soluções, que hoje estamos muito melhor que antes.
(Autor desconhecido)Publicado por Bispo Edir Macedo

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