terça-feira, 16 de junho de 2009
segunda-feira, 15 de junho de 2009
SOCORRO EU PRECISO DE AJUDA.
Conversamos com estas pessoas e tivemos conhecimento de suas vidas do passado, tinham famílias , emprego público etc.Devido aos problemas não tiveram forças para vencer, foram derrotados, moram na rua eles querem a nossa ajuda.







Paulista e Nova Vida
As unidades de Internação Paulista e Nova Vida, da Fundação CASA na Vila Maria, comemoraram o dia das mães nos dias 9 e 10 de maio, em meio a muita musica e orações.
A banda Eterna Aliança e a cantora gospel Cristina Miranda se apresentaram aos internos e familiares, que estavam presentes. Na UI Paulista, o pastor Osvaldo Volpini orou com os jovens, e ressaltou a importância das mães na família e na recuperação dos internos.Já na UI Nova Vida a convidada foi a escritora Carlinda Tinoco, que distribuiu livros e autógrafos, alem de recitar uma poesia em homenagem às mães.
As mães dos adolescentes receberam tratamento de manicure, cabeleireiro e receberam rosas de seus filhos. Para completar a festa foram servidos também salgadinhos, algodão doce e sorvetes.
O diretor da UI Nova Vida, Leandro Medeiros, exaltou a temática religiosa da comemoração “alem da solidariedade o apoio espiritual é essencial para essas mães, que passam por um momento delicado”.












Paulista e Nova Vida
As unidades de Internação Paulista e Nova Vida, da Fundação CASA na Vila Maria, comemoraram o dia das mães nos dias 9 e 10 de maio, em meio a muita musica e orações.
A banda Eterna Aliança e a cantora gospel Cristina Miranda se apresentaram aos internos e familiares, que estavam presentes. Na UI Paulista, o pastor Osvaldo Volpini orou com os jovens, e ressaltou a importância das mães na família e na recuperação dos internos.Já na UI Nova Vida a convidada foi a escritora Carlinda Tinoco, que distribuiu livros e autógrafos, alem de recitar uma poesia em homenagem às mães.
As mães dos adolescentes receberam tratamento de manicure, cabeleireiro e receberam rosas de seus filhos. Para completar a festa foram servidos também salgadinhos, algodão doce e sorvetes.
O diretor da UI Nova Vida, Leandro Medeiros, exaltou a temática religiosa da comemoração “alem da solidariedade o apoio espiritual é essencial para essas mães, que passam por um momento delicado”.





domingo, 14 de junho de 2009
ANTES DO FIM
Antes do fim

Antes do fim
Por Fernando Gazzaneo fernando.gazzaneo@folhauniversal.com.br
Os ponteiros do relógio ainda não marcavam 8h e o Hospital das Clínicas (HC), em São Paulo, estava lotado. Do lado de fora e nos corredores, pacientes aguardavam por atendimento. A agitação era a mesma no Núcleo de Assistência Domiciliar Interdisciplinar (Nadi). Naquela segunda-feira de maio, a rotina de alguns dos profissionais do Nadi se desenrolaria fora das dependências do hospital. Na parede do escritório, finas tiras de papel presas em um mapa da cidade de São Paulo dão a dimensão do trabalho: cada tira representa um dos cerca de 160 pacientes atendidos. Todo dia, duas equipes – formadas por médico, enfermeira, assistente social e fisioterapeuta – partem do HC para atender oito pacientes na capital paulista. O motivo da visita é o mesmo: proporcionar conforto físico e emocional para quem não pode mais contar com as chances de ser curado. O trabalho do Hospital das Clínicas é exemplo de um atendimento médico que tem ganhado força no País nas últimas 2 décadas. Equipes multidisciplinares são formadas para trabalhar com os chamados cuidados paliativos, que consistem em controlar a dor, proporcionar apoio emocional e ajudar na preparação do doente e da família para a iminência da morte. Naquele dia, a primeira paciente a ser atendida pelos profissionais do Nadi foi a aposentada Neide Campos da Silva, que vive com a filha na zona norte da cidade, e sofre de doença degenerativa que ataca o sistema nervoso. O domicílio é frequentado pelos profissionais do HC há 5 meses. Dadas as boas-vindas, é preciso que a equipe convença a paciente de que é necessário verificar se o aparelho que a auxilia na respiração está em perfeito estado. “Qualquer intervenção deve priorizar o bem-estar de quem está doente”, diz a médica Angélica Yamaguchi, responsável pelos cuidados médicos do Nadi. Angélica é geriatra, tem 38 anos e trabalha há pelo menos 13 deles com o atendimento de pacientes em estágio avançado de alguma doença. “Estes são os pacientes que ninguém quer mais atender e que são desprezados com todo seu histórico de vida”, conta. Para lidar de forma tão próxima com fim da vida, como ela relata, é preciso lidar com aquilo que todos os médicos tentam evitar: o sentimento de impotência. “É claro que nos sentimos impotentes. Mas tentamos focar na vida, ainda que esteja por um fio”, reflete.Como a visita do Nadi acontece, geralmente, uma vez por mês, é preciso que a equipe multidisciplinar se encarregue também de treinar algum familiar para realizar os cuidados com o doente. A dona de casa Rosângela Lima acompanha de perto a evolução da doença do filho Thiago, de 27 anos. Ele sofre de uma distrofia muscular que o impossibilita de realizar sozinho as atividades mais simples. A presença dos profissionais do Nadi é motivo para que Rosângela comece a falar, quase sem pausas, do sofrimento vivido.“Eu fico em casa o tempo todo. Não consigo sair de perto dele porque a preocupação está aqui dentro, me acompanha pra onde eu for.” Fora da casa, o tom da conversa entre a mãe e os profissionais é mais tenso. “O meu medo é que ele piore, tenha que ser levado ao hospital e nunca mais volte”, diz Rosangêla. Com cuidado, e firmeza, a médica responde: “Mas isso pode acontecer mesmo. Nós estamos de sobreaviso. Hoje, vimos que ele está respirando melhor, o que é ótimo”, completa Angélica. Nem anos de experiência com terminais deixa os integrantes do Nadi indiferentes . “A gente sofre porque acompanha um paciente durante meses e, depois que ele morre, fica a sensação de vazio. Mas preciso ter a serenidade para poder entrar no quarto ao lado, onde está um outro em situação crítica, e encará-lo como se fosse único”, relata a geriatra Ana Cláudia Arantes. A especialista trabalha com pacientes terminais há mais de 10 anos e, além de coordenar o treinamento de cuidados paliativos no Hospital Albert Einstein, de São Paulo, é também fundadora da Casa do Cuidar, que desempenha atendimento multidisciplinar semelhante ao do Nadi. “Na universidade, o que se aprende é que o sucesso está vinculado à cura. Mas a partir do momento que se entende que não há quem ganhe da morte, você encara o processo de morte como parte da vida e que precisa de cuidados, como no nascimento.” A médica Ana Cláudia exemplifica. “Quando você trabalhar bem, oferecendo conforto físico e emocional para os doentes e familiares, você vai encontrar todo mundo com os olhos vermelhos de choro, mas com um sorriso estampado na face. De alguma forma, aquelas pessoas estavam preparadas. Há uma tristeza pura, não contaminada, mas, acima de tudo, há a certeza de que tudo foi feito.” Em meio a uma rotina marcada por perdas, a impressão de Ana Cláudia é de estar diante (e também de fazer parte) de um filme no qual a cena final é capaz de dar significado a todo o resto da história: Valéria*, após dormir durante 4 dias seguidos sob o efeito de fortes sedativos, era capaz de acordar com um sorriso enternecedor e pedir pão com mortadela e bacon frito para o lanche, com um apetite de bela adormecida; a garota Joana*, que sofria de leucemia, lotou o restaurante do hospital para o aniversário dela e ainda arrumou disposição para ir aos shows de bandas de rock; Carla*, com metástase (câncer generalizado), encarou de frente o tratamento e brindava com uísque o início de todas as noites; e Júlio*, depois de escalar montanhas e despencar de uma delas, considerou um passeio até o café do hospital a melhor viagem da vida dele. São estas cenas simples, recheadas de euforia, e vivenciadas pelos profissionais com os pacientes terminais, que dão a ideia de que o filme todo valeu a pena. * Os nomes dos pacientes foram trocados a pedido dos médicos

AMC (Associação de Mulheres Cristã)

AMC (Associação de Mulheres Cristã) promoveu um mega evento de comemoração do 16ºaniversário da Fundação Casa de PARADA DE TAIPAS. Sra Rosana Gonçalves Oliveira Presidente da AMC fez a abertura parabenizando a unidade e o maravilhoso trabalho do Sr. Caio Rubens (diretor) e Sra. Ana (Coordenadora Pedagógica) que tem feito para todas as internas.Um excelente café da manhã foi servido á todos os convidados (diretor, coordenadores, funcionários, internas, voluntárias da AMC e IURD), com a belíssima apresentação artística do Projeto Guri e Internas (canto, coral e percussão). A cantora Cristina Miranda alegrou a festa com louvores, momento de descontração e muita felicidade.









Mais surpresas, a atriz Karina Bacchi (Rede Record) fez uma manhã de autógrafos, entregou a todas as internas seu livro "Código K" (feito exclusivamente para jovens e adolescentes),





Mais louvores com a cantora Sula Miranda que deixou a seguinte recado: hoje Deus pode mudar a sua história!!! Um grande coral foi feito pelas adolescentes repetindo este refrão.

Também uma mensagem da AMC dizendo que o Pai nunca desiste, levando as internas à reflexão.



Um café especial foi oferecido para todas as
internas






A cantora Isis Regina emocionou à todos com a canção Águas Cristalinas, foi um lindo momento de adoração e louvor juntamente com o Pr. Geraldo Vilhena (responsável pelo trabalho da IURD na Fundação Casa) .


tudo isso com muitos beijos e abraços.È benção, È benção, È benção! Parabéns Internato Parada de Taipas.


Na sequência a jovem Vanessa de Oliveira Fonseca relatou seu testemunho, que deixou sua juventude para ser garota de programa, vida vazia e sofrimentos. Mas quando teve o encontro com o Sr. Jesus tudo foi restaurado.

Antes do fim
Por Fernando Gazzaneo fernando.gazzaneo@folhauniversal.com.br
Os ponteiros do relógio ainda não marcavam 8h e o Hospital das Clínicas (HC), em São Paulo, estava lotado. Do lado de fora e nos corredores, pacientes aguardavam por atendimento. A agitação era a mesma no Núcleo de Assistência Domiciliar Interdisciplinar (Nadi). Naquela segunda-feira de maio, a rotina de alguns dos profissionais do Nadi se desenrolaria fora das dependências do hospital. Na parede do escritório, finas tiras de papel presas em um mapa da cidade de São Paulo dão a dimensão do trabalho: cada tira representa um dos cerca de 160 pacientes atendidos. Todo dia, duas equipes – formadas por médico, enfermeira, assistente social e fisioterapeuta – partem do HC para atender oito pacientes na capital paulista. O motivo da visita é o mesmo: proporcionar conforto físico e emocional para quem não pode mais contar com as chances de ser curado. O trabalho do Hospital das Clínicas é exemplo de um atendimento médico que tem ganhado força no País nas últimas 2 décadas. Equipes multidisciplinares são formadas para trabalhar com os chamados cuidados paliativos, que consistem em controlar a dor, proporcionar apoio emocional e ajudar na preparação do doente e da família para a iminência da morte. Naquele dia, a primeira paciente a ser atendida pelos profissionais do Nadi foi a aposentada Neide Campos da Silva, que vive com a filha na zona norte da cidade, e sofre de doença degenerativa que ataca o sistema nervoso. O domicílio é frequentado pelos profissionais do HC há 5 meses. Dadas as boas-vindas, é preciso que a equipe convença a paciente de que é necessário verificar se o aparelho que a auxilia na respiração está em perfeito estado. “Qualquer intervenção deve priorizar o bem-estar de quem está doente”, diz a médica Angélica Yamaguchi, responsável pelos cuidados médicos do Nadi. Angélica é geriatra, tem 38 anos e trabalha há pelo menos 13 deles com o atendimento de pacientes em estágio avançado de alguma doença. “Estes são os pacientes que ninguém quer mais atender e que são desprezados com todo seu histórico de vida”, conta. Para lidar de forma tão próxima com fim da vida, como ela relata, é preciso lidar com aquilo que todos os médicos tentam evitar: o sentimento de impotência. “É claro que nos sentimos impotentes. Mas tentamos focar na vida, ainda que esteja por um fio”, reflete.Como a visita do Nadi acontece, geralmente, uma vez por mês, é preciso que a equipe multidisciplinar se encarregue também de treinar algum familiar para realizar os cuidados com o doente. A dona de casa Rosângela Lima acompanha de perto a evolução da doença do filho Thiago, de 27 anos. Ele sofre de uma distrofia muscular que o impossibilita de realizar sozinho as atividades mais simples. A presença dos profissionais do Nadi é motivo para que Rosângela comece a falar, quase sem pausas, do sofrimento vivido.“Eu fico em casa o tempo todo. Não consigo sair de perto dele porque a preocupação está aqui dentro, me acompanha pra onde eu for.” Fora da casa, o tom da conversa entre a mãe e os profissionais é mais tenso. “O meu medo é que ele piore, tenha que ser levado ao hospital e nunca mais volte”, diz Rosangêla. Com cuidado, e firmeza, a médica responde: “Mas isso pode acontecer mesmo. Nós estamos de sobreaviso. Hoje, vimos que ele está respirando melhor, o que é ótimo”, completa Angélica. Nem anos de experiência com terminais deixa os integrantes do Nadi indiferentes . “A gente sofre porque acompanha um paciente durante meses e, depois que ele morre, fica a sensação de vazio. Mas preciso ter a serenidade para poder entrar no quarto ao lado, onde está um outro em situação crítica, e encará-lo como se fosse único”, relata a geriatra Ana Cláudia Arantes. A especialista trabalha com pacientes terminais há mais de 10 anos e, além de coordenar o treinamento de cuidados paliativos no Hospital Albert Einstein, de São Paulo, é também fundadora da Casa do Cuidar, que desempenha atendimento multidisciplinar semelhante ao do Nadi. “Na universidade, o que se aprende é que o sucesso está vinculado à cura. Mas a partir do momento que se entende que não há quem ganhe da morte, você encara o processo de morte como parte da vida e que precisa de cuidados, como no nascimento.” A médica Ana Cláudia exemplifica. “Quando você trabalhar bem, oferecendo conforto físico e emocional para os doentes e familiares, você vai encontrar todo mundo com os olhos vermelhos de choro, mas com um sorriso estampado na face. De alguma forma, aquelas pessoas estavam preparadas. Há uma tristeza pura, não contaminada, mas, acima de tudo, há a certeza de que tudo foi feito.” Em meio a uma rotina marcada por perdas, a impressão de Ana Cláudia é de estar diante (e também de fazer parte) de um filme no qual a cena final é capaz de dar significado a todo o resto da história: Valéria*, após dormir durante 4 dias seguidos sob o efeito de fortes sedativos, era capaz de acordar com um sorriso enternecedor e pedir pão com mortadela e bacon frito para o lanche, com um apetite de bela adormecida; a garota Joana*, que sofria de leucemia, lotou o restaurante do hospital para o aniversário dela e ainda arrumou disposição para ir aos shows de bandas de rock; Carla*, com metástase (câncer generalizado), encarou de frente o tratamento e brindava com uísque o início de todas as noites; e Júlio*, depois de escalar montanhas e despencar de uma delas, considerou um passeio até o café do hospital a melhor viagem da vida dele. São estas cenas simples, recheadas de euforia, e vivenciadas pelos profissionais com os pacientes terminais, que dão a ideia de que o filme todo valeu a pena. * Os nomes dos pacientes foram trocados a pedido dos médicos

AMC (Associação de Mulheres Cristã)

AMC (Associação de Mulheres Cristã) promoveu um mega evento de comemoração do 16ºaniversário da Fundação Casa de PARADA DE TAIPAS. Sra Rosana Gonçalves Oliveira Presidente da AMC fez a abertura parabenizando a unidade e o maravilhoso trabalho do Sr. Caio Rubens (diretor) e Sra. Ana (Coordenadora Pedagógica) que tem feito para todas as internas.Um excelente café da manhã foi servido á todos os convidados (diretor, coordenadores, funcionários, internas, voluntárias da AMC e IURD), com a belíssima apresentação artística do Projeto Guri e Internas (canto, coral e percussão). A cantora Cristina Miranda alegrou a festa com louvores, momento de descontração e muita felicidade.









Mais surpresas, a atriz Karina Bacchi (Rede Record) fez uma manhã de autógrafos, entregou a todas as internas seu livro "Código K" (feito exclusivamente para jovens e adolescentes),





Mais louvores com a cantora Sula Miranda que deixou a seguinte recado: hoje Deus pode mudar a sua história!!! Um grande coral foi feito pelas adolescentes repetindo este refrão.

Também uma mensagem da AMC dizendo que o Pai nunca desiste, levando as internas à reflexão.



Um café especial foi oferecido para todas as
internas






A cantora Isis Regina emocionou à todos com a canção Águas Cristalinas, foi um lindo momento de adoração e louvor juntamente com o Pr. Geraldo Vilhena (responsável pelo trabalho da IURD na Fundação Casa) .


tudo isso com muitos beijos e abraços.È benção, È benção, È benção! Parabéns Internato Parada de Taipas.


Na sequência a jovem Vanessa de Oliveira Fonseca relatou seu testemunho, que deixou sua juventude para ser garota de programa, vida vazia e sofrimentos. Mas quando teve o encontro com o Sr. Jesus tudo foi restaurado.
sábado, 13 de junho de 2009
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Médico Ateu se Converte
Médico Ateu se Converte
Bispo Macedo,
meu nome é Pedro Dante. Eu e minha esposa Antonia enviamos ao senhor este e-mail e desejamos ardentemente que ele chegue até ao senhor. Ele relata o meu encontro com Deus.
Bispo, sou formado em medicina e, outrora, totalmente descrente dessa fé. A mesma fé que minha esposa e minha nonna (avó; somos italianos bispo) sempre creram quando chegaram à IURD. Sempre dependi da força de meus braços, dos meus estudos, orgulhoso da medicina que através de mim salvava vidas. Minha esposa há 12 anos lutou por mim, pela minha salvação. Eu nunca aceitei ela me dizer nada a respeito de DEUS ou da IURD. Sempre fomos de condições financeiras ótimas, nunca dependi de ninguém. Minha esposa muito sabiamente sempre lutou pela minha salvação em silêncio, até porque ela sabia e conhecia o marido que tinha. Orgulhoso, que nunca aceitaria ela me falar de DEUS e da sua fé.
Até que em setembro de 2008 aconteceu, na minha vida, o inesperado. Como sou um médico conhecido e reconhecido, recebi um chamado de um amigo para ir até Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, acompanhar um caso de dengue hemorrágica. Neste caso, eu estaria indo ate lá para fazer uma autópsia. Só o corpo desfalecido para, então, ajudar a medicina a encontrar uma injeção contra todos os tipos de dengue.
Era uma jovem de 26 anos, mas bispo, quando eu cheguei, ela já havia sofrido com traumas como paradas respiratórias e estava em coma induzido. Minha junta médica iria controlar a febre e a hemorragia. Como médico, nunca havia visto uma dengue hemorrágica naquele estado, mesmo assim, havia algo diferente no semblante dela.
Essa jovem, uma guerreira de fé, bispo, e da mesma fé que minha esposa tem. Quando cheguei com minha equipe médica, avaliamos o caso e ela estava muito mal. Era para estar morta, devido a muitas paradas respiratórias. Durante a madrugada, quando ela saiu do coma, minha equipe me chamou.
Eu ainda não havia conversado com ela devido ao seu estado. Ela me disse: Doutor, eu não sei o que o Senhor Jesus vai fazer nessa noite, não sei o que Ele quer, mas sei que a vontade d’Ele vai ser feita na minha vida. E, mesmo se Ele quiser me levar hoje, o senhor não poderá fazer nada. Pode ficar fazendo massagens, dar choques, o que o senhor tiver de fazer, mas só volto se DEUS assim quiser porque minha vida está n’Ele!
Bispo Macedo, aquilo foi um absurdo para mim, porque eu, com todo o meu orgulho, nunca aceitaria uma menina me dizer aquilo. Ela foi realmente abusada. Ninguém antes havia falado comigo daquela forma em toda minha vida. O detalhe é que ela nunca tinha me visto antes. Eu disse à equipe que trabalha comigo: Quem é o profissional aqui? Quem estudou e se especializou na medicina humana durante anos, e agora vem essa jovem, uma menina me afrontar dessa maneira. Quem ela pensa que é? Enquanto eu estudava e salvava vidas, ela estava na igreja servindo a esse DEUS dela!
Bispo, eu sai do quarto dessa jovem que se chama Charlene. Eu sai dali aos berros, irado com tudo aquilo. Ela, mesmo naquela situação, crendo no que não via, porque ela estava aos frangalhos. Quando mais uma vez, o inesperado aconteceu. Naquela madrugada, bispo, essa jovem veio a falecer. Na mesma hora, recordei o que ela havia me dito poucos minutos antes. Rapidamente, comecei a fazer as massagens e usei o desfibrilador. Fiquei durante 40 minutos tentando reanimá-la. Já esgotado das minhas forças, minha equipe parou de me auxiliar e ficou me olhando. Quando o meu auxiliar-chefe e amigo segurou os meus braços e disse: Pedro, chega ela morreu; acabou!
Bispo, eu sai daquele lugar e fui chorar humilhado. Eu disse à minha equipe: “Eu nunca perdi ninguém nesses 35 anos de medicina, e vem essa jovem abusada e me envergonha diante de todos com essa fé nesse DEUS dela (sempre me lembrando da minha esposa que é da mesma fé e igreja da Charlene). Minha junta médica, de cabeça baixa, diante da minha ira e meu transtorno. Depois de alguns minutos, me controlei, recuperei o ar e fui à família dizer que a Charlene havia vindo a óbito.
Eu conversava com a família: Eu fiz tudo que eu pude tentando trazê-la à vida, mas a Charlene veio a óbito. QUANDO A ENFERMEIRA ENTRA CORRENDO E GRITANDO NA SALA: DOUTOR PEDRO, A PACIENTE NÃO MORREU. ELA VOLTOU!!!!!!!!!!!!! BISPO MACEDO, DEPOIS DE TENTAR E ESGOTAR A MINHAS FORÇAS E TODOS OS MEUS CONHECIMENTOS MÉDICOS, E COMUNICAR À FAMILIA O ÓBITO, ELA VOLTA DO NADA. EU JA TINHA DADO O HORÁRIO DE ÓBITO. ELA ESTAVA EM OUTRA SALA. TODOS COM OS PREPARATIVOS NECESSÁRIOS E EU COM A FAMÍLIA DELA. QUANDO ELA VOLTA….
A MINHA CABEÇA NÃO ENTENDEU NADA. REALMENTE, DE NADA ME SERVIRAM OS ANOS DE ESTUDOS, ESPECIALIZAÇÕES E FORMAÇÃO DIANTE DAQUILO. QUANDO ENTREI NA SALA, ELA ESTAVA SENTADA, ‘SORRINDO’. FUI EXAMINÁ-LA, PERPLEXO, SEM ENTENDER NADA, SEM AO MENOS CONSEGUIR OLHA-LA NOS OLHOS.
Sai dali e fui ligar para minha esposa que estava em Campinas (SP), onde morávamos. Ela estava acordada, preparando tudo, porque estávamos de mudança para Portugal. Eu disse para ela: Antonia me ajude, porque não sei o que aconteceu. Não estou entendendo nada.
Expliquei para ela tudo que tinha acontecido naquela madrugada. Antonia disse: Pedro, meu querido, eu sabia que isto um dia iria acontecer. DEUS iria quebrar a suas pernas para você conhecê-lo. Fica tranquilo que tudo vai ser esclarecido. DEUS fez tudo isso só por tua causa.
Chorei muito naquela madrugada. Não consegui dormir enquanto não amanheceu para então conversar com essa jovem.
Pela manhã, logo cedo, fui vê-la. Bispo Macedo, ela me falou de JESUS, de todo o sacrifício d’Ele por mim. Ela me falou que está nas mãos de DEUS e que, em tempo algum, teve medo, porque sabia em quem ela tem crido. E me convidou para ir à Catedral, no domingo, pela manhã, antes de retornar a São Paulo. Disse que eu não tinha mais tempo a perder para participar da reunião na Igreja Universal.
Então, disse a ela que minha esposa, Antonia, era dessa igreja havia 12 anos, e sempre quis me levar com ela. Sempre lutou por mim. Charlene disse: DEUS ouviu as orações da sua esposa, doutor. Os propósitos dela a teu favor. Nessa madrugada, O MEU DEUS teve de usar uma ‘morta’ pra salvar a sua alma, porque Ele havia usado muitos ‘vivos’ ,mas o senhor não dava ouvidos para DEUS.
Fui até a Catedral de Campo Grande (MS), onde o bispo disse: que DEUS age quando a medicina não pode mais agir. Que esse é o DEUS na Igreja Universal. Até pensei que a Charlene ou alguém havia dito para ele o que aconteceu, mas era DEUS falando para mim. Participei da reunião ainda perplexo com tudo aquilo. Sai dali com aquelas palavras e ainda tentando entender tudo que havia acontecido. Conversei com os pastores e esposas amigos da dona Charlene que acompanharam tudo de perto, pelo telefone e e-mails, porque eles moram em Porto Alegre (RS). São eles: Pr. Davyd Windsor e dona Jecy, Pr. Cristiano e Dona Paula, como dona Charlene diz, amigos mais próximos que irmãos na vida dela. O pr. Davyd, por e-mail, me disse : Dr. Pedro, desde o começo, o alvo não era a Charlene, porque ela já está salva! O alvo de DEUS era o senhor!
Bispo, voltei para São Paulo, encontrei minha esposa, a Antonia. No ato, ela me disse que eu não era o mesmo Pedro que ela havia visto da última vez! Mesmo com a viagem marcada para Portugal fomos até a IURD do Brás, onde pedimos aos pastores para conversarmos com o Bispo Romualdo, Bispo Jadson ou o pr. Edson, mas a pastora disse que o Bp. Romualdo estava viajando e que o Bp. Jadson e o pr. Edson não estavam atendendo. Mesmo assim, participei da reunião com a minha esposa.
O bp. Jadson chamou as pessoas que queriam entregar a vida para DEUS. Eu fui até a frente e me entreguei. Imediatamente, houve a PAZ, O GOZO. Havia saído TONELADAS das minhas costas. Agora entendo tudo o que DEUS fez por minha alma. O sacrifício do SEU FILHO, O MEU SENHOR JESUS. HOJE, EU O ASSUMO COMO MEU SENHOR. Entendo que o que aconteceu em Campo Grande foi para eu conhecer a DEUS. Tenho um encontro com DEUS! Hoje moramos em Portugal. Estou construindo o meu Hospital. Meus filhos também já eram da IURD junto com a minha Antonia. A minha nonna (in memorian), que lutou por mim, pode sentir em mim o perfume de JESUS. Ela também era da IURD. No terremoto que teve na Itália, em L’aquila, minha nonna foi ter com JESUS. Sou conformado porque ela está salva e, se o mesmo acontecer comigo, tenho certeza que estarei salvo.
Bom, Bispo Macedo, esse foi o meu encontro com DEUS. Tentei resumi-lo e não entrar em tantos detalhes… mas é isso, Deus me salvou, reconheço que só Ele tem domínio e Poder de tudo. E que tudo é possível àquele que crê. Até para a morte!
Dias depois de tudo que ocorreu naquele hospital, foi internada uma paciente com dengue hemorrágica. Ela faleceu. Só uma detalhe bispo: Essa outra paciente servia aos encostos e o semblante dela era pesado, triste. Faleceu com o rosto de agonia, totalmente diferente e oposto ao que eu havia visto dias antes, o Poder de DEUS.
Dona Charlene está totalmente recuperada, sem nenhuma sequela, para quem teve 13 paradas respiratórias, hemorragias internas, ficou 40 minutos sem batimentos cardíacos e respiratórios, entre comas e comas induzidos. Depois disso tudo, ressuscitar sorrindo é realmente um milagre do Poder do nosso DEUS! Ela me disse que não é contra a medicina, que é de DEUS, mas é limitada. E o nosso DEUS não tem limites! Antonia agradeçe a DEUS todos os dias pelo que aconteceu porque o antigo Pedro, orgulhoso, nunca reconheceria que isso é um milagre, se não acontecesse comigo.
Espero que esse e-mail chegue ao senhor Bispo. Me perdoe por tudo que disse do senhor e da sua fé antes. Já pedi perdão à Antonia porque eu a chamava de ‘Macedina’. Por favor bispo, minha sinceras desculpas, e meu grande agradecimento pelo senhor ter sido perseverante diante de tantas dificuldades que viveu ( Li o LIVRO ‘O BISPO’) para resgatar as almas e a minha alma.
*Detalhe bispo, antes eu era conhecido como ”DR. HOUSE” incrédulo! Hoje Dr. Pedro, um homem nascido de DEUS.
Em fé, Pedro Dante e Família
Publicado por Edir Macedo
Bispo Macedo,
meu nome é Pedro Dante. Eu e minha esposa Antonia enviamos ao senhor este e-mail e desejamos ardentemente que ele chegue até ao senhor. Ele relata o meu encontro com Deus.
Bispo, sou formado em medicina e, outrora, totalmente descrente dessa fé. A mesma fé que minha esposa e minha nonna (avó; somos italianos bispo) sempre creram quando chegaram à IURD. Sempre dependi da força de meus braços, dos meus estudos, orgulhoso da medicina que através de mim salvava vidas. Minha esposa há 12 anos lutou por mim, pela minha salvação. Eu nunca aceitei ela me dizer nada a respeito de DEUS ou da IURD. Sempre fomos de condições financeiras ótimas, nunca dependi de ninguém. Minha esposa muito sabiamente sempre lutou pela minha salvação em silêncio, até porque ela sabia e conhecia o marido que tinha. Orgulhoso, que nunca aceitaria ela me falar de DEUS e da sua fé.
Até que em setembro de 2008 aconteceu, na minha vida, o inesperado. Como sou um médico conhecido e reconhecido, recebi um chamado de um amigo para ir até Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, acompanhar um caso de dengue hemorrágica. Neste caso, eu estaria indo ate lá para fazer uma autópsia. Só o corpo desfalecido para, então, ajudar a medicina a encontrar uma injeção contra todos os tipos de dengue.
Era uma jovem de 26 anos, mas bispo, quando eu cheguei, ela já havia sofrido com traumas como paradas respiratórias e estava em coma induzido. Minha junta médica iria controlar a febre e a hemorragia. Como médico, nunca havia visto uma dengue hemorrágica naquele estado, mesmo assim, havia algo diferente no semblante dela.
Essa jovem, uma guerreira de fé, bispo, e da mesma fé que minha esposa tem. Quando cheguei com minha equipe médica, avaliamos o caso e ela estava muito mal. Era para estar morta, devido a muitas paradas respiratórias. Durante a madrugada, quando ela saiu do coma, minha equipe me chamou.
Eu ainda não havia conversado com ela devido ao seu estado. Ela me disse: Doutor, eu não sei o que o Senhor Jesus vai fazer nessa noite, não sei o que Ele quer, mas sei que a vontade d’Ele vai ser feita na minha vida. E, mesmo se Ele quiser me levar hoje, o senhor não poderá fazer nada. Pode ficar fazendo massagens, dar choques, o que o senhor tiver de fazer, mas só volto se DEUS assim quiser porque minha vida está n’Ele!
Bispo Macedo, aquilo foi um absurdo para mim, porque eu, com todo o meu orgulho, nunca aceitaria uma menina me dizer aquilo. Ela foi realmente abusada. Ninguém antes havia falado comigo daquela forma em toda minha vida. O detalhe é que ela nunca tinha me visto antes. Eu disse à equipe que trabalha comigo: Quem é o profissional aqui? Quem estudou e se especializou na medicina humana durante anos, e agora vem essa jovem, uma menina me afrontar dessa maneira. Quem ela pensa que é? Enquanto eu estudava e salvava vidas, ela estava na igreja servindo a esse DEUS dela!
Bispo, eu sai do quarto dessa jovem que se chama Charlene. Eu sai dali aos berros, irado com tudo aquilo. Ela, mesmo naquela situação, crendo no que não via, porque ela estava aos frangalhos. Quando mais uma vez, o inesperado aconteceu. Naquela madrugada, bispo, essa jovem veio a falecer. Na mesma hora, recordei o que ela havia me dito poucos minutos antes. Rapidamente, comecei a fazer as massagens e usei o desfibrilador. Fiquei durante 40 minutos tentando reanimá-la. Já esgotado das minhas forças, minha equipe parou de me auxiliar e ficou me olhando. Quando o meu auxiliar-chefe e amigo segurou os meus braços e disse: Pedro, chega ela morreu; acabou!
Bispo, eu sai daquele lugar e fui chorar humilhado. Eu disse à minha equipe: “Eu nunca perdi ninguém nesses 35 anos de medicina, e vem essa jovem abusada e me envergonha diante de todos com essa fé nesse DEUS dela (sempre me lembrando da minha esposa que é da mesma fé e igreja da Charlene). Minha junta médica, de cabeça baixa, diante da minha ira e meu transtorno. Depois de alguns minutos, me controlei, recuperei o ar e fui à família dizer que a Charlene havia vindo a óbito.
Eu conversava com a família: Eu fiz tudo que eu pude tentando trazê-la à vida, mas a Charlene veio a óbito. QUANDO A ENFERMEIRA ENTRA CORRENDO E GRITANDO NA SALA: DOUTOR PEDRO, A PACIENTE NÃO MORREU. ELA VOLTOU!!!!!!!!!!!!! BISPO MACEDO, DEPOIS DE TENTAR E ESGOTAR A MINHAS FORÇAS E TODOS OS MEUS CONHECIMENTOS MÉDICOS, E COMUNICAR À FAMILIA O ÓBITO, ELA VOLTA DO NADA. EU JA TINHA DADO O HORÁRIO DE ÓBITO. ELA ESTAVA EM OUTRA SALA. TODOS COM OS PREPARATIVOS NECESSÁRIOS E EU COM A FAMÍLIA DELA. QUANDO ELA VOLTA….
A MINHA CABEÇA NÃO ENTENDEU NADA. REALMENTE, DE NADA ME SERVIRAM OS ANOS DE ESTUDOS, ESPECIALIZAÇÕES E FORMAÇÃO DIANTE DAQUILO. QUANDO ENTREI NA SALA, ELA ESTAVA SENTADA, ‘SORRINDO’. FUI EXAMINÁ-LA, PERPLEXO, SEM ENTENDER NADA, SEM AO MENOS CONSEGUIR OLHA-LA NOS OLHOS.
Sai dali e fui ligar para minha esposa que estava em Campinas (SP), onde morávamos. Ela estava acordada, preparando tudo, porque estávamos de mudança para Portugal. Eu disse para ela: Antonia me ajude, porque não sei o que aconteceu. Não estou entendendo nada.
Expliquei para ela tudo que tinha acontecido naquela madrugada. Antonia disse: Pedro, meu querido, eu sabia que isto um dia iria acontecer. DEUS iria quebrar a suas pernas para você conhecê-lo. Fica tranquilo que tudo vai ser esclarecido. DEUS fez tudo isso só por tua causa.
Chorei muito naquela madrugada. Não consegui dormir enquanto não amanheceu para então conversar com essa jovem.
Pela manhã, logo cedo, fui vê-la. Bispo Macedo, ela me falou de JESUS, de todo o sacrifício d’Ele por mim. Ela me falou que está nas mãos de DEUS e que, em tempo algum, teve medo, porque sabia em quem ela tem crido. E me convidou para ir à Catedral, no domingo, pela manhã, antes de retornar a São Paulo. Disse que eu não tinha mais tempo a perder para participar da reunião na Igreja Universal.
Então, disse a ela que minha esposa, Antonia, era dessa igreja havia 12 anos, e sempre quis me levar com ela. Sempre lutou por mim. Charlene disse: DEUS ouviu as orações da sua esposa, doutor. Os propósitos dela a teu favor. Nessa madrugada, O MEU DEUS teve de usar uma ‘morta’ pra salvar a sua alma, porque Ele havia usado muitos ‘vivos’ ,mas o senhor não dava ouvidos para DEUS.
Fui até a Catedral de Campo Grande (MS), onde o bispo disse: que DEUS age quando a medicina não pode mais agir. Que esse é o DEUS na Igreja Universal. Até pensei que a Charlene ou alguém havia dito para ele o que aconteceu, mas era DEUS falando para mim. Participei da reunião ainda perplexo com tudo aquilo. Sai dali com aquelas palavras e ainda tentando entender tudo que havia acontecido. Conversei com os pastores e esposas amigos da dona Charlene que acompanharam tudo de perto, pelo telefone e e-mails, porque eles moram em Porto Alegre (RS). São eles: Pr. Davyd Windsor e dona Jecy, Pr. Cristiano e Dona Paula, como dona Charlene diz, amigos mais próximos que irmãos na vida dela. O pr. Davyd, por e-mail, me disse : Dr. Pedro, desde o começo, o alvo não era a Charlene, porque ela já está salva! O alvo de DEUS era o senhor!
Bispo, voltei para São Paulo, encontrei minha esposa, a Antonia. No ato, ela me disse que eu não era o mesmo Pedro que ela havia visto da última vez! Mesmo com a viagem marcada para Portugal fomos até a IURD do Brás, onde pedimos aos pastores para conversarmos com o Bispo Romualdo, Bispo Jadson ou o pr. Edson, mas a pastora disse que o Bp. Romualdo estava viajando e que o Bp. Jadson e o pr. Edson não estavam atendendo. Mesmo assim, participei da reunião com a minha esposa.
O bp. Jadson chamou as pessoas que queriam entregar a vida para DEUS. Eu fui até a frente e me entreguei. Imediatamente, houve a PAZ, O GOZO. Havia saído TONELADAS das minhas costas. Agora entendo tudo o que DEUS fez por minha alma. O sacrifício do SEU FILHO, O MEU SENHOR JESUS. HOJE, EU O ASSUMO COMO MEU SENHOR. Entendo que o que aconteceu em Campo Grande foi para eu conhecer a DEUS. Tenho um encontro com DEUS! Hoje moramos em Portugal. Estou construindo o meu Hospital. Meus filhos também já eram da IURD junto com a minha Antonia. A minha nonna (in memorian), que lutou por mim, pode sentir em mim o perfume de JESUS. Ela também era da IURD. No terremoto que teve na Itália, em L’aquila, minha nonna foi ter com JESUS. Sou conformado porque ela está salva e, se o mesmo acontecer comigo, tenho certeza que estarei salvo.
Bom, Bispo Macedo, esse foi o meu encontro com DEUS. Tentei resumi-lo e não entrar em tantos detalhes… mas é isso, Deus me salvou, reconheço que só Ele tem domínio e Poder de tudo. E que tudo é possível àquele que crê. Até para a morte!
Dias depois de tudo que ocorreu naquele hospital, foi internada uma paciente com dengue hemorrágica. Ela faleceu. Só uma detalhe bispo: Essa outra paciente servia aos encostos e o semblante dela era pesado, triste. Faleceu com o rosto de agonia, totalmente diferente e oposto ao que eu havia visto dias antes, o Poder de DEUS.
Dona Charlene está totalmente recuperada, sem nenhuma sequela, para quem teve 13 paradas respiratórias, hemorragias internas, ficou 40 minutos sem batimentos cardíacos e respiratórios, entre comas e comas induzidos. Depois disso tudo, ressuscitar sorrindo é realmente um milagre do Poder do nosso DEUS! Ela me disse que não é contra a medicina, que é de DEUS, mas é limitada. E o nosso DEUS não tem limites! Antonia agradeçe a DEUS todos os dias pelo que aconteceu porque o antigo Pedro, orgulhoso, nunca reconheceria que isso é um milagre, se não acontecesse comigo.
Espero que esse e-mail chegue ao senhor Bispo. Me perdoe por tudo que disse do senhor e da sua fé antes. Já pedi perdão à Antonia porque eu a chamava de ‘Macedina’. Por favor bispo, minha sinceras desculpas, e meu grande agradecimento pelo senhor ter sido perseverante diante de tantas dificuldades que viveu ( Li o LIVRO ‘O BISPO’) para resgatar as almas e a minha alma.
*Detalhe bispo, antes eu era conhecido como ”DR. HOUSE” incrédulo! Hoje Dr. Pedro, um homem nascido de DEUS.
Em fé, Pedro Dante e Família
Publicado por Edir Macedo
quinta-feira, 11 de junho de 2009
quarta-feira, 10 de junho de 2009
INFORMATIVO FUNDAÇÃO CASA NÃO TOLERA MAUS-TRATOS
Fundação Casa não tolera maus-tratos
Por Lucas Tavares
Em artigo publicado na revista eletrônica Consultor Jurídico no último domingo (7/6), Alexandre Pontieri faz uma oportuna e interessante análise sobre a prática da tortura no passado e em tempos atuais (Clique aqui para ler o artigo publicado). No entanto, muito provavelmente por desinformação, o advogado errou a escrever que a Febem de São Paulo é comparável a Guantánamo, Abu Ghraib e outros estabelecimentos prisionais lamentavelmente reconhecidos por desrespeitar os direitos humanos.
A antiga Febem de São Paulo, citada no texto, deu lugar no final de 2006 à atual Fundação CASA. Na história da extinta e antiga entidade, que fora criada no regime militar, houve uma série de denúncias de maus-tratos contra adolescentes. Na atual Fundação CASA, é notório que mudanças aconteceram e as denúncias do gênero, diminuíram.
A Fundação CASA de hoje é uma instituição que respeita os direitos humanos dos adolescentes. A CASA, frise-se, não tolera casos de maus-tratos. Quando eles são detectados, os funcionários são investigados e punidos, com demissão por justa causa. Em 2008, 12 servidores foram desligados desta maneira, após serem alvo de processos administrativos em que respondiam pela prática de violar direitos.
A Fundação CASA conta com uma Ouvidoria aberta à sociedade e aos adolescentes atendidos. Tem, também, uma Corregedoria Geral, com poder e independência para apurar os casos em que há suspeitas de má-conduta de funcionários. Importante ressaltar que, em todos os casos de suspeitas de maus-tratos, o Ministério Público e a Polícia Judiciária participam das apurações, em acordo com o que rezam a legislação e os estados democráticos de direito.
Afora o cuidado para que os direitos dos jovens sejam respeitados, a Fundação CASA investiu nos últimos quatro anos em mudanças estruturais na política de atendimento ao adolescente. Com a descentralização, 44 unidades novas e com capacidade para no máximo 56 jovens foram criadas. Elas permitiram a desativação do antigo Complexo do Tatuapé, em outubro de 2007, e o esvaziamento dos demais complexos.
A Fundação CASA, que não mais opera com unidades superlotadas, superou em muito a antiga Febem. Nos últimos três anos, por conta das reformulações levadas a cabo, a taxa de reincidência na medida socioeducativa de internação caiu mais de 50%. O índice era de 29% em 2006 e despencou para 14% nos cinco primeiros meses deste ano.
Outra marca lamentável da antiga Febem – a das violentas rebeliões – está sendo apagada. Em 2003, houve um recorde de 80 motins. Com a Fundação CASA, obteve-se marca inversa – no ano inteiro de 2008, foram somente 3 rebeliões; neste ano, nenhuma.
Nas novas unidades, é cada vez mais comum adolescentes serem encaminhados ao mercado de trabalho e à universidade. Em Sorocaba, só para ficar num exemplo, cinco internos acabam de ser contratados com carteira assinada. Tudo isso é fruto de uma mudança de filosofia de trabalho. Hoje, os jovens na Fundação não são números, mas pessoas que passam por um programa individual de atendimento (PIA), conforme determina o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativa (SINASE) e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Dado este contexto, pode-se dizer que a Fundação CASA e o Governo de São Paulo são referência nacional no atendimento aos jovens em conflito com a lei. Um status conseguido com trabalho e seriedade e que não deve ser maculado com afirmações descuidadas.
Por Lucas Tavares
Em artigo publicado na revista eletrônica Consultor Jurídico no último domingo (7/6), Alexandre Pontieri faz uma oportuna e interessante análise sobre a prática da tortura no passado e em tempos atuais (Clique aqui para ler o artigo publicado). No entanto, muito provavelmente por desinformação, o advogado errou a escrever que a Febem de São Paulo é comparável a Guantánamo, Abu Ghraib e outros estabelecimentos prisionais lamentavelmente reconhecidos por desrespeitar os direitos humanos.
A antiga Febem de São Paulo, citada no texto, deu lugar no final de 2006 à atual Fundação CASA. Na história da extinta e antiga entidade, que fora criada no regime militar, houve uma série de denúncias de maus-tratos contra adolescentes. Na atual Fundação CASA, é notório que mudanças aconteceram e as denúncias do gênero, diminuíram.
A Fundação CASA de hoje é uma instituição que respeita os direitos humanos dos adolescentes. A CASA, frise-se, não tolera casos de maus-tratos. Quando eles são detectados, os funcionários são investigados e punidos, com demissão por justa causa. Em 2008, 12 servidores foram desligados desta maneira, após serem alvo de processos administrativos em que respondiam pela prática de violar direitos.
A Fundação CASA conta com uma Ouvidoria aberta à sociedade e aos adolescentes atendidos. Tem, também, uma Corregedoria Geral, com poder e independência para apurar os casos em que há suspeitas de má-conduta de funcionários. Importante ressaltar que, em todos os casos de suspeitas de maus-tratos, o Ministério Público e a Polícia Judiciária participam das apurações, em acordo com o que rezam a legislação e os estados democráticos de direito.
Afora o cuidado para que os direitos dos jovens sejam respeitados, a Fundação CASA investiu nos últimos quatro anos em mudanças estruturais na política de atendimento ao adolescente. Com a descentralização, 44 unidades novas e com capacidade para no máximo 56 jovens foram criadas. Elas permitiram a desativação do antigo Complexo do Tatuapé, em outubro de 2007, e o esvaziamento dos demais complexos.
A Fundação CASA, que não mais opera com unidades superlotadas, superou em muito a antiga Febem. Nos últimos três anos, por conta das reformulações levadas a cabo, a taxa de reincidência na medida socioeducativa de internação caiu mais de 50%. O índice era de 29% em 2006 e despencou para 14% nos cinco primeiros meses deste ano.
Outra marca lamentável da antiga Febem – a das violentas rebeliões – está sendo apagada. Em 2003, houve um recorde de 80 motins. Com a Fundação CASA, obteve-se marca inversa – no ano inteiro de 2008, foram somente 3 rebeliões; neste ano, nenhuma.
Nas novas unidades, é cada vez mais comum adolescentes serem encaminhados ao mercado de trabalho e à universidade. Em Sorocaba, só para ficar num exemplo, cinco internos acabam de ser contratados com carteira assinada. Tudo isso é fruto de uma mudança de filosofia de trabalho. Hoje, os jovens na Fundação não são números, mas pessoas que passam por um programa individual de atendimento (PIA), conforme determina o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativa (SINASE) e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Dado este contexto, pode-se dizer que a Fundação CASA e o Governo de São Paulo são referência nacional no atendimento aos jovens em conflito com a lei. Um status conseguido com trabalho e seriedade e que não deve ser maculado com afirmações descuidadas.
IURD comemora aniversário da Fundação Casa ITAQUAQUECETUBA(casa dois)

Dia de festa, aniversário da Fundação CASA Itaquaquecetuba casa dois e Sra. Wanda (Diretora da Unidade) relatou sua felicidade do trabalho dos Voluntários da Igreja Universal com os internos.A Coordenadora Pedagógica Juraci, o Professor Sidney e a Agente Educacional Katiane mostrou com satisfação o que a unidade oferece para os internos ajudando a formação desses jovens. Exemplo sala de computação, sala de exposição de tarefas manuais, sempre seguindo a Missão, Valores e Visão consensados pelos responsáveis da Unidade CASA.Sendo: Missão: Executar a medida socioeducativa de forma humana e respeitosa; Valores: Solidariedade, justiça, ética, protagonismo e paz; Visão...: A unidade pretende que a educação em suas diversas formas, seja o eixo norteador desses jovens. Tudo isto feito com muita seriedade, comprometimento e carinho pois o futuro destes jovens são de prioridade para a Fundação.



Não poderia faltar nesta festa os familiares dos internos que receberam os serviços de cabeleireiros (voluntários da IURD), a apresentação musical da cantora Joyce, algodão doce, salgados, lanches, refrigerantes e bolo.Pr. Geraldo Vilhena fez uma oração especial pelos familiares e internos levando uma palavra de esperança e solidariedade.Descobrimos que os salgadinhos foram feitos pelos internos (Que Maravilha!) mais uma oportunidade de trabalho que a fundação proporciona. Todos os funcionários, familiares e internos ficaram felizes e satisfeitos, agradecendo aos voluntários da IURD.Parabéns CASA Itaquaquecetuba, por mais um ano de funcionamento e que esta parceria IURD e FUNDAÇÃO tenha como resultado Jovens Alegres e reintegrados a sociedade.
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