quinta-feira, 6 de novembro de 2014

A história da gripe e da aranha

A história da gripe e da aranha

Era uma vez, uma aranha que vivia muito insatisfeita na roça onde nascera...














Era uma vez, uma aranha que vivia muito insatisfeita na roça onde nascera. Sonhava com a cidade grande, as luzes, os arranha-céus, calçadas cheias de pessoas e lojas com atraentes vitrines.
Na sua imaginação, a cidade representava a maior aventura que uma aranha podia ter na vida, e a roça, a rotina, a mesmice, a mais completa falta do que fazer. Assim, vivia a reclamar do seu cantinho, encontrando defeito em tudo que a rodeava.
Distante dali, na agitação da metrópole, vivia dona Gripe que, ao contrário da dona Aranha, desejava morar no interior. Queria desfrutar da natureza em todo o seu esplendor.
Queria sentir o cheiro do mato pela manhã, o perfume dos pomares. Queria sentir a paz de ver o gado pastando no campo e de ver as horas passando devagar, quase parando. Sonhava com uma casinha simples, com fumaça de fogão à lenha saindo pela chaminé. "Eta vida boa" , pensava dona Gripe. Por isso, também, achava defeito em tudo que a cercava e não sentia graça em nada que a vida na cidade lhe oferecia.
Determinada a encontrar a felicidade, cada uma delas deixou sua casa e partiu em direção oposta. A Aranha tomou a estrada para a cidade, e a Gripe deixava a cidade para ir morar na roça.
No meio da estrada, as duas se encontraram e começaram a conversar. Sem saber que cada uma delas buscava o destino da outra, trocaram cumprimentos, algumas palavras e votos de boa sorte. Depois, cada uma seguiu o seu caminho, em busca da realização de seu sonho.
O tempo passou e, num belo dia, as duas se encontraram no mesmo lugar da estrada. A Aranha voltava para o campo e a Gripe seguia em direção à cidade.
- Não é a senhora a dona Gripe que encontrei, neste mesmo lugar, há algum tempo? Perguntou a Aranha.
- Sim, sou eu mesma. E você? Não me digas que estás a voltar para a roça? Perguntou a Gripe.
- Cansei da cidade, dona Gripe. Sabe, na roça eu construía a minha casa nas varandas das casas e ninguém me molestava. E, no inverno, quando estava muito frio lá fora, eu até tecia no teto das salas sem ninguém me incomodar. Mas, na cidade, onde quer que eu começasse a construir minha teia, lá vinha alguém com uma vassoura para destruí-la. Eu andava sempre agoniada, temendo, um dia, ser engolida por um aspirador. Chegou o dia em que decidi que não aguentava mais e percebi, então, que eu era feliz, mesmo, na roça.
- Pois eu também, minha amiga. Volto desiludida com a roça. Na cidade, quando eu aparecia, logo me agasalhavam, me levavam para a casa, me tratavam com o maior cuidado. As vezes por uma semana inteira! Lá na roça é diferente. Eles me dão um chá qualquer e me levam muito cedo, ainda serenando, para tirar leite de vaca no curral. Depois, descalços, me levam para capinar o pasto. Trabalham de escuro a escuro, sem a menor consideração para comigo. Passei maus bocados na roça, pois era obrigada a vagar, de um lado para outro, procurando alguém que soubesse me tratar como devia. Como não achei, resolvi voltar para a cidade. Disse a dona Gripe.
E lá se foi a dona Aranha de volta para a roça e a dona Gripe para a cidade.





Em clima de muita festa, Voluntários da UNIVERSAL.  estiveram presentes, neste último sábado na Fundação Casa Franco da Rocha ,para fazer a festa em um evento maravilhoso, e dessa vez ao ar livre, embaixo de muitas árvores, para sentir a natureza, e a presença de Deus, pois ele e o criador de tudo. E foi feita várias atrações para os internos e familiares. Para dar início ao evento esteve presente o Pastor Geraldo Vilhena Coordenador de Evangelização, nas unidades da Fundação Casa de São Paulo, orou por todos os adolescentes e famílias presentes, e disse: Tudo o que vamos fazer aqui hoje é verdade, e é para abençõar a sua vida se você quizer entregar a sua vida para Senhor Jesus basta você abrir o coração . e também na oração pediu para que Jesus tocasse no coração de todos também deu uma palavra sobre salvação, falou da importância do novo nascimento, e de ter um encontro com Deus .






Em seguida A CIA Teatral Força Jovem apresentou uma peça que emocionou a todos os presentes, a peça conta a História de uma pessoa, na qual sua alma foi leiloada,( Leilão de uma alma). A primeira que vem da o primeiro lance, foi a religião, o segundo lance prostituição, terceiro lance bebidas, curtição, quarto lance foi a ganância, e drogas, e por último a morte que deu um lance maior, já no últimoenhor Jesus que resgata sua alma tirando todas as correntes do mal, e lhe dá uma nova chanc










































MORTE 
Dando segmento ao evento foi servido muito bolo, refrigerante.




















Enquanto era servido a animação ficou por conta da. Da força jovem onde cantaram e alegraram a todos os adolescentes e muitos deles até dançaram funk, foi momentos alegres que ficaram na lembraça de todos.


















Os jovens Amauri E Robson (Projeto Dose Mais Forte) relataram as experiências que tiveram com as drogas, crimes, facções e o momento que perceberam que nada daquilo preenchia o vazio que tinham, o risco que corriam, que precisavam de uma dose mais forte para mudar aquela situação. Neste momento os internos e familiares ficaram atentos pois queriam saber o segredo da mudança. Foi aberto espaço para perguntas e respostas e uma delas qwue mais me chamou a atenção foi a de uma mãe de um interno que fez a seguinte pergunta: Robson qual foi o momento da sua vida que você disse eu preciso parar? Robson: Quando eu acordei em um leito de hospital com vários aparelhos chewio de tubos quando quando eu olhei para o meu corpo, e faltava um pedaço dele. Olhei pro lado e não vi mais uma solução, e a conclusão que cheguei
E que precisava de uma mudança e a única pessoa que ficou ao meu lado foi a minha mãe. Adolescente pergunta: Quando você chegou em casa foi algém ou um suposto amigo te procurar? Robson responde: Não ninguém foi me procurar so tive a visita de obreiros da IURD que levaram uma palavra de vida no momento em que eu mais precisava. Funcionário pergunta?Robson Se você antes pensava no futuro, e agora você pensa? Robson responde: Antes não pensava levava uma vida muito louca, mais hoje tenho os pés no chão .e tudo se tornou novo, o passado não existe mais (somente é lembrado para servir de testemunho de transformação de vida).














Robson e Amauri fazem oração pelos internos e famílias.







Integrantes do Teatro da Força Jovem Brasil.



Os funcionários e coordenadores agradeceram a presença da IURD e disseram que as portas estarão sempre abertas para novos eventos.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Você tem inimigos no trabalho?

Você tem inimigos no trabalho?




O que fazer quando o pior inimigo trabalha ao seu lado?.Levante a mão quem nunca teve conflito com colegas em seu emprego. Se isso acontece nas relações cotidianas entre as pessoas, é de se esperar que ocorra também no trabalho, não é mesmo? Portanto, se você não teve nenhum embate ainda, prepare-se, pois certamente terá. Trata-se de uma ocorrência normal em locais onde se lida com outras pessoas.

Além disso, os especialistas apontam que se você não possui adversários é porque está trabalhando da forma errada. Para a coach e consultora de carreira e imagem Waleska Farias, o bom trabalho pode incomodar alguns colegas e motivar embates. “Eles podem acontecer por diferentes motivos, pois os seres humanos divergem muito em suas ações e seus pensamentos.”
Ela afirma que, nesse contexto, o debate de ideias pode ser até saudável e contribuir para o crescimento profissional e também da empresa, mas é importante estar atento quando esse limite é ultrapassado e surgem colegas dispostos a tudo para tomar o seu lugar, utilizando até os subterfúgios mais baixos.
O que fazer nesse momento?
De acordo com Waleska, é comum determinadas pessoas, por se acharem incapazes e terem necessidade de autopromoção, tentarem estabelecer-se com base na mentira, na intriga e na fofoca, para conquistar atenção e mobilizar grupos. “Mas esse tipo de estratégia não se sustenta ao longo do tempo e pode, inclusive, comprometer a reputação desse profissional.”
Para a consultora, a melhor atitude é fazer o seu trabalho da melhor forma possível e procurar sempre o nível da excelência. “Seja também solidário. Ajude os colegas em suas funções. Isso contribui para preservar a sua imagem e amplia a percepção de valor que as pessoas têm de você.”
Fuja do “disse me disse”
Nem sempre é fácil fugir das intrigas e fofocas, ainda mais quando você se torna o objeto da conversa entre os colegas. “Porém, essa é a melhor alternativa para evitar conflitos desnecessários”, afirma Waleska.
A estudante de pedagogia Jane Albuquerque Rodrigues, de 31 anos, sabe muito bem o que é isso, pois passou por uma situação que testou a sua conduta. Ao participar de um programa temporário do Governo para dar aulas para turmas de 5ª, 6ª, 7ª e 8ª séries do Ensino Fundamental em uma escola pública de Teresina, no Piauí, ela se viu envolvida em situações criadas por uma colega de trabalho. “Eu tinha muita empatia com as crianças e fazia meu trabalho muito bem. Sempre chegava com antecedência para dar minhas aulas e isso passou a incomodá-la.”
Ela percebeu que a colega passou a invejá-la e a maldizer o seu nome pelos corredores da escola. “Eu fiquei um pouco chateada com aquilo, mas não me abalei.” Instintivamente, Jane resolveu não partir para o conflito. “Eu mantive a minha educação. Acho que isso até a incomodou mais ainda. Eu continuei fazendo meu trabalho e, inclusive, recebi elogios da diretora da escola”, conta.
Aos poucos, a fofoca foi diminuindo e Jane ouvia cada vez menos comentários a seu respeito. Ela reconhece que isso se deve principalmente ao seu comportamento de controlar-se e não dar armas à adversária. “Nunca falei nada sobre ela. Acho que a verdade prevaleceu”, salienta.
Às vésperas de formar-se, pois está no último semestre do curso, a jovem pretende continuar mantendo a sua conduta e não envolver-se em intrigas e fofocas em qualquer trabalho em que esteja. “Inclusive, a diretora da escola me disse que, se houver oportunidade para que eu participe do programa novamente quando houver vagas, me chamará. Acho que fiz um bom trabalho.”
Para a consultora Waleska Farias, o comportamento de Jane mostra que as organizações empresariais ou públicas estão atentas ao modo de agir de seus colaboradores. “Sem um bom referencial de conduta, não há muita chance de crescer profissionalmente. A excelência das ações conta tanto ou mais que as qualificações técnicas e os maus hábitos demitem”, alerta a especialista.









Neste ultimo domingo, foi realizado, um almoço especial para mães dos adolescentes da fundação casa,
Na Igreja Universal do Reino de Deus – Brás


Os voluntários preparam variados pratos de doces e salgados para oferecer este almoço com a coordenação
Do Pastor Geraldo Vilhena responsável pelo
Trabalho de evangelização nas unidades da Fundação
Casa de São Paulo.











As mães foram trazidas das unidades pelos voluntários
Não só participarem do almoço, mas principalmente.
Do conteúdo passado pela palestra e através de testemunhos vivenciados por ex traficantes, criminosos e ex – drogados. Que hoje estão libertos e sendo conduzidos
Pelo espírito de DEUS levando sua história para libertar
Os que estão cativos nas mãos do mal.

 Pelos testemunhos apresentados pelo Sr. Amauri e Sra. Nelma, que estiveram envolvidos por muitos anos nas drogas , trafico e criminalidade, fica claro que a guerra é espiritual. Existe sempre um espírito do mal agindo por traz da pessoa envolvida com as drogas e criminalidade.


O Pastor Geraldo, dá uma palavra sobre o espírito do engano. Ele diz; porque e este espírito que está agindo na vida de seus filhos ele entra na mente dos jovens que estão.
Vazios da presença de DEUS e encontram passagem livre
Para agir, fazendo com que seus filhos pratiquem o mal.
Fazendo com que acreditem que o que fazem é normal, não conseguem visualizar que estão fazendo mal á outras.
Pessoas e que vão ter que pagar um preço por isto, só que infelizmente a família também acaba sendo envolvida.
Pelo mal que o filho executou. As mães nunca acreditam
Que seus filhos foram usados pelo mal. Mas como o menino é bom, sempre haverá possibilidade para recuperação. A luta é diária contra a ação do mal ,as mães
Devem usar a armas da FÉ fazendo propósitos e correntes
De libertação pela vida de seus filhos. Porque quando aceitamos a Jesus Cristo em nossa vida as perseguições
Aumentam e há somente uma saída usar a FÉ.
Temos sempre que estar com nossa FÉ em cima e deixar os problemas em segundo plano. Todos os dias somos desafiados e devemos estar sempre com o coração limpo
Para não sermos contaminados com a ação do mal.


Após esta mensagem o Pastor Geraldo faz uma oração
Forte de libertação e pede para os obreiros ficar atentos
E orar também pela vida das mães ali presentes.















Em seguida o grupo de Teatro do Brás apresenta a peça
O VALE DA SOMBRA DA MORTE

Nesta peça retrata claramente a ação dos espíritos das trevas na vida das pessoas, quando ela se deixa dominar.
Pelos vícios , magoas ,cobiça, ambição. Esta pessoa fica pressa sendo dominada completamente pelo mal deixando a pessoa cega em todos os sentidos da sua vida. Mas quando ele lembra que existe JESUS CRISTO e procura força nele para ser liberto. Então JESUS CRISTO
Vem para nos curar, libertar e salvar. E pelo seu infinito amor e misericórdia nos resgatam totalmente das mãos do mal. 































Ao final desta apresentação as famílias se servem do delicioso almoço, sobremesas, sorvetes e refrigerantes.









Na saída às famílias recebem alimentos da cesta básica 






Os trabalhos do jornal que são feitos pelos adolescentes dentro a fundação casa são dados às mães e também os livros do Bispo Macedo são doados.








E assim encerra mais um maravilhoso evento dedicado
A família dos adolescentes da Fundação Casa, temos.
Plena certeza que a direção e semente foi plantada e

No tempo certo dará muitos frutos para honra e glória do nosso Senhor JESUS CRISTO.

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MACACO LADRÃO PM 1