quarta-feira, 16 de julho de 2014

O que fazer quando o parceiro gasta demais?

Veja por que isso pode gerar sérios problemas na relação














Ir a um shopping e olhar uma vitrine é um grande problema para muita gente. De acordo com dados do Departamento de Psiquiatria do Hospital de Iowa, nos Estados Unidos, 8% da população mundial sofre de compulsão por compras.
Lojas atrativas, promoções e facilidades no crédito funcionam como um chamariz para essas pessoas, que, além de sofrerem com o problema propriamente, ainda correm sérios riscos de afetar o relacionamento dentro de casa, seja com a família ou com o cônjuge.
M.A. é uma mulher de 36 anos. Casada há quase 5, ela se encaixa exatamente nesse perfil. Por razões profissionais e familiares, prefere não se identificar. Ela conta que, de uns tempos para cá, passou a consumir exageradamente, como forma de preencher algumas lacunas em sua vida, o que a tem prejudicado em tudo, inclusive no casamento.
“Algumas realizações pessoais e a dificuldade de engravidar têm me deixado muito ansiosa e angustiada. Sem perceber, comecei a gastar horrores: roupas, perfumes, sapatos, acessórios, tudo em grande quantidade e sem nenhuma utilidade, já que possuo peças suficientes para o meu dia a dia. Afundada nas compras, me sentia aliviada, mas agora não posso mais. O limite do cartão de crédito estourou e o meu marido percebeu que algo estava errado”, conta ela.
A situação levou o casal a discutir constantemente. “Ele não me entende; estamos em pé de guerra. Aflita, tenho andado depressiva, não sei bem qual caminho trilhar, mas reconheço que preciso de ajuda, o que já é um grande passo. Consumir me faz bem, sinto essa necessidade”, revela.
Casos como os de M.A. são mais comuns do que imaginamos, porém, é preciso agir rápido, ir direto à raiz do problema, porque as compras por compulsão são apenas subterfúgios, fugas, e jamais resolverão os problemas interiores. Ao contrário, além de não achar uma solução palpável, a pessoa ainda adquire outros problemas ao se endividar.
Liberdade
A comerciante carioca Sandra Raibert, de 44 anos, vivenciou essa realidade por muito tempo, o que gerou uma série de desequilíbrios, especialmente na vida financeira e matrimonial.














“Estava perdida, sem foco, ansiosa. Comecei a comprar por pirraça, para provocar o meu marido. Era mais por vingança mesmo. A gente brigava e eu gastava. Com o passar do tempo, mesmo devendo muito, continuava a comprar. Resultado? Fui parar no SPC Serasa, devendo cheque especial em bancos. Fiquei completamente endividada”, diz.
Diante dos problemas que adquiriu e da desestrutura pela qual passou, Sandra compreendeu que precisava de ajuda e que o vazio que tinha na alma colaborava para a vida que estava levando. Ela deu a volta por cima, buscou e encontrou a causa: faltava Deus, o que ela descobriu quando passou a frequentar as reuniões da Universal.
Aos poucos, a comerciante pagou as dívidas, parou de comprar o que não necessitava, e hoje, garante, só compra o que, de fato, precisa. A vida dela e da família mudou completamente.











 São centenas de famílias dos internos da Fundação Casa de Raposo Tavares, em mais um domingo de visita. Algumas delas vem do interior do estado, trazem  dentro delas tristezas, desespero, dor de humilhação.

Na recepção da Fundação Casa elas apresentam os seus documentos e aguardam a sua chamada para entrada, neste tempo as horas se passam e a fome começa pois muitas delas nem café elas tem como primeira refeição.
Tendo o conhecimento: a UNIVERSAL resolveu fazer uma surpresa.(veja)







Um almoço todo especial para todas as famílias. feito com carinho pelos voluntários da UNIVERSAL que fazem a obra de Deus na Fundação Casa.






 No momento das refeições, os voluntários da UNIVERSAL ficaram sentados na mesa com cada integrante da família e ouviram delas os problemas que elas traziam consigo. Uma mães falou que ela estava muito preocupada, pois o seu filho queria se matar.
Após ouvi-las os voluntários falaram que é muito importante usar a fé, para resolver esta situação pois tratava-se de um problema espiritual.

Esteve presente o palestrante Robson de Freitas, ex-usuário de drogas liberto pelo trabalho da UNIVERSAL, ele conta como conseguiu se libertar.


Marta Alves ex-sensitiva orienta também as famílias.










Houve distribuição de cesta básica oferecido pela Associação de Mulheres Cristã (A M C) 





No final dezenas de livros MULHER "V" foram doados para as famílias.



terça-feira, 15 de julho de 2014

Os voluntários da UNIVERSAL tomam um café junto com as famílias dos internos da Fundação CASA.


Foi em um domingo a tarde os voluntários da UNIVERSAL, resolveram fazer uma surpresa para as famílias dos internos da Fundação CASA em uma unidade da zona Leste.
     Foi montada uma tenda enfrente da unidade, dentro dela estava um delicioso café a espera de todas as famílias que retornavam da visita de seus filhos internados nesta unidade.

Esteve presente o pastor Geraldo Vilhena (Coordenador de evangelização em unidades da Fundação CASA de São Paulo) junto com o Bloco de Ajuda aos dependentes Químicos na qual antes de ser servido o café foi realizado uma palestra sobre drogas ministrada por pessoas que tiveram grandes experiencias com drogas e conseguiram a cura.  

Amauri um ex-traficante e usuário diz que viveu um mundo de grande terror, quase foi morto mais hoje ele agradece a Deus e sua mãe que intercedeu com orações para a cura do vício, agora estou curado e feliz.


Um jovem ex-assaltante e usuário, também se livrou deste mal graças a intercessão de orações de seu pai.


O seu pai sendo entrevistado pelo pastor Geraldo Vilhena diz eu pensava que ele era louco, mais descobri que era uma força do mal que existia em sua vida hoje ele é feliz.


Após a palestra foi realizada uma oração com o objetivo de curar os jovens internos e famílias das drogas.



Depois o delicioso café foi servido para todos os presentes.








Roupas foram doadas para as famílias.

 Para encerrar o evento foi distribuído dezenas de livros Nos Passos de Jesus do autor bispo Edir Macedo para todas as famílias presente. 




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