sexta-feira, 4 de julho de 2014

Você está pronto para trair?

A dor de machucar alguém que lhe ama














O desesperado se pôs a correr antes que o dia clareasse, com medo de que o sol revelasse a todos sua traição e trouxesse consigo a pena de morte para Aquele que nunca fizera mal a alguém. Atirou-se templo adentro e clamou pela absolvição de seu Mestre.
A traição, a deslealdade e a mentira correm pelas veias dos homens desde que o tempo existe, desde que Caim deu a Abel a primeira prova da maldade humana. Ela se espalha por artérias e percorre cada célula do corpo, sai pela boca e pelos atos, mata quem estiver na frente, mas mata também a alma que a profere.
Quando Judas assumiu seu pecado, confessando ter traído sangue inocente, já não havia mais tempo para ajustes. Jesus estava longe dali, pronto para viver sua morte mais intensamente do que qualquer outro homem havia vivido até então. O beijo de Judas é simbólico, mostra que com aparente carinho é possível tirar uma vida. Mas seu arrependimento é verdadeira lição.
A vida do apóstolo não acaba no beijo, nem no local onde ele perdeu as botas, como se diz hoje em dia. A História se encarregou de trazer até nós o aprendizado que Judas teve para que não repitamos seu erro. Trair quem se ama é ruim. Trair quem lhe ama pode ser imperdoável. Judas se enganou, imaginando que apenas seu Líder o desprezaria. Percebeu tarde que o maior desprezo veio de si mesmo.
“Que nos importa? Isso é contigo”, caçoaram aqueles para quem Judas pediu absolvição.
E isso era dele para com ele mesmo, e somente internamente seria possível resolver. Todos conhecem o fim do corpo de Judas, pendurado em uma árvore qualquer pelo pescoço. Já tendo lido a Bíblia ou não, todos sabem o que levou aquele homem ao desespero, e muitos, ainda assim, caem no mesmo caminho errado que ele.
Algumas pessoas são capazes de perceber seus erros, praticarem uma reformulação interna e perdoarem a si mesmas. Outras, como Judas Iscariotes, só conseguem enxergar que não têm a força imaginada após prenderem a corda no pescoço.
(*) Mateus 27:1.5





Neste domingo último DOMINGO- na Fundação Casa -Vila Maria UI – Bela Vista, os voluntários da.
Igreja Universal do Reino de Deus que fazem a obra de Deus na Fundação Casa sob direção do Pastor Geraldo Vilhena Coodenador de Evangelização em Unidades da Fundação Casa de São Paulo.Chegam a unidade para realizar Evento para Internos e suas
Famílias preparam a quadra, o pessoal do grupo Teatral Força Jovem Brasil.
Instala os equipamentos de som, os voluntários decoram a mesa com.
Arranjos florais, deliciosos Bolos, refrigerantes, pratinhos, copinhos.
Fazem um grande circulo com as cadeiras para uma maior integração
dos participantes.

O Pastor Mauricio Albuquerque inicia o Evento fazendo uma Oração
de Fé, abençoando a vida de todos.




A Cantora Isis Regina pede para as mães deixarem os nomes de

Seus filhos e familiares, para um propósito de oração que estão fazendo.

Isis Regina comenta que o trabalho desenvolvido na Fundação Casa
É muito importante e ressalta que ela apóia e sempre estará pronta para
Trazer uma mensagem de DEUS e Fé aos internos da Fundação Casa.

Ela com suas canções e louvores agita o Evento (Nos montes da Adoração)

Canta e dança com os voluntários, integrantes da Força Jovem Brasil e os internos entram no ritmo com muita alegria e animação.





















Video: Cantora Isis Regina cantando na Fundação Casa Vila Maria Bela Vista.


Em seguida aconteceu a apresentação do grupo Teatral Força Jovem Brasil
Com a peça O PALHAÇO.
Nesta peça e retratado a trajetória de um rapaz que entrega seu coração as coisas
do mundo:

Vícios, mulheres prostituição, dinheiro, ganância, solidão.

Mostrando o alto preço que pagamos quando a nossa vida
Não está nas mãos de DEUS.

Mas quando ele busca uma saída em Cristo Jesus é limpo de todo o seu passado

É resgatado e liberto para viver em novidade de vida.

JESUS CRISTO disse os seus pecado serão lançados no mar do esquecimento,

Pois eu sou o caminho a verdade é a vida.
















Video: Final da peça O PALHAÇO.

Robson / Amauri / Jadson

Jadson:

Diz que é ex-presidiário, ex – interno da Fundação Casa, ficou 10 anos.
No mundo do crime e das drogas, começou aos 14 anos de idade no trafico.
De drogas, viciado em todos os tipos de drogas. Virou gerente de boca, se envolveu.
Com quadrilha de assalto a banco, passou por seis unidades da Fundação Casa.
E foi dentro de uma destas unidades conheceu o trabalho da IURD.
Em 2008 chegou à Igreja Universal e tomou uma atitude, buscou ajuda com Pastor.
Foi orientado. Resolveu fazer uma prova com DEUS ficaria durante trinta dias
Direto indo na Igreja, ia ter que acontecer alguma mudança em sua vida.
E em quinze dias foi liberto da cocaína e do cigarro, não sentia mais desejo.
Malignos se batizou nas águas.
Hoje tem uma vida abençoada e empresário tem uma família unida e abençoada.
DEUS transformou completamente sua vida.

Robson:

Comenta o que as drogas e o crime fizeram em sua vida, começou aos 13 anos.
Dentro da Escola por curiosidade, ficou 10 anos no mundo das drogas e do crime.
Robson afirma que é um sobrevivente das drogas.

Amauri:

Hoje com 36 anos ele começou aos 11 anos de idade, permaneceu 10 anos.
Envolvido no crime e nas drogas. Traficou armas e munição,confessa que
Jogou aos anos de sua vida no ralo. Ficou 5 meses lutando para sair das drogas e
do crime. Foi orientado pelo Pastor para fazer uma corrente de libertação.
Ele aceitou fazer e pegou todas as drogas e armas, munição que tinha em casa.
E colocou no altar, se arrependeu das coisas erradas que havia feito e a partir de.
Então o Espírito Santo entrou em sua vida e mudou totalmente.
Hoje esta liberto, com uma família abençoada e feliz.


PERGUNTAS DOS JOVENS INTERNOS E FAMÍLIAS PARA OS PALESTRANTES.Mãe Pergunta quais os sintomas que você apresentava no inicio com as drogas?


Resposta Robson:


O primeiro sintoma trocou o dia pela noite, começou a mentir, suas notas.

Ficaram ruins. Roubava dentro de casa a carteira do Pai e da Mãe.
Sua mãe percebeu sua mudança de comportamento ficou agressivo e não
Aceitava mais seus conselhos.
Ele orienta as mães dos internos a prestar atenção em seus filhos, com.
Falso resfriado, agitação, ficar com muito apetite e sinal que esta consumindo maconha, já a cocaína tira a fome e crack faz o jovem emagrecer rápido, ele fala que quando cheirava cocaína se sentia Herói.

Voluntário Pergunta quando você estava no mundo do crime/drogas colocou

Sua família em risco?


Robson responde:


Sim, certa vez assaltei um homem sem saber que ele era policial,

A policia me procurou invadiu minha casa, arrebentando a porta para me matar.
A minha mãe abriu sua camisola e se colocou na frente do policial dizendo;
Para matar o meu filho terá que me matar primeiro, colocou sua vida em risco.
Para me proteger daquela situação, então acontece que colocamos em risco nossa.
Vida e também a nossa família pelo envolvimento no crime / drogas.


Voluntário pergunta o jovem quando esta envolvido com drogas é capaz de matar

Seus Pais?


Robson responde:


Claro que sim, ele chegou a conhecer um rapaz que havia matado seus Pais,

Por causa das drogas.


Jadson pergunta o que mais marcou sua vida no mundo do crime?



Robson responde:


Eu presenciei a morte de um rapaz que foi comprar droga para outro e no

Caminho de volta fumou um pouco da droga. O que mandou ele comprar
A droga foi reclamar para o traficante e este percebeu o que o rapaz tinha fumado,
O traficante ofereceu mais cinco pacotes de cocaína para o que mandou comprar
Se ele executa-se o rapaz ali mesmo, este então aceitou tirou uma navalha do bolso.
E cortou o pescoço do rapaz, que ficou agonizando ate a morte na minha frente.
Esta cena marcou muito a minha vida.


Amauri Pergunta Jadson qual o momento que foi mais difícil dentro

da Fundação Casa?


Resposta: Em uma situação de rebelião quando a atuação da tropa

de choque dentro da unidade, este foi um momento muito difícil.


Pergunta Interno quando você não recebia visita como se sentia?


Jadson responde:


Eu não me sentia bem, mas sua mãe dava muito apoio, e o espiritual.

Foi o fator mais importante em sua vida, pois a oração que sua mãe fazia.
Foi muito importante para sua recuperação.


Cantora Isis Regina pergunta para Robson enquanto você ficou nesta vida, você.

Via a possibilidade de sair dela?

Robson Responde:


Eu até tinha vontade de largar as drogas e o crime, e sabia que deixaria ou pelo.

Amor ou pela dor. Certa vez uma vovozinha me disse filho larga desta vida.
Então respondi não meu DEUS são estas duas pistolas que tenho na cintura
E depois eu vim para DEUS pela dor.

Interno pergunta para Robson você presenciou alguma morte dentro da Fundação Casa?



Robson responde: Sim, presenciei um interno que tinha por apelido satanás, arrancou.

A cabeça de um jovem e subiu na laje da unidade para mostrar.


Voluntário pergunta se já viu alguém trocar a namorada por drogas?


Robson responde: Eu mesmo dispensava minha namorada para sair com os amigos

Do trafico. Mas também vi na biqueira um casal que o dono da boca ofereceu cinco pedras
Para ficar com namorado do jovem e ele trocou pela droga.


Voluntário pergunta você já viu alguém sair do crime e das drogas sem ajuda de DEUS?


Robson responde: Não, apesar de que para mim o meu DEUS na ocasião.

Eram as pistolas que eu carregava, mais quando me vi na situação difícil, não.
Teve jeito, sem DEUS não chegamos a lugar nenhum.


Pastor pergunta para Rosbon como você fez para largar as drogas e o crime?


Robson responde: Eu mesmo estando na Igreja ainda fumava eu vim pela dor,

Queria largar mais não tinha força, não conseguia.
Após um grave acidente de moto fiquei 30 dias em uma UTI no Hospital.
Perdi pedaço de minha perna e somente ai entreguei minha vida para DEUS

Encerra então as perguntas e Robson pede ajuda a oito jovens internos

Para que o ajude a tirar a prótese da perna. Apresentando o preço
Que teve que pagar para sair do mundo das drogas e do crime.
Logo em seguida faz uma oração de mãos dadas com só internos e
Todos ali presentes pela salvação de suas almas.












Video: Robson Freitas do Grupo Dose mais Forte ora pelos internos e famílias.

Video: Senhora Carlinda da AMC ora pelos internos e famílias.


Para dar continuidade ao Evento foi servido pelos voluntários bolos, refrigerantes, sorvetes.

















Os jovens internos dançaram com muita alegria no final.


A Direção da Fundação Casa agradeceu a presença da Igreja Universal do Reino.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Os artefatos do Templo de Salomão e seus significados

A mobília e os utensílios do grande santuário eram cheios de analogias sagradas




Como vimos nas matérias passadas, o Templo de Salomão substituiu o Tabernáculo. Basicamente, seguiu o mesmo planejamento dado por Deus a Moisés para a grande tenda. Tinha praticamente a mesma mobília cerimonial e quase os mesmos artefatos, com os mesmos significados:
O altar de sacrifícios – Após a entrada do pátio externo do Templo era encontrado o grande altar (canto esquerdo da figura ao lado) em que se sacrificavam os animais ofertados a Deus. Eles eram o símbolo dos pecados e morriam em expiação por eles. Só podiam ser abatidos animais em perfeitas condições, geralmente os melhores dos rebanhos. Queimados, produziam fumaça que subia aos céus como “cheiro suave” ao Senhor (Êxodo 29.25), simbolizando que a pessoa estava limpa de seus pecados.
O “mar de bronze”, ou “mar de fundição” – Grande reservatório de água (canto direito da figura acima) ao lado do altar de sacrifícios. Simbolizava o mesmo que a pia do Tabernáculo: em sua água eram lavados os pecados (sangue e qualquer outro resíduo dos sacrifícios de animais que ficassem nas mãos e pés dos sacerdotes). O tanque ficava sobre 12 bois esculpidos em bronze que, em grupos de três, tinham suas cabeças apontadas para os quatro pontos cardeais. No mar de bronze eram abastecidas dez pias sobre rodas, que eram espalhadas pelo pátio, cinco de cada lado do Templo.
A mesa dos pães, ou mesa da proposição – O Templo também tinha esse móvel, assim como havia no Tabernáculo na mesma posição, à direita de quem entrava no Lugar Santo. Com doze pães ázimos postos em duas pilhas de seis, simbolizava o alimento que vem de Deus e o alimento espiritual de Sua Palavra. Os pães eram substituídos toda semana, no shabat (o sábado sagrado dos judeus).













A menorá – O grande candelabro de ouro com sete lâmpadas, além da utilidade de fornecer luz, representava a presença de Deus no local. Suas lâmpadas eramabastecidas com azeite (a unção de Deus sobre nossas vidas). A luz da menorá simboliza também a Palavra, a verdadeira iluminação para a vida, mostrando o caminho para uma vida com Deus.
Altar de incenso – No altar que ficava no fim do Santo Lugar, o oráculo (I Reis 7.49), eram colocados os incensos de especiarias e outros perfumes, cujos aromas dominavam o cômodo. Um símbolo das súplicas, o “cheiro agradável” que sobe aos céus em direção a Deus. Ali os sacerdotes dirigiam tais súplicas, suas e de seus fiéis – já que eram como intermediários entre o povo e Deus. Hoje, graças ao sacrifício supremo do Senhor Jesus, falamos diretamente ao Pai, sem a necessidade de intermediários.

O Véu
 – Havia uma rica cortina (em vermelho na figura acima) separando o Santo Lugar do Santo dos Santos, com dois querubins bordados. Somente o sumo sacerdote passava por aquele véu para conversar diretamente com Deus. Seu simbolismo é forte: embora o véu seja um material frágil, a única coisa que impedia outros sacerdotes de entrar no Santo dos Santos era o respeito a Deus. Também providenciava privacidade. Por meio da oração que o sumo sacerdote levava, todos (o povo e os outros sacerdotes) tinham seu acesso indireto ao Senhor. Daí a simbologia: era um obstáculo frágil, fácil de ser transposto para chegarmos a Deus – bastando, para isso, orar (Marcos 15.38).
A Arca da Aliança – Depois de muitos anos habitando o Tabernáculo, o grande baú dourado foi depositado no Santo dos Santos do Templo. Somente tocado pelos sacerdotes e nunca por uma pessoa comum do povo, guardava outros objetos sagrados: as tábuas dos Dez Mandamentos que Moisés lavrara orientado por Deus (a Palavra), um pote com o maná que foi dado como alimento ao povo no deserto pela primeira vez (a provisão de Deus) e a vara de Aarão que floresceu (o reconhecimento de Deus da autoridade conferida a alguém). Sobre a Arca estava o Propiciatório, a tampa do baú, como um tampo de mesa, com duas imagens de querubins apontando suas asas para o centro. Entre aqueles anjos, o sumo sacerdote deveria focalizar a presença de Deus, que falava a ele (Êxodo 25.10-22).







Batismo nas águas na Fundação Casa(ANTIGA FEBEM) SPVoluntários da IURD levam palavra de fé aos internos SÃO PAULO – O trabalho de evangelização realizado pela IURD nas unidades da Fundação Casa SP (antiga Febem) tem se intensificado nos últimos anos. Semanalmente, voluntários da IURD levam uma palavra de fé aos internos, procurando mostrar a importância de buscar a Deus. Muitos têm demonstrado arrependimento de seus erros, que como conseqüência lhes trouxe a privação da liberdade. Segundo o coordenador do trabalho no Estado de São Paulo, pastor Geraldo Vilhena, os resultados são gratificantes. "Procuramos levar aos internos conforto espiritual, através do qual muitos têm aceitado com interesse a Palavra de Deus e mudado de vida. Temos constatado o resultado do nosso trabalho quando estes decidem se batizar e, aqui fora, nos procuram, querendo dar continuidade ao que aprenderam enquanto reclusos", relata o pastor. Prova disso foi o que aconteceu recentemente na Unidade de Franco da Rocha, região da Grande São Paulo, quando um menor se batizou nas águas. Na oportunidade, os internos, além dos familiares, foram presenteados com um exemplar da Bíblia Sagrada. Para o diretor do complexo, Flávio de Giácomo, atitudes como essa apenas reiteram a importância do trabalho promovido pela UNIVERSAL. "A presença da Igreja, não só hoje, mas no dia-a-dia, é essencial para estabelecer um futuro melhor a todos, especialmente colaborando com o nosso trabalho, que não é fácil. É um grande prazer tê-los aqui e saber que sempre podemos contar com os pastores e voluntários da UNIVERSAL", destacou.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Os voluntários da UNIVERSAL ofereceram um café especialmente para as famílias dos internos da Fundação CASA.

























Aos finais de semana, a rotina de muitas mães é a mesma; visitar o filho internado na Fundação Casa. Certamente, não foi o que elas planejaram para o futuro deles, mas muitas vezes, estar ali é o sinal de uma nova chance. Quantas mães, que perderam os filhos para o tráfico e a criminalidade, queriam ter a oportunidade de poder vê-los com vida, mesmo sendo atrás das grades.
Para alguns, a visita é um ponto de contato com o mundo lá fora, distante dos muros da construção antiga da Fundação. Para outros, revê-los é aumentar a dor da ferida que continua aberta. E isso é visto em cada olhar, no coração apertado de uma mãe que não sabe quando vai poder cobrir o filho novamente na cama quentinha... Esse foi o desabafo de uma mãe que prefere não se identificar; “Eu peço para não fecharem o portão, porque ele ainda não chegou ... aí, eu lembro que ele não tá mais com a gente”. Outra mãe não esconde a dor em dizer que os cuidados que oferecia ao filho na infância eram bem diferentes dos que ele recebe hoje internado – “tava com febre dava um remedinho, quando se machucava, ganhava um beijo e tudo passava ... E agora, quem cuida dele?”
Na maioria dos casos, essas mães não têm culpa de ter os filhos internados. Eles, influenciados por outras pessoas, trilharam o caminho sombrio do crime, mas são elas que pagam o preço, diga-se de passagem, alto demais.
Na longa fila de mães, uma gestante que concorda com a revista policial –procedimento feito aos visitantes para constatar se não trazem objetos proibidos aos presos - mas se sente humilhada ao ser expor com outras mães.
Para uma parte da sociedade, esses menores infratores não têm mais jeito.


E é na contramão que o grupo de Evangelização da Igreja Universal do Reino de Deus aposta na recuperação desses adolescentes. Os voluntários abrem mão do descanso do final de semana para confortar essas famílias. “Passeio” esse que não tem preço e já faz parte da rotina.
No último sábado, além de oferecer roupas e calçados às famílias, o grupo distribuiu marmitex com feijoada na saída das visitas. Motivo de grande alegria, já que o almoço é incerto em algumas dessas casas. Para o pastor Geraldo Vilhena, responsável pelo trabalho de Evangelização na Fundação Casa de São Paulo e os voluntários da IURD, nada mais gratificante do que estar na própria folga ajudando esses lares que não sabem o que é ter paz há muito tempo.




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