quinta-feira, 3 de julho de 2014

Os artefatos do Templo de Salomão e seus significados

A mobília e os utensílios do grande santuário eram cheios de analogias sagradas




Como vimos nas matérias passadas, o Templo de Salomão substituiu o Tabernáculo. Basicamente, seguiu o mesmo planejamento dado por Deus a Moisés para a grande tenda. Tinha praticamente a mesma mobília cerimonial e quase os mesmos artefatos, com os mesmos significados:
O altar de sacrifícios – Após a entrada do pátio externo do Templo era encontrado o grande altar (canto esquerdo da figura ao lado) em que se sacrificavam os animais ofertados a Deus. Eles eram o símbolo dos pecados e morriam em expiação por eles. Só podiam ser abatidos animais em perfeitas condições, geralmente os melhores dos rebanhos. Queimados, produziam fumaça que subia aos céus como “cheiro suave” ao Senhor (Êxodo 29.25), simbolizando que a pessoa estava limpa de seus pecados.
O “mar de bronze”, ou “mar de fundição” – Grande reservatório de água (canto direito da figura acima) ao lado do altar de sacrifícios. Simbolizava o mesmo que a pia do Tabernáculo: em sua água eram lavados os pecados (sangue e qualquer outro resíduo dos sacrifícios de animais que ficassem nas mãos e pés dos sacerdotes). O tanque ficava sobre 12 bois esculpidos em bronze que, em grupos de três, tinham suas cabeças apontadas para os quatro pontos cardeais. No mar de bronze eram abastecidas dez pias sobre rodas, que eram espalhadas pelo pátio, cinco de cada lado do Templo.
A mesa dos pães, ou mesa da proposição – O Templo também tinha esse móvel, assim como havia no Tabernáculo na mesma posição, à direita de quem entrava no Lugar Santo. Com doze pães ázimos postos em duas pilhas de seis, simbolizava o alimento que vem de Deus e o alimento espiritual de Sua Palavra. Os pães eram substituídos toda semana, no shabat (o sábado sagrado dos judeus).













A menorá – O grande candelabro de ouro com sete lâmpadas, além da utilidade de fornecer luz, representava a presença de Deus no local. Suas lâmpadas eramabastecidas com azeite (a unção de Deus sobre nossas vidas). A luz da menorá simboliza também a Palavra, a verdadeira iluminação para a vida, mostrando o caminho para uma vida com Deus.
Altar de incenso – No altar que ficava no fim do Santo Lugar, o oráculo (I Reis 7.49), eram colocados os incensos de especiarias e outros perfumes, cujos aromas dominavam o cômodo. Um símbolo das súplicas, o “cheiro agradável” que sobe aos céus em direção a Deus. Ali os sacerdotes dirigiam tais súplicas, suas e de seus fiéis – já que eram como intermediários entre o povo e Deus. Hoje, graças ao sacrifício supremo do Senhor Jesus, falamos diretamente ao Pai, sem a necessidade de intermediários.

O Véu
 – Havia uma rica cortina (em vermelho na figura acima) separando o Santo Lugar do Santo dos Santos, com dois querubins bordados. Somente o sumo sacerdote passava por aquele véu para conversar diretamente com Deus. Seu simbolismo é forte: embora o véu seja um material frágil, a única coisa que impedia outros sacerdotes de entrar no Santo dos Santos era o respeito a Deus. Também providenciava privacidade. Por meio da oração que o sumo sacerdote levava, todos (o povo e os outros sacerdotes) tinham seu acesso indireto ao Senhor. Daí a simbologia: era um obstáculo frágil, fácil de ser transposto para chegarmos a Deus – bastando, para isso, orar (Marcos 15.38).
A Arca da Aliança – Depois de muitos anos habitando o Tabernáculo, o grande baú dourado foi depositado no Santo dos Santos do Templo. Somente tocado pelos sacerdotes e nunca por uma pessoa comum do povo, guardava outros objetos sagrados: as tábuas dos Dez Mandamentos que Moisés lavrara orientado por Deus (a Palavra), um pote com o maná que foi dado como alimento ao povo no deserto pela primeira vez (a provisão de Deus) e a vara de Aarão que floresceu (o reconhecimento de Deus da autoridade conferida a alguém). Sobre a Arca estava o Propiciatório, a tampa do baú, como um tampo de mesa, com duas imagens de querubins apontando suas asas para o centro. Entre aqueles anjos, o sumo sacerdote deveria focalizar a presença de Deus, que falava a ele (Êxodo 25.10-22).







Batismo nas águas na Fundação Casa(ANTIGA FEBEM) SPVoluntários da IURD levam palavra de fé aos internos SÃO PAULO – O trabalho de evangelização realizado pela IURD nas unidades da Fundação Casa SP (antiga Febem) tem se intensificado nos últimos anos. Semanalmente, voluntários da IURD levam uma palavra de fé aos internos, procurando mostrar a importância de buscar a Deus. Muitos têm demonstrado arrependimento de seus erros, que como conseqüência lhes trouxe a privação da liberdade. Segundo o coordenador do trabalho no Estado de São Paulo, pastor Geraldo Vilhena, os resultados são gratificantes. "Procuramos levar aos internos conforto espiritual, através do qual muitos têm aceitado com interesse a Palavra de Deus e mudado de vida. Temos constatado o resultado do nosso trabalho quando estes decidem se batizar e, aqui fora, nos procuram, querendo dar continuidade ao que aprenderam enquanto reclusos", relata o pastor. Prova disso foi o que aconteceu recentemente na Unidade de Franco da Rocha, região da Grande São Paulo, quando um menor se batizou nas águas. Na oportunidade, os internos, além dos familiares, foram presenteados com um exemplar da Bíblia Sagrada. Para o diretor do complexo, Flávio de Giácomo, atitudes como essa apenas reiteram a importância do trabalho promovido pela UNIVERSAL. "A presença da Igreja, não só hoje, mas no dia-a-dia, é essencial para estabelecer um futuro melhor a todos, especialmente colaborando com o nosso trabalho, que não é fácil. É um grande prazer tê-los aqui e saber que sempre podemos contar com os pastores e voluntários da UNIVERSAL", destacou.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Os voluntários da UNIVERSAL ofereceram um café especialmente para as famílias dos internos da Fundação CASA.

























Aos finais de semana, a rotina de muitas mães é a mesma; visitar o filho internado na Fundação Casa. Certamente, não foi o que elas planejaram para o futuro deles, mas muitas vezes, estar ali é o sinal de uma nova chance. Quantas mães, que perderam os filhos para o tráfico e a criminalidade, queriam ter a oportunidade de poder vê-los com vida, mesmo sendo atrás das grades.
Para alguns, a visita é um ponto de contato com o mundo lá fora, distante dos muros da construção antiga da Fundação. Para outros, revê-los é aumentar a dor da ferida que continua aberta. E isso é visto em cada olhar, no coração apertado de uma mãe que não sabe quando vai poder cobrir o filho novamente na cama quentinha... Esse foi o desabafo de uma mãe que prefere não se identificar; “Eu peço para não fecharem o portão, porque ele ainda não chegou ... aí, eu lembro que ele não tá mais com a gente”. Outra mãe não esconde a dor em dizer que os cuidados que oferecia ao filho na infância eram bem diferentes dos que ele recebe hoje internado – “tava com febre dava um remedinho, quando se machucava, ganhava um beijo e tudo passava ... E agora, quem cuida dele?”
Na maioria dos casos, essas mães não têm culpa de ter os filhos internados. Eles, influenciados por outras pessoas, trilharam o caminho sombrio do crime, mas são elas que pagam o preço, diga-se de passagem, alto demais.
Na longa fila de mães, uma gestante que concorda com a revista policial –procedimento feito aos visitantes para constatar se não trazem objetos proibidos aos presos - mas se sente humilhada ao ser expor com outras mães.
Para uma parte da sociedade, esses menores infratores não têm mais jeito.


E é na contramão que o grupo de Evangelização da Igreja Universal do Reino de Deus aposta na recuperação desses adolescentes. Os voluntários abrem mão do descanso do final de semana para confortar essas famílias. “Passeio” esse que não tem preço e já faz parte da rotina.
No último sábado, além de oferecer roupas e calçados às famílias, o grupo distribuiu marmitex com feijoada na saída das visitas. Motivo de grande alegria, já que o almoço é incerto em algumas dessas casas. Para o pastor Geraldo Vilhena, responsável pelo trabalho de Evangelização na Fundação Casa de São Paulo e os voluntários da IURD, nada mais gratificante do que estar na própria folga ajudando esses lares que não sabem o que é ter paz há muito tempo.




terça-feira, 1 de julho de 2014

O homem da Idade da Pedra no mundo contemporâneo


Entenda por que existe tanta violência e saiba como livrar-se dela








Incomodado com o outro, que havia acabado de aparecer por ali, ele olhou ameaçadoramente. Embora houvesse espaço na praia suficiente para todos, o primeiro a chegar se considerava o dono do território.
Já o novato, que acreditava ter mais direito de mandar no espaço, talvez por ser mais forte, talvez por querer muito estar ali, não abriu da briga. Vendo-se em igualdade de condições, partiu para cima do ameaçador sem ver que junto a ele outros se agrupavam. Todos ali recolheram pedras, paus e até pedaços de ossos para usarem como armas. O resultado dessa briga foi a morte brutal do “invasor” e a predominância do grupo mais forte sobre o outro.
Esse é o relato de como os homens se comportavam na chamada “Idade da Pedra”. Atacavam, sozinhos ou em grupo, aqueles que ameaçavam, mesmo que ligeiramente, sua integridade física e moral. Centenas de milhares de anos depois, entretanto, a cena descrita ainda é corriqueira.
O que dizer sobre o adolescente de 16 anos de idade que foi perseguido e morto no dia 11 de maio a pedradas no Mato Grosso do Sul por um grupo de sete pessoas? Ele tentou fugir, mas o grupo, que contava inclusive com uma ciclista, o encurralou em um beco e arrancou a vida do garoto.Crime motivado por suposto abuso sexual a uma adolescente de 17 anos de idade.
O que se pode falar da garota de 13 anos que, no Paraná, também foi morta a pedradas, dessa vez por duas adolescentes de 15 e 18 anos, que a acusaram de se relacionar com o namorado de uma delas?
Embora o mundo tenha se ampliado e transformado em todo esse tempo, muitas pessoas ainda agem como se fossem animais selvagens. Esquecem-se da descoberta e da evolução do diálogo e se jogam em lutas corporais buscando extinguir o outro e pondo em risco a sua própria para provar pontos que nunca valem uma vida. Enquanto a Ciência avança, o comportamento regride, causando mais de 400 mil homicídios em um único ano.
Vingando-se do mundo
O alarmante número de 437 mil homicídios em um ano (2012) foi divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU). Mais assustador ainda é saber que 50.108 mil desses crimes foram cometidos no Brasil. As pessoas saem de casa sem saber se vão morrer. Alguns sem saber se vão matar.
Uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas no final do ano passado revelou que cerca de 70% da população brasileira não acredita na polícia. Assim também é em relação à Justiça em geral. Dados preliminares de sondagem do Núcleo de Pesquisa em Políticas Públicas da Universidade de São Paulo (NUPPs), feito em março deste ano, mostram que 70,5% dos brasileiros não confiam nas leis e 76,3%, não confiam no Congresso.
A aparente impunidade não justifica o crime, mas explica em parte a agressividade da sociedade atual. A visível falta de justiça soma-se ao estresse do cotidiano, que é motivado desde o aumento no preço do tomate até a dificuldade em conseguir um bom emprego, passando por condições ruins de saúde, educação, mobilidade etc.
Muitas pessoas não conseguem lidar com toda essa pressão e, em algum momento, explodem. Não conseguir lidar com as emoções faz os homens agirem como agiam há milhares de anos. Na incapacidade de resolver civilizadamente, parte-se para a agressão física, que já funcionou com os antepassados.
Mudança de comportamento







Flávio Oliveira já foi uma dessas pessoas incontroláveis. Acreditava que socos e pontapés eram resposta para os problemas. E, para piorar a situação, a principal vítima dele era a própria esposa. Frequentemente ela era agredida, verbal e fisicamente. Certa vez, chegou a ser torturada com o ferro quente de passar roupas.
“Meu esposo era extremamente nervoso, ciumento, descontrolado. Ele não tinha limites”, conta a moça, que tantas vezes foi espancada.
Quando o Senhor Jesus evangelizou no Oriente Médio, há cerca de dois mil anos, trouxe ao mundo uma forma nova de lidar com o próximo. A ideia de perdoar as ofensas e ser humilde a ponto de reconhecer seus erros ganhou força.
“Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra”, disse Ele. Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.” (Mateus 5.5-7)
Infelizmente, nem todos conseguem seguir essas orientações. Os que seguem têm a paz e a obrigação de apresentar esse modo de vida a quem não o conhece. A mãe e a esposa de Flávio o levaram até a Universal, onde ele, com muita força de vontade, pôde mudar seu comportamento e se livrou de entrar para as estatísticas de homicídios.
“Eu estava jurado de morte. Minha libertação não foi fácil. Comecei a frequentar assiduamente as reuniões e participei de todos os propósitos. Foi quando descobri a força que havia dentro de mim. Deste dia para cá, me tornei outra pessoa”, afirma Flávio.
Certamente o caminho apresentado por Deus há tanto tempo ainda é o melhor. Como Ele garantiu: “Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus”.  (Mateus 5.9)









Nesta peça retrata claramente a ação dos espíritos das trevas na vida das pessoas, quando ela se deixa dominar.
Pelos vícios , magoas ,cobiça, ambição. Esta pessoa fica pressa sendo dominada completamente pelo mal deixando a pessoa cega em todos os sentidos da sua vida. Mas quando ele lembra que existe JESUS CRISTO e procura força nele para ser liberto. Então JESUS CRISTO
Vem para nos curar, libertar e salvar. E pelo seu infinito amor e misericórdia nos resgatam totalmente das mãos do mal.














































Esta peça foi apresentada especialmente para as famílias dos internos da Fundação Casa de São Paulo.

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MACACO LADRÃO PM 1