domingo, 29 de junho de 2014

A escravidão dos israelitas na Babilônia

A escravidão dos israelitas na Babilônia

Sem o Templo de Salomão, foram criadas as sinagogas



Após a destruição do Templo e de Jerusalém pelos babilônios, os israelitas foram levados para a Babilônia, onde trabalhariam como escravos. Estrategicamente, os babilônios misturavam a população judia com outros povos, para que a nação deles se enfraquecesse. A maioria dos cativos ficou bem acomodada na terra de seus novos “senhores”.
Existiam no cativeiro dois tipos básicos de judeus. A maioria tornou-se cidadã da Babilônia, deixando, aos poucos, o judaísmo e as raízes israelitas. Uma minoria manteve as tradições e crenças – o profeta Daniel, por exemplo, era um deles.
Em 538 antes de Cristo (a.C.), a Babilônia foi conquistada pelos persas, governados pelo rei Ciro. Ele subiu ao poder e deixou que os israelitas voltassem para Jerusalém após cerca de 70 anos de cativeiro. A maior parte decidiu permanecer em solo babilônico, por não ter mais raízes com Israel. Somente alguns quiseram voltar à Terra Santa, a maioria da ala dos que conservavam a crença e o modo de vida judaicos.
Muitos dos que não retornaram a Jerusalém, mas permaneciam ligados em maior ou menor grau ao judaísmo, se limitavam a mandar os dízimos para Israel, indo visitar a cidade esporadicamente, nas festas religiosas. Nessa época, surgiram duas vertentes de judeus: os liberais e os conservadores.
Sem o Templo de Salomão, os conservadores criaram as sinagogas, que existem até os dias de hoje. Eram como pequenas igrejas locais. Nelas, que não tinham os mesmos aspectos do grande santuário que o filho de Davi ergueu (ou do Tabernáculo), são até hoje realizadas apenas algumas cerimônias religiosas, além de estudos da Torá.
No entanto, os judeus não oferecem sacrifícios nas sinagogas, pois entendem que isso só pode ser feito no Templo de Jerusalém.
Na época em que destruiu o Primeiro Templo, o então monarca Nabucodonosor, levou para a Babilônia tudo o que seus homens pegaram do prédio, incluindo os elementos sagrados (os móveis cobertos de ouro, osutensílios, os preciosos enfeites).
Alguns estudiosos acreditam que todos aqueles objetos sagrados foram refeitos no momento em que foi erguido o Segundo Templo, sob o comando de Zorobabel. Outros afirmam que quando os persas autorizaram a volta dos israelitas para Jerusalém, também devolveram os objetos sagrados originais. Porém, nenhuma das duas hipóteses foi comprovada até hoje.
O retorno pela fé
Se o retorno dos israelitas a Jerusalém tem grande importância histórica para aquele povo, maior ainda foi a importância espiritual. Deus permitiu que Israel caísse e fosse levado cativo para a Babilônia, mas nem por isso abandonou Seu povo. Por intermédio de homens como Daniel, manteve a fé acesa entre os escravos. Mesmo aquela minoria que resolveu se manter fiel a Deus acabou fazendo diferença. E foi por causa dessa fé renascida e exercitada que o Ele permitiu que voltassem a Jerusalém e recomeçassem a povoar Israel, provando que, por maior que seja a ruína, por menor que pareça a esperança, o Eterno sempre tem poder mais do que suficiente para fazer tudo renascer. Basta que Seus filhos aceitem Sua vontade e a queiram para suas vidas.







Para dar início a realização deste evento, os voluntários da UNIVERSAL fizeram doações de vários itens de  beleza  para montagem de uma salão dentro da Fundação Casa Feminino unidade mooca.


Houve distribuição de centenas biografias NADA PERDER I e II do bispo Edir Macedo

Nesta foto um voluntário se preparando para entrar na van da Fundação Casa para chegar ao evento

Mais voluntários entrando na van com suas doações para Fundação Casa

Nesta foto o pastor Geraldo Vilhena junto com a direção da Fundação Casa da Mooca.


Uma porta pesada de ferro se abre. Um guarda, um detector de metais e uma cabine blindada aparecem. Mais alguns passos, e o barulho da porta se fechando identifica que daquele lugar não entra e sai quem quer. Um caminho de concreto, mais algumas portas, mais um ou dois guardas, mais um portão fechado. Através das grades é possível ouvir bebês e vozes de adolescentes. Lá, o clima tenso desaparece e, às vezes, dá para esquecer que se está em uma Unidade Feminina de Internação Provisória (UIP) da Fundação Casa, ex-Febem. Em poucos metros quadrados funciona a Casa das Mães, que separa adolescentes grávidas e com bebês das outras internas. Ao todo, a unidade abriga 118 meninas de 12 a 20 anos incompletos, e o tempo médio de internação é de 1 ano e meio. No momento da visita, algumas meninas pintavam quadros, outras faziam pães e doces em uma grande cozinha.


Pastor Geraldo Vilhena e o pastor Augusto faz apresentação de crianças na Casa das Mães da Fundação Casa.


Esteve presente também o ex-usuário de drogas Robson de Freitas e uma ex-traficante Amauri na qual fazem parte do Bloco de Ajuda aos dependentes Químico, os mesmos realizaram uma palestra sobre a prevenção de drogas para todas as internas da Fundação Casa. 


Após a palestra o pastor Geraldo e voluntários realizam uma oração de libertação para todos 

O evento houve um café da tarde com doces e refrigerantes para todos os que estavam ali presente.


este evento foi animado pelo guitarrista Reginaldo que fez grande apresentações no evento.




sábado, 28 de junho de 2014

O feitiço que transforma o homem em fera

Pragas, doenças e guerras à semelhança de flechas inflamadas têm sido desfechadas contra os homens ao longo dos tempos








Pragas, doenças e guerras à semelhança de flechas inflamadas têm sido desfechadas contra os homens ao longo dos tempos. Nada, entretanto, na face da Terra tem impedido sua sobrevivência. Há, porém, uma maldição que nenhum homem é forte o suficiente para resistir: o feitiço que transforma o homem em fera. Assim começa essa história:
Numa noite muito fria, a chuva e os ventos varriam os campos enquanto poderosos relâmpagos rasgavam a escuridão do céu com o brilho das suas descargas. Sobre a estrada de terra, movendo-se lentamente, um andarilho lutava contra a tempestade com a ajuda de um simples cajado. Era velho e muito magro; sua roupa não passava de panos de saco e estava descalço. Tinha a barba longa e seu cabelo molhado caía sobre o rosto, dando-lhe uma aparência assustadora. Vencido pelo mau tempo, o homem acabou tombando no chão e ali ficou.
Na manhã seguinte, passada a tempestade, o sol raiou no horizonte, trazendo de novo luz, calor e vida à Terra. Quando alguns homens da cidade mais próxima tomaram a estrada para o trabalho no campo, encontraram aquele homem ainda estirado no chão.
Bondosos, colocaram-no sobre uma carroça e o levaram para a cidade. Enquanto ele dormia, como se morto estivesse, aquelas almas caridosas trocaram-lhe as roupas, fizeram-lhe a barba e apararam-lhe os cabelos. Cortaram-lhe também as unhas, trataram-lhe as úlceras e, por fim, deitaram-no sobre o feno macio. Providenciaram ainda pão e leite, que deixaram junto dele; só então retomaram o caminho para o campo.
O pobre infeliz estava mesmo muito fraco. Eram quase 2 horas da tarde e o sol já ia bem alto quando ele acordou sem saber onde estava. Com o corpo ainda cansado e meio sem sentidos, viu o pão e o leite e, açoitado pela fome, comeu e bebeu tudo, quase sem respirar, e, assim, tomou a cair num sono muito pesado, O final da tarde daquele dia foi suave e trouxe um vento fresco que soprou calmamente nas folhas das árvores, levando alívio e esperança à alma dos homens.
Ao pôr do sol, aquele homem despertou e só então percebeu as mudanças em sua aparência. Passando as mãos sobre o rosto e os cabelos, logo notou que algo havia acontecido. Suas mãos e suas roupas estavam limpas e muito diferentes do que eram antes. Encontrando próximo um espelho, ele desatou a chorar.
Nesse mesmo instante, foi com surpresa que aqueles trabalhadores o encontraram e ouviram dele o seguinte:
"Senhores, o miserável que vós encontrastes caído sobre a terra foi vítima do feitiço que transforma o homem em fera. Na minha juventude fui acometido desse terrível mal que destrói o mais forte dos homens. Nem mesmo os reis podem resistir a ele. É de tal forma sua alma que ultrapassa a carne e os ossos e penetra nas profundezas da alma e do espírito.
Eu era belo e muito rico. Na verdade era um rei de um vasto império tinha alimentos e os vinhos mais preciosos. Vestia-me de fino linho e minha coroa reluzia cravejada de diamantes. Apliquei-me a aprender a ciência e me tomei versado em muitos idiomas. Nas festas, encantava as multidões com a beleza dos meus versos.
Sem notar, entretanto, a cada dia me embriagava mais e mais com os elogios e a fama. Passei a me admirar de tal forma que mandei construir uma estátua para mim mesmo, toda em ouro maciço, com 60 côvados de altura e 6 de largura. Queria que fosse a mais linda obra de arte jamais feita pelas mãos humanas.
Minha ambição encheu minha alma de ganância. Assim, vi crescer as garras de um lobo feroz em minhas mãos. Multipliquei os impostos sobre o povo e, tal qual a fera que despedaça e mata, deixei morrer à míngua as viúvas e os órfãos.
Semelhante à couraça de um animal, a vaidade fez crescer ao meu redor o desprezo e a insensibilidade. Determinei que todo o povo se ajoelhasse diante da minha estátua e me adorasse como se eu fosse um deus.
Não tardou a vir a justiça de Deus na minha vida. Meus inimigos se multiplicaram; pelo mal que causei cresceu o número daqueles que me odiavam. A pobreza invadiu meu reino e o povo, faminto, se rebelou contra as minhas ordens. Invadiram o palácio e saquearam o meu tesouro.
Perdi tudo quanto tinha; como se fosse um verme fugi à espreita, rastejando tal qual uma víbora por entre as árvores da mata para escapar dos que queriam me matar. Cego pela maldição que me acometeu, passei a odiar a humanidade e sonhava com a vingança.
Os maus sentimentos do meu coração tiraram-me o sono e amargaram a minha alma. Igual à cobra no deserto passei a viver só, vagando pelas estradas. Meus olhos escureceram, os dentes caíram e o rosto se encheu de rugas. Passei a causar espanto e horror, como se fosse uma fera do campo.
A maldição que destruiu a minha vida se chama orgulho! É ele o feitiço que transforma o homem em fera!
Hoje recebi de vós a ajuda que jamais esperei receber. Vossos corações bondosos trouxeram gratidão e luz à minha alma enegrecida. Rogo-vos, portanto, que nunca vos esqueçais dessa história que de mim ouvistes e que guardeis os vossos corações do feitiço que transforma o homem em fera."
Caro leitor, permita-me lembrar que foi o orgulho que transformou o anjo de luz, Lúcifer, em satanás, a cobra sagaz que tentou nossos pais no paraíso. A estátua de 60 por 6 forma o número 666, que representa a besta do Apocalipse. O número 6 na Bíblia representa o homem, formado no sexto dia da Criação. O número 3 representa Deus, que é Pai, Filho e Espírito Santo. O número 666 é o número do orgulho, pois representa o 6 que se faz 3, ou seja, o homem que se faz deus. O rei Nabucodonosor foi vítima dessa praga e também se tornou um animal. Não levante uma estátua a si mesmo. Cuide do seu coração para não se tomar vítima do feitiço que transforma o homem em fera.




Nesta ultima quinta-feira,Pastor Geraldo de Vilhena Coordenador Estadual de Evangelização, nas unidades da Fundação Casa de São Paulo, fez uma oração de libertação, em seguida deu uma palavra sobre a importância do novo nascimento e levou os jovens a buscarem a presença de Deus. No termino da oração 02 jovens tomaram a decisão de se batizar nas águas. 


O pastor Geraldo Vilhena orientou os jovens o que siguinificava o Batismo nas Águas.  


sexta-feira, 27 de junho de 2014

Entenda a importância do grupo Calebe

Entenda a importância do grupo Calebe

Mais do que palavras, grupo leva a verdadeira fé







“Diante das cãs te levantarás, e honrarás a presença do ancião, e temerás o teu Deus. Eu sou o SENHOR.”Levíticos 19.32
Mais valem ações que palavras. E a Universal segue respeitando, obedecendo e divulgando os ensinamentos do Senhor Jesus.
Uma das frentes de evangelização da Universal é o Calebe. Formado há cerca de 1 ano e meio, o grupo oferece especial atenção às pessoas da terceira idade, divulgando a Palavra de Deus e auxiliando na busca por uma melhor qualidade de vida.
Como o bispo Edir Macedo ressaltou, em vídeo que parabeniza o grupo Calebe, a experiência que os mais velhos têm os ensinou e os tornou mais fortes, fazendo deles exemplos de vida. E para que a força e a fé dos idosos sejam renovadas a cada dia, o Calebe promove várias ações, como orações, aulas de ginástica, excursões culturais e diversos cursos. Tudo pensado e elaborado para a terceira idade.
No mês de março, por exemplo, o grupo da Universal da João Dias (zona sul da capital paulista) proporcionou a centenas de idosos, no Cenáculo do Espírito Santo, uma manhã dedicada aos cuidados com a saúde. Médicos, enfermeiros e massagistas voluntários estiveram presentes, oferecendo cuidado e orientação.
Nesse dia foram realizadas aferições de pressão arterial, testes de glicemia e massagens relaxantes. Além desses serviços, os voluntários também conversaram intensamente com os idosos, orientando-os em relação a dietas, medicações e atividades físicas.
Ainda na capital paulista, o grupo realizou o “Dia da beleza”, a fim de renovar a autoestima e alegrar os idosos.
O evento contou com a participação de cabeleireiros, manicures, enfermeiros – que realizaram aferição de pressão arterial – e da clínica móvel da Sorridents, com especialistas que orientaram a respeito da saúde bucal.
“Nós estamos chegando à terceira idade e tem muita gente sofrendo. Por isso acompanhamos os idosos, visitamos as pessoas em asilos e também em casa, sempre com o maior prazer, levando carinho e a Palavra de Deus até eles”, afirma o voluntário Rainier Teixeira, coordenador do grupo na Vila Formosa.
Fazer parte do Calebe é, ainda nas palavras do bispo Macedo, “apresentar ao mundo uma fé madura e solidificada”. E todos podem fazer parte do grupo, como integrantes ou como voluntários nos muitos eventos realizados.








Animando o evento esteve presente a primeira cantora gospel da Igreja Universal do Reino de Deus Cristina Miranda.
Pastor Geraldo Vilhena(coordenador de evangelização em unidades da Fundação CASA de São Paulo )iniciou o evento com uma oração em favor dos internos e famílias

Nos últimos tempos em todo o universo, tem acontecido coisas espantosas como catástrofes naturais, guerras,doenças,fome e principalmente o avanço das drogas no meio da sociedade.

Quando nos falamos sobre drogas,  nos ficamos mais revoltados contra as forças do mal, pois é ele que é o responsável por qualquer tipo de vícios. Uma pessoa viciada, ela só pode se livrar desta maldição, com a fé sobrenatural. Ela pode até ficar em uma clínica fazendo terapia, tomando remédios mais meus amigos tudo temporário, este temporário pode durar até mais de dez anos em qualquer momento em uma emoção forte ela vai com certeza usar a maldita droga.
Meus amigos não tem outra saída se não a entrega de cem por cento  para o Senhor Jesus.

Leia com  atenção os depoimentos destas pessoas, que conseguiram se livrar desta maldição, mesmo assim saído com seqüelas..



Aconteceu nesta último sábado na Fundação CASA do Bom Retiro feminino  uma palestra sobre drogas ministrada pelo palestrante Robson de Freitas  integrante do Bloco de Ajuda aos Dependentes Químico grupo da UNIVERSAL

Robson relata como iniciou sua jornada no mundo das drogas,
Começou aos 13 anos na escola por simples curiosidade do efeito que a cocaína
Podia trazer depois de cheirada.
Ele não teve nenhuma informação ou orientação sobre os efeitos que as drogas podiam causar ao seu organismo.
E foi assim que começou se envolveu com todos os tipos de drogas permanecendo 10 anos nesta vida. ,e para sustentar o vicio, começou a roubar carro sempre armado com duas pistolas na cintura.
Passou por duas over doses, ficou tremendo todo e somente ouvia as vozes.
Dos parceiros em volta.

Ele se libertou do crime e das drogas porem perdeu uma perna.
No final da palestra o pastor Geraldo Vilhena, fez uma oração para arrancar o espírito do vicio das internas e famílias.
No final os voluntários da UNIVERSAL que fazem a obra de Deus na Fundação CASA oferecem um delicioso café para as internas e famílias.





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