quarta-feira, 16 de abril de 2014

Por que entramos e como saímos da prostituição?

Conheça histórias chocantes de pessoas que precisaram vender o corpo em busca da sobrevivência














Problemas familiares, dificuldade financeira, vícios, envolvimento com o crime e até falsa promessa de emprego são situações que podem levar mulheres a se prostituir. No entanto, uma coisa é certa: se elas tivessem outras oportunidades, a história seria diferente. É o que garante a secretária adjunta de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, Rosangela Rigo. 
“Há mulheres que fazem da prostituição a única alternativa de renda, mas na maioria das vezes não é por escolha. À medida que oferecemos opções de profissionalização, aumento do nível de escolaridade e garantia de fonte de renda mais elas preferem outros caminhos”, afirma Rosangela, em entrevista exclusiva à Folha Universal.
Vender o próprio corpo não é motivo de orgulho para essas mulheres. Em razão da vergonha que sentem e também para evitar olhares de condenação da sociedade, a maioria delas se esforça para manter o anonimato. Pelo menos é isso que apontam os relatos inéditos de três mulheres que conseguiram dar um novo rumo em suas vidas depois de anos vivendo no obscuro mercado do sexo em diferentes estados do Brasil.
Inocência roubada














A entrada no mundo da exploração sexual está relacionada a histórias trágicas. Em vez de glamour e dinheiro fácil, as protagonistas logo percebem que são vítimas de um círculo vicioso de humilhações, violência sexual, ameaças, drogas e condições semelhantes à escravidão.
Algumas têm o primeiro contato com a prostituição antes da chegada à vida adulta, como aconteceu com a esteticista Josefa da Silva, de 47 anos. Aos 12 anos, ela, a mãe e a irmã de 8 anos foram viver em um bairro pobre de Araguari, Minas Gerais, onde uma barragem estava sendo construída. Milhares de homens circulavam diariamente e casas noturnas da região serviam de ponto de encontro de muitos deles nas horas de folga. “As mulheres que se prostituíam me tratavam bem, eram minhas amigas. Eu ia aos bordéis para conversar, era ingênua”, diz, relembrando a época em que só acompanhava a atividade.
Aos 22 anos, a prostituição se apresentou como solução perversa. Após romper com o marido que a espancava, Josefa encontrou nos prostíbulos uma forma de sustentar as duas filhas, então com 8 meses e 2 anos de idade. “Não havia creche ou alguém para cuidar das crianças, eu ficava com elas de dia e ganhava dinheiro à noite”, explica.













A adolescência também foi cruel para a catarinense Fernanda Oliveira, hoje com 34 anos. Durante o baile de debutante de uma amiga, ela foi seduzida pelo pai da aniversariante, um velho conhecido da família. Naquela noite, Fernanda teve relações sexuais com o homem e não demorou até que ela fosse viver na casa dele. Dois meses depois, no entanto, veio o “balde de água fria”, como ela define. “Eu achava que era namorada, mas descobri que ele aliciava garotas. Ele me obrigou a ir para as ruas para ganhar dinheiro. Na primeira semana, fui estuprada por um cliente”, diz Fernanda. A menor de idade era vigiada o tempo todo pelo companheiro-cafetão, que ainda a agredia.
A cabeleireira Laila Ribeiro sofreu o primeiro abuso sexual aos 12 anos. De origem pobre, a fluminense de 46 anos lembra que costumava fazer serviços domésticos na casa de conhecidos para ajudar os pais. Um dia, ela foi convidada para morar com uma das famílias. O combinado era que Laila deveria fazer faxina e cuidar das crianças em troca de comida, moradia e alguns trocados.
Longe dos olhos dos pais, no entanto, ela também foi obrigada a aguentar a violência do “patrão”. “Eu dormia no meio das filhas dele e ele abusava de mim, mas eu não podia falar nada”, conta, emocionada.
Depois de passar parte da adolescência de casa em casa como faxineira, ela foi induzida a trabalhar em uma boate. Na época, Laila tinha só 16 anos. “Uma mulher que visitava minha patroa me convidou para um emprego melhor. Ela abriu conta bancária para mim e me deu até talão de cheque. Quando cheguei lá, descobri que era casa de prostituição, mas não tinha mais para onde voltar”, afirma.
Tormento e recomeço













Além do sofrimento de vender o próprio corpo a estranhos, Fernanda, Josefa e Laila viviam com a sensação de aprisionamento. Para fugir da solidão e suportar a dor, elas recorreram à cocaína e às bebidas alcoólicas.
Josefa se prostituiu durante 15 anos. Nesse período, ela se envolveu com traficantes, participou de assaltos, perdeu a guarda das duas filhas mais velhas e ficou grávida de outras três crianças, que foram encaminhadas para adoção. Aos 37 anos de idade, quando já vivia com o atual marido, ela decidiu recomeçar. Certa noite, ela pesou sobre a vida e decidiu que lutaria contra a prostituição para reconstruir a família.
“Eu tinha emprego, mas ainda fazia programas, era como se eu não tivesse controle sobre minha vida. Aceitei um convite para uma reunião da Universal porque queria investir na minha família”, relembra. Em uma semana, ela parou de usar drogas e encontrou palavras de conforto e incentivo. “Eu estava determinada a sair da prostituição, não importava o preço que iria pagar”, finaliza. Aos poucos, Josefa e o marido conseguiram fortalecer o relacionamento e ela se preparou para ser esteticista. Após alguns meses, Josefa retomou o contato com as filhas, que hoje têm 30 e 32 anos de idade.
Fé em Deus













Dos 16 aos 25 anos de idade, Laila trabalhou como faxineira, mas, quando estava desempregada, acabava voltando para a prostituição. Aos 18 anos, ela teve o primeiro filho, que foi enviado para a casa dos seus pais. Durante o tempo em que foi garota de programa, Laila passou por várias boates de Copacabana, usou drogas até perder os sentidos e foi enganada por uma promessa de trabalho.
“Em Rondônia, fui levada para um bordel e logo estava devendo o dinheiro da moradia, da roupa e da comida para os donos do lugar. Um dia, fui fazer um programa extra e acabei passando mais de 24 horas trancada em uma casa com vários homens, usando cocaína e me prostituindo”, revela. Ela continua: “Quando já estava sem forças e completamente drogada, consegui escapar deles, fui ao banheiro e pedi a ajuda de Deus. Naquele dia, resolvi parar”, relata Laila, que conseguiu voltar para o Rio de Janeiro com a ajuda de um policial que pagou a passagem de avião.
Mas o tormento de Laila não tinha acabado. “Eu me sentia um lixo, tinha nojo. Parece que estava escrito na minha testa ‘eu sou prostituta’. A acusação permanecia dentro de mim, era horrível”, admite. Ela chegou a passar fome e a atrasar o aluguel antes de conseguir uma vaga como atendente, onde recebia menos de um salário mínimo. Laila foi morar com o namorado e teve outro filho, mas o relacionamento não deu certo. Depois, ela se mudou para uma comunidade carente, onde vendeu salgadinhos e trabalhou como animadora de festas infantis.
“Eu continuava agressiva, batia no meu filho mais velho, vivia atormentada. Encontrei conforto espiritual na Universal, onde cheguei em 1996”, afirma. “É preciso estar preparada para ser pisoteada pelos outros, cair e levantar. Eu nunca abandonei Jesus, sempre confiei nEle”, afirma Laila, que dedica a vida ao salão de beleza próprio e aos cuidados dos dois filhos e da filha caçula, de 14 anos.
Já a catarinense Fernanda passou 12 anos fazendo shows de strip-tease em vários estados brasileiros e chegou a receber R$ 1 mil por programa em boates de luxo. “Eu só pensava em dinheiro para comprar cocaína. Uma noite percebi que vivia uma ilusão. Eu não queria morrer daquele jeito. Meu corpo estava anestesiado, mas minha alma não aguentava mais. Voltei para Florianópolis e reencontrei minha mãe. Ela me ajudou a renovar minha fé em Deus”, justifica Fernanda, que reaprendeu a se valorizar e recuperou a autoestima. Funcionária de um comércio, hoje ela faz planos para o futuro. “Apesar das dificuldades financeiras do início, eu fui perseverante e agora acredito em mim”, conclui.
As histórias de Josefa, Fernanda e Laila mostram que é possível superar dificuldades. Para quem deseja encontrar forças e orientação para grandes mudanças, o dia 19 de abril promete ser um divisor de águas. Veja como participar do “Dia Universal da Mulher” no caderno Folha Mulher.
Direitos garantidos
Em maio, a Secretaria de Políticas para as Mulheres vai lançar uma campanha para divulgar a central 180 e combater a exploração sexual. O objetivo é conscientizar a população sobre a importância de denunciar violações contra mulheres, que tendem a aumentar durante grandes eventos, como o mundial de futebol. Com investimento de R$ 10 milhões, a ação vai contar com distribuição de cartazes, panfletos e vídeos institucionais em hotéis, restaurantes, bares e outros locais. “Queremos atingir brasileiros e estrangeiros. A denúncia pode até acabar com organizações criminosas. Uma das ligações recebidas no telefone 180, por exemplo, conseguiu desarticular uma quadrilha de tráfico de mulheres que agia na Espanha”, explica Rosangela Rigo, reforçando que a denúncia ajuda a acabar com a exploração de mulheres no País. Além disso, garantir direitos e oportunidades é fundamental para que cada brasileira tenha autonomia sobre o próprio corpo e possa fazer escolhas conscientes.


UNIVERSAL NA FUNDAÇÃO CASA

 São centenas de famílias dos internos da Fundação Casa de Raposo Tavares, em mais um domingo de visita. Algumas delas vem do interior do estado, trazem  dentro delas tristezas, desespero, dor de humilhação.

Na recepção da Fundação Casa elas apresentam os seus documentos e aguardam a sua chamada para entrada, neste tempo as horas se passam e a fome começa pois muitas delas nem café elas tem como primeira refeição.
Tendo o conhecimento: a UNIVERSAL resolveu fazer uma surpresa.(veja)







Um almoço todo especial para todas as famílias. feito com carinho pelos voluntários da UNIVERSAL que fazem a obra de Deus na Fundação Casa.






 No momento das refeições, os voluntários da UNIVERSAL ficaram sentados na mesa com cada integrante da família e ouviram delas os problemas que elas traziam consigo. Uma mães falou que ela estava muito preocupada, pois o seu filho queria se matar.
Após ouvi-las os voluntários falaram que é muito importante usar a fé, para resolver esta situação pois tratava-se de um problema espiritual.

Esteve presente o palestrante Robson de Freitas, ex-usuário de drogas liberto pelo trabalho da UNIVERSAL, ele conta como conseguiu se libertar.


Marta Alves ex-sensitiva orienta também as famílias.










Houve distribuição de cesta básica oferecido pela Associação de Mulheres Cristã (A M C) 





No final dezenas de livros MULHER "V" foram doados para as famílias.


terça-feira, 15 de abril de 2014

Abra o link para ler a sua mensagem de seu aniversário.










Sisterhood visita internas da Fundação Casa

Voluntárias distribuem kits e livros para menores infratoras

Por Sabrina Marques
redacao@arcauniversal.com
Amor e dedicação são características presentes em todas as voluntárias do Sisterhood, grupo que surgiu em dezembro de 2009 e tem a finalidade de resgatar a essência feminina colocada por Deus em cada mulher. Desta vez quem recebeu o carinho dessas mulheres foram as internas da Fundação Casa “Chiquinha Gonzaga”, da Mooca, bairro localizado na zona leste da capital paulista.

As mais de 140 internas do local receberam kits de higiene pessoal e também centenas de livros “A mulher V”, da escritora e fundadora do Sisterhood, Cristiane Cardoso.

Além das doações, as internas também ouviram mensagens de fé e esperança, contidas na Palavra de Deus. Para o responsável pelo trabalho evangelístico dentro da Fundação Casa, pastor Geraldo Vilhena, a iniciativa do grupo é fundamental para a ressocialização e mudança de comportamento das menores infratoras. “Este é um trabalho excelente, pois a presença das voluntárias fez com que as jovens se aproximassem mais. Muitas abriram o coração, choraram após receber as orientações das esposas dos bispos, elas elevaram a autoestima, que a muito tempo estava em baixa, este evento foi muito bom”, conclui o pastor Geraldo Vilhena.















Momento da entrada do grupo Sisterhood




Uma palavra de fé



Jovens internas recebem um atendimento das esposas dos bispos e pastores



Leitura do livro A MULHER V






Senhora Margarete esposa do bispo Marcos com duas internas da Fundação Casa.




Senhora Rosilene esposa do bispo Jadeson com uma jovem interna.






Senhora Marcia esposa do bispo Romualdo antendendo uma jovem interna





Senhora Fátima esposa do bispo Clodomir atendendo jovens internas.





Uma visita na Casa das mães na Fundação Casa





Uma oração para finalizar.













UNIVERSAL NA FUNDAÇÃO CASA

Antes do inicio da cerimônia da Santa Ceia o Pastor Geraldo Vilhena passou uma mensagem aos adolescentes presentes falando sobre o significado do sacrifício de JESUS CRISTO na cruz do calvário.
Explicando que JESUS CRISTO quando foi crucificado DEUS o abandonou naquele momento e se fizesse maldito ali pendurado na cruz, para remissão de todos os nossos pecados.
Como esta escrita na palavra Porque eu recebi do SENHOR o que também vos ensinei: que o senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão e tendo dado graças, o partiu e disse. Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim.
Então antes de participar da Santa Ceia do Senhor Jesus Cristo devemos nos examinar e não participar indignamente para que ela não venha trazer condenação ao invés de benção sobre tua vida.





Logo após a mensagem os voluntários servem a pão e o suco de uva aos adolescentes





Pastor Geraldo Vilhena, serve a Santa Ceia para os voluntários que fazem a obra de Deus dentro da Fundação Casa.

Nesta foto os amigos podem verificar que nem todos os jovens participaram da Santa Ceia por motivo dos mesmos ainda não terem se definido na entrega de sua vida para o Senhor Jesus.

Porem os que entregaram suas vidas ao Senhor Jesus, além de participarem da Santa Ceia receberam o Espírito Santo.








Nesta ultima terça feira a equipe de voluntários da IURD na Fundação Casa
Com a direção do responsável pelo trabalho de Evangelização na Fundação Casa de São Paulo, Pastor Geraldo Vilhena.
Tudo foi especialmente preparado para a realização da Santa Ceia do Senhor e o Batismo nas águas dos adolescentes que entenderam que JESUS CRISTO é o único redentor e salvador









O esporte traz alegria e descontração, foi pensando nisso que nesse último domingo, voluntários da UNIVERSAL, realizaram um amistoso de futebol em Vila Maria, entre as equipes que jogaram, primeira equipe FUNCIONÁRIOS DA FUNDAÇÃO CASA  X  UNIVERSAL, foi uma partida disputadíssima entre dribles e muitos gols fizeram a alegria dos adolescentes , primeira etapa jogou Diretores e IURD o placar ficou Diretores 7 A 1 para a IURD Cidade Ademar
O segundo time SOS Jesus todos uniformizados com a cor laranja contra os adolescentes da fase inicial todos com a cor verde, o placar ficou assim Adolescentes 10 A 4 para SOS Jesus.
O terceiro time funcionários da Vigilância X IURD o placar ficou assim Vigilância 5 A 4 para a IURD e os times que foram jogando time da muralha B x Amuleque, placar 7 A 3 e o grande campeão do dia foi a Vigilância que fez bonito e mostrou habilidade com a bola ganhou de 6 gols, o time dos diretores que também não ficou atrás ficou em segundo lugar com 4 gols.



Para a entrega da premiação esteve presente, o Pastor Geraldo Vilhena Coordenador de evangelização, nas unidades da Fundação Casa de São Paulo, e o Obreiro Laudelino fez uma oração pedindo a proteção de Deus por todos os presentes, e entregou para o Vice campeão medalhas, e para a vigilância um lindo troféu doado pelos voluntários da IURD.












E para alegria de todos após o amistoso foi servido um delicioso churrasco para todos os presentes.








Voluntários e Jovens da Igreja Universal do Reino de Deus estiveram presentes, neste último sábado, na Fundação Casa internato Pirituba, levando alegria e vida, em mais um evento com várias atividades para os internos, seus familiares e funcionários. Para dar início ao evento, esteve presente o Pastor Luis Eduardo Novaes responsável pela força jovem Universal, contou seu testemunho que tinha tudo, uma família bem estruturada financeiramente, mais tudo isso não foi o suficiente pois entrou para o mundo das drogas , no fundo do poço conheceu o SENHOR JESUS e teve sua vida transformada, falou sobre a corrente do mal e estava apresentando para os adolescentes a corrente do bem a qual irá mudar suas vidas para sempre. e fez orações por todos os presentes. Também esteve presente, o Pastor Geraldo Vilhena Coordenador Estadual de Evangelização, nas unidades da Fundação Casa de São Paulo.



  
 





Um ex internos da Fundação Casa Amauri e Gleidson Ferreira de Medeiros deu seu testemunho falou da transformação que teve com a ajuda do trabalho da IURD, falou das más experiências que teve com as drogas, passou por várias unidades dentre elas: Imigrantes, Tatuapé, Brás.







A CIA Teatral Força Jovem apresentou uma peça que emocionou a todos os presentes, a peça conta a História de uma pessoa. Leiloa-se uma alma, Leilão de uma pessoa sobre sua alma, a primeira que vem da o primeiro lance, foi a religião, o segundo lance prostituição, terceiro lance bebidas, curtição, quarto lance foi a ganância, e drogas, e por último a morte que deu um lance maior, já no último suspiro, vem Jesus que resgata sua alma tirando todas as correntes do mal, e lhe dá uma nova chance.
























Foi feita distribuição para todos, de centenas de livros a voz da fé do Bispo Macedo, revistas, plenitudes,









e um diploma para todas mães.  



Para a alegria dos adolescentes foi servido sorvete, pipoca, refrigerante 

e algodão doce. 
     










Para finalizar o Pastor Luis Eduardo fez uma oração de entrega e falou de todos os cursos e projetos que a força jovem tem dentro da IURD, como cursos de inglês, judô e muitos mais e deixou um convite para todos os adolescentes para participar de todos os projetos que a IURD oferece.

Sra. Fabiana (Equipe Pedagogia) entregou lembrancinhas às mães
Para os familiares foram oferecidos os serviços de cabeleireiros e manicure e todos tiveram direito a bolo e refrigerantes para completar esta belissima confraternização.


Para encerrar o Pr. Geraldo Vilhena (responsável pelo trabalho evangelistico na Fundação Casa) fez um grande círculo com os internos, familiares, funcionários e a Diretora Sra. Raquel e realizou uma oração. Foi entregue também o hinário do Dia "D" como lembrança para as mães. Um dia de alegria e com certeza ficará guardado no coração de todos.
 

UNIVERSAL NA FUNDAÇÃO CASA

















UNIVERSAL NA FUNDAÇÃO CASA
Em uma noite especial, foi preparado uma Santa Ceia e servida para os internos

O Pastor Geraldo Vilhena responsável pelo trabalho evangelístico nas unidades da Fundação Casa de São Paulo, falou que é a maior cerimônia realizada na IURD e que as pessoas preparadas para participarem são aquelas que fizeram uma Aliança de fato é verdade com o Senhor Jesus, na oportunidade o Pastor Geraldo, fez uma oração levando os jovens a fazerem uma Aliança com Deus.






Em seguida os jovens aceitaram fazer uma Aliança Com Deus, então foi realizado um batismo nas águas confirmando a presença do Espírito Santo.

















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