segunda-feira, 10 de março de 2014

Pesquisas indicam que mesmo em pequenas doses, o consumo de álcool está associado a comportamentos de risco no trânsito.

Lei Seca mais rígida faz cair número de mortes no trânsito, mas álcool ainda causa acidentes




O álcool está relacionado a 21% dos acidentes de trânsito no Brasil, segundo divulgação feita este mês pelo Ministério da Saúde. Coletados em 2011 e analisados no ano passado, os dados apontam que uma em cada cinco vítimas de trânsito atendidas nos prontos-socorros do País naquele ano haviam ingerido bebida alcoólica.


A nova Lei Seca, regulamentada no fim de 2012, prevê tolerância zero para o consumo de álcool e surge com o objetivo de reduzir esses índices e mudar o hábito dos condutores brasileiros. O rigor da lei foi apontado pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, como o fator responsável pela redução do número de mortes nas rodovias federais no carnaval (3.149 acidentes com 157 mortes, contra 3.499 acidentes e 192 mortes em 2011), o menor índice registrado nos últimos 10 anos.


Presidente do Instituto Avante Brasil, o jurista Luiz Flávio Gomes não se mostra tão otimista quanto à redução de mortes no trânsito somente a partir da Lei Seca. “A lei, por si só, é impotente. Já tivemos três leis anteriores e não funcionaram”, diz, taxativo.




Estimativas feitas pelo Instituto Avante com base em dados de 2001 a 2010 indicam que o número de mortes no trânsito brasileiro pode chegar a 8 milhões no ano 2060 se medidas efetivas não forem tomadas.“O que funciona é a fiscalização, que é intensa no início, mas afrouxa logo em seguida. Basta diminuí-la para que os índices voltem a aumentar”, enfatiza Gomes.


O levantamento do Instituto Avante foi feito a partir de números consolidados do Datasus (Ministério da Saúde) e revelou que uma pessoa morre no trânsito brasileiro a cada 11 minutos e 21 segundos. Atualmente, o trânsito é a principal causa de morte entre os jovens de 15 a 29 anos em todo o mundo. O Brasil ainda é o quinto país em número de mortes por acidentes de trânsito, de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). Perde apenas para Índia, China, Estados Unidos e Rússia.


A lei sancionada pela presidente Dilma Rousseff em dezembro aumentou o controle ao permitir que autoridades de trânsito, como policiais ou agentes, identifiquem sinais de embriaguez em motoristas. A proposta reconhece novos meios para comprovar que o condutor está alcoolizado, como depoimentos, fotos ou vídeos. Antes, apenas o teste do bafômetro e o exame de sangue comprovavam a ingestão de álcool.




Houve ainda alteração no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) por meio de uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que mudou o valor da multa (de R$ 957,70 para R$ 1.915,40) e excluiu a margem de tolerância para condutores alcoolizados. Se o bafômetro marcar valor entre 0,05 e 0,34 miligramas por litro de ar, o motorista responderá por infração gravíssima. Além de pagar a multa, terá o veículo retido, a habilitação recolhida e a suspensão do direito de dirigir por 12 meses. Em caso de reincidência, a multa passa a ser de R$ 3.830,60.


Se for constatado que o motorista possui mais de 0,34 mililitros de álcool por litro de ar, responderá por crime de trânsito, será encaminhado para a delegacia de polícia e receberá pena de 6 meses a 3 anos de prisão. O motorista considerado criminoso cumprirá, também, as mesmas medidas administrativas decretadas em caso de infração gravíssima, como multa, retenção do veículo e da habilitação e suspensão do direito de dirigir.


O Contran também definiu os sinais que os agentes de trânsito devem avaliar para confirmar a embriaguez. Entre eles estão o sono, cheiro de bebida, olhos vermelhos, soluço e vômito. Os relatos dos agentes valerão como prova contra os motoristas.


Na opinião do gerente comercial Rogério Witkowsky, a mudança na lei é bastante radical, mas foi suficiente para que ele mudasse o hábito de dirigir após beber. “Acho que deveria ter alguma tolerância. O radicalismo não resolve e eu não deixei de beber por isso. A diferença é que agora eu peço para a minha mulher me buscar ou volto de carona com amigos. Prefiro não correr o risco.”




Para o ministro das Cidades Aguinaldo Ribeiro, a fiscalização mais rígida será capaz de conscientizar a população. “A resolução tem como intuito mudar a conduta do motorista. É um pacto a ser feito pela sociedade brasileira. A minha recomendação para os motoristas é que não consumam qualquer substância ou produto com teor alcoólico antes de pegar a direção do veículo”, afirmou em coletiva de imprensa.


Pesquisas indicam que mesmo em pequenas doses, o consumo de álcool está associado a comportamentos de risco no trânsito. Uma delas, realizada pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), em parceria com o Programa Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Drogas (Grea) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, com mais de 7 mil participantes em 27 cidades do País, comprova que, mesmo em baixas quantidades, o uso de bebidas alcoólicas é perigoso e coloca a vida de motoristas em risco.


O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, lembrou que os altos índices de acidentes interferem diretamente na saúde pública e defende a tolerância zero no trânsito. “Estou muito feliz com a decisão do Contran. A aplicação da tolerância zero era uma luta nossa da Saúde. Mais de 140 mil acidentes de trânsito por ano são atendidos no Sistema Único de Saúde.”


O operador de câmera Sidney Paulino não bebe e defende a validade da lei. “Sim, defendo, porque existem pessoas que abusam. Ela vai servir como uma reeducação para a população, como aconteceu com o cinto de segurança. Houve um tempo em que ninguém usava. Hoje, é difícil ver uma pessoa dirigindo sem o cinto.




AMC É UMA SEMENTE DE AMOR, FÉ E ALEGRIA.



 Logo que brilhou o sol Rosana, com a equipe de voluntárias, se dirige à Fundação Parada de Taipas. Um lugar deserto, guardando quase sessenta internas que cometeram deslizes na sociedade.
Na idade de 14 a 21 anos ali elas permanecem, e dentro da rotina vão se socializando e se educando nas regras e leis a cumprir.
Chegando à quadra, um espaço cedido para o evento, elas aparecem sorrindo e cumprimentando o grupo da AMC que lhes espera.



 Inicialmente Rosana agradece aos responsáveis e funcionários, valoriza o trabalho desenvolvido pelo Pr. Geraldo Vilhena, da Igreja Universal, onde, semanalmente, com um grupo de apoio busca resgatar a ideia perdida,  e mostra, através da palavra de Deus, que há uma nova chance para  quando ficarem livres desse passado.
É feita uma oração de agradecimento e são convidadas a participar de um café da manhã preparado por todas as voluntárias.















 No retorno, são presenteadas com um livro que fala do Pecado e Arrependimento, onde Rosana lê uma página e explica o significado de se perdoar. Dá o incentivo de uma nova chance e, ainda com todos os erros cometidos, Deus está pronto para recebê-las com o arrependimento. Todas atentamente dão ouvidos e acompanham cada palavra.



 Para surpresa das meninas a AMC leva um Kit de maquiagem para cada uma, e Gianni Albertoni  (modelo e apresentadora), com todo o brilho e luz, ensina como se maquiar. Todas muito atentas fazem uma roda ao seu lado e começa a aula.
Gianni com sorrisos e simpatia comenta cada detalhe e pinta as meninas de forma profissional, dando muitas dicas dos passos que se devem seguir. Elas, que também fazem alguns cursos profissionalizantes dentro da Fundação, dizem que foram privilegiadas com essa visita.
Sempre muito alegres, não deixam transparecer que, por trás de cada uma, já exista uma história marcante. Acreditamos que se existir nas instituições motivação, oportunidade de trabalho e educação seguramente muitas delas serão beneficiadas e, saindo, terão chance de um começo diferente: sem droga, sem roubos, sem homicídios.  É necessário que existam leis não só para a prisão, mas que existam, no mundo, sistemas de melhorias de condições para as classes sociais afinal, sempre estamos na esperança de um país em desenvolvimento, porém também com condições mais apropriadas e de visão para dignidade do próximo.
Nada justifica, mas tudo colabora. Com Deus, trabalho e educação muitos estariam protegidos e longe da força do mal.
Finalmente, Junior com seu violão anima  as meninas que cantam diversas músicas,  secular e gospel, que  fazem a alegria de todos.








 Carlinda finaliza com uma oração, pedindo a Deus a sua misericórdia e determinando um novo coração na vida de cada uma delas.


domingo, 9 de março de 2014

A abelha e os doutores Esta história, longe de ser uma fábula ou lenda, é uma realidade...

A abelha e os doutores

Esta história, longe de ser uma fábula ou lenda, é uma realidade...














Esta história, longe de ser uma fábula ou lenda, é uma realidade e tenho certeza que deixará maravilhada a alma daqueles que sabem apreciar a grandeza de Deus  e no Seu poder fazem suas bases de fé.
O rei Davi, no Salmo 19.10 diz que os juízos do Senhor são “mais desejáveis do que o ouro depurado; e são mais doces do que o mel e o destilar dos favos”.
Esses favos nada mais são que um conjunto de alvéolos onde a pequenina abelha deposita o mel fabricado com o pólen extraído das flores.
À primeira vista, o observador distraído não se dá conta que a abelha, ao construir seu alvéolo de cera, resolve um problema de alta matemática, que resulta na forma hexagonal da porta do alvéolo. Igualmente o ângulo dos losangos que fecham a parte de trás desse pequenino reservatório assombra os matemáticos.
Para que os alvéolos armazenem o máximo possível do mel, é preciso que a parede de um sirva também ao  vizinho. Não podem, portanto, ser redondos, pois o desperdício seria imenso. Poderiam ser hexagonais, triangulares ou quadrados.
Matemáticos, ao longo dos tempos, conferiram o perfeito trabalho de Geometria das abelhas e muito se admiraram. Constataram que o volume que um alvéolo hexagonal comporta (a forma escolhida pelas pequeninas “engenheiras”) é 50% maior que o de um triangular e 15% maior que o de um quadrangular.
Isso é absolutamente incrível, porque para chegar a essa conclusão são necessárias diversas operações matemáticas que levam tempo, sendo que as mesmas levaram séculos para serem elaboradas pelos estudiosos!
Mas o fascinante problema não termina aí. Como fechar o fundo do alvéolo?
A abelha adota três losangos iguais, que formam uma cavidade ao invés de um fundo plano. O físico René Antoine notou que nos favos de mel esses losangos de fechamento têm o ângulo agudo sempre constante. Para conferir, mandou trazer favos de diversas partes do mundo e todos apresentavam os losangos de fechamento com o mesmo ângulo.
O astrônomo Dominique Maraldi mediu com a maior precisão o tal ângulo e achou 70 graus e 32 minutos. Isso impressionou René Antoine. O que levava a abelha a adotar o mesmo ângulo em todos os losangos? Consultou então o notável Samuel Konig, alemão, o maior matemático de seu tempo, e não mencionou que se tratava de um alvéolo.
A questão proposta foi a seguinte: “É dada uma figura hexagonal regular fechada em uma de suas extremidades por três losangos iguais. Que ângulo devem ter os losangos para que a figura comporte o máximo de volume com maior economia de material?”
O sábio concluiu: 70 graus e 34 minutos! Comparado com os 70 graus e 32 minutos adotados pelas abelhas, a diferença é quase nenhuma!  Surgiu uma polêmica no meio científico: Quem estaria certo? O matemático ou a abelhinha?
Diziam alguns que talvez fosse o problema da diferença entre o teórico do cálculo no papel e a dificuldade de se manusear a cera na hora da fabricação. Seria o resultado do trabalho da abelha o mais aproximado possível do ideal?
Um matemático inglês, Collin MacLaurin, usando os recursos do Cálculo Diferencial, achou que o alemão Konig havia errado. O ângulo do losangos para o alvéolo que trazia a maior economia com o maior volume era precisamente 70 graus e 32 minutos! A abelha estava absolutamente certa!
Collin demonstrou que seu brilhante colega errara por ter utilizado em seus cálculos uma tábua de logaritmos que tinha um erro. Revelou qual era essa tábua e onde estava o erro, do qual resultara a pequena diferença.
Não é maravilhosa, caro leitor, a obra do nosso Deus? A abelha, que nunca foi à escola, calcula o volume V do alvéolo em função do ângulo X dos losangos. Deriva V em relação a X, iguala essa derivada a zero e resolve a equação trigonométrica resultante, que só é possível com o uso dos logaritmos.
Toda essa ciência é para muitos de difícil compreensão, mas o que se pretende demonstrar aqui é que o Criador nos ensina, mais uma vez, com tão pequenina professora a humildade que devemos ter para compreender Sua majestosa obra. Os mandamentos do Senhor, os quais o rei Davi comparou com os favos, são ainda mais doces e mais perfeitos!7



UNIVERSAL NA FUNDAÇÃO CASA


Entrevista Especial com Sr. Luiz Antonio Dobroca responsável pelo Projeto Ler Escrever.

IURD NA FUNDAÇÃO CASA :Pergunta:
Existe algum tipo de descriminação com relação aos internos

Em regime semi - aberto da Fundação Casa?
Reposta: De maneira nenhuma, não há descriminação eles são acolhidos
como alunos e tratados da mesma forma que os outros alunos.
São integrados normalmente e não existe restrição.
IRD NA FUNDAÇÃO CASA:Pergunta: Como é desenvolvido o ensino no projeto ler escrever?
Resposta: Os jovens que desejam estudar a fim de serem enseridos
Futuramente no mercado de trabalho aqui são capacitados através
de curso de alfabetização e profissionalizante, informática, corte de cabelo
masculino.Também é dada assistência aos familiares dos alunos,
Fornecemos bolsas de estudo aos parentes dos alunos que podem
Fazer todos os cursos disponíveis em nossa programação.
Esta iniciativa deve servir como exemplo e ser desenvolvida em outras
Casas de acolhimento a fim de beneficiar estes jovens.
IURD NA FUNDAÇÃO CASA:Pergunta: As mães dos internos da Fundação Casa possuem alguma duvida
Com relação ao projeto ler escrever?
Resposta: Geralmente elas recebem de bom grado a forma como ministramos
Os cursos aqui no ler escrever, agradecem e podem perceber o bom aproveitamento das aulas.
Teve uma mãe que nos procurou para agradecer a nossa dedicação com
Relação ao ensino. E outro caso um jovem comentou que sua mãe estava muito
Feliz com o resultado do curso na vida de seu filho.
IURD NA FUNDAÇÃO CASA:Pergunta: Os integrantes da classe aceitam o fato de estarem estudando
ao lado de um interno da Fundação Casa?
Resposta: Isto não existe, pois o aluno não tem acesso a estas informações, temos aqui senhoras e senhores de albergues e não há descriminação o tratamento.
É único para todos.
IURD NA FUNDAÇÃO CASA:Pergunta: Como tem sido os resultados no ler escrever com estes jovens?
Resposta: Ao longo do período letivo, tem sido muito satisfatório a idéia.
de estarem acolhidos, integrados aos outros alunos em ambiente sadio, nunca
acorreu uma atitude que denegrisse a imagem de um dos internos da Fundação
Casa aqui no Ler Escrever.
IURD NA FUNDAÇÃO CASA:Pergunta: Como Sr. se sente fazendo parte deste projeto?
Resposta: Sinto-me bem é muito gratificante,
tanto que deixei de ser comerciante para me dedicar tempo
Integral a este projeto.
IURD NA FUNDAÇÃO CASA:Pergunta: Quem foi o idealizador do projeto Ler Escrever?
Resposta: O Bispo Edir Macedo e o Bispo Gonçalves, o projeto.
Teve inicio no Rio de Janeiro, depois foi sendo expandido para.
Outros Estados do Brasil e Paises. Sr. Luiz acrescenta que ele
Foi buscar informações no Rio de Janeiro para desenvolver o projeto
Ler Escrever aqui em São Paulo.
Comentou que no principio não havia estrutura para começar o Ler Escrever
Tanto que a lousa era uma caixa de papelão, mais com o tempo foi crescendo.
E hoje possui excelentes instalações.

sábado, 8 de março de 2014

Morrer por amor.



ENCOMENDANDO A PRÓPRIA MORTE: A ADVOGADA GIOVANA MANZANO, DE 35 ANOS, OFERECEU R$ 20 MIL PARA SER ASSASSINADA; ELA SOFRIA DE DEPRESSÃO PROFUNDA, DOENÇA QUE SURGIU DEPOIS DE TER SE SEPARADO DO MARIDO, EM FEVEREIRO
Três tiros certeiros, disparados contra a cabeça de Giovana Mathias Manzano, 35 anos, mataram a advogada moradora da cidade de Penápolis, no interior de São Paulo. O crime ocorreu no final de junho e, inicialmente, foi tratado como mais um caso, entre tantos outros, decorrente violência urbana. Mas não foi isso o que apurou a polícia. As investigações apontam que Giovana pediu que fosse apresentada a alguém envolvido com o "mundo do crime". Poderia ser um "traficante" ou "homicida", desde que estivesse disposto a assassiná-la. Como recompensa, ficaria acertado que o criminoso receberia R$ 20 mil.
"A VINGANÇA É UM PRATO QUE SE COME FRIO"
(Giovana, ao se referir ao seu ex-marido para uma testemunha do crime)
A causa mais provável para que advogada pagasse pelo próprio assassinato é uma frustração amorosa. Giovana foi casada até fevereiro deste ano, mas, quando se separou, começou a ter problemas de depressão profunda, o que a obrigou a passar por tratamento psiquiátrico, segundo informações dos familiares.
DIVÓRCIO E DEPRESSÃO
As grandes evidências de que Giovana não fora vítima de um crime comum, mas que pagou pela própria morte, motivada pela frustração amorosa, são uma carta de despedida deixada para a família e o fato de ela ter dito a uma testemunha que "a vingança é um prato que se come frio", ao se referir ao ex-marido.
CASO CIBELE DORSA
Outro caso em que a decepção amorosa parece ter atingido o limite do suportável ocorreu no final de março. A atriz e escritora Cibele Dorsa, de 36 anos, morreu ao se jogar da janela do sétimo andar do prédio onde morava, no Morumbi, bairro nobre da Zona Sul de São Paulo.

UNIVERSAL NA FUNDAÇÃO CASA
Nesta ultima quinta-feira,Pastor Geraldo de Vilhena Coordenador Estadual de Evangelização, nas unidades da Fundação Casa de São Paulo, fez uma oração de libertação, em seguida deu uma palavra sobre a importância do novo nascimento e levou os jovens a buscarem a presença de Deus. No termino da oração 02 jovens tomaram a decisão de se batizar nas águas. 


O pastor Geraldo Vilhena orientou os jovens o que siguinificava o Batismo nas Águas.  





Um comentário:

  1. Tenho a certeza de que estes jovens que aceitaram Jesus Cristo dentro da Fundação Casa , vão sair
    de lá para fazer toda a diferença aqui fora.

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