quinta-feira, 23 de maio de 2013

Livre da depressão




Curitiba (PR) – A empresária Cláudia Biato, de 44 anos, sofreu muito antes de conhecer a Igreja Universal. Ela conta que tinha depressão, passava por uma séria crise no casamento de 17 anos e estava endividada. “Enfrentava o pior momento de minha vida. Estava à beira da separação e tinha uma dívida de quase R$ 100 mil”, relata. Para completar, a saúde dela estava debilitada devido a uma alergia que se alastrou pelo corpo. O desejo de mudar de vida era constante. Cláudia não aceitava aquela situação. Em meio a tantos problemas, ela ouviu falar da Fogueira Santa na IURD. “Comecei a ir às reuniões, até que participei da Fogueira Santa, com toda fé e determinação. Creio que chamei a atenção de Deus, porque comecei a obter resultados. Meu casamento foi restaurado, fiquei livre da depressão, do medo e da doença”, enfatiza. Cláudia também comemora as vitórias financeiras que obteve após a campanha. Segundo ela, quitou as dívidas que tinha com bancos e agiotas. “Conquistamos uma empresa, 6 automóveis e uma casa maravilhosa. Temos uma chácara e um terreno na praia. O melhor de tudo foi que tivemos um real encontro com Deus”, conclui.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

A UNIVERSAL na Fundação Casa em Franco da Rocha.


UNIVERSAL NA FUNDAÇÃO CASA
























Neste último domingo  na unidade da Fundação Casa em Franco da Rocha os voluntários da IURD realizaram um evento para os familiares e internos.




























 Na oportunidade foram efetuadas as seguintes prestações de serviços: cabeleireiros (cortes de cabelo e escovas), manicure, maquiagem. Os funcionários também puderam desfrutar destes benefícios e mudaram o visual.













































Foram realizadas palestras sendo os temas : "Começar de 
Novo" com a palestrante Ana Maria informando que se cometemos algo errado devemos começar de novo, nos dar esta chance, pois todo ser humano tem um grande potencial dentro de si."Prevenção de Drogas" com a palestrante Marta Alves, que levou os internos a reflexão sobre os malefícios causados pelas drogas e que os mesmos tem o direito de escolha e dizer NÃO ás drogas. Esse tema causou um grande interesse pelos internos, que participaram com perguntas e sugestões para deixar a dependência química


































O pastor Geraldo Vilhena coordenador de evangelização nas unidades da Fundação Casa de São Paulo orou pelos internos e esclareceu sobre nossas emoções. Que muitas das vezes cometemos um erro por que não sabemos nos conter, e que o resultado nos leva a pagar um preço muito caro. Mas quando temos uma comunhão com Deus, o Espírito Santo nos ajuda a controlar estes instintos e passamos a viver uma vida de alegria.A coordenadora Salma ficou satisfeita com o evento e relatou que este tipo de iniciativa reflete nos internos, pois eles começam a mudar o comportamento acreditando que eles são capazes de mudar a situação de suas vidas (auto-estima)









































Foi distribuido pipocas, algodão doce, refrigerantes e sorvetes para os internos e famílias. Tudo isto num clima de muita alegria e satisfação. 





























































 

terça-feira, 21 de maio de 2013

Violência dentro de casa





A violência doméstica é uma realidade na vida de muitas mulheres. Apesar de suas inúmeras conquistas, especialmente no âmbito do mercado de trabalho, pesquisas apontam que a elas ainda apanham dos homens.
Segundo a pesquisa realizada pela Fundação Perseu Abramo, pelo menos 6,8 milhões (11%) das brasileiras com 15 anos ou mais já foram vítimas de espancamento.
Na pesquisa “Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher” de 2009, realizada pelo DataSenado, o percentual de mulheres que disseram ter sofrido violência doméstica e familiar aumentou em comparação com os anos anteriores: 19% das 827 entrevistadas revelaram que já sofreram agressões. Em 2007 esse índice era de 15% e, em 2005, de 17%.
Ainda de acordo com a pesquisa, entre as vítimas entrevistadas, o tipo de violência mais citado é a física (51%). A agressão é predominantemente praticada por homens que mantêm relações íntimas com as vítimas: 81% são maridos, companheiros ou namorados.
Os dados alarmantes sobre violência contra a mulher revelam a triste realidade de vários lares brasileiros. Com o objetivo de reverter esse quadro, a Igreja Universal do Reino de Deus realiza campanhas de fé. Milhares de pessoas, através das correntes, podem testemunhar o poder de Deus em sua família.
Ela venceu
A assessora parlamentar Ângela dos Reis viu os problemas de seus pais se repetindo em sua vida. Assim como sua mãe, ela também era agredida pelo marido. “Por várias vezes eu entrei nas brigas dos meus pais com o objetivo de apaziguar, mas acabava sendo agredida também”, lembra.
Ao completar 14 anos, Ângela foi viver em outro estado na tentativa de ser feliz, mas seus planos foram frustrados. “Assim que conheci meu esposo, que era chefe de gangue, fomos morar com irmãos e amigos dele. Fui muito humilhada, ele vivia me espancando, mas, mesmo assim, eu queria ficar com ele”, conta a assessora parlamentar.
Por causa das brigas e o abandono por parte do marido, Ângela chegou a tentar suicídio. “Estava quase desmaiada quando ele descobriu que eu havia tomado veneno para me matar; mesmo assim ele me espancou.”
Após muitos maus-tratos, Ângela resolveu voltar para o estado em que morava. “Quando avisei que ia embora, ele jogou o dinheiro em cima de mim e me mandou sumir. Tive uma depressão terrível”, conta.
O encontro com Deus, através de seu irmão, mudou a vida de Ângela. “Fui à Igreja Universal e pedi a Deus que trouxesse meu marido de volta porque eu o amava. Comecei a fazer as correntes; nas orações dos casais sempre estava com a fotografia dele e Deus restaurou meu lar. Hoje somos felizes, tenho a vida que pedi a Deus”
Assim como Ângela, milhares de lares são restituídos na Corrente da Família da IURD através da fé, das orações e das orientações sob a luz da Palavra de Deus. Participe de uma reunião.
“… Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa” (Atos 16.31).. A Corrente da Família acontece todas as quintas-feiras, na Igreja Universal do Reino de Deus.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Vença os maus pensamentos



A Salvação não é fácil. Para conservá-La, é preciso estarmos conscientes de que fomos salvos, estamos salvos e seremos salvos – se permanecermos fiéis até o fim.

Para tanto, temos de vencer os maus pensamentos. Quando o Senhor Jesus fala em porta estreita e caminho apertado (Mateus 7.14), não temos ideia real do quão difícil é a Salvação.

Somente diante das tentações, desertos e desafios, podemos entender o peso de Suas palavras.

“…mas Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar.” (I Coríntios 10.13)

Um dos segredos para a manutenção da Salvação é a oração em espírito. Isso se dá imediatamente após surgirem os maus pensamentos.

Instantaneamente, sem palavras, na mente, e com toda a força, há de se expulsá-los.

Por exemplo, em sua mente, pense: “Em o Nome de Jesus, tá amarrado!” Repita isso até ficar livre deles. Pensamentos – bons ou maus – são inevitáveis. Os bons (de acordo com a Palavra de Deus) devem ser curtidos. Os maus, ou com aparência de bons, devem ser banidos. Não podemos impedi-los de vir, mas temos poder para repreendê-los.

Se os maus pensamentos vêm e não resistimos a eles de imediato, eles ganham força e podem causar riscos à boa consciência e, consequentemente, à Salvação.

E quanto mais tempo lá ficam, mais difícil se torna reprimi-los. Por isso, a reação, por meio de breve oração mental, tem de ser imediata.

Some-se a isso a oração diária no início e ao final do dia:

“Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o Teu Nome; venha o Teu reino; faça-se a Tua vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia dá-nos hoje; e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal pois Teu é o Reino, o Poder e a Glória para sempre. Amém!” (Mateus 6.9-13)

Deus abençoe a todos.

domingo, 19 de maio de 2013

Para onde vai o dinheiro do laudêmio?


Cobrança criada no tempo do Império do Brasil atravessou os séculos e tem como beneficiados a União, os herdeiros da monarquia e a Igreja Católica


Você já ouviu falar em laudêmio? É uma taxa que a maioria desconhece e que teve início no tempo do Império do Brasil. Mas quem paga essa taxa? Para onde vai esse dinheiro? E a quem interessa que essa cobrança não seja discutida?



O laudêmio é uma taxa paga no momento da venda de determinados imóveis, principalmente os que estão nos chamados “terrenos de marinha”, localizados dentro da faixa de 33 metros a partir da linha preamar média (LPM) – linha imaginária que corta a costa brasileira, demarcando a média de marés altas e baixas do ano de 1831. Sim, você leu direito: 1831! Praticamente ontem, não? Todo terreno que estiver dentro dessa faixa será considerado da União. O problema é que muita coisa mudou na costa brasileira desde 1831.

Apesar dessa definição, a taxa também incide sobre imóveis de cidades que não estão no litoral, como é o caso de Petrópolis, na região serrana do Rio de Janeiro.

A cobrança do laudêmio nasceu em 1831, com a criação da linha preamar média pela Comissão de Foro e Laudêmio. A taxa foi instituída para autorizar o uso das terras públicas por particulares. Quando o Brasil tornou-se independente, os imóveis passaram a pertencer ao novo país.


Segundo o engenheiro e advogado Francisco Maia Neto, atualmente essas terras são divididas entre três proprietários, da seguinte maneira: a Igreja Católica possuiria 60% dos imóveis dos quais são cobrados o imposto. Cerca de 30% são da União e os outros 10% seriam os imóveis dos herdeiros da monarquia (que ainda possui muitas terras na cidade de Petrópolis). O pagamento deve ser feito pelo vendedor do imóvel, na hora da venda. Isso porque, para a lei, ele não é exatamente o dono do imóvel. Quando alguém compra um terreno à beira-mar, por exemplo, dentro das medidas estabelecidas por lei, na verdade assina um contrato de aforamento – adquire o domínio útil do imóvel, pagando o chamado foro, uma taxa anual paga à União. Isso pega muitos proprietários de surpresa na hora de repassar o contrato para o comprador. Em 2012, a imprensa noticiou que o ex-jogador Ronaldo Fenômeno foi autuado na 4ª Vara de Execução Fiscal do Rio de Janeiro, para que pagasse mais de meio milhão de reais referentes ao atraso no recolhimento do laudêmio de sua ilha em Angra dos Reis.

Em nota enviada à reportagem, a Secretaria do Patrimônio da União (SPU) assumiu que, em 2012, apenas a União arrecadou R$ 366.763.442,92 com a cobrança de laudêmio e que o valor tem como destino o Tesouro Nacional. “O valor representa cerca de 530 mil imóveis localizados na linha preamar média, mediante a transação onerosa (venda) – referente à faixa que pertence à União.” Ainda segundo o comunicado, os terrenos da família imperial são de propriedade particular e não são administrados pela Secretaria de Patrimônio da União. Então, não há como ter certeza do valor arrecadado nem pela Igreja Católica nem pelos descendentes da monarquia.

Embora seja uma cobrança desconhecida para muitos brasileiros, o laudêmio é uma verdadeira dor de cabeça em algumas cidades. Em Santos, litoral de São Paulo, os proprietários de 45 mil imóveis recolhem todos os anos o laudêmio, taxa de foro e ocupação, que representa cerca de 5% do valor de suas propriedades. O vereador Manoel Constantino instalou em 1986 uma Comissão Especial de Vereadores (CEV) para lutar pela extinção do laudêmio, taxas de foro e ocupação na cidade santista. “Estou há quase de 30 anos tentando acabar com essa cobrança, mas não acho que existe interesse do governo. Antigamente, até entendo, porque não havia tantos impostos. Essa cobrança não faz mais sentido hoje em dia”, disse Constantino.

E não faz mesmo. O presidente da Federação Nacional dos Corretores de Imóveis (Fenaci), Joaquim Ribeiro, lembra que já são cobrados encargos como o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e o Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI). Por isso, considera que a cobrança do laudêmio se tornou ultrapassada. “É uma coisa arcaica, um arrendamento de longo prazo, como se cultivássemos até hoje a Idade Média.” Com larga experiência no setor imobiliário, Ribeiro não acredita que o laudêmio atrapalhe a negociação de imóveis, mas considera um valor abusivo, lembrando casos de locais onde o setor imobiliário é muito inflacionado. “Em Alphaville, por exemplo (área de altíssimo padrão na Região Metropolitana de São Paulo), eu participei de uma negociação em que o vendedor teve de arcar com uma despesa de R$ 72 mil só com a taxa de laudêmio.”


Em São Paulo, existem alguns prédios localizados próximos ao Pátio do Colégio, na região central da cidade, que têm a cobrança do laudêmio. Na cidade de Petrópolis, o tributo reverte-se aos herdeiros de d. Pedro I e, em Minas Gerais, na cidade de Tombos, os valores pertencem também à Igreja Católica.

Para o historiador Geraldo Bernardo, que escreveu um artigo sobre o tema, a cobrança do laudêmio é “medieval e anticristã”. Ele acredita que é ainda uma forma primitiva de dominação. “A Igreja Católica tem legitimado ao longo de toda nossa história colonialista a usurpação das propriedades, com a conivência da Justiça. O instrumento do laudêmio é pernicioso, imoral, antiquado.” Geraldo lembra que a Igreja Católica permanece com a mesma mentalidade. “Ela não permite o debate e se impõe.”

O tributo, que completa 182 anos, não é visto como imposto por alguns especialistas. Para o vereador Constantino, é praticamente um aluguel vitalício que interessa a poucos e, por isso, dificilmente vira tema na imprensa. “Não tinham interesse em divulgar. Há 30 anos que o laudêmio começou a ser conhecido, depois das nossas lutas na Câmara de Santos”, diz. O desinteresse é tamanho que, durante as campanhas para a implantação da Constituição de 1988, muitos líderes foram estimulados a reunir pelo menos 30 mil assinaturas para sugerir novos ou retirar decretos considerados obsoletos. “Reuni mais de 50 mil assinaturas de Cananeia até Ubatuba (cidades do litoral paulista), mas até hoje não aprovaram o fim da cobrança.” Constantino conta que existem imóveis na cidade de Santos em que metade do terreno paga o laudêmio e a outra é isenta. “É muito desorganizado isso”, critica.

Constantino considera que o laudêmio não é mais lucrativo para o governo, que faz um papel de “grande imobiliária” no Brasil. “Tem muitos imóveis encalhados, com proprietários que têm medo de pagar esse imposto. É muito melhor acabar com isso, porque o governo ia arrecadar muito mais com a movimentação do mercado do que com essa cobrança ultrapassada.”

Folha Universal procurou a Arquidiocese de São Paulo para um posicionamento sobre o recebimento do laudêmio pela Igreja Católica, mas até o fechamento desta edição não obteve retorno.


Paróquia já foi condenada

Um caso de condenação legal pela cobrança do laudêmio aconteceu em 2012 na cidade de Jaboticabal, interior de São Paulo. A advogada Eliane Jacqueline Ribeiro Guimarães, que venceu a causa, conversou com a reportagem da Folha Universal e explicou que a Justiça da cidade condenou a diocese a devolver parte do laudêmio pago por um casal à Igreja Católica do município. A decisão diz que a diocese devolveria R$ 3.375. “O que aconteceu foi que hoje em dia o índice estabelecido para pagamento de 2,5% acontece sobre o valor do imóvel (de R$ 160 mil) em terra nua, ou seja, sem as benfeitorias, como queria a Igreja.”

Eliane lembra, porém, que as regras do Código Civil de 1916 dispunham que o laudêmio era de 2,5% sobre o preço da alienação (o que significa que as benfeitorias também estariam incluídas no preço, além do valor do terreno), o que mudou em 2002. “Uma vez que o Código Civil de 2002 proíbe novas enfiteuses, desde que respeitadas as restrições quanto à base de cálculo, recolhendo o laudêmio de 2,5% apenas sobre o terreno, não sobre a alienação”, explica a advogada.

No processo, a diocese alegou que o pedido do casal não teria procedência, já que o laudêmio seria devido sobre a alienação do imóvel como um todo.

sábado, 18 de maio de 2013

Travestia-se de mulher






Filho de uma família numerosa, Fábio Silva, de 33 anos, conta que apesar de ter bom relacionamento em casa, desde a infância sentia uma tristeza e vazio muito grandes. Mesmo com todos da família sendo evangélicos, ele confessa que ainda não havia tido um encontro com Deus. Na adolescência, foi convidado por amigos a trabalhar numa boate. Tornou-se artista e fazia shows travestido de mulher. “Eu nasci em um lar evangélico e sempre fomos muito unidos. Mesmo assim, eu vivia triste e chorando,” conta o auxiliar administrativo. Trabalhando na boate, muita coisa mudou na sua vida. “Comecei a me relacionar com um rapaz. Deixei as unhas e os cabelos crescerem. Usava muita maquiagem e comprava roupas e sapatos femininos. Eu fazia tudo escondido da minha família”, comenta. Uma enorme depressão e revolta tomou conta do coração do rapaz. “Passei a tratar minha mãe mal, sendo grosseiro com ela. Nós não nos falávamos. Eu não conseguia nem olhar no rosto dela. Queria sair daquela vida, mas não encontrava forças e reagia com grosserias”, revela Fábio. Transformação Sem aceitar aquela situação, a mãe dele, Antônia Silva, de 57 anos, começou a participar das orações pela família, que acontecem aos domingos, às 9h30, em todos os templos da Igreja Universal. “Naquela época, o bispo Sergio Corrêa realizava uma campanha chamada ‘Os Sete Domingos da Transformação da Água para o Vinho’. Aprendi a usar a fé e clamei pelo meu filho”, conta Antônia. Dias depois, Fábio foi internado num hospital, em coma, vítima de envenenamento após comer um doce com inseticida dado por um conhecido dele. “Ele ficou internado na UTI em estado grave. Levantamos um clamor a Deus por ele”, lembra a mãe. Ao receber alta, Fábio conta que saiu disposto a mudar de vida. “Nesse mesmo dia, cortei o cabelo e as unhas, voltei para o Senhor Jesus e aproveitei a chance que Ele me deu para transformar a minha vida para melhor”, afirma.

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