segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Sou desprezada, meu marido me trai...


















Eu estava transtornada e à noite passei mal, então liguei para o meu pai. Ele me levou para o hospital.


Foi constatado aquilo no qual eu não queria acreditar, o que não poderia acontecer nunca: eu estava grávida!!!!!


“O que eu faço?” “Gravidez a esta altura?” Meu mundo desmoronou, meu chão saiu dos meus pés. Lembrei-me da minha infância, de quando sentávamos todos em volta da mesa e meu pai contava piadas que todos já sabiam, mas minha mãe sempre ria como se fosse a primeira vez. Não me recordo de ter presenciado alguma briga deles, mas lembro-me muito bem que minha mãe estampava sempre um sorriso e fazia as vontades do meu pai, e vice-versa. Eu tinha uma família feliz, eu era feliz, era querida...


Hoje sou desprezada, trabalho além de minhas forças, meu marido me trai e não coloca nada dentro de casa, apenas tira. O pior é quando ele sai com meu carro, que ainda estou pagando, a fim de levar suas “amiguinhas” para passear... 


Não posso falar nada porque não tenho razão. Afinal, eu coloquei esse problema na minha vida por não ouvir o que Deus me dizia.


Meu pai me trouxe pra casa de volta do hospital e minha mãe fez uma sopinha bem gostosa. Nessa noite, eles ficaram para jantar e mais uma vez meu pai contou piadas, aquelas que já havia contado um milhão de vezes e das quais minha mãe sempre ria de se acabar. Acho que ela ria do jeito dele. Meu pai sempre colocou o suco no copo da minha mãe, e ela sempre servia o alimento em seu prato.


Fiquei imaginando como seria se meu casamento tivesse dado certo. Agora é tarde, já não sei o que fazer.


Léo chegou assim que terminamos o jantar. Meu pai conversou com ele, juntamente comigo. Ele disse que iria mudar. Eu acreditei...

sábado, 13 de outubro de 2012

Fundação Casa de Franco da Rocha UI-21. Recebe o BLOCO DE AJUDA AOS DEPENDENTES QUÍMICOS.


                     Em clima de muita alegria Voluntários da Igreja Universal do Reino de Deus estiveram presentes, neste último sábado na Fundação Casa Franco da Rocha. Fazendo a diferença e  levando alegria e vida, em mais um evento com várias atividades para os internos, seus familiares e funcionários. para dar início ao evento esteve presente Pastor Geraldo Vilhena Coordenador Estadual de Evangelização, nas unidades da Fundação Casa de São Paulo, orou por todos os adolescentes e famílias presentes, e deu uma palavra sobre salvação, falou da importância do novo nascimento, e de ter um encontro com Deus.



 em seguida chamou  Amauri e Robson (BLOCO DE AJUDA AOS DEPENDENTES QUÍMICOS) que relataram as experiências que tiveram com as drogas, crimes, facções e o momento que perceberam que nada daquilo preenchia o vazio que tinham, o risco que corriam, que precisavam de uma dose mais forte para mudar aquela situação. Neste momento os internos e familiares ficaram atentos pois queriam saber o segredo da mudança. Foi aí que Amauri e Robson tiveram a oportunidade de conhecer o Sr. Jesus e tudo se tornou novo, o passado não existe mais (somente é lembrado para servir de testemunho de transformação de vida). Hoje estão abençoados na vida financeira, família e em todos os sentidos.





Dando segmento ao evento, O coral da Fundação Casa, fizeram , uma linda apresentação musical, e na oportunidade, presentearam o Pastor Geraldo Vilhena, com uma linda toalha de mão feita por eles mesmos.
 E para a alegria dos meninos, foi servido muito bolo e refrigerante. os funcionários agradeceram a presença da IURD , pois em cada evento realizado mostra-se uma diferença no comportamento dos adolescentes.












 No final Robson de Freitas fez uma oração para todos os internos e famílias.



Uma mentira causa ódio no coração.




0 desgaste do divórcio pode ser agravado por uma síndrome na qual um dos pais faz de tudo para que os filhos sintam repulsa pelo ex-companheiro. E as consequências para as crianças são devastadoras A jornalista Karla Mendes tinha apenas 2 anos quando os pais se separaram. Não ficou nenhuma foto que pudesse relembrá-la os bons momentos que viveram enquanto moraram todos juntos. Restava a ela e à irmã mais nova as histórias contadas pela mãe, que dizia que haviam sido abandonadas pelo pai, que jamais quisera saber notícias delas. Aos 8 anos, contudo, Karla foi surpreendida com uma tentativa de reaproximação do pai. “Depois da visita que ele fez, minha mãe nos disse que ele viria nos buscar para jantar no dia seguinte.” De banho tomado, as duas ficaram esperando durante horas a chegada dele, que não apareceu. Ao longo da infância e da adolescência, a figura do pai permaneceu manchada pelo ressentimento. A verdade sobre aquela noite só viria aos 19 anos, com um telefonema dele. Karla descobriu que o desencontro havia sido armado pela mãe, assim como em inúmeras outras vezes. “Ao mesmo tempo em que nos disse que sairíamos para comer fora com meu pai, minha mãe combinou com ele de nos levar à praia. Mas quando ele veio nos buscar, ela se colocou à frente e inventou uma desculpa de que não queríamos ir de jeito algum.” Para Karla, o contato por telefone com o pai foi a revelação de que tudo aquilo que havia pensado sobre ele era uma mentira criada pela mãe. “Fiquei transtornada. A sensação era de, até então, ter vivido uma mentira”, relembra. Karla deixou de falar com a mãe quando descobriu que ela estava fazendo o mesmo com os dois outros filhos do segundo casamento. O drama vivido pela jornalista é tão comum quanto a própria separação de casais. Não são raras as histórias em que, após o fim do relacionamento, pais lançam mão de todos os artifícios para anular a presença dos ex-cônjuges na vida dos filhos. O que poucos sabem é que esta prática tem nome: síndrome de alienação parental (SAP). O termo foi criado em 1985 pelo psicólogo norte-americano Richard Gardner e, nos últimos 3 anos, passou a ser mais utilizado nos tribunais de justiça como argumento para alterar acordos de guarda e visita. No Congresso Nacional, o tema começou a ser discutido com o projeto de lei 4.053/2008, que está em processo de votação na Câmara e que estabelece punições para os pais alienadores, como multas, suspensão do poder familiar e inversão de guarda. A síndrome consiste em programar o comportamento dos filhos para que eles, após a separação, odeiem e rejeitem a figura do outro genitor. “A SAP pode ser feita com ações simples como dificultar a visita do ex-cônjuge aos filhos, negar informações, assumir um discurso de vítima para que os filhos não queiram ver o pai, além de denegrir a imagem dele e contar mentiras”, diz a psicóloga e advogada Alexandra Ullmann. Muitos usam até mesmo falsas acusações de violência e abuso sexual para afastar o filho do ex-cônjuge. De acordo com a presidente da Associação de Pais e Mães Separados, Cristiane Stellato, no Brasil, 32% dessas acusações em casos de disputa pela guarda dos filhos são falsas. “A invenção de um abuso sexual serve para romper de vez os vínculos afetivos entre a criança e o pai alienado”, comenta índrome de alienação parental, o que se percebe são crianças que foram tão influenciadas pelo discurso contra um dos pais que passam a incorporá-lo como seu. “Quando estão dentro deste processo, elas não veem nada além do que os olhos do alienador podem ver. O que diz este pai é a verdade absoluta que eles não protestam. São crianças sem liberdade para amar”, explica José Manuel Aguilar Cuenca, psicólogo argentino e autor de dois livros sobre o tema. Na maioria dos casos, uma pessoa passa a agir dessa forma porque não aceita o fim do casamento ou por não concordar que o ex-companheiro arrume outro parceiro. “O pai ou a mãe usa o filho como instrumento de vingança”, comenta a psicanalista Tamara Brockhausen. No caso do dentista Alan Minas, as dificuldades no relacionamento com a filha se acentuaram após o nascimento do segundo filho, de outro casamento. Até então, o pai e a garota conviviam bem e se empenhavam nos preparativos para a vinda do bebê. “No dia em que ele nasceu, minha ex-mulher proibiu que minha filha o visse. Algumas semanas depois, ela e o atual marido foram até a delegacia e deram queixa de mim, sob o pretexto absurdo de abuso psicológico”, lembra Alan. Por conta da denúncia, as visitas quinzenais foram suspensas e o contato com a menina ficou cheio de obstáculos. A última vez que a viu, há cerca de 13 meses, foi no corredor do Fórum de Justiça. “Ela estava agressiva e não conseguia me olhar nos olhos. Sinto saudade de uma criança que talvez não exista mais”, lamenta Alan. No País, em 93% dos casos é a mulher quem fica com a guarda dos filhos. Por isso, é mais comum que elas sejam as principais responsáveis por instalarem a SAP na relação do ex-marido com os filhos. Mas com a auxiliar administrativa Tânia Alves, o comportamento estranho do filho começou depois que o marido ganhou a guarda dele. “Ele entra no táxi e não demonstra qualquer afetividade por mim, mas quando dobramos a esquina ele volta a ser o mesmo. A impressão que tenho é de que ele fica receoso em mostrar afeto por mim na frente do meu ex-marido”, relata. Também não foram poucas as vezes em que o garoto, quando visitou a mãe em Porto Alegre, contou que, quando chega na casa do pai, na cidade de Pelotas, tem novamente de tomar banho “para tirar o cheiro daquela gente”, nas palavras ditas pelo filho à Tânia. Estudos mostram que crianças e adolescentes que sofreram com a SAP têm mais chances de sofrer de depressão, de se tornarem usuários de drogas e, em casos mais graves, de cometerem suicídio. “ A síndrome causa consequências drásticas para o desenvolvimento emocional. No futuro, essas crianças poderão ter dificuldades de se relacionar e de estabelecer vínculos de confiança”, pontua Tamara. “Quando a criança percebe que essa mãe ou pai, em que sempre confiou, foi o responsável por implantar falsas memórias, ela se volta contra essa pessoa. É um efeito bumerangue”, completa Alexandra Ullmann. Para os especialistas, há poucas formas de pôr fim a esse processo: conseguir uma intervenção rígida da Justiça, como a inversão de guarda, ou esperar que o filho, em algum momento da vida, passe a questionar o passado e procure estabelecer contato com a mãe ou o pai alienado.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012



Pastor Geraldo Vilhena observa, que está havendo um grande crescimento espiritual e educacional na vida dos internos da Fundação Casa.
E usado como fonte a FOLHA UNIVERSAL.


Esta dinâmica é feita nas Unidades da Fundação Casa, com a orientação dos técnicos da Fundação Casa e Obreiros da IURD do Estado de São Paulo.








quarta-feira, 10 de outubro de 2012

A obsessão (Efeito Pirulito)



A obsessão de celebridades pelo corpo perfeito, muitas vezes, acaba dando o efeito contrário. Muito magras, elas aparentam estar com a cabeça grande demais para o corpo praticamente esquelético. E essa desproporção ganhou até apelido: efeito pirulito. A modelo Victoria Beckham, mulher do jogador de futebol David Beckham, e a atriz Tori Spelling, do seriado norte-americano “90210”, são os maiores exemplos. “A mulher que emagrece excessivamente passa por várias modificações no corpo que não são saudáveis, e essa impressão de estarem com a cabeça maior do que o normal é uma delas”, explica a nutricionista Maria Cecília Corsi. A aparência que dá ideia de desproporção é um alerta. Mulheres com esse aspecto podem estar com graves distúrbios alimentares, como a anorexia. “A doença é preocupante. Esse efeito não pode ser visto como um sinônimo de beleza, mas sim de que existe algo errado com a saúde”, completa a nutricionista. (N.M.)

Postagem em destaque

MACACO LADRÃO PM 1