quarta-feira, 23 de março de 2011

Metade das brasileiras adultas vive sozinha; maioria já foi casada.


"Rotina na relação tem separado mais os casais do que a temida traição", dizem os especialistas.

Quase metade das mulheres brasileiras adultas – cerca de 38 milhões – está sozinha, mostrou o Censo 2010 realizado pelo IBGE e divulgado no início deste ano. O levantamento indicou, também, que 46% dessas mulheres já foram casadas, mas hoje estão divorciadas. Esses números mostram a atual situação das uniões matrimoniais no Brasil: de cada 100 uniões, 30 se encerram na justiça.

Ainda segundo o IBGE, o número de casamentos formais vem caindo ao longo dos últimos 30 anos, passando de 41,48% para 34,49% entre as mulheres, com redução de nove pontos percentuais de casamentos religiosos. Assim como no mercado de trabalho e na previdência, tem havido também movimentos em direção à informalidade conjugal.

Os vilões do casamento estável

Queixas de homens e mulheres insatisfeitos com a rotina do casamento têm sido o problema mais ouvido por terapeutas de todo o mundo, o que leva os especialistas a creditarem que o principal culpado pelas separações, hoje, seja a monotonia. Prova disso é que, só no Brasil, das 225 mil separações judiciais que ocorrem todos os anos, em 78% delas a rotina agiu decisivamente para o término da relação. A rotina, portanto, já tomou o lugar da traição como fator mais 'importante' na hora de decidir pela separação.

“Não é fácil, mas para evitar cair na rotina, o ideal é começar aos poucos, sem muitas exigências. Atitudes radicais podem ser mal-interpretadas. Um simples passeio sem rumo definido ou abrir uma garrafa de vinho no jantar, mesmo que seja em casa, já são um bom começo”, aconselham os especialistas e terapeutas de casais.

Tempo de união leva à rotina, mas também salva casais

Especialistas afirmam que as uniões com mais de 20 anos dificilmente estão sujeitas a terminarem repentinamente. As estatísticas mostram também que, quando se chega a dez anos de união, a probabilidade de separação é de 31%. Mas após os 20 anos ela não chega a 15%. Depois de 40 anos de casamento, probabilidade de separação cai a menos de 6%.

terça-feira, 22 de março de 2011

Solteiro(a) sim, e daí?


No Rio de Janeiro, existem 99,5 homens solteiros para cada 100 solteiras. Para os idealizadores da pesquisa, essa diferença ocorre porque a violência no Estado tem levado parte da população masculina à morte precoce.
Solteiros são maioria no País, eles somam mais de 62 milhões; maioria é homem

Santa Catarina concentra maior número de "solitários". Para cada 100 mulheres há 122 homens sozinhos
O último levantamento realizado pelo IBGE, em 2010, e divulgado no início deste ano, mostra que em 21 Estados os homens solteiros são maioria. A pesquisa foi feita a partir do Estado
civil dos brasileiros e não inclui na lista dos casados quem, apesar de morar junto, não se casou no papel.
Os dados mostram que Santa Catarina tem a maior proporção de homens solteiros. Lá, para cada 100 mulheres solteiras existem 122 homens na mesma condição. De acordo com a gerente da pesquisa, Maria Lucia Vieira, uma das explicações para isso é que, no Sul, as taxas de fecundidade são as mais baixas do País. "Como geralmente nascem mais homens do que mulheres, a diferença se torna mais evidente", diz.
Em seguida, com a maior quantidade de homens disponíveis, aparecem Tocantins, Mato Grosso e Espírito Santo. Já em todo o Brasil, os solteiros somam 62,285 milhões: 31,940 milhões são homens e 30,345 são mulheres. Existem no País, portanto, quase 1,6 milhão de homens sem uma parceira.
No Estado de São Paulo, o mais populoso da Federação, há 108 solteiros para cada 100 solteiras. Já o Distrito Federal se mostrou na contramão dessa tendência, acompanhado por Piauí, Pernambuco, Roraima, Ceará e Rio de Janeiro. Nestes lugares, para cada 100 solteiras faltam mais de 9 homens disponíveis.
No Rio de Janeiro, existem 99,5 homens solteiros para cada 100 solteiras. Para os idealizadores da pesquisa, essa diferença ocorre porque a violência no Estado tem levado parte da população masculina à morte precoce.
Na década de 90, o número de solteiros com idade superior a 18 anos não chegava a 16 milhões. De lá para cá, portanto, houve aumento de mais de 70%. Segundo o IBGE, a tendência é que esse número continue a crescer nas próximas décadas.

segunda-feira, 21 de março de 2011

IURD Palestra na Fundação Casa na Unidade Ouro Verde em Ribeirão Preto.


Nos dias 14,15 e 17 foram realizadas na Fundação Casa Unidade Ouro Verde palestras anti-drogas p/os internos,aonde integrantes do grupo de evangelização da Fundação Casa,IURD Ribeirão,palestraram sobre experiencias vividas por eles proprios no mundo das drogas e do crime,relatando aos internos os detalhes sofridos por eles enquanto estavam escravizados pelas drogas e pelas ilusões do mundo do crime.Relatando assim os momentos tristes,momentos de loucuras causadas pelas drogas,momentos aonde alguns deles tentaram ate mesmo contra a propria vida,momentos de humilhações sofridos pela rejeição da sociedade e principalmente da propria familia,mostrando p/ os interno que realmente chegaram ao fundo do poço ou como alguns relataram,chegaram ao inferno.Mas tambem relataram que ao chegar neste fundo de poço,viram uma luz no meio das trevas e tomaram uma atitude de sair da lama,aceitando um convite feito por alguem que lhes mostrou um DEUS que deu seu unico filho ao nosso favor,sendo assim assumindo este DEUS e o colocando em primeiro lugar nas suas vidas.Hoje graças a DEUS e a essa atitude tomada por eles,a vida foi totalmente transformada,e hoje sao pessoas que amam e sao amadas por todos.Esta foi a mensagem deixada,e gracas a DEUS teve grande aceitaçao,pois os internos participaram fazendo muitas perguntas e ate relatando algumas experiencias deles.Integrantes da Palestra:Andre Leandro,Antonio Santos,Camilo Augusto,Leandro Daniel,Renato da Silva,Marcio Donizete,Eder Silvestre,Welington Carlos

sexta-feira, 18 de março de 2011

PEDOFILIA


76% de todos os pedófilos do mundo estão no País, que é também líder em número de portais de conteúdo pornográfico infantil
Liderança brasileira Recentes pesquisas sobre o mapa da pedofilia no mundo, divulgadas pela revista Istoé, apontam o Brasil como um dos líderes globais nesse tipo de crime. De acordo com a reportagem de capa, mais de 76% de todos os pedófilos do mundo estão no Brasil.
O País é, também, o líder em número de sites de pornografia infantil, com cerca de mil novos portais de pedofilia entrando no ar todos os meses. Destes, 52% tratam de crimes contra crianças de 9 a 13 anos, e 12% expõem crimes contra bebês de até três meses de idade, com fotografias de cunho sexual explícito. “Melhor colocação do Brasil no ranking da pedofilia foi um vexatório 4º lugar”(site Censura)
Com um mercado do crime cada vez mais agitado no Brasil, algumas fotos caseiras, com cenas de nudez infantil, chegam a ser vendidas na rede por até US$ 100. Vídeos também caseiros e com cerca de cinco minutos de duração podem ser vendido por até mil dólares. Consumidores de material pornográfico infantil têm perfis em comum
Os compradores destes produtos têm perfis variados, mas algumas características comuns bastante marcantes. Acredita-se que 95% deles sofreram abuso sexual na infância ou na adolescência. A idade geralmente é superior a 40 anos, e a maioria é profissional liberal que não desperta suspeita do desvio comportamental no dia a dia. “No meio social, são sempre simpáticos, extrovertidos e despertam a confiança de todos. Eles não causam suspeita às vítimas ou aos pais delas”, explica o médico psiquiatra do Hospital das Clínicas de São Paulo, Marcos Losla Martins.
Prováveis causas Segundo reportagem do site Censura, divulgada também pela revista IstoÉ, a principal causa da violência sexual infantil brasileira é a falta de energia da legislação nacional. “Raramente os acusados desse tipo de crime recebem pena adequada ao ato cometido. Além do mais, há inúmeras brechas legais que amenizam as punições a limites inaceitáveis”, diz o texto. Como consequência, os especialistas acreditam que os abusos contra crianças e até mesmo bebês não tendem a diminuir expressivamente. Prova disso é que a melhor colocação do Brasil no ranking da pedofilia no mundo foi um vexatório quarto lugar.

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