quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

IURD Agente da Comunidade comemora o Dia da Conciência Negra na Fundação Casa de Encosta Norte.


Voluntários da Igreja Universal do Reino de Deus estiveram presentes neste último domingo, na fundação casa encosta norte, realizando um evento, com várias atividades para os internos, seus familiares e funcionários. A IURD ela atua junto com a Fundação Casa, com um projeto que visa tirar os menores das ruas, das drogas, e principalmente levando a palavra de Deus. Fazendo isso ela tem feito o que se cumpre no Mateus cap.25:36 estava nu e me vestistes, enfermo, e me visitaste; preso; e fostes ver-me.
Para dar início ao evento, o Pastor Geraldo Vilhena Coordenador Estadual de Evangelização, nas Unidades da Fundação Casa de São Paulo, fez uma oração pedindo a proteção de Deus por todos os presentes. Com a ajuda do projeto Agente da Comunidade foi feita uma grande festa, com várias atrações, para divertir os adolescente,









e a festa foi animada com a presença da cantora Cristina Miranda, que além de cantar, pois todos para dançar, com sua animação,











Esteve presente também um integrante do Dose mais Forte, Amauri e Jeidsom o qual deram seu testemunho, falou que entrou no mundo das drogas, era traficante e com a ajuda do poder de Deus pode mudar de vida.





Para finalizar o evento foi feita a distribuição de centenas de livros da Biografia do Bispo Macedo para todos os jovens e familiares,





para a alegria foi servido bolo, refrigerante, salgados e docinhos.




terça-feira, 25 de janeiro de 2011

BEM-ME-QUER, MAL-ME-QUER




BEM-ME-QUER, MAL-ME-QUER
"A transformação da paixão em ódio muitas vezes é um processo muito longo [...] Quando as barreiras entre um sentimento e outros se tornam evidentes pode ser tarde demais."
Há muito tempo a ciência tenta explicar como um dos sentimentos mais nobres do homem, o amor, pode pegar a contramão e acabar destruindo violentamente a quem se ama. Os inúmeros casos de crimes ditos passionais trazem à tona, também, o instigante enigma de como a mente pode se transformar num vulcão de sentimentos devastadores quando alguém vive uma paixão patológico-obsessiva. Uma corrente de psiquiatras acredita que amor e ódio são como cabeça e cauda de uma mesma serpente. Ou seja, um não pode viver sem o outro. Segundo esse princípio, nenhum ser humano ama, nem odeia outro absolutamente. Apesar do quase contrassenso, ainda de acordo com essa teoria, nenhum amor sobrevive ou prospera sem algum resquício mínimo de aversão, e vice-versa.Apaixonados x Doentes: O perfil de cada um A medicina acredita que nos casos patológicos possa haver desequilíbrio de um desses dois sentimentos antagônicos, que acaba ganha proporções anormais. Quando isso acontece, punir o outro é quase sempre um dos objetivos de quem tira a própria vida em nome do amor. Quem se mata pode ser incapaz de conviver com a frustração de não ter o objeto amado. Mas a transformação da paixão em ódio muitas vezes é um processo muito longo, o que dificulta saber exatamente quando o amor saudável se transformou em nocivo. Às vezes, quando as barreiras entre um sentimento e outros se tornam evidentes pode ser tarde demais. Apesar da complexidade do assunto, psiquiatras e psicólogos deixam uma dica importante: O amor saudável se caracteriza por sentimentos de generosidade e de solidariedade. A pessoa que ama quer, antes de tudo, a realização pessoal do ser amado, e não apenas a dela própria. Já o amor patológico inverte essa proposição. A pessoa amada precisa servir ao narcisismo daquele que ama. Então, pode-se dizer que essa pessoa não ama a outra. Ele apenas a usa para reforçar sua autoestima.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Casos amorosos no trabalho


"As mulheres acreditam que o bom desempenho sexual do marido é fator primordial para que elas não procurem alguém fora do casamento".


Uma pesquisa realizada recentemente nos Estados Unidos mostrou que 60% dos casos de traição, tanto para homens quanto para mulheres, ocorrem no ambiente de trabalho. Mesmo assim, o sexo masculino se mostrou mais predisposto a trair. Apenas 40% das mulheres ouvidas confessaram já ter mantido relação extraconjugal, contra 60% dos homens. Além dos números, a pesquisa procurou também ir além e esmiuçar as causas mais comuns da traição. Curiosidade, oportunidade e solidão dentro do casamento foram os motivos mais citados pelos dois sexos, embora o perfil do companheiro com quem se mantém relação extraconjugal seja diferente entre eles e elas. Geralmente, as mulheres traem com amigos, ex-namorados, personal trainers (as lendas de academia não são tão fictícias assim) e até com os médicos dos quais são pacientes. Para completar, ginecologistas, dentista e o pediatra do filho também fazem parte do rol de parceiros citados. Uma minoria inexpressiva disse ter sentido remorso depois de ter cometido a traição. As mulheres acreditam que o bom desempenho sexual do marido é fator primordial para que elas não procurem alguém fora do casaento. Das 400 mulheres ouvidas, e que admitiram já ter traído, 70% se queixavam da vida sexual com o marido. Paras os homens, a porcentagem cai para apenas 22%.Homens e Mulheres Traem Por Motivos Diferentes Os sexólogos explicam que elas interpretam o sexo de várias maneiras: que elas ainda são amadas, desejadas e respeitadas pelo marido, por exemplo. Já o homem tem uma visão diferente disso, explicam. A pesquisa conclui também que ter relacionamentos extraconjugais ficou mais fácil em razão das mudanças estruturais na rotina das mulheres, libertadas das amarras do lar. Hoje, apenas uma minoria não tem responsabilidade fora de casa. Como elas estão mais expostas e a vida profissional muitas vezes exige uma convivência maior dentro do ambiente profissional do que dentro da própria casa, situações favoráveis à traição acontecem com muito mais frequência.

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