quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

IURD A Gente da Comunidade na Fundação Casa de Itaquaquecetuba



Conscientes que o amor ao próximo não tem fronteiras e a união faz a força, o grupo do A Gente da Comunidade de Região Guaianazes juntamente com os voluntários do Grupo de Evangelização da Sede de São Miguel Pta e IURD realizaram uma linda festa para os familiares e internos da Unidade da Fundação Casa em Itaquaquecetuba.




Pr Geraldo Vilhena Coordenador de Evangelização em Unidades da Fundação Casa de São Paulo, esteve presente e iniciou o evento com uma oração, e orientando à todos a necessidade de uma direção para tomar decisões e que Deus está sempre ao nosso lado aguardando o pedido de ajuda para nos conduzir ao caminho certo.



A representante Marta do A Gente da Comunidade informou a visão do projeto institucional e tudo foi preparado com muita alegria, amor e carinho para aquele dia tão especial.




Os jovens Amauri e Geidson (Projeto Dose Mais Forte) relataram as experiências que tiveram com as drogas, crimes, facções e o momento que perceberam que nada daquilo preenchia o vazio que tinham, o risco que corriam, que precisavam de uma dose mais forte para mudar aquela situação. Neste momento os internos e familiares ficaram atentos pois queriam saber o segredo da mudança.Foi aí que Amauri e Geidson tiveram a oportunidade de conhecer o Sr. Jesus e tudo se tornou novo, o passado não existe mais (somente é lembrado para servir de testemunho de transformação de vida). Hoje estão abençoados na vida financeira, familiar, saúde e etc.






Para reforçar mais esta mensagem a Cia Teatral Brás, um grupo formado somente de obreiros apresentaram a peça "O Valor de Uma Alma" que relata o que o mundo oferece por nossas vidas e o alto preço que já pago pelo Sr. Jesus por amor á todos nós.




















O Jovem interno C. emocionado com a mensagem expressou sua satisfação e agradeceu a todos , exclusivamente á avó que luta muito por ele.




Foi distribuído bolos, refrigerantes e livros para os internos e familiares.












Também prestamos serviços de cabeleireiros e manicures para as mães e visitantes para aumentar a auto estima, pois uma pessoa feliz tem muito mais forças para lutar e vencer.








Agradecemos ao Diretor Marcos Dalmar Barbosa, ao Coordenador de Equipe Daniel Delforno de Carvalho e Coordenador Pedagógico Edcarlos dos Reis Lima pela oportunidade e este dia ficará marcado na lembrança dos internos e familiares.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Crimes Ocultos




Por Gisele Brito gisele.brito@folhauniversal.com.br
Em maio passado, Nadir Tarosso, de 53 anos e dona de uma sorveteria, descobriu que seu celular havia sido clonado e resolveu registrar um boletim de ocorrência. Enquanto estava dentro da delegacia, em Salto, no interior de São Paulo, homens armados invadiram o local e roubaram dela o celular que motivou a ida à polícia e mais R$ 13,5 mil. Depois do trauma, Nadir diz que não procuraria novamente uma delegacia em caso de um “crime de menor importância” por não sentir mais confiança nos policiais. “Nem o boletim da clonagem eu consegui fazer. E nunca recuperei o dinheiro roubado. Só procurarei uma delegacia novamente quando for uma coisa maior, inevitável. Se acontecesse algo com o celular de novo, entraria em contato direto com a operadora.” O caso de Nadir mostra o absurdo a que uma visita à delegacia pode levar. Mas não é preciso uma história como essa para se hesitar na hora de registrar uma queixa. Segundo a pesquisa “Vitimização e acesso à Justiça no Brasil”, realizada pelo IBGE com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio de 2009,apenas 48,4% das vítimas de roubo procuraram a polícia depois do crime e 36,4% das que não procuraram, alegaram não confi ar na instituicção. Das que foram à delegacia, 9,8% não registraram boletins de ocorrência. A pesquisa também apontou que os itens mais levados pelos ladrões são dinheiro, cheques, cartões de banco (54%) e celulares (54,2%). Nos casos de furto, apenas 37,7% procuram delegacias e 23,1% das que não procuram, alegam não confiar na polícia. O levantamento perguntou diretamente para pessoas com mais de 10 anos se elas haviam sido vítimas desses tipos de crimes. O método é diferente do adotado pelas secretarias de segurança, que levam em consideração os boletins de ocorrência registrados. Isso revela que os indicadores usados pelos órgãos responsáveis pelo setor estão subestimados em mais de 50% em alguns tipos de crime, como o roubo. “É muito preocupante. Há uma máquina instalada para atender e ela dá medo nas pessoas. A polícia não cumpre o papel que deveria cumprir. A pesquisa indica que é o momento de repensar essa máquina”, pondera Cimar Azeredo, um dos responsáveis pela pesquisa. Para Aldo Fornazieri, coordenador do curso de pós-graduação em Gestão de Segurança Pública da Fundação Escola de Sociologia de São Paulo, a elevada subnotificação tem a ver com a “expectativa negativa das vítimas”. “Não há esperança de que o bem roubado será devolvido. Nesse caso, e em conjunto com a burocracia envolvida para registrar um boletim, a pessoa vê aquele ato como perda de tempo.” Os dados, de certa forma, reforçam esse sentimento. No terceiro semestre de 2010 foram registrados 161,8 mil boletins de ocorrência no Estado de São Paulo, mas apenas 23,5 mil inquéritos, ou seja, procedimentos para investigação. Vulneráveis e desconfiados A pesquisa também apontou que quanto menor a renda da pessoa maior é a desconfiança na polícia. Esse dado pode ter duas explicações,segundo o pesquisador do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo Moisés Baptista. “Isso pode estar relacionado a experiências negativas anteriores ou pelo fato dessas pessoas terem bens menos valiosos, para os quais o registro do boletim não é obrigatório.” Para Baptista, é preciso aproximar a polícia das pessoas, investindo em outro modelo. “A implantação de bases comunitárias aumenta o grau de confiança em relação à polícia. Há mais vínculos, mais diálogo, mais cooperação entre as partes, e é um modelo menos repressor do que o convencional”, explica.
Já Fornazieri aponta a necessidade de se criar indicadores mais completos para orientar os responsáveis por políticas de segurança: “Se basear apenas nos boletins de ocorrências é muito precário. Um sistema de segurança que usasse dados de hospitais, escolas e outras instituições que mantêm contato com as vítimas seria mais eficiente”, sugere. Ele também considera fundamental a realização de campanhas para explicar à população a importância de se registrar as ocorrências. “Só com um retrato mais fiel da sociedade é possível criar políticas públicas eficientes.”

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

IURD NA FUNDAÇÃO CASA / Jovens da Fundação CASA têm atividades especiais nas férias


Jovens da Fundação CASA têm atividades especiais nas férias
Seg, 17 de Janeiro de 2011 17:25 Lucas Tavares NOTÍCIAS - Demais

Elas atenderão aos adolescentes das 14 unidades da Divisão Regional Norte durante o recesso escolar
As férias escolares também acontecem nas 132 unidades da Fundação CASA desde o início de dezembro - e se estendem até o começo de fevereiro. As 14 unidades da Divisão Regional Norte oferecem programação variada, com atividades esportivas, oficinas culturais, passeios e filmes, entre outras. A Divisão abrange as cidades paulistas de Franca, São Carlos, Taquaritinga, Ribeirão Preto, Sertãozinho, Araraquara, Barretos e Batatais.Em Ribeirão Preto, nas unidades de internação (UI) Ribeirão Preto e Rio Pardo, e da Ouro Verde, de internação provisória (UIP), os jovens terão oficinas de hip-hop (com o GADA), capoeira, leitura, cartas, percussão, violão e cavaco com o projeto Guri. Também haverá aulas de circo, com demonstrações de mágicas e ilusionismo, e uma oficina para a fabricação de pipas.Ainda haverá jogos virtuais, sessão de cinema, bingo e as tradicionais práticas esportivas (tênis de mesa, futebol, vôlei etc.) junto às alternativas, que ocorrem com menor frequência, como badminton, cross country e condicionamento físico. As oficinas de educação profissional de hidráulica, garçom, pizzaiolo e manutenção e montagem de computadores serão retomadas a partir do dia 24 de janeiro.A maior parte dessas atividades também acontece na unidade de semiliberdade (US) do município, que também proporcionará jogos lúdicos e oficinas de teatro para os jovens.Nas duas CASAs de Franca, por sua vez, se destacam as dinâmicas culturais, o futsal, jogo de peteca, oficinas de valorização da vida e saraus.Já em São Carlos, a CASA local propõe atividades esportivas – com ênfase no vôlei e no handbol –, jogos de tabuleiro (xadrez, damas e bingo) e oficinas diversificadas, como cestos e bijuterias. Na semiliberdade, os adolescentes poderão assistir a shows no Sesc do município, visitar o parque ecológico e museus, além de fazer oficinas de velas artesanais e pintura.Na CASA Taquaritinga, os jovens terão campeonatos internos de vôlei, futsal, tênis de mesa, queimada, handbol e streetball. Também se destacam as oficinas de bordado em tela, judô, cavaco e violão, mosaico e trabalho com fios.Em Sertãozinho, a novidade serão os jogos cooperativos, o tênis de quadra e as sessões do Cine Reflexão (filmes seguidos de discussões temáticas). Também haverá campeonatos internos de futebol, basquete e streetball; sessões de Sodoku e caça-palavras; e oficinas de música e de drogadição.A CASA Araraquara terá o apoio do GADA e do Projeto Guri nas atividades culturais, como hip-hop, capoeira e oficinas de violão e percussão. Também ocorrerão gincanas, campeonatos esportivos, salto em distância (atletismo) e os cursos de qualificação profissional – lancheteria, informática básica, entre outros. Na semiliberdade, os jovens também farão atividades físicas em uma academia de musculação da cidade.A Unidade de Semiliberdade de Barretos, entre as atividades previstas, levará os jovens ao Museu Paleontológico em Monte Alto. Também serão feitas excursões ao Clube Rio das Pedras, em Barretos, Museu do Automóvel, em Bebedouro, e à prainha de Sertãozinho.Em Batatais, os adolescentes da unidade de semiliberdade conciliarão as atividades lúdicas (gincana, cinema, entre outros) com o início da profissionalização, o que inclui uma visita à empresa Refrescos Ipiranga, em Ribeirão Preto, no dia 24 de janeiro.




DEPRESSÃO doença ou atuação  maligna





































Com certeza esta Revista Plenitude, traz muitos assuntos que ajudam a sua vida espiritual e de sua famílias.Diz o Bispo Geraldo Vilhena.



UNIVERSAL É HOMENAGEADA NA FUNDAÇÃO CASA EM PARADA DE TAIPAS.




Ex interno da fundação casa se libertou nas reuniões da UNIVERSAL.
 
É dando que se recebe.









Na tarde de domingo a alegria foi imensa na UI-36 Brás, Pr. Geraldo Vilhena fez a abertura do evento com uma oração e falando aos internos que não somos nós que escolhemos e sim somos escolhidos.







Os voluntários da Igreja Universal do Reino de Deus organizaram a festa com direito a carne maluca, refrigerantes, sorvetes.O teatro da Força Jovem Universal também esteve presente com uma peça musical e que agradou demais os internos e funcionários da Fundação Casa.




O Grupo Dose Mais forte realizou palestra de prevenção de drogas e um dos integrantes do grupo falou sobre seu depoimento e como foi que ele conseguiu se livrar de tudo (JESUS) a Dose Mais Forte.Esse amor sem tamanho segue, pois o que fazemos é com muita satisfação, carinho e afeto.





Jeidson ex-interno da Fundação Casa fala para os jovens internos como se libertou do mal,



Somente a fé sobrenatural liberta os jovens internos da Fundação CASA. Diz o Bispo Geraldo Vilhena.


Batismo nas águas: primeiro a pessoa se arrepende dos pecados; em seguida é levada ao batismo nas águas.


Muitas pessoas têm confundido novo nascimento com batismo no Espírito Santo. Pode alguém ser batizado com o Espírito Santo sem Parece pergunta uma tola. Mas o fato é que os nascidos da carne não usam a fé inteligente e chegam até mesmo a acreditar nisso. É impossível alguém receber o batismo com o Espírito Santo sem que antes tenha nascido de novo. Pois como pode alguém ser selado no Espírito antes de nascer de novo?


Primeiro se nasce do Espírito e depois vem o batismo no Espírito Santo. O mesmo se dá em relação ao batismo nas águas: primeiro a pessoa se arrepende dos pecados; em seguida é levada ao batismo nas águas.


Pois como pode alguém ser batizado nas águas sem ter se arrependido?


É verdade que na prática isso tem acontecido muito. Porém, não há nenhum resultado prático. Isto é, não há novidade de vida após esse tipo de batismo. Porque o pecador entrou nas águas batismais seco e saiu molhado. Nada além disso! Ele continua com o estado original apesar de ter sido “batizado nas águas”.


O que tem de gente batizado e não convertido é inumerável.


O mesmo se dá em relação ao batismo com o Espírito Santo.


O falar em línguas estranhas não garante o batismo no Espírito. Mas, sim, os seus frutos… O batizado no Espírito recebe poder, não apenas para ajudar o semelhante, mas sobretudo servir como referencial do Senhor Jesus no mundo.


Após ter ressuscitado apareceu Jesus entre os discípulos.


"Ele então soprou sobre eles dizendo: recebei o Espírito Santo." ( João 20.22 )


Naquela oportunidade os discípulos nasceram do Espírito. Mas o batismo deles só aconteceu ao cumprir-se o dia de Pentecostes. ( Atos 2.1 )


UNIVERSAL NA FUNDAÇÃO CASA



Nesta última terça-feira, voluntários da Igreja UNIVERSAL , estiveram presentes da Unidade da Fundação Casa foi realizando  batismo nas águas , levaram uma noite que vai ficar gravado em muitos corações, para realizar o batismo nas Águas esteve presente o Pastor Geraldo Vilhena Coordenador Estadual de Evangelização nas unidades da Fundação Casa, que fez orações de libertação, para que houvesse uma transformação na vida de cada adolescente, após a oração de libertação explicou sobre o batismo nas águas, a importância de nascer de novo,de sepultar a velha criatura, de levar uma vida reta longe das más amizades e das drogas, Após a palavra os adolescentes foram levados para se batizarem nas águas, o Pastor orientou a todos e perguntou, se estavam cientes do passo que eles iriam dar, um passo rumo a salvação, disse que no decorrer da vida, eles poderiam até cair um dia, mais não poderiam ficar caidos, da mesma forma, em que Jesus no caminho do cálvario caiu várias vezes, mais não ficou caído, levantou-se e proseguiu para o destino. e todos foram batizados, em nome do Pai do Filho e do Espírito Santo. É ao total foram batizados seis jovens, na medida em que cada um desciam as águas subiam radiantes de alegria. Embora a sociedade em si não acredite, na recuperação desses jovens, A UNIVERSAL acredita e realiza este trabalho que tem salvado muitas almas. Para finalizar os funcionários agradeceram a nossa presença e relataram uma mudança após o trabalho que vem sendo realizado na Fundação Casa, e a mudança é notória foi vista através do batismo nas águas

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