terça-feira, 28 de dezembro de 2010

IURD COMEMORA FIM DE ANO DE 2010 NA FUNDAÇÃO CASA DE CAMPINAS

Voluntários e Jovens do dose mais forte da Igreja Universal do Reino de Deus, mostraram todo desempenho neste último domingo 26/12/10, na Fundação Casa de Campinas em mais um evento recheado de atividades para os internos e funcionários. Para dar início ao evento, o Pastor Geraldo Vilhena Coordenador Estadual de Evangelização, nas unidades da Fundação Casa de São Paulo,fez uma oração e pediu para que Jesus abençoa-se a unidade e os adolescentes, e suas respectivas família.

Amauri um integrante do dose mais forte, passou o seu testemunho, Esteve presente também Robson Freitas ex- viciado em drogas, como crack ,cola maconha, lança perfume cocaína entre outras drogas na qual pelo envolvimento com as drogas teve uma perna amputada, no qual todos os adolescentes se emocionaram com o testemunho.








Para finalizar, o evento foi servido muito bolo, algodão doces, e refrigerantes e sorvete.



segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Festas de Fim de Ano e Depressão


As festas de fim de ano, juntamente com o Natal, são consideradas um período de alegria, esperança e confraternização muito esperado ao longo do ano. Normalmente é assim, mas, para muitas pessoas, essa época pode ser também sinônimo de tristeza e ser acompanhada por sentimentos de solidão, desamparo e desânimo, o que acaba aumentando os estados depressivos ou o despertando em quem nunca apresentou tal transtorno. Essa condição é chamada pela psiquiatria como Depressão de Natal, ou "Christmas Blues".
Apesar de as pesquisas indicaram que cerca de 10% da população mundial se sentir depressiva com a proximidade das comemorações de fim de ano, a boa notícia é que, na maioria dos casos, o transtorno "com hora marcada" vai embora junto com o ano velho. Mas é bom ficar atento aos fatores desencadeantes dessa situação, mais comuns do que se imagina.
O medo consciente de enfrentar outro ano, de encarar os velhos e novos problemas aparece como um dos principais desencadeadores da "Christimas Blues", seguido do medo inconsciente de não saber o que irá enfrentar, situação que gera ansiedade que, por sua vez, é provocada pela expectativa.
Outro fator é o descontentamento ao ver que mais um ano se foi. É ai então que as pessoas lembram das emoções passadas e daqueles que passaram pela vida. Já asolidão aparece como o fator número um do estado depressivo durante as festas, e é a causa citada por cerca de 75% das pessoas que se queixam de tristeza nessa época do ano.
Fora desse contexto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que existam mais de 400 milhões de pessoas que sofram da doença em todo o mundo. Só na América Latina são 24 milhões. Ainda de acordo com a OMS, 60% dos casos de suicídio envolvem vítimas da depressão, e é o sexo masculino o mais atingido. Os homens depressivos morrem quatro vezes mais por suicídio do que as mulheres, embora as estatísticas mostrem que elas cometem mais tentativas que eles.

sábado, 25 de dezembro de 2010

NATAL


O ano, mais uma vez, vai chegando ao fim. E é exatamente nesta época que o Espírito de Natal começar a se manifestar, a ser despertado em praticamente toda a civilização ocidental. Tivemos outros onze meses para que fôssemos tomados pelos mais sinceros sentimentos de fraternidades, mas, como bons brasileiros que somos, deixamos isso para a última hora também: os últimos dez ou quinze dias do ano!
Tomados pelo sentimentalismo exacerbado que a data traz, sentimo-nos, agora, mais amoroso, mais ternos, mais propensos à caridade. O menino de rua abandonado, que foi desprezado durante os outros onze meses, nesta ocasião é visto sob o olhar da piedade, e pode até ganhar um presentinho. O lixeiro, o varredor de ruas, a moça da padaria, o colega de trabalho, o irmão na fé, a família, todos ganham sorrisos e votos de FELIZ NATAL.
Mas o Natal passa, e leva consigo o tal espírito de Natal, e as pessoas voltam a se zangar, a sorrir menos e a se preocupar mais; a perdoar menos e não levar desaforo para casa; o menino de rua, o lixeira, a varredora, a moça da padaria, o colega, o irmão, a família passam despercebidos por nós, como sempre aconteceu. Ninguém tem mais tempo para eles. Comiseráveis sentimentos, só no próximo dezembro.

Por isso tudo, para muitos o Natal é uma festa injusta, em que milhares de pessoas se reúnem para promoção da hipocrisia das promessas humanas, afinal, quantos de nós estendemos esse sentimentalismo com relação ao próximo para os outros meses do ano? O Natal, ao contrário daquilo que acreditamos, não é uma festa momentânea. É quase um modo de viver, baseado nos princípios do cristianismo, que é atemporal, e não sazonal, como fizemos com o tal do espírito natalino.
Os que vivem o Natal são poucos; aqueles que apenas o comemoram, inúmeros. Mesmo assim, uma coisa é certa: o Natal age feito um gatilho. Ele não cria sentimentos poderosos. Ele apenas desperta aquilo que já existe dentro de cada um de nós...

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