quarta-feira, 28 de julho de 2010

IURDNAFUNDAÇÃOCASA NOTÍCIAS



Sto.André desocupa terreno para criar Fundação Casa

André Vieira
Do Diário do Grande ABC

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A Prefeitura de Santo André iniciou na manhã de hoje o trabalho de retirada das seis famílias que ocupam terreno público na Vila Palmares, ao lado do CDP (Centro de Detenção Provisória).

Depois de liberada, a área será repassada ao governo do Estado, que pretende construir no local duas unidades da Fundação Casa para internação de jovens infratores.

Segundo a administração, as famílias que estão saindo do terreno receberão auxílio-aluguel no valor de R$ 380. O benefício é válido por seis meses e poderá ser prorrogado.

A Prefeitura estima que a desocupação da área será concluída até o fim do dia. A Fundação Casa informou que a licitação para as obras das duas unidades de internação será aberta assim que o terreno for liberado.


IURD Uma Palavra pode mudar a sua vida.




sábado, 24 de julho de 2010

Entrevista Pastor Geraldo Vilhena para o blog IURDNAFUNDAÇÃOCASA




Entrevista com Pastor Geraldo Vilhena, está atualmente como Coordenador Estadual de evangelização em unidades da Fundação Casa de São Paulo.

IURDNAFundação casa: Qual foi a trajetória do Sr. Antes de chegar até a igreja?

Pastor Geraldo: Nasci em uma família católica e espírita, classe média alta, aos 17 anos entrei para as forças armadas era uma pessoa de confiança do governo viajava muito a trabalho do governo, no qual juntei muito dinheiro em função das diárias, também negociava veículos, possui uma centena de carros,

IURDNAFundação casa: O senhor possuía algum tipo de vício?

Pastor Geraldo:Era viciado em cigarros fumava até 3 maços de cigarros por dia, e vivia na prostituição.

IURDNAFundação casa:Qual foi o momento que o Senhor chegou ao fundo do poço?

Pastor Geraldo:No momento que no decorrer da minha vida comecei a perder tudo o que possuía, foi quando me envolvi na umbanda fiz muitas obrigações, estava sendo preparado para ser filho de encosto. E cada vez mais ia perdendo tudo, abandonei a carreira militar mesmo assim com toda dificuldade me casei com Creusa Vilhena casei aos 27 anos de idade, tenho 2 filhos após três anos de casado perdi tudo o que tinha, minha esposa foi morar com minha sogra, e eu fui viajar para o interior do estado, para tentar uma nova vida.

IURDNAFundação casa: após a mudança de Estado, o Senhor mudou de vida?

Pastor Geraldo: Perdi tudo ainda mais, fiquei praticamente no fundo do poço, eu pensei até no suicídio nadava no mar, pois pensava que seria uma morte mais tranquila.

IUDNAFundação casa: Como o Senhor conheceu a Igreja Universal do Reino De Deus?

Pastor Geraldo: foi através da minha esposa Creusa ela ouviu pela rádio o programa o despertar da fé, ela foi até a igreja e começou uma corrente da família,e ela foi para o interior me convidar para voltar para casa. Foi quando eu não tinha nem mais roupa, pedi uma roupa emprestada com um pescador, e voltei com minha esposa para a cidade.
Fui até a igreja foi quando vi as entidades manifestadas achei que era pago, que seria uma coisa comprada pelo Pastor, mais fui participando e me libertei tive um encontro com Deus.


IURDNAFundação casa: Após a Conversão como foi a vida do Senhor?

Pastor Geraldo: Eu comecei a lecionar, passei a ser professor do primário e trabalhava com serviços gráficos, e comecei prosperar novamente. No decorrer do tempo fui chamado para ser obreiro e evangelista e pastor.

IURDNAFundação casa: Hoje o Senhor e atual Pastor da IURD, A quanto tempo que o Senhor faz a obra?

Pastor Geraldo: Há 24 anos sirvo a Deus no altar e para mim e um prazer salvar almas para o Reino de Deus.

IURDNAFundação casa: O que representa a família para o Senhor?

Pastor Geraldo: A base de tudo pois foi com a ajuda da minha esposa que cheguei até a IURD se não fosse sua perseverança hoje não estaria aqui. Sou casado a 30 anos agora no mês de julho 26/07 completa mais um ano juntos, posso resumir o casamento com uma frase” Aquele que encontra uma esposa, acha o bem, e alcança a benevolência do Senhor.” (provérbios 18:22)

IURDNAFundação casa: O que representa a IURD para o Senhor?

Pastor Geraldo: A IURD para mim! minha mãe, enquanto outras denominações tinham medo de me evangelizar ela me acolheu, cuidou das minha feridas e sou eternamente grato por está porta aberta, agradeço em primeiro lugar ao Senhor Jesus, e pelo Bispo Macedo de ter feito um sacrifício para ter a IURD.


sexta-feira, 23 de julho de 2010

O poder da amizade




Por Andrea Dip
andrea.dip@folhauniversal.com.br


Especialistas são unânimes: ter amigos é fundamental para a saúde física e mental e um grande aliado contra o estresse e no tratamento do câncer. E este dia 20 é o Dia do Amigo


Estar perto dos amigos, dar risadas, receber um abraço, compartilhar segredos ou apenas sentir-se acolhido em momentos difíceis é tão importante que vários países escolheram 20 de julho como o Dia do Amigo. E o melhor é que essas relações podem provocar verdadeiras revoluções no cérebro, além de curar doenças, diminuir o estresse e fazer maravilhas à saúde física e mental. É o que dizem especialistas de todo o mundo, que tentam desvendar os mistérios dessa relação humana e suas mudanças ao longo do tempo. “Marcado em nosso DNA de sobrevivência está a noção de comunidade e conectividade”, define o médico Edward Creagan, consultor da Fundação de Educação e Pesquisa Mayo, de Minnesota, nos Estados Unidos.

Em estudo da Universidade da Pensilvânia (EUA), o psicólogo Martin Seligman concluiu que, para chegar à felicidade, precisamos ter amigos. As amizades, segundo ele, resumem a soma dos três pilares da alegria: prazer, engajamento e significado. Conversar com um amigo, por exemplo, nos dá prazer. Quando nos doamos e recebemos apoio, nos sentimos engajados. E a troca de ideias faz com que a vida adquira significado.

Isso não é novidade para Cícero Silva, assistente administrativo de 29 anos. Ele faz o tipo amigão da turma e jura que conhece os 1,6 mil colegas de trabalho. “Faço amizades facilmente e gosto de cultivar as que já tenho. Os amigos são mais do que irmãos, porque família a gente não escolhe”, afirma. Entre os tantos, Antônio Bonifácio da Silva, de 22 anos, é um amigo especial. Os dois se conheceram em um grupo de jovens da igreja, em um momento difícil da vida do Antônio: “Ele tinha acabado de sair da Febem (atual Fundação Casa, instituição para adolescentes infratores) e estava meio perdidão. Ficamos tão unidos que ele foi morar na minha casa e só saiu para casar”, lembra Cícero. “Ele puxou assunto e me deu um livro, foi assim que a gente se conheceu. Fui entendendo o que era uma amizade de verdade. Quando você pode se abrir, falar dos seus problemas e o outro está lá para te apoiar e incentivar”, diz Antônio.

Ele conta que até no seu namoro o amigo teve papel fundamental: “Eu gostava de uma moça, que hoje é minha esposa, mas ela não sabia. Ela também gostava de mim e eu nem imaginava. O Cícero foi o cupido. É claro que ele é nosso padrinho de casamento!”, conta.

Diferenças culturais
No livro “Os Significados da Amizade: Duas Visões de Pessoa e Sociedade”, a socióloga Claudia Barcellos analisou redes de relacionamentos de duas importantes metrópoles, Londres e Rio de Janeiro. Ela diz que nos dois lugares as pessoas procuram similares para se relacionar: “A amizade está pautada na troca de intimidade e de afinidades, seja ela qual for.” Como diferenças fundamentais, Claudia constatou que para os ingleses a amizade é algo da esfera privada, não se mistura com o trabalho, por exemplo, o que não acontece no Rio de Janeiro. “No Brasil, o discurso é de que sempre é possível fazer amizades em qualquer lugar. Também há o argumento de que a diferença de classe socioeconômica não interfere. Para os londrinos isso é impensável. As pessoas só criam laços com outras de trajetória social semelhante”, aponta.

Diferenças entre classes também foram percebidas em estudo do Instituto Data Popular. Indagados sobre a importância dos grupos de convivência, como a vizinhança, 60% dos entrevistados das classes “D” e “E” responderam achar “muito importante”. Nas classes “A” e “B”, o número cai para 45% dos entrevistados, o que mostra que as camadas de menor renda dão mais valor à amizade do que os mais ricos.

Pela vida
A socióloga Claudia Barcellos define em três partes principais o papel da amizade ao longo da vida: “Na adolescência as relações de amizade são muito fortes, já que há um conflito com a identidade familiar. O grande rompimento acontece com o casamento, que provoca o afastamento dos amigos, principalmente os que não se identificam com o parceiro. Na terceira idade, a importância dos laços afetivos volta com força, mas não mais pautados em afinidades e sim em confiança e intimidade.”

A estudante Victoria Zeni está no começo desta linha, e de um jeito bem atual. Ela tem 14 anos e mais de 400 amigos virtuais. “Participo de seis redes de relacionamentos, com mais ou menos 300 amigos em cada. Mas eles se repetem, então devo ter por volta de 400 no total”, orgulha-se. Apesar de considerar pessoas que nunca encontrou pessoalmente como amigos de verdade – “divido segredos com alguns amigos virtuais que não conto para outros que encontro sempre” – Victoria confessa que vê regularmente apenas 20. Ao contrário de alguns pesquisadores, Claudia acha que as amizades virtuais podem ser verdadeiras, uma vez que a internet seria uma ferramenta para isto: “Através da rede é possível reencontrar amigos e descobrir pessoas com gostos em comum. Daí podem surgir novos bons amigos”, argumenta.

Abraçar para viver melhor
Tiffany Field, diretora do Instituto de Pesquisas do Toque da Universidade de Miami (EUA), é defensora do bom e velho abraço. Para ela, tocar e abraçar pessoas queridas influencia inclusive no nível de agressividade. “O contato físico é essencial para nossa saúde física e mental, para o nosso bem-estar. Entre os benefícios para a saúde mental podemos citar a diminuição da depressão, ansiedade e estresse e o aumento da sensação de relaxamento, nos deixando menos agressivos. Um bom abraço também pode reduzir dores e melhorar nosso sistema imunológico”, garante.

Foi em uma nova rede social que Bernadete Veloso, de 73 anos, se curou da depressão desenvolvida com a morte do marido: “Fiquei viúva há 13 anos e fui ficando sem trabalho. Sou diarista desde menina, então perder tudo de uma vez e ficar em casa sozinha me jogou no chão. Eu só pensava besteira, não queria mais viver”, lembra. “Uma vizinha foi me visitar e me arrastou para o Centro de Convivência da Melhor Idade. Aqui eu redescobri a vida! Fiz amigos que amo demais, faço aulas de pintura, dança, estou aprendendo a ler e a escrever. A gente fofoca o tempo todo, a professora até reclama”, conta animada a aluna do Movimento de Alfabetização de Jovens e Adultos (MOVA), que acontece dentro da instituição.

Com o mesmo pique, Rosa de Oliveira, de 82 anos, se diz a mais “novinha” da turma. “Eu amo esses amigos, não saberia viver sem eles. Mas acho que eles não gostam que eu falo muito e atrapalho a aula”, diverte-se. A animação é geral e todos declaram amor pela turma: “A vida sem amigos não tem graça nenhuma”, sopra uma colega do fundo da sala. Parece ser o melhor resumo para o que os especialistas e médicos ouvidos nessa reportagem estão dizendo.

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