segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Doutores do Brasil


DOUTORES DO BRASIL:O MAIOR DESAFIO É ENFRENTAR A SUPERLOTAÇÃO DOS HOSPITAIS, O ESTRESSE DA PROFISSÃO OU O DESCASO DO GOVERNO? Segundo estudos publicados pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), o Brasil conta, hoje, com aproximadamente 240 mil médicos. Destes, 98% relataram estar exercendo múltiplas funções dentro da profissão, fato que evidencia o quase pleno emprego. Os que disseram realizar quatro atividades representam 16,7%. Aqueles que mencionaram cinco atividades, 7,4%; e os que mencionaram seis atividades ou mais representam 4,1% dos entrevistados. Esta multiplicidade de atividades envolve o trabalho nos setores público, privado, consultório, filantrópico e docente, o que sobrecarrega o profissional e limita suas possibilidades de atualização científica. De todos os médicos brasileiros, o CFM avalia que 52% deles exercem atividades de plantão, principalmente do tipo presencial (64%). Para 58% desses profissionais, tal atividade, que visa ao aumento da renda, é motivo de desgaste da profissão profissional. Outros 20% trabalham e fazem plantão na cidade em que residem e em pelo menos outras duas, no mesmo estado. Quanto à remuneração, a maioria dos médicos (52%) ganha até dois mil dólares mensais. Os que declararam renda superior a quatro mil dólares representam apenas 9% da classe. O Brasil ocupa o segundo lugar no ranking mundial de países com o maior número de faculdades de medicina. A Índia está na liderança, com mais de 222 instituições. No Brasil, até 2002 existiam 115, mas atualmente elas já são quase 200. Desse total, 60% são particulares. Apesar desses números, o País conta com apenas 2,4 leitos para cada mil habitantes. Alguns países europeus têm 24 ou 28 leitos para o mesmo número de habitantes.

sábado, 30 de janeiro de 2010

IURD testemunho


EU E MEU FILHO
“ÉRAMOS DESPREZADOS”

Quando conheci meu marido, eu tinha 10 anos e ele,13.Morávamos no mesmo bairro,ele era amigo dos meus irmãos e estudavam juntos.Entre namoro e noivado,foram 9 anos de muitas brigas,discussões e problemas provocados pelo excesso de ciúmes por parte dele.Eu não tinha liberdade nem para falar com as minhas amigas.Na época,tinha esperança de que com o casamento viriam o amadurecimento,a confiança e tudo se resolveria .Mas não foi isso o que ocorreu,pelo contrário,nossa vida se transformou num inferno.
Aparentemente era tudo normal, tínhamos carros,apartamento,meu marido era gerente bancário e eu também era bem-sucedida em uma empresa multinacional.Tudo parecia perfeito,mas,já no primeiro ano de união,as coisas não caminharam bem e as brigas aumentaram.Quando engravidei,as coisas pioraram.Jamais pensei que seria tão desprezada num momento tão especial.Ele não ligava para mim,saia com os amigos do banco,chegava tarde.foram 9 meses sem meu marido,ele não me dava a mínima atenção ou carinho.Nunca perguntou se eu estava bem,se precisava de algo,foi um completo abandono.Chorava todos os dias.Quase abortei.Não perdi meu filho por um milagre.Um dia ,estava numa clinica internada,quando fiz um voto com Deus:que se não perdesse meu filho,ele serviria ao Senhor Jesus e se chamaria Thiago (nome bíblico).
Ele nasceu, e então eram dois desprezados a ponto de meu esposo não suportar nem o choro do bebê.Eu ficava com medo de ele se descontrolar e querer matá-lo,lançando-o pela janela do apartamento,o que de fato,um dia,quase aconteceu.Tive que me trancar no quarto para evitar uma tragédia.Vivia desesperada.Para defender meu filho,constantemente me trancava com a criança num quarto.Isso ocorreu durante uns 9 meses.Contei para minha mãe tudo o que estava ocorrendo e ela ficou surpresa,pois tinha o meu marido como um filho.Ela me aconselhou a lutar para salvar meu casamento e me orientou a participar de uma reunião na Igreja Universal,onde ela já freqüentava.Fui à IURD porque refleti que não era normal alguém viver da forma como eu estava vivendo.Comecei a participar das correntes de oração.Foram 2 anos de muita luta,mas não acontecia nada.Por quê?
Porque meu objetivo era a solução daquele problema. Eu não entregava o meu coração a Deus ,estava interessada numa solução rápida.Já não tinha mais forças ,estava cansada de tudo... Um dia , fiz um voto com o Senhor dizendo:a partir de hoje,eu não quero mais me preocupar com o meu casamento,o que eu quero mesmo é Te conhecer;confiar no Senhor e entregar a minha vida a Ti.Eu já não agüento mais.
Quando passei a buscá-lo, deixando meu casamento em segundo plano,tudo começou a mudar.Meu marido viu uma mudança em mim,pois me tornei uma nova pessoa.Acreditei que ele também poderia se tornar um novo homem.Foi quando começou a ir à Igreja e nossa vida mudou em todos os sentidos.Hoje há respeito,amor e cumplicidade.Estamos casados há 27 anos,25 seguindo e servindo ao Senhor Jesus com toda a fé,que vai se renovando todos os dias.E aquele menino que Ele me deu,hoje é um homem de Deus ganhando almas em outro pais.

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