sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Teve TOC e hanseníase


Teve TOC e hanseníase
A estudante Fernanda Affonso, de 19 anos, tinha várias enfermidades. O transtorno obsessivo compulsivo (TOC), caracterizado por pensamentos obsessivos, era uma delas. A mãe da estudante, a dona de casa Cláudia Affonso, de 44 anos, conta que Fernanda ficou com manias de uma hora para outra: “Minha filha acendia e apagava a luz e abria e fechava a porta do armário.” Fernanda teve outras doenças. “Fiquei com problemas mentais, tomava remédios, mas não adiantava”, conta a estudante, que adquiriu ainda a hanseníase (lepra), patologia infecciosa que acomete a pele e os nervos. Cláudia conheceu a IURD ouvindo rádio. “Quando cheguei na Igreja Universal, comecei a buscar por minha filha. Foi mais de 1 ano de perseverança, mas Deus curou a Fernanda”, conta.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

A mentira


A MENTIRA
Mentir é falar ou dizer algo contrário à verdade; é a expressão e manifestação contrária ao que alguém sabe, crê ou pensa. Pode-se crer na mentira, falar mentira e praticar a mentira. É o engano em seus diferentes aspectos; nocivo ao ser humano e ofensa grave diante de Deus. O diabo é o pai da mentira (João 8:44) e, portanto, a mentira é um instrumento diabólico que o homem usa para sua própria perdição. O mais triste é que o homem ama a mentira, não ama a verdade pois ele é mau por natureza (Romanos 1:25; Apocalipse 22:15).
A juventude, em termos gerais, está sendo arrastada à perdição eterna pelo prazer transitório da inclinação à droga, sexo, etc. Tudo não passa de uma grande mentira; é enganoso, anormal, trazendo prejuízos físicos, morais e espirituais. Tais coisas podem ser definidas como praticar a mentira. Esta prática abrange os mais variados aspectos da mentira como idolatria, homicídio, adultério, fornicação, cobiça, etc



Espanhola enganou os EUA com história falsa de 11 de setembro
Tania Head dizia ser sobrevivente do ataque às Torres Gêmeas, mas ela nem nos EUA estava no dia do terror
Thiago Varella, do R7
Texto:

Foto por Reprodução
Tania Head, em Nova York
Tania Head comoveu os Estados Unidos contando como conseguiu sobreviver aos atentados de 11 de setembro de 2001. Sem o menor pudor, ela contava que estava no 78º andar da Torre Sul do World Trade Center, trabalhando pela companhia de investimentos Merill Lynch, quando o primeiro avião se chocou contra o prédio.
Milagrosamente, Tania teria conseguido fugir somente com um ferimento no braço, enquanto seu noivo, Dave, que estava na Torre Norte, acabou morrendo.
Tania passou a frequentar reuniões de grupos de sobreviventes e familiares de vítimas. Todo mundo acreditava na história dela. Alguns choravam. A mulher chegou a organizar visitas ao marco zero da tragédia, na cratera onde ficama as Torres Gêmeas. Saiu na TV, conheceu o prefeito Rudolph Giuliani e até se tornou presidente de uma associação de sobreviventes. Posou para fotos ao lado de outros políticos e conseguiu feitos como um aumento de verbas para as ONGs ligadas aos ataques e a abertura dos escombros para a visitação de outros sobreviventes e parentes de vítimas do 11 de setembro.
No entanto, Tania não era umas das dezenove pessoas que estavam na lista oficial dos sobreviventes que estavam acima do ponto de impacto do avião. A história era tão chocante que ninguém duvidou dela. Mas Tania mentiu. Só que sua fantasia durou cinco anos . Só foi desmascarada pelo jornal The New York Times, que desconfiou do relato da impostora.
Ela mentiu tanto que até seu nome era outro. Tania Head chamava-se, na verdade, Alicia Esteve Head, espanhola nascida em Barcelona que nem ao menos estava em Nova York no dia dos ataques. Quando a tragédia ocorreu, ela assistia um curso na cidade espanhola.
Até hoje, ninguém sabe ao certo por que Tania mentiu. A espanhola não obteve nenhum tipo de lucro com a história. Muito pelo contrário, ela até doou dinheiro à associação de sobreviventes. Sobreviventes do atentado lembram que ela enviava e-mails regulares a eles. Nos textos, ela parecia se empolgar com a fama e com os holofotes.
Descoberta a farsa, Tania, ou melhor, Alicia sumiu. Foi divulgado que os pais dela teria sido presos anos antes por fraude financeira. Depois de algum tempo desaparecida, surgiu um e-mail na caixa de mensagens de alguns sobreviventes do 11 de setembro dizendo que a espanhola havia se suicidado. Mas, por causa do passado de lorotas, fica difícil acreditar na nova história.

Corpo e verão.


CORPO E VERÃO:A CORRIDA DESENFREADA PELO CORPO PERFEITO É OBSESSÃO, UMA EXIGÊNCIA DA ESTAÇÃO OU DA MÍDIA?Em países situados entre os trópicos, como é o caso do Brasil, onde o verão predomina praticamente o ano todo, o culto ao corpo é quase uma imposição social. Hoje, a preocupação com a aparência física atravessa todos os setores, classes sociais e faixas etárias, apoiada num discurso que ora lança mão da questão estética e ora da preocupação com a saúde. Submeter-se aos mais inusitados esforços a fim de alcançar cor, medidas e visual perfeitos é lei e ultrapassa, muitas vezes, os limites do bom senso. Receitas caseiras para perder peso, que não têm base científica alguma, dietas baseadas no consumo de água e biscoitos salgados, recomendadas por uma amiga ou vizinha, e caminhadas quilométricas são práticas perigosas, mas em alta nesta época do ano. Uma grande parcela da população não mede esforços para exibir uma boa forma física na temporada de verão, quando as roupas minúsculas e leves valorizam as formas do corpo. Com algumas exceções, as pessoas se empolgam com o verão e cometem excessos nas atividades físicas. Os propósitos, no entanto, parecem ser sempre os mesmo: necessidade de se adequar a um padrão de beleza pré-estabelecido ou, simplesmente, de ser admirada. Mas quando alcançar o corpo perfeito se torna o único objetivo de vida, é hora de tomar cuidado. O excesso pode levar à futilidade. O cirurgião plástico Ivo Pitanguy, um dos mais respeitados profissionais do mundo, considera exagerado o atual “culto ao corpo”, principalmente no Brasil, com clima e inúmeras praias tão convidativas à exposição das belezas do corpo. “O que não pode acontecer é esse culto ao corpo se sobrepor ao culto à inteligência”. E acrescenta: “A cirurgia plástica ou outro método qualquer que priorize a aparência existem para você se sentir bem com você mesmo, não é para os outros”. Além do mais, cuidar da aparência física tem de ser um ato saudável, não de sacrifícios quase insuportáveis. Por isso mesmo, o imediatismo deve ser combatido, como aconselha a maioria dos especialistas em educação física e nutrição: “É inútil querer fazer num só dia o que deveria ser feito ao longo de semanas ou meses. Agir assim e o mesmo que escovar os dentes sete vezes no domingo ao invés de fazê-lo todos os dias na semana. Não adianta, isso não vai trazer resultados práticos. A atividade física deve ser feita diariamente”.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Porque desviei da fé


Porque desviei da fé
Desviei porque soube que o pastor roubou dinheiro da oferta…
Desviei porque Deus não me respondeu…
Desviei porque minha vida estava muito restrita…
Desviei porque arranjei um namorado incrédulo…
Desviei porque caí em tentação…
O único motivo que afasta a pessoa da fé é o pecado. Poucos sabem que o pecado é um espírito e que o pecador é escravo dele, ensina o Senhor. Quando alguém aceita Jesus como Salvador mas não se mantém salvo é porque nunca foi liberto. Talvez a palavra forte do pastor a fez aceitar Jesus, mas o problema é que ela não entregou a sua vida para Ele!
Esse é um dos grandes problemas na igreja denominacional. Não na Igreja cujo Cabeça é o Senhor Jesus!
As pessoas se convencem, mas não se convertem. Daí o fato de tantos crentes desviados…Eles apresentam uma série de razões para saírem fora da fé. Mas a verdadeira razão é que NUNCA foram livres! Congregavam nas igrejas, mas continuavam escravos… Como o Senhor diz que o escravo não fica sempre na casa… Eles acabam saindo.
Em compensação, os verdadeiros filhos permanecem firmes e fortes na fé.
“O escravo não fica sempre na casa; o filho, sim, para sempre.” ( João 8.35 )
Quem é filho, cuida para não se envolver com o escravo a fim de não colocar em risco a sua fé.
Publicado por Bispo Edir Macedo

domingo, 15 de novembro de 2009

Recaída nos vícios


RECAÍDA NOS VÍCIOS:O QUE DECIDE O SUCESSO DE UNS E A DERROTA DE OUTROS É O TRATAMENTO, A DETERMINAÇÃO OU O PRÓPRIO ORGANISMO? “Eu, Christiane F., 13, Drogada, Prostituída” foi o maior best-seller da década de 70. A trama conta a história verídica da então jovem e rebelde alemã Christiane F., que experimentou a primeira dose de heroína aos 13 anos e aos 14 começou a se prostituir para sustentar o vício. Atualmente, com 46 anos, Christiane volta a ganhar destaque na imprensa mundial, mas, infelizmente, pelos mesmos motivos que a tornaram conhecida há mais de 30 anos. “Christiane tem buscado amizades da antiga época das drogas, passa a noite na casa de amigos e frequenta uma praça de Berlim famosa como ponto de venda e consumo de drogas”, noticiou o tabloide alemão B.Z. Após anos lutando contra o vício, a alemã virou uma espécie de símbolo de garra e persistência naquele país. No Brasil, a trajetória de Christiane foi utilizada inúmeras vezes como referência de que vencer o vício é possível. “Leitura indispensável para aqueles que estão passando, hoje, por aquilo que ela já passou e conseguiu vencer”, aconselhavam os terapeutas especializados no combate às drogas. No entanto, em recente entrevista a uma emissora de TV alemã, Christiane confessou ter muito medo de ter uma recaída mais dura e que ingere diariamente um medicamento usado no tratamento de dependentes de heroína. “Tomo diariamente uma pequena dose. O medicamento, para mim, é uma segurança para que eu possa criar meu filho e não caia definitivamente num buraco!” Christiane afirmou também que se sente à margem da sociedade. Desempregada, a alemã vive do dinheiro que ela recebe mensalmente dos direitos autorais da obra que a tornou famosa. Para os cientistas, depois que um viciado abandona as drogas, fatos simples ou vinculados ao consumo de narcóticos, como passar por um vizinho ou escutar uma melodia, podem despertar lembranças que o levam de novo ao consumo das substâncias. Por isso, a reincidência é tão grande. “Abandonar as drogas vai muito além de deixar de consumi-las. Quando a pessoa deixa de usar essas substâncias, ela passa a frequentar lugares diferentes, ter amizades diferentes e praticar atividades diferentes. Durante esse acentuado processo de mudanças, no entanto, o mundo que ela deixou não desaparece completamente. A pessoa pode ir à casa da nova namorada, mas se no caminho ela passar por um rua ou praça onde ela consumia droga, a lembrança pode levar à reincidência”, explicam os cientistas. Pesquisadores americanos já identificaram a parte do cérebro que parece processar as memórias que levam os ex-consumidores de drogas a reincidir. O próximo passo agora será desenvolver substâncias psicofarmacológicas capazes de atuar nessa região cerebral.

sábado, 14 de novembro de 2009

Orientação longe das drogas


Orientação e informação são armas para garantir um futuro longe das drogas
Melhor idade para tratar do assunto é à partir dos 9 anos. Polícia realiza trabalho preventivo nas escolas

O crack invadiu as ruas de São José dos Campos e mudou a vida de famílias inteiras. Mas, há sim uma saída e a informação é a esperança de um futuro bem longe das drogas. As crianças tem muitas dúvidas, e a presença da polícia agindo como um amigo na escola desinibe e rompe a dificuldade de falar sobre drogas. Gabriel, aluno: "O que eu faço quando alguém me oferecer drogas?"
Policial: "Temos dizer não, mas com educação. Nós nunca sabemos a reação da pessoa que está ofertando". Caroline, aluna: "Quais as consequências para quem usa drogas?"
Policial: "É raro o número de pessoas que consegue sair, e acabam em dois caminhos. A morte, ou a prisão. Os adolescentes são conduzidos à Fundação Casa". A aula com o policial faz parte do programa da Polícia Militar de orientação nas escolas. O Proerd é um programa americano, que está há onze anos na região e mais de 50 mil crianças já passaram por ele. A melhor idade para tratar deste assunto é à partir dos 9 anos. É nesta fase que as crianças tem mais professores, conhecem mais pessoas e conseguem colocar em prática o que eles aprendem em sala de aula. Veja também:
Dados alarmantes mostram que o crack é a droga mais consumida em São José Combater o vício do crack e da cocaína não é fácil, mas é possível Carência familiar é um dos principais motivos do aumento do uso de crack pelos jovens A psicóloga Cristina Cardoso Lima lembra que os pais e a sociedade são fundamentais nessa lição. "Nós todos passamos exemplos para nossas crianças e nossos jovens. E hoje nós não somos bons exemplos, passamos violência, consumismo, imediatismo. E a droga tem a característica de potencializar essa busca", explica.
ExemploFoi ainda jovem que tudo começou. Depois de doze anos na vida de Marco Antônio, o crack ficou no passado. "O crack é o limite. Eu só não matei, o resto eu fiz de tudo. Bate uma angústia, um aperto, um desejo de falar 'poxa, será que eu posso só uma vez?', mas ao mesmo tempo já vem aquela coisa, 'não, eu não posso, se eu fizer mais uma vez, tudo vai por água abaixo'". Há um ano e um mês, Marco está longe do crack. "Como eu dei um passo pra entrar, alguém pode dar um passo pra sair". É assim, com passos firmes que ele caminha em direção ao futuro. "Grandes coisas pra mim hoje em dia, são meu trabalho, milha filha e a alegria da minha mãe. Posso entrar em uma loja de cabeça erguida, posso pagar minhas contas, lutar pelo que eu não podia. Quero ser alguém um dia, ter minha casa, meu carro e as pessoas que me amam, ao meu lado". A receita? Força de vontade. "Coragem. A palavra chave é coragem!", diz Marco.

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