quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Porque desviei da fé


Porque desviei da fé
Desviei porque soube que o pastor roubou dinheiro da oferta…
Desviei porque Deus não me respondeu…
Desviei porque minha vida estava muito restrita…
Desviei porque arranjei um namorado incrédulo…
Desviei porque caí em tentação…
O único motivo que afasta a pessoa da fé é o pecado. Poucos sabem que o pecado é um espírito e que o pecador é escravo dele, ensina o Senhor. Quando alguém aceita Jesus como Salvador mas não se mantém salvo é porque nunca foi liberto. Talvez a palavra forte do pastor a fez aceitar Jesus, mas o problema é que ela não entregou a sua vida para Ele!
Esse é um dos grandes problemas na igreja denominacional. Não na Igreja cujo Cabeça é o Senhor Jesus!
As pessoas se convencem, mas não se convertem. Daí o fato de tantos crentes desviados…Eles apresentam uma série de razões para saírem fora da fé. Mas a verdadeira razão é que NUNCA foram livres! Congregavam nas igrejas, mas continuavam escravos… Como o Senhor diz que o escravo não fica sempre na casa… Eles acabam saindo.
Em compensação, os verdadeiros filhos permanecem firmes e fortes na fé.
“O escravo não fica sempre na casa; o filho, sim, para sempre.” ( João 8.35 )
Quem é filho, cuida para não se envolver com o escravo a fim de não colocar em risco a sua fé.
Publicado por Bispo Edir Macedo

domingo, 15 de novembro de 2009

Recaída nos vícios


RECAÍDA NOS VÍCIOS:O QUE DECIDE O SUCESSO DE UNS E A DERROTA DE OUTROS É O TRATAMENTO, A DETERMINAÇÃO OU O PRÓPRIO ORGANISMO? “Eu, Christiane F., 13, Drogada, Prostituída” foi o maior best-seller da década de 70. A trama conta a história verídica da então jovem e rebelde alemã Christiane F., que experimentou a primeira dose de heroína aos 13 anos e aos 14 começou a se prostituir para sustentar o vício. Atualmente, com 46 anos, Christiane volta a ganhar destaque na imprensa mundial, mas, infelizmente, pelos mesmos motivos que a tornaram conhecida há mais de 30 anos. “Christiane tem buscado amizades da antiga época das drogas, passa a noite na casa de amigos e frequenta uma praça de Berlim famosa como ponto de venda e consumo de drogas”, noticiou o tabloide alemão B.Z. Após anos lutando contra o vício, a alemã virou uma espécie de símbolo de garra e persistência naquele país. No Brasil, a trajetória de Christiane foi utilizada inúmeras vezes como referência de que vencer o vício é possível. “Leitura indispensável para aqueles que estão passando, hoje, por aquilo que ela já passou e conseguiu vencer”, aconselhavam os terapeutas especializados no combate às drogas. No entanto, em recente entrevista a uma emissora de TV alemã, Christiane confessou ter muito medo de ter uma recaída mais dura e que ingere diariamente um medicamento usado no tratamento de dependentes de heroína. “Tomo diariamente uma pequena dose. O medicamento, para mim, é uma segurança para que eu possa criar meu filho e não caia definitivamente num buraco!” Christiane afirmou também que se sente à margem da sociedade. Desempregada, a alemã vive do dinheiro que ela recebe mensalmente dos direitos autorais da obra que a tornou famosa. Para os cientistas, depois que um viciado abandona as drogas, fatos simples ou vinculados ao consumo de narcóticos, como passar por um vizinho ou escutar uma melodia, podem despertar lembranças que o levam de novo ao consumo das substâncias. Por isso, a reincidência é tão grande. “Abandonar as drogas vai muito além de deixar de consumi-las. Quando a pessoa deixa de usar essas substâncias, ela passa a frequentar lugares diferentes, ter amizades diferentes e praticar atividades diferentes. Durante esse acentuado processo de mudanças, no entanto, o mundo que ela deixou não desaparece completamente. A pessoa pode ir à casa da nova namorada, mas se no caminho ela passar por um rua ou praça onde ela consumia droga, a lembrança pode levar à reincidência”, explicam os cientistas. Pesquisadores americanos já identificaram a parte do cérebro que parece processar as memórias que levam os ex-consumidores de drogas a reincidir. O próximo passo agora será desenvolver substâncias psicofarmacológicas capazes de atuar nessa região cerebral.

sábado, 14 de novembro de 2009

Orientação longe das drogas


Orientação e informação são armas para garantir um futuro longe das drogas
Melhor idade para tratar do assunto é à partir dos 9 anos. Polícia realiza trabalho preventivo nas escolas

O crack invadiu as ruas de São José dos Campos e mudou a vida de famílias inteiras. Mas, há sim uma saída e a informação é a esperança de um futuro bem longe das drogas. As crianças tem muitas dúvidas, e a presença da polícia agindo como um amigo na escola desinibe e rompe a dificuldade de falar sobre drogas. Gabriel, aluno: "O que eu faço quando alguém me oferecer drogas?"
Policial: "Temos dizer não, mas com educação. Nós nunca sabemos a reação da pessoa que está ofertando". Caroline, aluna: "Quais as consequências para quem usa drogas?"
Policial: "É raro o número de pessoas que consegue sair, e acabam em dois caminhos. A morte, ou a prisão. Os adolescentes são conduzidos à Fundação Casa". A aula com o policial faz parte do programa da Polícia Militar de orientação nas escolas. O Proerd é um programa americano, que está há onze anos na região e mais de 50 mil crianças já passaram por ele. A melhor idade para tratar deste assunto é à partir dos 9 anos. É nesta fase que as crianças tem mais professores, conhecem mais pessoas e conseguem colocar em prática o que eles aprendem em sala de aula. Veja também:
Dados alarmantes mostram que o crack é a droga mais consumida em São José Combater o vício do crack e da cocaína não é fácil, mas é possível Carência familiar é um dos principais motivos do aumento do uso de crack pelos jovens A psicóloga Cristina Cardoso Lima lembra que os pais e a sociedade são fundamentais nessa lição. "Nós todos passamos exemplos para nossas crianças e nossos jovens. E hoje nós não somos bons exemplos, passamos violência, consumismo, imediatismo. E a droga tem a característica de potencializar essa busca", explica.
ExemploFoi ainda jovem que tudo começou. Depois de doze anos na vida de Marco Antônio, o crack ficou no passado. "O crack é o limite. Eu só não matei, o resto eu fiz de tudo. Bate uma angústia, um aperto, um desejo de falar 'poxa, será que eu posso só uma vez?', mas ao mesmo tempo já vem aquela coisa, 'não, eu não posso, se eu fizer mais uma vez, tudo vai por água abaixo'". Há um ano e um mês, Marco está longe do crack. "Como eu dei um passo pra entrar, alguém pode dar um passo pra sair". É assim, com passos firmes que ele caminha em direção ao futuro. "Grandes coisas pra mim hoje em dia, são meu trabalho, milha filha e a alegria da minha mãe. Posso entrar em uma loja de cabeça erguida, posso pagar minhas contas, lutar pelo que eu não podia. Quero ser alguém um dia, ter minha casa, meu carro e as pessoas que me amam, ao meu lado". A receita? Força de vontade. "Coragem. A palavra chave é coragem!", diz Marco.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

COM QUE ROUPA EU VOU.


“COM QUE ROUPA EU VOU”:O MODO DE SE VESTIR REFLETE O CARÁTER, O PADRÃO ESTABELECIDO OU DEVE OBEDECER À OCASIÃO? No último dia 22 de outubro, o 6º Batalhão de Polícia Militar Metropolitana de São Bernardo do Campo (SP), foi acionado para dar apoio a uma causa até então inédita: escoltar a saída de uma estudante de turismo da Uniban. O motivo: ela vestia roupas consideradas "curtas demais" pelos alunos da instituição. Por conta do tumulto causado pelos alunos, que gritavam nomes de baixo calão e cercavam a sala de aula onde ela se encontrava, a moça aguardou a chegada dos policiais já vestida com um jaleco branco sobre seus “trajes mínimos”, assim descrito por um aluno da Uniban. Seguranças e professores deram proteção à jovem enquanto a polícia não chegava. Muitos estudantes gravaram a cena de constrangimento e publicaram vídeos na internet, o que tornou o caso conhecido em praticamente todo o País. Alguns internautas deixaram uma série de mensagens de repúdio à postura dos estudantes da Uniban; outros parabenizaram a atitude. A estudante não tem frequentado as aulas desde o ocorrido. Segundo informações da Secretaria do Campus da unidade ABC, onde aconteceu o caso, não houve queixa de agressões físicas, mas uma sindicância foi instaurada para apurar o incidente. Se nas instituições particulares, reconhecidamente frequentadas pelas elites, o cenário preocupa, na rede pública de ensino, principalmente nas escolas de níveis fundamental e médio, a situação é ainda pior: De 500 escolas públicas analisadas pelo Estado, em 33% delas houve depredação de automóveis de professores e demais funcionários da unidade. Outras 51% sofreram arrombamento. Em mais de 3,5% ocorreu, no interior do prédio, detonação de granadas, e outras 3% sofreram disparos de armas de fogo. E o dado que talvez seja o responsável pelas demais ocorrências: 88% dessas escolas não possuem policiamento preventivo.

Proibição a adoção de gato preto na sexta feira 13


Proibida a adoção de gato preto na sexta feira 13
A medida do Centro de Controle de Zoonoses é para evitar que os animais sejam adotados para serem maltratados
Do R7
Texto:
Foto por Getty Images
Crueldade com animais dá mais azar que todas as sextas feiras 13O CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) da Prefeitura de São Paulo proibiu nesta sexta-feira 13 a adoção de gatos pretos e outros animais que não estejam muito bem de saúde.A medida é tomada para evitar que eles sofram maus-tratos. No dia do Halloween e na Semana Santa acontece a mesma coisa. Nestas datas, há risco de os animais serem sacrificados, por isso há esta proibição. A partir de segunda-feira (16), a adoção destes animais volta a ser liberada.Na quinta-feira (12), a Secretaria Estadual de Saúde, também disponibilizou no site o novo manual de recomendações para controle de população de cães e gatos no Estado de São Paulo. Além disso, foi criado FOCA, um curso de Formação de Oficiais de Controle Animal, que tem o objetivo de divulgar políticas públicas que garantam a saúde da população e também o bem-estar dos animais.

A tempo para Ação e Oração.


Ação ou Oração?
Saber separar o momento certo entre oração e atitude é fundamental na conquista dos benefícios da fé. Muitas vezes, apela-se à oração quando se deveria tomar atitude. Outras, toma-se atitude quando se deveria orar. Por conta disso, oportunidades são desperdiçadas e derrotas acrescentadas.
O exemplo de Moisés serve como lição. Ao sair do Egito, chegou diante do Mar Vermelho liderando três milhões de pessoas, dentre as quais anciãos, grávidas, crianças, recém-nascidos, animais, além de seus pertences. Na retaguarda, sob o comando do próprio Faraó, vinha o furioso exército egípcio armado até aos dentes. Moisés não tinha armas nem exército para se defender. A dificuldade de locomoção não lhe permitia fugir. Tecnicamente, não havia nenhuma saída.
Muitas vezes nos deparamos com situação semelhante. O que fazer? A gravidade daqueles momentos era tão intensa que Moisés nem orou. Mas clamou.
“Por que clamas a Mim? Mande o povo seguir em frente. E você estenda o cajado, toque o Mar e divida-o para o povo passar”, foi a resposta Divina. (Exodo 14. 15,16)
Deus tem provido Seu povo do cajado da fé. Tal ferramenta exige atitude. Fé é ação! Se há certeza absoluta, há fé. E, se há fé, por que orar ou mesmo clamar quando se sabe o que deve ser feito?
Publicado por Bispo Edir Macedo

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Pais estressados,filhos asmáticos


Pais estressados, filhos asmáticos
Ter pais estressados, aliado a outros fatores socioeconômicos, faz com que as crianças tenham mais chances de apresentar asma. Esse é o resultado de um estudo da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, publicado, em julho, no “Proceedings of the National Academy of Sciences”. “Não é que o estresse cause asma, mas sim que ele aumenta a incidência dos sintomas em quem já é asmático. Afinal, a asma possui forte componente emocional”, garante o doutor João Carlos Corrêa, presidente da Associação Brasileira de Asmáticos (Abra). Os pesquisadores acompanharam, durante 3 anos, 2.497 crianças, de 5 a 9 anos, com histórico de asma. Destas, 120 desenvolveram a doença. Depois, foram analisados, por meio de questionários, fatores de risco como exposição ao ar poluído, e também educação, renda familiar e níveis de estresse dos pais. O resultado é que, mesmo havendo maior probabilidade de asma entre crianças expostas a poluição, as chances da doença aumentam ainda mais para aquelas com pais que descrevem o estresse em casa como “incontrolável e esmagador”. O estudo complementa pesquisas anteriores, que apontaram que mulheres estressadas na gravidez também elevavam as chances de filhos com asma ou outras alergias. (G.B.)

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