terça-feira, 8 de setembro de 2009

O QUE A GLOBO FALTOU MOSTRAR DA IURD

http://www.youtube.com/watch?v=O330TvgocSU

Tática da substituição


TÁTICA DA SUBSTITUIÇÃO:CURA-SE UM AMOR COM OUTRO AMOR OU A MELHOR TÁTICA É A AÇÃO DO TEMPO?Os relacionamentos homem-mulher viraram o novo produto da sociedade moderna. Um bom exemplo disso é a contabilidade realizada por jovens enquanto se divertem na noite, a fim de verificar quantas garotas eles conseguiram “consumir”. E quando se afirma que o relacionamento se tornou mercadoria, isso nada tem a ver com a mercadoria típica do capitalismo moderno, e sim com aquela da Idade Média, comercializada à base de troca. Homens e mulheres vivem, atualmente, o cenário típico de um mercado feudal, em que a única diferença é a mercadoria comercializada: são eles próprios. Atualmente, troca-se de parceiro com a mesma frequência que um mercador da antiguidade trocava seu pacotinho de especiarias por um punhado de sal. Diante desse comportamento, que muitos rotulam de moderno, não seria exagero questionar quem sofreu maior desvalorização, se o pacotinho de sal ou se os homens e mulheres do novo século. Sabe-se que, séculos atrás, o escambo tinha propósitos bem definidos, que conduziam a economia local. A troca incansável de parceiros, nos dias de hoje, parece não ter objetivos que vão além da necessidade carnal. Quando muito, o escambo de parceiros serve como desculpa para esquecer um outro, “perdido” há poucas horas, não se sabe bem por quê. A banalização do outro e dos próprios sentimentos nada mais é que um método imediatista de que o indivíduo dispõe para saciar suas necessidades físicas de consumo carnal. Portanto, o caráter humano desses relacionamentos, que é a base de qualquer tipo de interação entre seres humanos, se dissolveu e passou a ser regido exclusivamente pelo instinto. E, convenhamos, ignorar por completo os apelos do racional e ser conduzido apenas por impulsos, de moderno, não tem nada! Aliás, nem na época das feiras de escambo, durante a Idade Média, a sociedade se mostrava tão arcaica.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Vaidade em excesso



Vaidade em excesso
Por Andrea Miramontes e Guilherme Bryan redacao@folhauniversal.com.br Numa sociedade que supervaloriza a aparência física e a beleza, a busca pelo corpo considerado perfeito é uma constante na vida de milhares de pessoas que não gostam da própria imagem no espelho. A vaidade em excesso lota academias de ginástica e, às vezes, leva as pessoas a irem além, submetendo-se às mais diferentes técnicas de modificação do corpo. Segundo o jornal francês “Liberation”, o Brasil é um dos países onde mais se realizam cirurgias plásticas. Em 2008, foram 629 mil, segundo dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, sendo a maior parte de cirurgias estéticas. Quando o descontentamento com o corpo chega ao extremo, ele pode ser sinal de um distúrbio psíquico denominado Transtorno da Imagem Corporal. Segundo levantamento realizado em 2005, a partir da aplicação de um questionário pelo Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) a 164 estudantes de medicina, a incidência do transtorno era maior em mulheres, 25%, do que em homens, apenas 7%. “Os transtornos de imagem mais comuns são anorexia, bulimia e vigorexia. A pessoa olha no espelho e se vê diferente. Você pede a alguém com o distúrbio, e notoriamente magro, que desenhe o próprio contorno corporal e essa pessoa se desenha gorda”, explica a psicóloga Mara Pusch, da Unifesp. A profissional acrescenta que o transtorno pode ser caracterizado por qualquer exagero na busca de uma imagem ideal, caso das cirurgias plásticas. “Hoje, a plástica está acessível para todos. Por um lado, ela ajuda a corrigir algo que incomoda. Mas, por outro lado, ela vicia. Se ela dá certo, você busca outra e acha defeito até onde não tem”, conta a miss Rio Grande do Sul 2009, Bruna Felisberto, de 22 anos, vítima de plástica mal-sucedida no nariz (veja mais no texto ao lado). Felizmente, ela percebeu o exagero e parou muito antes de ficar deformada, sensibilidade que faltou à socialite norte-americana Jocelyn Wildenstein, que teria gasto, segundo tabloides ingleses, 2 milhões de libras (R$ 6 milhões) em plásticas. O objetivo era manter o marido – que a havia trocado por uma modelo russa duas décadas mais jovem –, mas o resultado foi ela ter se tornado uma aberração. Dentre os tipos do transtorno, a vigorexia, caracterizada pelo excesso de musculação, é o que está se tornando mais frequente. “O vigoréxico se vê muito fraco e tem uma compulsão por se tornar mais forte, seja através de exercícios físicos ou do uso de drogas, como anabolizantes. Um ambiente que hipervaloriza a estrutura corporal pode deflagrar o distúrbio em quem tem tendência”, analisa Antonio Claudio Lucas da Nóbrega, cardiologista e fisiologista da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SMBE). Segundo o jornal britânico “Daily Mail”, a cantora pop Madonna, de 50 anos, é uma das vítimas do transtorno. Ela dedica pelo menos 3 horas diárias à malhação. “Os músculos de Madonna não são superdimensionados com relação ao de um atleta olímpico, porém o que é incomum é o quanto harmônicos e bem-definidos eles são”, avaliou Martin MacDonald, especialista em “body composition” (composição corporal, em tradução livre) da Universidade de Loghborough, da Grã-Bretanha, à Folha Universal.A vigorexia, no entanto, é mais comum entre homens, especialmente os de 18 a 35 anos, com baixa autoestima e visão distorcida do próprio corpo. Eles costumam dedicar pelo menos 3 a 4 horas diárias à modelação física. “Os mais propensos são os homens com baixa autoestima, perfeccionistas, com tendência obsessiva-compulsiva, depressiva e de ansiedade. A saída é aceitar o seu tipo de corpo e entender que a mídia promove, frequentemente, imagens não realistas do corpo masculino”, garante o psicólogo clínico Roberto Olivardia, da Escola de Medicina da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. Olivardia foi parceiro do psiquiatra Harrisom G. Pope, da mesma universidade, que cunhou o termo vigorexia, ou Síndrome de Adônis, em 1993, num estudo que descobriu que, de nove milhões de pessoas adeptas da musculação, um milhão poderia sofrer dessa patologia, provocando a elevação da taxa de suicídios. Outro dado do estudo foi a prevalência do transtorno em 10% dos atletas e em 84% dos fisiculturistas competidores. “O indivíduo com vigorexia se percebe com o corpo pequeno e fraco e, por isso, desiste de outras atividades importantes na vida para manter uma rotina de treinos. Conheço um rapaz que nadava de camiseta, pois achava que era muito magro e que, se fosse forte, teria felicidade. Porém, quem tem a beleza e o corpo como foco se frustra e pode ter depressão”, conta a psicóloga Juliana Accioly Gavazzoni, especialista em vigorexia e mestre em análise do comportamento pela Universidade Estadual de Londrina, no Paraná. Como consequência, a pessoa pode sofrer com irritabilidade, dificuldade de concentração, desinteresse sexual, fadiga persistente, perda do apetite, maior suscetibilidade a infecções e incidência de lesões musculares, além de problemas físicos nos ossos e articulações. Alguns desses sintomas se manifestaram no rapper norte-americano Eminem, que declarou estar obcecado por exercícios cardiorrespiratórios. “Os vigoréxicos apresentam comportamento de dependência de exercício com crises de abstinência quando impedidos da prática. Semelhante a outros transtornos, como bulimia e anorexia, a negação faz parte do quadro clínico. A aceitação de que apresenta o transtorno é o primeiro passo para se tratar”, garante o professor Vladimir B. Modolo, do Centro de Estudo em Psicobiologia do Exercício, da Unifesp. O efeito provocado pelos exercícios físicos para algumas pessoas pode ser tão poderoso quanto as drogas. Em agosto, pesquisadores da Universidade Tufts, nos Estados Unidos, descobriram que ratos que praticavam exercícios tiveram sintomas de abstinência iguais àqueles apresentados por viciados em heroína. Outro estudo, feito pela Universidade de Massachussets, nos Estados Unidos, em 2003, tinha apresentado resultado semelhante. Ainda não há pesquisas comprovando a relação com seres humanos. De qualquer forma, há especialistas que acreditam que a vigorexia deva ser cuidada com a mesma seriedade destinada aos tratamentos para dependentes químicos, uma vez que os exercícios provocam a mesma sensação de prazer e dependência.

sábado, 5 de setembro de 2009

Adolescência de risco


Adolescência de risco
No Brasil, 2,03 jovens são assassinados a cada grupo de mil Um em cada 500 adolescentes brasileiros será morto antes dos 19 anos. É o que mostra um estudo do Laboratório de Análise da Violência da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e o Observatório de Favelas. A pesquisa, realizada em 267 municípios brasileiros com mais de 100 mil habitantes, aborda a situação de jovens de 12 a 19 anos. O resultado é o chamado Índice de Homicídios na Adolescência (IHA), que mede a probabilidade de um adolescente morrer. O valor do IHA brasileiro é de 2,03, na média. Isso significa que 2,03 jovens, em cada mil, serão assassinados antes dos 19 anos. O número total de jovens que morrerão entre 2006 e 2012 é de 33.504, e os assassinatos representam 46% desse total. “Conheço o caso de uma mãe que perdeu os dois filhos nessa faixa de idade, um com 17 anos e outro com 15. Eles foram assassinados, pois o mais velho estava envolvido com drogas”, conta Conceição Paganelli, presidente da Associação de Mães e Amigos de Crianças e Adolescentes em Situação de Risco (Amar). Mesmo quando as mortes não acontecem na adolescência, o envolvimento com drogas geralmente aparece nesse período, e é um dos principais fatores para os homicídios. A aposentada Maria Eugênia Campelo, de 69 anos, teve o único filho, então com 27 anos, assassinado depois que ele se envolveu com drogas ainda na adolescência. “Ele começou a entrar nessa quando tinha uns 13. Eu aconselhava, mandei meu filho para temporadas fora de São Paulo, mas, quando ele voltava à cidade tudo recomeçava. Não teve jeito”, conta ela com os olhos marejados ao rever a foto do filho pela primeira vez desde 2003, quando ele foi morto com dez tiros. O estudo relaciona ainda as cidades mais violentas para os jovens (veja tabela na página 16). Para Corina Macedo, supervisora geral da Associação Educacional e Assistencial Casa do Zezinho, de São Paulo, essa faixa etária é marcada pela transição da infância para a adolescência e dela para a vida adulta. Mudanças que tornam os jovens facilmente influenciáveis. “É preciso apoiar o jovem nessa idade, para evitar o desvio de caminho”, acredita. “Todos sabem porque o jovem morre e como se envolve com drogas. Por isso, me dá agonia quando vejo essas crianças aí soltas”, acrescenta Maria Eugênia, apontando para crianças de menos de 5 anos brincando na rua da favela onde mora, em São Paulo. (A.M.)

UMA PALAVRA PODE MUDAR A SUA VIDA


sexta-feira, 4 de setembro de 2009

SOCORRO EU PRECISO DE AJUDA

Conversamos com estas pessoas e tivemos conhecimento de suas vidas do passado, tinham famílias , emprego púbico etc.Devido aos problemas não tiveram forças para vence-los, foram derrotados moram na rua, eles querem a nossa ajuda.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

LEIS POLÊMICAS faça comentários



LEIS POLÊMICAS:FEREM O LIVRE ARBÍTRIO, PROTEGEM A SOCIEDADE OU SÓ BENEFICIAM ALGUNS? Nos últimos tempos o Brasil vem assistindo à disseminação constante de novas e severas leis de âmbito nacional, o que tem aumentado consideravelmente o controle do Estado sobre a população. Mas se para alguns tais medidas chegam a beirar a abusão, para outros são um mal necessário. Para a maioria dos sociólogos, a proibição acaba sendo o modo mais efetivo de organizar uma sociedade carente de educação sólida e de senso de coletividade. É sabido que a população brasileira conhece muito pouco sobre seus direitos e obrigações, já que grande parte dela não respeita os limites impostos pelo bom senso. Desta forma, o surgimento de leis cada vez mais severas e polêmicas acabam sendo o reflexo daquilo que os brasileiros fizeram no passado e continuam a fazer no presente. Uma das leis mais polêmicas, a 577/2008, idealizada pelo governador de São Paulo, José Serra, proíbe o consumo de tabaco e seus derivados em todos os locais fechados do Estado, públicos ou privados. Rio de Janeiro, Santa Catarina e Paraná são apenas alguns dos que também adotarão brevemente a medida. Há indícios de que a Lei antifumo alcançará âmbito nacional. Apesar da rigidez imposta, mais de 80% dos fumantes se mostraram favoráveis à restrição. Pouco tempo antes do surgimento da lei antifumo, a lei seca também deu o que falar. Em vigor desde junho de 2008, não permite dirigir sob qualquer dosagem de álcool no sangue. Desta forma, um simples enxágue de boca feito com produtos à base de álcool já é motivo para punição do motorista. O mesmo acontece com quem degustar um bombom de licor e se sentar ao volante. A lei surgiu como tentativa de inibir os inúmeros prejuízos aos cofres públicos relacionados a acidentes de trânsito envolvendo motoristas embriagados. Resumindo, leis como a antifumo, a lei seca, os toques de recolher e outras mais ousadas e menos necessárias (a exemplo da regulamentação do tamanho do colarinho dos chopes paulistas e tantas outras) são uma maneira eficaz, rápida e barata de o Estado “encurtar as rédias do povo”, pois suprir o déficite de conscientização e responsabilidade dos brasileiros são tarefas que despendem muito mais dedicação, boa vontade e, logicamente, investimentos. Mas aí já se entre em outra polêmica...

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

UMA POESIA FAÇA COMENTÁRIOS


IURD Dinâmica na Fundação Casa


Pastor Geraldo Vilhena observa, que está havendo um grande crescimento espiritual e educacional na vida dos internos da Fundação Casa.
E usado como fonte a FOLHA UNIVERSAL.


Esta dinâmica é feita nas Unidades da Fundação Casa, com a orientação dos técnicos da Fundação Casa e Obreiros da IURD do Estado de São Paulo.






IURD e SULA MIRANDA SÃO RECEBIDOS COM TODO CARINHO NA FUNDAÇÃO CASA

























ALEGRIA A TODO VAPOR
Tarde com muito louvor na Unidade Topázio Brás, o Pastor Geraldo Vilhena, Obra Eunice e Nelson os voluntários da IURD forneceram aos funcionários e internos algo especial, confiram.
Pr. Antônio (IURD de Bela Vista) com sua pregação levou os internos a reflexão, sobre duas estradas uma que nos leva ao caminho bom e a outra ao caminho mal. Que no percurso de nossas vidas temos que fazer escolhas e muitas das vezes escolhemos a estrada que nos leva ao caminho mal.
Mas isto não quer dizer que não podemos fazer uma "conversão" e optar pela estrada que leva ao caminho bom.
Após esta reflexão fez uma oração convidando os internos a entregarem suas vidas ao Senhor Jesus e esquecerem o passado e começar vida nova.
Obreiro B.A do Força Jovem Brasil otimizou os internos, fazendo uma comparação de sua própria vida com as vidas dos internos e o que ele passou era parecido com a história de muitos. A atitude tomada por ele revolucionou sua vida e lhe trouxe motivos de felicidades e estímulo. Que o amigo que hoje ele tem (Senhor Jesus) orienta diariamente no caminho a seguir.
Que para ser um jovem de Deus não precisa ser careta, você pode fazer as coisas que te fazem bem (cantar, estudar, tocar um instrumento, etc) desde que sua consciência esteja focada no Amigo (Senhor Jesus), este é o segredo de um futuro brilhante.
A cantora Sula Miranda alegrou a tarde com canções que fazem bem ao coração e relatou sobre seu testemunho de vida, momento que chamou a atenção dos internos.
Grupo Vozes (Força Jovem Brasil) também contribui agitando a galera e mostrando que no nosso meio sempre descobrimos talentos e nasce um novo adorador. Tudo isso com muito bolo e refrigerante oferecido a todos os presentes. Esta grande festa contou com aproximadamente 130 internos.
Marta

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