segunda-feira, 8 de junho de 2009

IGREJA UNIVERSAL DO REINO DE DEUS OBRA SOCIAL NA FUNDAÇÃO CASA (ANTIGAFEBEM) NA UI- LEOPOLDINA.





























































































Tudo que fazemos, levamos o nosso amor ao próximo, foi assim que os voluntários da IURD realizaram no dia 06/06 na Unidade da Fundação Casa Vila Leopoldina um evento que proporcionou aos familiares, internos e funcionários as seguintes prestações de serviços:- Cabelereiro e Manicure- Aferição de Pressão Arterial- Tratamento de PeleAgregados com muita pipoca, algodão doce e refrigerantes. Na oportunidade os familiares, internos e funcionários participaram de uma Palestra com um tema sugestivo "Começar de Novo" ministrada pela palestrante Ana Maria Alves.Nesta palestra foram abordados os 4 (quatros) elementos para uma melhor escolha em nossas vidas. Sendo a 1a. Direção de Deus, 2a. Objetivo, 3a. Determinação e 4a. Persistência e Fé. Conseguindo associar estes 4 elementos com certeza os jovens terão um futuro de sucesso. Na conclusão foi mencionado um versículo bíblico Mateus 7: 13 e 14 que fala sobre a porta estreita (que nos leva a Salvação) e a porta larga (que nos leva a perdição) e que temos o direito de escolha. A palestrante levou a todos a refletirem sobre suas escolhas diárias.Pr. Geraldo Vilhena orou por todos e orientou que não importa que cometemos no passado, se nos arrependermos temos o direito de Começar de Novo. Esta é a chance dada por Deus.A Sr. Angela (Coordenadora Pedagógica) mencionou sua opinião e o trabalho dos voluntários da IURD sendo válido, porque a reintegração do jovens a sociedade acontece pelo espirito fraternal. E que isso somente acontece quando acreditamos no que fazemos. Relata também que este trabalho está trazendo aos internos, o lazer, entreterimento, a comunhão com Deus, a família, a auto estima, etc. E que os voluntários da IURD tem carisma para conquistar os jovens e funcionários. Parabeniza o trabalho e deseja a gratidão e benção para todos os voluntários da IURD.Tudo isto aconteceu ao som da Banda Eterna Aliança que animou os familiares e internos, numa manhã agradável. Distribuimos aos familiares um Kit com revista plenitude e livros para guardarem de recordação neste dia tão especial.

Fundação Casa Mooca Casa das Mães.




























































Filhos da Febem

Por Andrea Dip andrea.dip@folhauniversal.com.br
Uma porta pesada de ferro se abre. Um guarda, um detector de metais e uma cabine blindada aparecem. Mais alguns passos, e o barulho da porta se fechando identifica que daquele lugar não entra e sai quem quer. Um caminho de concreto, mais algumas portas, mais um ou dois guardas, mais um portão fechado. Através das grades é possível ouvir bebês e vozes de adolescentes. Lá, o clima tenso desaparece e, às vezes, dá para esquecer que se está em uma Unidade Feminina de Internação Provisória (UIP) da Fundação Casa, ex-Febem. Em poucos metros quadrados funciona a Casa das Mães, que separa adolescentes grávidas e com bebês das outras internas. Ao todo, a unidade abriga 118 meninas de 12 a 20 anos incompletos, e o tempo médio de internação é de 1 ano e meio. No momento da visita, algumas meninas pintavam quadros, outras faziam pães e doces em uma grande cozinha. K., de 16 anos, era uma delas. De avental branco e sorriso largo, ela conta que “rodou” (foi pega), junto com o marido, de 48 anos, por tráfico de drogas e está na UIP há 9 meses. “O juiz disse que ele me usou. Mas eu acho que ninguém usa ninguém, vai por esse caminho quem quer”, diz a jovem, que entrou grávida de 4 meses e teve a filha num hospital conveniado à Fundação. “Eu entrei dizendo: ‘vou traficar, a vida do crime é isso mesmo’. Agora, penso na minha filha, em como vai ser.” Até março de 2006, as meninas que entravam grávidas na Fundação Casa eram levadas a um abrigo assim que os bebês nasciam e lá ficavam com os filhos por 4 meses. Após esse período, as mães voltavam para a internação e os filhos iam para a família da menina ou para um orfanato. Grande parte das meninas fugia e nem voltava para a Febem. A Casa das Mães, com 12 vagas, não supre a demanda de todo o Estado, mas é a única em São Paulo e possibilitou que os bebês fiquem com as mães até o final da medida sócio-educativa. “Aqui é feito o pré-natal, há acompanhamento psicológico. Os bebês são tratados no posto de saúde da região, tomam as vacinas e não lhes faltam alimentos, roupas e estrutura”, conta Maria Isabel Melo, diretora do Internato Feminino, que fica no bairro da Mooca, zona leste da capital paulista. As roupas e brinquedos chegam através de doações e, por vezes, são trazidos por familiares das meninas. Ali, os bebês ficam 24 horas ao lado das mães. O quarto grande é coletivo, com berços ao lado das camas. As meninas lavam a própria roupa e a dos filhos, ajudam na comida, na limpeza e têm oficinas de panificação, manicure e, a mais procurada, de bordado. Maria Isabel explica que as adolescentes que chegam grávidas têm geralmente o mesmo histórico: “O tráfico é o motivo mais comum. Geralmente, é por amor. Elas se envolvem na vida dos companheiros e quando elas vêm para cá, eles são presos. A maioria já tem filhos de outros relacionamentos”, diz. Essa é a história de J., 17 anos. Há poucos dias na unidade, está grávida de 38 semanas e conta que deixou uma filha de 3 anos com a mãe. Esse é seu maior sofrimento. “Minha mãe cuida bem, mas disse que não vem me visitar nem trazer minha filha, porque preciso pagar pelo que fiz. Entrei para o tráfico porque era o caminho mais rápido para comprar as coisas que eu queria. Mas nem de perto é o caminho mais fácil”, diz, amadurecida pela realidade. E para o futuro? J. faz uma pausa de silêncio enquanto mexe na longa trança de cabelos negros: “Quero conhecer pessoas que me ajudem não com dinheiro, mas com um ombro. Quero cuidar da minha família, dos meus filhos”. E o pai? “O pai da minha filha é do crime. E o pai do meu filho está preso”. Para o psicólogo Rubens Maciel, as meninas que vão para a Fundação Casa têm a família desestruturada ou vivem em situação de miséria. “Elas saem de casa porque o convívio com os pais e irmãos é degradante, violento. E, não encontrando segurança em casa, vão procurar esse carinho em um namorado que também vem de uma situação semelhante”, explica. Por esse quadro caótico, Maciel acredita que a situação dos bebês que nascem atrás das grades é relativa. “Se você comparar com a rua, eles estão em uma situação melhor, porque nada falta, estão num ambiente seguro. Mas, se comparada à situação de uma família estruturada, eles estão em uma condição pior, porque estão privados de liberdade por um delito cometido pela mãe”. É o caso da bebê de G. (de 18 anos), interna há 1 ano e 4 meses. “Ela está engatinhando e quer ir para fora, vai até o portão e quer sair”, conta. O caso dela é o mais grave entre as oito meninas que ocupam a Casa das Mães. Após alguma resistência, conta que cometeu latrocínio, roubo seguido de morte. Ela também estava com o marido no momento do crime e ainda tem 3 ou 4 meses como interna para cumprir. Quando sair, pretende ir morar com a sogra no interior e aceitar qualquer trabalho. “Não posso ficar escolhendo, né?”, diz a adolescente. Sobre sonhos e o futuro, elas não falam. Dão respostas vagas. O fato é que as meninas estão entrando para o crime cada vez mais cedo. Em 2000, a idade média das internas era de 18 anos. Hoje, as meninas “rodam” com pouco mais de 15. E descobrem, nas palavras de J., que esse caminho é “rápido, mas nunca fácil”. Berçários e creches nas prisões O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, no fim do mês passado, uma lei que garante condições mínimas de assistência a mães presas e recém-nascidos. O texto determina que as penitenciárias femininas tenham berçários onde as mães possam cuidar e amamentar os filhos até, no mínimo, 6 meses depois do nascimento. A lei assegura ainda que haja acompanhamento médico pré-natal e pós-parto. Até então, as detentas ficavam com os bebês até os 4 meses de vida e depois davam para a família ou para abrigos, dependendo da situação. As prisões deverão também ter creches com profissionais qualificados para abrigar crianças de 6 meses a 7 anos, cuja mãe esteja presa e seja a única responsável. A autora do projeto, deputada Fátima Pelaes (PMDB/AP) ressaltou à imprensa que a lei é uma “obrigatoriedade de que realmente os presídios femininos disponham de um atendimento à mãe e à criança”. Fátima, que nasceu em um presídio e viveu nele até os 2 anos de idade, afirmou também que: “Toda mulher tem direito de ser mãe e toda criança tem direito à convivência com essa mãe, ao carinho e ao afeto. Isso faz diferença na vida dos dois.”

sexta-feira, 5 de junho de 2009

IURD Ação social na FUNDAÇÂO CASA (ANTIGA FEBEM)


























Agência Unipress Internacional

SÃO PAULO - Voluntários da Igreja Universal do Reino de Deus de todo o Brasil visitam, diariamente, unidades da Fundação Casa. Em São Paulo, cerca de 150 pessoas acompanham o pastor Geraldo Vilhena, – responsável pelo trabalho no Estado – nas reuniões realizadas nos locais. Segundo dados da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência (SEDH/PR), no Brasil, o número de menores infratores que cumpre pena aumentou em 28%, entre 2002 e 2006. Em média, há nove adolescentes em regime de internação para cada um em regime semi-aberto. São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará são os Estados com maior execução para este regime. Com o objetivo de ajudar na reintegração desses jovens na sociedade, há sete anos a IURD conta com a ajuda de voluntários de todas as áreas para a realização do trabalho espiritual.






















































 Durante os encontros, os internos recebem uma palavra de fé e de esperança. “Nós oramos para que eles sejam libertos dos problemas espirituais e possam receber a presença de Deus”, diz o pastor Geraldo. Semanalmente, são distribuídos cerca de três mil exemplares da Folha Universal e mensalmente mil livros e duas mil revistas Plenitude, para que os adolescentes possam conhecer, de uma forma diversificada, a Palavra de Deus. O grupo também organiza palestras sobre saúde da mulher – nas unidades femininas –, higiene e educação, além de oferecer doações e amparo aos familiares dos internos. No mês passado, cerca de 200 famílias do Complexo do Brás receberam lanches, roupas, calçados e brinquedos. “Durantes esses eventos, procuramos conscientizar todos sobre a importância de resgatar os valores da família, da formação da criança e do adolescente para a nossa sociedade”, explicou o pastor, acrescentando uma palavra de fé aos que estão sofrendo por terem algum parente sendo escravizado pelo mundo do crime: “Disse o Senhor que se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra”, finalizou.











































































































































UMA PALAVRA PODE MUDAR A SUA VIDA


A fé e o aborto














Bispo Edir Macedo

Para tratar deste assunto tão polêmico é preciso, antes de tudo, considerar os diversos pontos de vista que são possíveis em sua análise. Podemos, por exemplo, considerá-lo sob o ponto de vista socioeconômico, do ponto de vista da fé ou, ainda, do ponto de vista emocional.
Do ponto de vista socioeconômico, precisamos considerar as seguintes perguntas:
1) Em que camada da sociedade o índice de natalidade é mais acentuado e por quê?
2) A quem interessa a multiplicação desordenada de seres humanos? Quem ganha e quem perde com isso?
3) Por que muitos se mostram contrários ao aborto enquanto o promovem às ocultas?
4) Por que a mesma consciência que condena o aborto despreza as crianças geradas e criadas à revelia?
Do ponto de vista da fé, as perguntas são as seguintes:
1) Quais são as chances de uma criança abortada perder a Salvação de sua alma? A resposta a esta pergunta é: Nenhuma. O Senhor Jesus disse: "Deixai os pequeninos, não os embaraceis de vir a mim, porque dos tais é o Reino dos Céus." (Mateus 19.14)
2) Quais são as chances de uma criança chegar à idade adulta e perder a Salvação de sua alma?
Na Parábola do Semeador, descrita no capítulo 13 do Livro de Mateus, o ensinamento do Senhor Jesus nos leva à compreensão de que em cada 100 pessoas que ouvem a Palavra de Deus, apenas 25 são salvas.
3) "Se alguém gerar 100 filhos e viver muitos anos, até avançada idade, e se a sua alma não se fartar do bem e, além disso, não tiver sepultura, digo que um aborto é mais feliz do que ele." (Eclesiastes 6.3) Por que isso está escrito na Bíblia? Enquanto a criança estiver na idade da inocência, estará salva. Mas, ao entrar na idade da razão, perdendo, assim, a sua inocência, estará na dependência do perdão de seus pecados e da aceitação de Jesus como seu Senhor e Salvador.
Disse o Senhor a Adão e Eva: "Sede fecundos e multiplicai-vos." (Gênesis 1.22) Ao ditar os 10 Mandamentos, Ele disse: "Não matarás." (Êxodo 20.13) Qual a interpretação desses Textos Sagrados? Consideremos os seguintes fatos históricos:
No princípio da humanidade, a Terra estava vazia e precisava ser habitada. A multiplicação dos seres humanos era de extrema necessidade. Por conta disso, se justifica a ordem "sede fecundos e multiplicai-vos".
Como um dos Mandamentos da Lei Divina, "não matarás" trata do direito do ser humano à vida. Não creio que Deus estivesse focando os seres ainda em formação quando proferiu tais palavras. Contudo, isso não significa que a vida de um feto deva ser interrompida indiscriminadamente. Há, porém, situações em que não existe outra alternativa.
Também está escrito: "Quem matar alguém será morto." (Levítico 24.17) Hoje em dia, vivendo numa sociedade civilizada, sabemos que uma morte não é justificada por outra. Mas, naquela época, não havia o conceito de sociedade civilizada.
O Mandamento "não matarás" não se aplica ao aborto de um ser que ainda não está formado. A Bíblia considera o feto como uma "substância informe".
O fato é que os Mandamentos tratavam de leis espirituais e sociais para uma época em que as pessoas viviam numa sociedade sem lei, sem ordem ou qualquer disciplina; em que cada um fazia o que bem entendia.
Não sou contra a concepção, por questão de fé. Mas, pela mesma razão, não sou contra o direito que a mulher tem de interromper o desenvolvimento do feto se suas condições não atenderem às necessidades básicas de uma criança.
É sabido que a promiscuidade é fruto da falta de temor a Deus, mas o aborto não seria um estímulo à sua proliferação? Com ou sem aborto, a promiscuidade continuará a se proliferar cada vez mais aceleradamente por causa da corrupção do ser humano.
Temos, ainda, que analisar o seguinte: A força da lei impede o aborto? Quem mais ganha com a multiplicação de almas, o Reino de Deus ou o reino de Satanás? Qual é a probabilidade de um recém-nascido vir a aceitar Jesus como Senhor e Salvador quando crescer? O que é mais pecaminoso, a relação sexual ilícita ou o aborto?
De acordo com a Bíblia, pecado é pecado, independentemente de ser considerado pequeno ou grande, pois qual é a diferença entre pecadinho e pecadão, se ambos levam à morte eterna?
Do ponto de vista emocional, os argumentos contra o aborto são ainda mais fortes, principalmente por parte daqueles que conseguem criar os próprios filhos de forma adequada, isto é, sem deixar faltar-lhes pão, casa, educação e tudo o mais que é necessário ao desenvolvimento saudável de uma criança.
É muito confortável, para os que têm condições, ser contra o aborto, sem se importar com os que passam fome.
Deus abençoe a todos.

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