segunda-feira, 10 de novembro de 2014

A crise econômica pode afetar seu trabalho?

A crise econômica pode afetar seu trabalho?

Saiba o que fazer para não perder oportunidades nesse período







A instabilidade econômica no Brasil pode trazer muitas dificuldades para os trabalhadores, depois que o Governo anunciou, no início de setembro, uma queda de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB). Como consequência, muitas empresas podem cortar gastos e reavaliar o desempenho de seus funcionários, dispensando os menos eficientes e ficando com os mais produtivos. Mas, se a notícia da queda no PIB (soma de todos os bens e serviços produzidos no País) no segundo trimestre deste ano pode motivar demissões, também pode representar oportunidades para quem estiver preparado.
De olho na questão, o site de notícias BBC Brasil consultou especialistas e listou áreas que podem estar em alta nesse período de transição econômica. Vendas, tecnologias, recursos humanos (RH), finanças, direito e tributos, compras e logística são alguns dos caminhos que podem ser tomados por aqueles que buscam carreiras em ascensão. Cargos como os de gerente de novos negócios ou de compras, contadores, gerentes de projetos fiscais e de RH, gestores financeiros e analistas de suporte técnico são os que o mercado de trabalho está buscando para enfrentar o cenário de incertezas da economia brasileira, pois cabe a esses profissionais cortar gastos sem afetar a capacidade de investimento das empresas.
E se eu não me enquadro nessas áreas?
E se o profissional não se enquadra em nenhuma dessas áreas, está fadado a perder o emprego ou não ter perspectiva profissional? De acordo com a coach Reginah Araújo, diretora da Master Mind, em Macaé (RJ), essa é uma pergunta muito pertinente, mas o sucesso ou fracasso pode não depender tanto da área ou profissão escolhidos e sim de uma atitude vencedora. “O trabalhador precisa conhecer-se a fim de estabelecer o seu objetivo e ter a visão de onde quer chegar, com planejamento, organização e muita disposição para enfrentar as dificuldades.”
A consultora afirma que, muitas vezes, as oportunidades de ascensão na carreira podem estar na própria empresa em que se trabalha, mas é necessário atenção para não deixar o barco passar. “Sempre há espaço para os profissionais que se mantém focados. Basta que descubram uma forma de mostrar que realizam o trabalho com excelência, e que sua rede de networking saiba disso. Mostre-se e quando houver a ocasião, os chefes vão lembrar de você”, aconselha.
No lugar certo, na hora certa






E foi dessa forma que aconteceu com o jovem Evando Augusto Junior, de 30 anos. “Minha intenção era entrar em uma grande empresa multinacional e tentar abrir outras portas. Mas antes de tudo eu precisava entrar em alguma delas. Não foi fácil.”
Em 2002, após várias tentativas frustradas enviando currículos para vários locais, ele conseguiu emprego como faxineiro na Rede Record, em São Paulo. “Eu ainda não sabia exatamente o que queria para o meu futuro. Já tinha trabalhado em supermercado e até sacoleiro na Rua 25 de Março eu fui.”
Mas, em 6 meses convivendo com o ambiente de tevê e tendo contato com profissionais do ramo, ele chegou à conclusão do que queria. Porém, antes de tomar a decisão sobre qual carreira seguir, Evando estava indeciso entre jornalismo e engenharia. Eram duas áreas das quais ele gostava. “Fiz o vestibular para jornalismo e comecei o curso. Fui pagando como dava, até porque minha família não tinha como me ajudar. Eu trabalhava das 9 da noite às 6 da manhã e depois ia estudar. Era muito cansativo. Passado algum tempo, consegui uma bolsa de estudos e a empresa passou a me ajudar nos pagamentos.”
Alguém acreditou em mim
Além disso, Evando estendeu a sua rede de contatos dentro da empresa e deixou clara a sua vontade de migrar de função assim que estivesse formado. “Não esqueço o dia em que fui apresentado para toda a redação como o cara que começou de baixo. Todo mundo parou para aplaudir. Eu tive alguém que acreditou em mim e me deu uma oportunidade”, destaca.
Evando começou como radioescuta, função que faz a apuração de notícias antes que as informações sejam divulgadas nos noticiários. Passados 12 anos, o jornalista aprendeu a se comunicar e escrever. “A empresa foi uma verdadeira escola para mim. Hoje sou editor de texto na Record News, mas sei que posso mais. Procuro me atualizar e no futuro não descarto a possibilidade de ter um negócio próprio ou escrever um livro contando minha história.”
O que fazer para não desistir?
O bispo Jadson Santos, responsável pelo Congresso Empresarial no Templo de Salomão (zona leste da capital paulista), afirma que em uma situação como a enfrentada por Evando, o normal é desistir. “A pessoa vai lá embaixo, desiste, desanima o que começou. Por isso, é preciso estabelecer uma verdadeira ponte com Deus para que as adversidades sejam vencidas. É a nossa fé. Mas se essa fé é emotiva, no meio do caminho essa ponte quebra. Agora se a pessoa tem uma fé inteligente, pode enfrentar o que for que a ponte não quebra. Ela vai em frente. Ela chega. É ousada, é teimosa, pois a fé que ela possui não é do coração, é da cabeça. E isso é o que faz toda a diferença”, afirma.  




 Nessa último DOMINGO, já na parte da manhã a UNIVERSAL começou cedo os preparativos, para a festa em comemoração ao mês de maio, que se comemora o dia das mães, voluntários da UNIVERSAL estiveram na Fundação Casa de guarulhos, para dar início ao evento

 esteve presente o Pastor Geraldo Vilhena Coordenador responsável pelo trabalho de evangelização em unidades da Fundação Casa de São Paulo, que fez uma oração de libertação das drogas, este é o grande mal que tem atingido nossa sociedade,
 após a oração chamou o diretor da Casa Sr Cleber Leandro Miguel, Pastor Geraldo agradeceu pela oportunidade, que a Fundação Casa tem dado para a IURD, trabalhar com o projeto Espiritual em cada Unidade, 

  Sr Cleber, Disse: “E uma satisfação ter a IURD como parceira na recuperação desses jovens, pois temos notado uma diferença no comportamento de cada um que participa dos cultos, que este evento sirva para cada adolescente refletir sobre suas atitudes”. Em seguida,
 ”. Em seguida, Pastor Geraldo fez a apresentação do bloco de ajuda aos dependentes químicos. ESTE BLOCO TEM A FINALIDADE DE ALERTAR SOBRE O CAMINHO PERIGOSO QUE É AS DROGAS. Amauri da inicio ao debate, fala da sua trajetória no mundo das drogas.
 Sra Cristina também relatou seu testemunho. disse ela: fiquei 20 anos no mundo do crime, minha mãe foi esquartejada, passei por várias situações, já passei pela Fundação Casa com 13 anos ninguém podia comigo, só parei de usar as drogas quando vi meu filho, indo pelo mesmo caminho que fui, foi quando tive um encontro com Deus, hoje sou liberta. e vivo uma vida diante de Deus.
 Cristiano filho de Cristina, fala como entrou no mundo das drogas e como conseguiu sair.
 Elza, passa uma experiência para as mães dos internos como é triste de ter alguem da família no meios das DROGAS.
 Ubiracy, fala de sua filha que ficou liberta das DROGAS

 . Entre os palestrantes Sra Nelma fala das sequelas que as drogas deixaram no seu organismo, em virtude do uso das drogas. hoje luta contra um câncer. Pastor Geraldo pergunta: Sra Nelma, qual o conselho que a Senhora da, para estes adolescente que estão começando no mundo das drogas?Ela responde: Olha é um caminho sem volta, ou você se apega com Deus, ou o Caminho é um caixão ou a cadeia. Mãe pergunta: à partir de quando Sra nelma, a  senhora desistiu das drogas? Nelma responde:Quando no fundo do poço vi que não tinha mais jeito, lutei e foi só com a ajuda de Deus que tive forças , para sair do mundo das drogas.
 Robson de Freitas fala como foi a sua experiência com diversos tipo de DROGAS. A sua maior tristeza e ter perdido o seu sonho de ser um jogador de futebol,pois o mesmo perdeu uma perna para as DROGAS
 Robson de Freitas após pedir a ajuda de cinco jovens para puxar uma de suas pernas e para a surpresa de todos, saiu uma prótese em virtude de um acidente de moto, pois está drogado.

 

 Robson de Freitas, fez uma oração da fé para os internos se libertarem das DROGAS;


Em seguida Pastor Geraldo chamou o time de futebol do Bloco de Ajuda aos Dependentes Químico e os adolescente da Fundação casa para um amistoso de futebol. A partida ficou assim 13 para a IURD e 11 para a Fundação Casa. teve até direito a medalha de premiação.
 
 
 
 
 

E para completar a festa, foi servido , salgados, refrigerantes, e muito bolo, para a alegria de todos.
 
 
 
 
 
 
 
 
  
 
 
 


  

domingo, 9 de novembro de 2014

Não Veja

Não Veja

Matérias que faltam com a verdade desafiam a percepção do leitor. Até que ponto é possível confiar.








A mídia tem o direito de se posicionar politicamente? Toda notícia deveria ser parcial? Sabemos que na teoria responder não a todas essas perguntas soa bonito, mas não condiz com a realidade. O problema não é tomar partido, apoiar o candidato X ou Y, mas sim a forma de fazê-lo. Em todo e qualquer caso, a ética é mais do que uma obrigação jornalística, é um dever.
Contudo, existem veículos que se esquecem ou fingem se esquecer disso o tempo todo e já se tornaram emblemáticos no exemplo de jornalismo a não ser seguido. É o caso da revista Veja.
Neste cenário, não é raro que o jornalismo confunda seu papel com a política, buscando impulsionar ou desestabilizar a campanha de um ou outro candidato em épocas de eleição. Na visão do professor do curso de jornalismo do Mackenzie André Santoro, isso pode ser perfeitamente normal. “Aqui no Brasil acho que essas coisas não são bem resolvidas, de um veículo assumir uma postura a favor ou contra um partido. Só seria mais honesto com o público se os veículos assumissem essa postura no lugar de manter um discurso hipócrita de isenção”, argumenta ele.
A jornalista, doutora em comunicação e professora de jornalismo Cláudia Bredarioli acredita que o problema não está no posicionamento do veículo de comunicação. “A partir do momento que um repórter escolhe uma das frases de seu entrevistado em detrimento de outra já deixou de ser completamente imparcial e essa é uma discussão bastante polêmica. O problema, na minha percepção, está na manipulação de travestir opinião em notícia”, ressalta ela.
Será que eles sabiam de tudo mesmo?
Um exemplo recente é o caso da edição 2397 da revista Veja, publicada excepcionalmente dois dias antes das eleições, no dia 24 de outubro, cuja capa traz uma revelação que poderia mudar os rumos das eleições para presidente no segundo turno: de acordo com o doleiro Alberto Youssef, delator-chave no processo do mensalão da Petrobras, Lula e Dilma sabiam de todo o esquema de corrupção da estatal. No entanto, a afirmação carece de provas e logo foi desmentida pelo advogado de Youssef, Antonio Figueiredo Bastos, em entrevista ao portal brasil.247.com.br. “Eu nunca ouvi nada que confirmasse isso (que Lula e Dilma sabiam do esquema de corrupção na Petrobras). Não conheço esse depoimento, não conheço o teor dele. Estou surpreso. Conversei com todos da minha equipe e nenhum fala isso. Estamos perplexos e desconhecemos o que está acontecendo. É preciso ter cuidado porque está havendo muita especulação”, alertou o advogado.






Para Cláudia, que também já trabalhou na Veja como free lancer, a atitude da revista foi irresponsável. “É exemplo de mau jornalismo a ser citado como referência antiética. Acho que há muita explicação a ser dada em relação ao momento da publicação, à pressa na edição, à inconsistência dos dados. Claro que os jornalistas têm o direito de preservar suas fontes. Mas, neste caso, a fonte aparentemente foi revelada e as comprovações das supostas denúncias não”, argumenta ela. André acredita que existia um objetivo eleitoreiro claro por trás da polêmica edição da Veja.
“Em primeiro lugar, eles tiveram acesso a alguém que está sob guarda da Justiça e dão pouca informação de como isso aconteceu. Eles já fizeram isso outras vezes em que o PT estava com chance de ganhar. Eles deram o destaque e anteciparam a edição para influenciar no segundo turno. Não dá para deixar de lado um objetivo eleitoral. A revista tem todo o direito de fazer isso, só não precisa arrumar desculpa, existe uma certa hipocrisia de não assumir os
objetivos”, afirma.
Acusou sem provas, perdeu o processo e a moral
Em maio de 2006, a revista Veja publicou uma reportagem de denúncia afirmando que Luiz Gushiken, um dos fundadores do PT, mantinha uma conta bancária secreta no exterior e participaria de esquemas de corrupção no governo, mas a revista jamais mostrou provas disso. Gushiken entrou na Justiça contra a Veja e ganhou o caso em primeira instância, o que lhe rendeu o direito de receber uma indenização de R$ 10 mil.
Gushiken, que foi ministro da Comunicação no governo Lula, faleceu em 26 de maio de 2013, em decorrência de um câncer no estômago. De acordo com amigos próximos, a doença se acelerou por conta das acusações que sofreu. Foi somente após a sua morte que a Justiça decidiu, em segunda instância, aumentar em 10 vezes sua indenização e sua família recebeu R$ 100 mil. Mas dinheiro nenhum no mundo é capaz de restaurar uma reputação abalada pela imprensa. E é desse poder que falamos.






Direito de resposta
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concedeu no sábado, dia 25 de outubro, o direito de resposta ao PT contra a revista Veja. O ministro Admar Gonzaga afirmou que a revista não teve “qualquer cautela” e transmitiu a acusação de “forma ofensiva” e em “tom de certeza” contra a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula. A revista cumpriu a determinação em seu site, mas a resposta nunca carrega o mesmo peso da publicação caluniosa. Por isso, o ministro determinou no domingo, dia 26, que o site da revista aumentasse o espaço destinado à divulgação do direito de resposta ao partido e, caso não o fizesse, sofreria “pena de R$ 250 mil por hora, a cada primeira hora de descumprimento, aumentada ao dobro a partir das demais”.

Como confiar?
Se sempre há um objetivo por trás de toda publicação, como é possível confiar na informação que se recebe? Para Cláudia, o segredo não está no veículo, mas no leitor: “Para alcançar a criticidade em relação aos conteúdos apresentados é preciso superar esse ‘véu’ que nos é imposto pela mídia – uma tarefa que só a educação pode cumprir”, acredita ela.
Além disso, para aqueles veículos que já perderam a credibilidade, a solução é mais simples do que se parece: basta não dar atenção para quem faz de tudo para consegui-la. O desprezo pode vir de muitas formas. Deixar de assinar uma publicação é muito mais do que parar de investir seu dinheiro em mentiras, é uma forma de protesto contra a informação manipulada.

Bloco de Ajuda aos Dependentes Químicos e os voluntários da UNIVERSAL, fazem palestras sobre drogas na Fundação CASA.


Os voluntários da UNIVERSAL, que desenvolve um importante trabalho
de fé racional dentro das unidades da Fundação CASA de São Paulo.

Realizaram neste ultimo domingo na unidade da Fundação Casa ouve um grande evento para adolescentes e suas famílias.
Os voluntários do grupo chegam á unidade com equipamentos de
Som, teclado, bolos, refrigerantes, sorvetes, livros e bíblias.
Tudo é feito com muito carinho e dedicação para atender aos
Adolescentes e suas famílias. 


A primeira cantora do começo da  UNIVERSAL  Cristina Miranda inicia o evento com suas canções de louvores para adorar o Senhor Jesus.



O momento muito importante a realização da palestra esclarecedora sobre drogas ministrada pelo Robson ex-usuário, Amauri ex-usuário e traficante. Ambos vivenciaram
Durante 10 anos de suas vidas este mundo das drogas e criminalidade
Colocando inclusive a vida se sua família em risco pode perceber
Que o preço é muito alto, pois são muitas vidas em jogo.
Mas o mal faz com que tudo pareça normal, por pior que seja a situação vivida.
As famílias e adolescentes estiveram muito ativos e participantes durante
Toda realização da palestra.





Na oportunidade esteve presente o Pastor Geraldo
Vilhena coordenador do projeto Universal na Fundação Casa
Em todo estado de São Paulo. Passou uma palavra muito importante
Sobre a ação dos espíritos do mal que agem na vida dos adolescentes.
Fazendo com que cometam os delitos e acabam envolvendo-se com
O mundo obscuro das drogas. Mas que através do importante trabalho
De libertação e do arrependimento entregando suas vidas ao Senhor Jesus para a cura dos vícios.


Logo após o Pastor Geraldo ministra uma oração de libertação,



Para finalizar este evento foram distribuídos vários bolos, refrigerantes, sorvetes. Mas mais importante que alimento também foi doado













Bíblias e livros a ultima pedra referência ao mundo errado das drogas.




 
Sem duvida a semente foi plantada e agora o milagre em cada coração ficará por conta do Espírito Santo.

Postagem em destaque

MACACO LADRÃO PM 1