sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Entenda por que os levitas são indispensáveis ao Templo

Entenda por que os levitas são indispensáveis ao Templo

Saiba quem vai cuidar dos serviços sagrados no templo







A perfeição de Deus é vista em todas as coisas e detalhes. Quando formou o corpo humano, por exemplo, deu a cada órgão uma função específica. Todos têm sua importância e precisam estar em perfeita sintonia para que o organismo funcione de forma correta e mantenha o corpo saudável. Quando Deus ordenou a construção do Tabernáculo e, mais tarde, do Templo, fez da mesma forma. Para que houvesse harmonia na manutenção e organização dos Ritos Sagrados, estipulou funções aos que prestavam serviços. Assim foi estabelecido o serviço dos levitas, sacerdotes e sumo sacerdotes.
Os levitas integravam uma das 12 tribos de Israel e eram assim chamados por serem descendentes de Levi. Às famílias dos três filhos de Levi – Gerson, Coate e Merari – couberam funções específicas. Deus definiu as atribuições de modo que não houvesse preferências ou disputas. Todas as funções eram indispensáveis para que tudo acontecesse de modo perfeito.
Os gersonitas foram encarregados de cuidar das cortinas do pátio externo; do reposteiro da porta do pátio, que rodeia o Tabernáculo e o altar; da cobertura de peles e tecido da tenda e das cordas e fixadores que as seguravam. (Números 3.25 e 26).
Os coatitas ficaram responsáveis pelo santuário, incluindo a arca, a mesa, o candelabro, os altares, o reposteiro e todos os utensílios. (Números 3.31). Os meraritas, por sua vez, tinham a seu cargo o cuidado de toda a estrutura da tenda, incluindo tábuas, travessas, colunas e bases (Números 3.36 e 37).
A tribo de Levi se destacou diante de Deus quando Moisés desceu do Monte Sinai com as Tábuas da Lei e encontrou muitos idolatrando um bezerro de ouro. Naquele momento, os levitas foram os primeiros a se juntar ao profeta contra a adoração de um deus estranho. “Pôs-se em pé Moisés na porta do arraial e disse: Quem é do Senhor, venha a mim. Então se ajuntaram a ele todos os filhos de Levi.” (Êxodo 32.26).
Os levitas são especiais e privilegiados, pois foram escolhidos por Deus para assumir grandes responsabilidades. A primeira e mais importante atribuição era a de agradar intimamente ao Altíssimo. Por isso, os que desejam honrá-Lo nos dias atuais devem satisfazer os mesmos requisitos espirituais do passado.
Levitas no Templo de Salomão em São Paulo







Na réplica do Templo de Salomão também haverá um grupo de levitas para auxiliar nas reuniões. O bispo Sérgio Corrêa, responsável pelos obreiros da Universal em todo o Brasil, explica que esses levitas serão responsáveis pela manutenção do local, como aconteceu no período do Tabernáculo. “Eles eram auxiliares diretos dos sacerdotes e responsáveis pela manutenção, reparos e proteção do Tabernáculo e dos utensílios. Assim serão também no Templo, auxiliares dos sacerdotes, ou seja, dos bispos e pastores que farão as reuniões, dando assistência devida e necessária aos visitantes.”
No passado, os sacerdotes tinham a função de manter a luz do candelabro sempre acessa, queimavam o incenso no altar duas vezes ao dia e eram os responsáveis pela reposição dos pães na mesa da proposição. Também faziam os sacrifícios dos animais sobre o altar do holocausto e ajudavam a cuidar e a ensinar o povo.
Além deles, o sumo sacerdote possuía tarefas exclusivas, como presidir a oferta da expiação dos seus pecados e do povo, além de entrar no Lugar Santíssimo uma única vez ao ano. Era o maior guardião do Tabernáculo e de todas as instruções sagradas mantidas dentro do local. Os requisitos exigidos por Deus para a unção de um sumo sacerdote eram elevados.
O bispo Corrêa explica que a função dos atuais levitas será voltada especialmente aos trabalhos sagrados. “Hoje, temos pessoas que se responsabilizarão por esse trabalho braçal mais pesado, como montagem e desmontagem de estruturas. Os levitas do Templo de Salomão farão mais os trabalhos sagrados ligados aos utensílios espirituais. Da mesma forma que Deus carinhosamente separou o serviço de cada levita, teremos também a distribuição de serviços no Templo.”
No passado, todos os levitas, sacerdotes e sumo sacerdotes viviam de uma forma peculiar, com intensa e total dedicação. O mesmo ocorre hoje com os que servem a Deus. É preciso manter a pureza, a santidade, ter o cuidado na escolha do seu cônjuge e estar pronto para o sacrifício constante, pois servir a Deus tem um alto custo. “Ninguém que, tendo posto a mão no arado, olha para trás é apto para o Reino de Deus.”(Lucas 9.62). O trabalho dos levitas deve ser feito com prazer, não como um fardo. Para Deus, não basta fazer, é preciso servir com alegria.












Sisterhood visita internas da Fundação Casa

Voluntárias distribuem kits e livros para menores infratoras

Por Sabrina Marques
redacao@arcauniversal.com

Amor e dedicação são características presentes em todas as voluntárias do Sisterhood, grupo que surgiu em dezembro de 2009 e tem a finalidade de resgatar a essência feminina colocada por Deus em cada mulher. Desta vez quem recebeu o carinho dessas mulheres foram as internas da Fundação Casa “Chiquinha Gonzaga”, da Mooca, bairro localizado na zona leste da capital paulista.


As mais de 140 internas do local receberam kits de higiene pessoal e também centenas de livros “A mulher V”, da escritora e fundadora do Sisterhood, Cristiane Cardoso.


Além das doações, as internas também ouviram mensagens de fé e esperança, contidas na Palavra de Deus. Para o responsável pelo trabalho evangelístico dentro da Fundação Casa, pastor Geraldo Vilhena, a iniciativa do grupo é fundamental para a ressocialização e mudança de comportamento das menores infratoras. “Este é um trabalho excelente, pois a presença das voluntárias fez com que as jovens se aproximassem mais. Muitas abriram o coração, choraram após receber as orientações das esposas dos bispos, elas elevaram a autoestima, que a muito tempo estava em baixa, este evento foi muito bom”, conclui o pastor Geraldo Vilhena.

Momento da entrada do grupo Sisterhood

Uma palavra de fé


Jovens internas recebem um atendimento das esposas dos bispos e pastores

Leitura do livro A MULHER V

Senhora Margarete esposa do bispo Marcos com duas internas da Fundação Casa.

Senhora Rosilene esposa do bispo Jadeson com uma jovem interna.

Senhora Marcia esposa do bispo Romualdo antendendo uma jovem interna

Senhora Fátima esposa do bispo Clodomir atendendo jovens internas.

Uma visita na Casa das mães na Fundação Casa

Uma oração para finalizar.

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Nove anos que mudaram a História

Nove anos que mudaram a História

Como a Universal cresce e transforma vidas na Nova Zelândia













Quando o primeiro pastor da Universal chegou à Nova Zelândia, Raymond Kumar provavelmente estava dentro de um cassino ou de um bar. Desde cedo, aos 12 anos de idade, o rapaz aprendeu que esses eram seus lugares e, mesmo que algumas vezes tivesse consciência de que isso o prejudicava, não conseguia mudar seu próprio comportamento. Assim como ele, milhares de pessoas no país viviam dominadas pelo vício.
Apesar de a Nova Zelândia ser considerada um país calmo, de primeiro mundo, os problemas das pessoas são os mesmos encontrados em qualquer outra parte do mundo. É o que conta o responsável pela evangelização no local, bispo Victor Silva: “De forma geral, os problemas não são diferentes do que encontramos no resto do mundo: doenças, alcoolismo, toxicodependência, casamentos destruídos, etc. Isso prova que o sofrimento não é causado apenas pelos fatores socioeconômicos, mas sim pela falta de Deus. Por exemplo, estudos mostram que a taxa de suicídio na Nova Zelândia, especialmente entre os jovens, é muito alta em comparação com outros países desenvolvidos.”
A Universal iniciou seus trabalhos no país em 2005 e, apesar da barreira que o idioma impõe – o inglês é a língua predominante na Nova Zelândia, além de algumas línguas nativas –, já tem três igrejas no local. “O povo aceitou bem a Universal. Apesar de ser um país de maioria cristã, o trabalho de fé e libertação que a Igreja faz é impar”, conta o bispo.













O crescimento da Universal na Nova Zelândia também pode ser creditado aos diversos meios de comunicação que a equipe responsável utiliza no país, como o jornal impresso “Universal News” e anúncios em jornais locais; programas de tevê também fazem parte da comunicação. E, é claro, o boca a boca, que tanto divulga o trabalho da Universal.
Tudo isso colaborou para que a Palavra de Deus chegasse até Raymond. Vendo na fé uma maneira de se livrar de seus problemas e dar uma vida digna à sua família, o rapaz, com muito esforço, dedicou-se e se livrou dos vícios. Hoje, declara confiante: “Antes de conhecer a Universal, minha vida era uma grande bagunça. Eu e minha esposa brigávamos muito, tudo parecia impossível. Deus me transformou em uma pessoa melhor. Hoje minha família é feliz.”
Espalhando bênçãos
O trabalho de evangelização da Universal neozelandesa se expande por diversos setores da sociedade. De uma a duas vezes por mês, por exemplo, a equipe visita a Spring Hill Prison, em Auckland. Os resultados têm sido tão positivos que, a pedido das autoridades locais, as visitas estão sendo estendidas a outros estabelecimentos prisionais.
Enfermos e idosos também não são esquecidos. O hospital Middlemore e a casa de repouso David Lange Care Home são visitados toda semana. Ademais, o Youth Power Group (Força Jovem Universal local) desenvolve constantes ações de conscientização sobre drogas e bullying, entre outros temas.
“A fé que ensinamos na Igreja é uma fé ousada, que cobra o cumprimento das promessas bíblicas. Além disso, a Universal tem um trabalho específico cada dia, como, por exemplo, palestras motivacionais e ensinamentos práticos para relacionamentos amorosos, que têm beneficiado muitas pessoas”, conta o bispo Silva.
Para a História
Prova da força da Universal na Nova Zelândia foi o recente “Evento do Óleo Santo” (Holy Oil Event), uma concentração de fé para quem buscava um milagre em sua vida. Mais de 2,7 mil pessoas estiveram presentes, fazendo com que essa se tornasse a maior concentração de fé da história da Universal neozelandesa.





 A base de uma sociedade feliz é a família, se uma família vai mal, tudo ao seu redor vai mal, e foi pensando nisso que o Pastor Geraldo Vilhena, está realizando  um projeto, voltado para as famílias dos internos, todo ultimo domingo de cada mês, famílias são recebidas, com carinho para uma confraternização, um almoço oferecido pelos voluntários da IURD, neste ultimo domingo, foi muito mais que especial, foi super especial, pois vi de perto que este projeto tem dado muitos frutos,



Pastor Geraldo Vilhena , deu uma palavra de fé para as mães. Disse ele: “’ Muitas vezes o seu filho parece ser uma outra pessoa, ele é um filho amoroso mais tem momentos que ele se transforma . Isso é um mal espiritual , o Governo tem feito  grandes  investimentos , mais isso não resolve , a família tem que usar a fé é uma coisa simples , mais é o que resolve o mais importante é o trabalho espiritual “’


Em seguida as mães acompanharam com atenção os testemunhos de fé de Robson de Freitas





 Robson diz que várias vezes tentou parar de usar as drogas , mais não conseguiu, foi só com ajuda de Deus, conseguiu sair do fundo do abismo,



e Amauri Figueiredo , ambos com envolvimento com drogas e tráfico Amauri conta que havia muitos conflitos , dentro de casa, meu pai não aceitava , minha mãe, conheceu JESUS e tudo mudou, comecei a ver minha mãe como minha amiga. 




Elza fala da libertação de seu filho do uso das drogas.

Nelma foi vítima das drogas e fala do drama de uma enfermidade, que desencadeou pelo uso de 10 anos de uso de drogas.

Laudelino fala para as famílias a importância dos internos da Fundação Casa se batizarem nas águas.

Foi feita também a oração da fé , pelas famílias , pois o problemas maior é espiritual,



A festa ficou completa com um delicioso almoço servido com carinho para todos  com direito a sobremesa, sorvete .


















Foi feita também a distribuição de livros do Bispo Macedo, e caixinhas de promessas com a foto do templo.














Doação de roupas e sapatos para todas as famílias.



Para muitas pessoas, parece sem importância alguma, esse  almoço, mais ver de perto a alegria de cada mãe, não tem preço que pague, uma vida sendo restaurada , é uma sementinha que aos poucos vai dar muitos frutos para o Reino de Deus.

Antes do inicio da cerimônia da Santa Ceia o Pastor Geraldo Vilhena passou uma mensagem aos adolescentes presentes falando sobre o significado do sacrifício de JESUS CRISTO na cruz do calvário.
Explicando que JESUS CRISTO quando foi crucificado DEUS o abandonou naquele momento e se fizesse maldito ali pendurado na cruz, para remissão de todos os nossos pecados.
Como esta escrita na palavra Porque eu recebi do SENHOR o que também vos ensinei: que o senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão e tendo dado graças, o partiu e disse. Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim.
Então antes de participar da Santa Ceia do Senhor Jesus Cristo devemos nos examinar e não participar indignamente para que ela não venha trazer condenação ao invés de benção sobre tua vida.



Logo após a mensagem os voluntários servem a pão e o suco de uva aos adolescentes


Pastor Geraldo Vilhena, serve a Santa Ceia para os voluntários que fazem a obra de Deus dentro da Fundação Casa.
Nesta foto os amigos podem verificar que nem todos os jovens participaram da Santa Ceia por motivo dos mesmos ainda não terem se definido na entrega de sua vida para o Senhor Jesus.

Porem os que entregaram suas vidas ao Senhor Jesus, além de participarem da Santa Ceia receberam o Espírito Santo.


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