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terça-feira, 16 de abril de 2013

Eu sufoquei minha filha



Para psicólogo, resultado pode ser devastador, prejudicando a autoestima, a personalidade e a autonomia da criança ou do adolescente


A superproteção dos filhos tem dois lados. Bem distintos, deve-se dizer. O lado bom é a preocupação com a segurança, a demonstração, mesmo excessiva, de amor, carinho e afeto pela criança ou adolescente. O lado ruim, no entanto, pode ser devastador e causar sequelas irreversíveis: infantilização e dependência extrema dos pais, prejudicando a autoestima, a personalidade e, especialmente, a peça-chave do desenvolvimento humano: a autonomia.

Karina Gomes, 14 anos, sofreu com o excesso de amor da mãe, Elaine Gomes. Tudo começou com uma eclâmpsia no parto. Trata-se de uma doença grave de hipertensão arterial, específica da gravidez, que põe em risco a vida da mãe e do feto. Karina apresentou problemas neurológicos, convivendo com um déficit cognitivo (dificuldade de aprendizagem). O quadro piorava com a superproteção da mãe, que não deixava a filha dar um passo sem a sua presença e orientação, que poderia ser comparada a uma opressão afetiva, segundo o psicólogo André Tavares.

“Os pais superprotetores abandonam a parte mais difícil da paternidade, que é deixar os filhos seguirem em frente. A invasão de privacidade é altamente prejudicial para o desenvolvimento da criança e do jovem em todos os aspectos”, analisa o especialista.

A reação de Karina

Elaine Gomes precisava de um tratamento de choque. Segundo ela, as consultas ao psicólogo melhoravam seu comportamento, mas não reduziam a ânsia e a necessidade de proteger cada vez mais a filha. Foi quando ela, aconselhada por amigas, colocou Karina no TF Teen, grupo de adolescentes, entre 11 e 14 anos, da Universal. O movimento surgiu na Escola Bíblica Infanto-juvenil (EBI) e já conta com mais 100 mil integrantes no Brasil.

“Logo na primeira semana, entendi o que estava fazendo com a minha filha. À medida que conversava com as orientadoras do TF Teen, compreendia que aquele comportamento destruía aos poucos a autoestima da Karina. Alguns meses depois, toda essa situação mudou. Hoje, sou uma mãe tranquila e minha filha, que deixou de aproveitar a infância como uma criança normal, é uma adolescente feliz”, comenta, aliviada.

sábado, 13 de abril de 2013

Amor incondicional Isadora vence a negligência emocional do pai com carinho e ensinamentos da EBI




















Inconscientemente, Thiago Tavares, 22 anos, tratou a filha Isadora Tavares, dos sete meses aos 2 anos, sem carinho ou afeto. Durante esse tempo – em que também esteve separado da esposa, Ana Carolina –, ele demonstrou grande indiferença pela filha, sendo presença fácil em farras e noitadas. Thiago não imaginava o mal que estava fazendo à pequena Isadora, que superava tudo graças ao que aprendia na Educação Bíblica Infanto-juvenil (EBI). Muitas vezes, o jeitinho carinhoso chegava a balançar o pai amargurado, mas a apatia falava mais alto.

“Eu não ligava para ela. Quando a buscava nos fins de semana, deixava com minha mãe e saía para me divertir com amigos e mulheres”, conta.

Mas Isadora não desistia do amor paterno. Todas as mensagens de carinho que aprendia na EBI eram rapidamente repassadas para Thiago. O amor da filha venceu a insensibilidade do pai.

“Ela chegava em casa com o CD da Turminha da Fé e pedia para eu cantar com ela, além de mensagens e outras formas de carinho. Aquilo foi fazendo eu me encantar por ela. Fiquei quase dois anos separado da minha esposa e o amor da minha filha venceu aquele mundo escuro em que eu vivia. Voltei para a Igreja e reatei meu casamento, tornando-me pai novamente. Hoje, a Isadora é tudo na minha vida”, diz, emocionado.

O psicólogo André Ilson Mendonça alerta para o fato de que a negligência emocional pode levar a criança a uma situação de esgotamento emocional, podendo ocorrer problemas psicológicos, como ansiedade, esquizofrenia, depressão e falta de confiança.

“Crianças que vivem com muita privação material ou afetiva tendem a ter depressão, que é resultado da falta de amor incondicional dos pais, que podem demonstrar necessidade de punição, como pôr o filho de castigo, por exemplo, mas devem evidenciar que o amam incondicionalmente”, orienta
.

domingo, 24 de março de 2013

Amor incondicional


Isadora vence a negligência emocional do pai com carinho e ensinamentos da EBI


Inconscientemente, Thiago Tavares, 22 anos, tratou a filha Isadora Tavares, dos sete meses aos 2 anos, sem carinho ou afeto. Durante esse tempo – em que também esteve separado da esposa, Ana Carolina –, ele demonstrou grande indiferença pela filha, sendo presença fácil em farras e noitadas. Thiago não imaginava o mal que estava fazendo à pequena Isadora, que superava tudo graças ao que aprendia na Educação Bíblica Infanto-juvenil (EBI). Muitas vezes, o jeitinho carinhoso chegava a balançar o pai amargurado, mas a apatia falava mais alto.


“Eu não ligava para ela. Quando a buscava nos fins de semana, deixava com minha mãe e saía para me divertir com amigos e mulheres”, conta.


Mas Isadora não desistia do amor paterno. Todas as mensagens de carinho que aprendia na EBI eram rapidamente repassadas para Thiago. O amor da filha venceu a insensibilidade do pai.


“Ela chegava em casa com o CD da Turminha da Fé e pedia para eu cantar com ela, além de mensagens e outras formas de carinho. Aquilo foi fazendo eu me encantar por ela. Fiquei quase dois anos separado da minha esposa e o amor da minha filha venceu aquele mundo escuro em que eu vivia. Voltei para a Igreja e reatei meu casamento, tornando-me pai novamente. Hoje, a Isadora é tudo na minha vida”, diz, emocionado.


O psicólogo André Ilson Mendonça alerta para o fato de que a negligência emocional pode levar a criança a uma situação de esgotamento emocional, podendo ocorrer problemas psicológicos, como ansiedade, esquizofrenia, depressão e falta de confiança.


“Crianças que vivem com muita privação material ou afetiva tendem a ter depressão, que é resultado da falta de amor incondicional dos pais, que podem demonstrar necessidade de punição, como pôr o filho de castigo, por exemplo, mas devem evidenciar que o amam incondicionalmente”, orienta.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Turminha da fé.Difícil de ceder.



Mãe destaca participação da EBI nas mudanças de temperamento da filha


Pessoas autoritárias normalmente são difíceis de lidar. Elas impõem e dominam o ambiente, não dando espaço para os demais se manifestarem. Assim era Emily, na época com 4 anos. Apesar da pouca idade, a mãe, a dona de casa Luiza do Carmo, de 32 anos, explica que a menina agia de forma egoísta e não possuía muitas amigas devido ao temperamento forte.

“Ela não era agradável com as demais crianças e nem aceitava dividir seus pertences. Isso causava muitas brigas com as colegas da escola e da EBI (Educação Bíblica Infantojuvenil), inclusive com as primas. Ao final, ela ficava sozinha para não ter de ceder na sua vontade”, relembra.

Além disso, a mãe revela que Emily era agitada em excesso, falava alto e irritava-se com muita facilidade, o que prejudicava sua concentração em tarefas de casa e da escola.

Mas como lidar com a criança que não aceita se sujeitar à autoridade?

Luiza ressalta que a transformação da filha começou após muito esforço e o aprendizado que teve nas aulas ministradas na EBI, e de sua entrada grupo do Godllywood – Pré-Sisterhood, que é para meninas de 6 a 14 anos.

“Com o passar do tempo Emily aprendeu a tratar as outras crianças com respeito e consideração. Até fez amizades e passou a valorizá-las. Hoje aos 9 anos, ela sabe reconhecer e pedir perdão por seus erros, tratando suas amigas com carinho”, pontua.

A mãe ainda destaca que a cada dia vê novas mudanças em sua filha, e que as aulas da EBI ensinaram a menina sobre amor e respeito ao próximo.

“Acredito que as lições ensinadas são de suma importância para a vida das crianças. Ao longo dos anos já observei muitas que chegavam com problemas piores que minha filha e eram ajudadas. Lá elas aprendem os valores essenciais para uma vida feliz”, finaliza.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

“Procurei ajudá-los”


Mãe diz que o carinho e a tolerância das educadoras da EBI foram fundamentais para a mudança de comportamento dos filhos





















A analista de Recursos Humanos Andrea Ferreira Nunes não esconde a felicidade por ser mãe dos gêmeos Igor e Kauan Nunes, atualmente com 8 anos de idade, e também não disfarça o alívio pela transformação do temperamento de ambos. Até os 3 anos, quando ainda não eram da Educação Bíblica Infanto-juvenil (EBI), eles eram agressivos, não obedeciam aos pais e tinham mau comportamento na rua e na creche. Mas isso ficou no passado.

“Além do problema de comportamento, eles choravam de madrugada, tinham pesadelos. Eu orava com eles, cantava louvores, ensinei os dois a dobrar os joelhos e orar. Quando os coloquei na EBI, aconteceu a transformação. Até a minha fé foi reforçada”, afirma.

Segundo Andrea, a experiência com crianças, o carinho e a tolerância das educadoras da EBI foram fundamentais.

“Além de todo o carinho, elas ensinam a Palavra de Deus na linguagem das crianças. Sempre falo para os meus filhos: ‘O seu comportamento vai dizer quem é o Senhor Jesus na sua vida.’ Isso mexe muito com eles. Uma reação inimaginável durante aquela fase difícil”, destaca.

A psicóloga Elizabeth Trajano, especialista em psicologia infantil, observa que, muitas vezes, o mau comportamento pode ser a forma que a criança encontra para mostrar que está assustada, frustrada ou magoada.

“Tente ser solidário, colocando-se no lugar dela. Outra forma de compreender a criança é conversando. Pergunte a ela: ‘Por que você faz isso?’ Talvez ela ainda não saiba colocar em palavras, então você pode ajudá-la, colocando as hipóteses em palavras, até a criança encontrar alívio ao ver que você a compreendeu e traduziu em palavras aquilo que a perturbava. O resultado é o que ela mais deseja quando faz birra: ser compreendida pela mãe ou pelo pai”, analisa.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Vencendo o trauma


Pedro Henrique precisou da atenção das educadoras para superar a fase de brigas dos pais



























Itala Karine Fernandes de Azevedo não esquece a tristeza que teve de enfrentar ao ver o filho traumatizado com as brigas que aconteciam entre ela e o marido. Pedro Henrique, na época com 5 anos, vivia isolado em casa, chorando e pedindo para os pais pararem de brigar. Na escola, não estudava e não interagia com outras crianças.


O período de brigas durou um ano, mas os males psicológicos não foram superados com facilidade. Nem mesmo com a ajuda de um psicólogo. Além de problemas de comportamento, dentro e fora de casa, Pedro Henrique foi reprovado dois anos na escola e só melhorou com a ajuda das educadoras da Educação Bíblica Infanto-juvenil (EBI).


“Agradeço até hoje a transformação do Pedro. O carinho e a orientação das educadoras mudaram totalmente o meu filho. Ele é mais atencioso em casa, mais estudioso na escola e, principalmente, mais envolvido com a Palavra de Deus. Hoje, com 12 anos, ele é do TF Teen e está muito mais comprometido com a família”, diz Karine, aliviada.


A psicóloga Lúcia de Souza, especialista em psicologia infantil, observa que um dos caminhos para que uma criança supere o trauma de uma relação ruim entre os pais é conversar várias vezes e sempre que necessário, favorecendo um espaço emocional para que possa expressar livremente seus sentimentos, sem críticas ou julgamentos.


“Muita gente acha que não se deve tocar no assunto, mas é completamente o inverso. Quanto mais a criança falar, mais vai aliviar sua dor e se conscientizar de que não teve culpa. Ao contrário do que possa parecer, uma criança é extremamente exposta a traumas. Elas percebem, com facilidade, uma relação ruim entre os pais. Isso influencia e muito o lado psicológico e pode alterar demais o seu comportamento. Pequenas discussões podem marcar por muito tempo a cabeça dessa criança. Imagine brigas sérias, com violência”, analisa.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Prazer perigoso


Excessos no videogame podem prejudicar o desempenho escolar, o convívio social e outras atividades



Muitos psicólogos são taxativos em dizer que o uso excessivo de internet ou de jogos não deve ser encarada como uma dependência. O problema é quando prejudica o desempenho escolar, o convívio social e outras atividades. Outro sintoma, que pode preocupar, é a necessidade cada vez mais de jogo para obter prazer. São casos parecidos com o de Lucas Langamer, de 14 anos, e o de Rebeca, de Pontes, de 7. Foram. Não são mais.

A mãe de Lucas, a cabeleireira Luciene Langamer, de 34 anos, não esconde o alívio depois que pediu ajuda na Educação Bíblica Infanto-juvenil (EBI). O problema quando o filho, aos 10 anos, passou a jogar em vários períodos do dia, não se interessou mais pelos estudos, tirando nota baixa nas provas. O resultado não poderia ter sido pior: Lucas repetiu duas séries, para desespero da mãe.

“Ele dormia na sala de aula. Não tinha a mínima concentração nos estudos. Passou a ser ótimo no videogame e péssimo na escola. Não tinha problema de comportamento, mas não desenvolvia”, lembra.

Hoje, Lucas vai todos os dias para a Igreja, é atencioso com os pais, estudioso e tem prazer em evangelizar. A reação de alívio de Andréia Rosa não foi diferente com Rebeca. A concentração nos jogos eletrônicos era total no videogame, no computador e até no celular do pai.


“Ela estava preguiçosa para estudar. Hoje, depois de algumas orientações que recebeu das educadoras da EBI, ficou mais estudiosa, mais comportada. Ela me ensina a orar, passa óleo no pai, no cachorro. Quando eu me estresso com a avó dela, ela diz que isso não é de Deus. Minha filha é uma herança de Deus”, comemora.

O psicólogo Cláudio Moura Nunes destaca a importância dos pais buscarem ajuda para evitar que esse comportamento se arraste e atrapalhe a criança ou o adolescente durante toda a vida. 

“Os pais precisam se aproximar do filho sem recriminá-lo para abrir um canal de comunicação. A ideia é reaprender ao usar o computador e colocar outras atividades no lugar. O uso da internet não deve ser totalmente cortado, mas sim moderado”, ensina o psicólogo.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Um basta na mentira


Pais buscam ajuda na EBI para que filhos parem de mentir. Psicólogo ressalta importância de se falar a verdade

redacao@folhauniversal.com.br
Leônidas Gomes de Andrade, de 10 anos, tinha uma mania bastante comum entre as crianças e que deixava a mãe, Josélia Maria, 40 anos, muitas vezes em situação embaraçosa. Na idade de 2 para 3 anos, o garoto não parava de mentir. Inventava várias histórias para fugir de responsabilidades, tanto em casa como na escola e entre familiares. Para piorar, era teimoso e não obedecia aos pais.

“Eu não entendia o porquê das mentiras. Não adiantava conversar com ele, pedir para parar de inventar histórias. Não conseguia me impor e aquilo me angustiava muito. Ele não gostava de estudar e dizia que adiantava o dever de casa na escola só para não fazer”, conta Josélia, que vivia deprimida com as mentiras do filho. Até que um dia uma vizinha a aconselhou a levá-lo à Educação Bíblica Infanto-juvenil (EBI).

“Tudo mudou logo no primeiro domingo. Fiquei maravilhada. Vi a mudança ao chegar e ao sair da EBI. Ele foi mudando. A mentira acabou, ele ficou mais obediente, mais prestativo em casa. Ele mesmo disse que estava diferente. A transformação do meu filho reforçou a minha permanência na Igreja”, observa.

A técnica de enfermagem Luciana Nunes Gabriel, de 34 anos, não suportava mais as mentiras do filho Fabiano Gabrielo de Azevedo, na época com 5 anos. A criatividade para mentir evoluía a cada dia, a ponto de inventar a morte da avó para disfarçar a dificuldade que estava tendo para entender a explicação da professora. “Foi a maior vergonha de minha vida. Foi um dia horrível. Fiquei chocada quando a professora me chamou a atenção por não ter comentado nada sobre a morte da avó do Fabiano. Cheguei a chorar. Foi quase uma depressão, não sabia mais o que fazer. No dia seguinte, uma amiga me aconselhou a colocá-lo na EBI. Lá ele conheceu a Palavra de Deus e nunca mais mentiu”, relata Luciana.

Segundo o psicólogo Jose Mauro da Costa Pereira (www.marisapsicologa.com.br), as crianças aprendem a se comportar no contexto do lar, na escola, no seu relacionamento com outras pessoas. Ele destaca que, dos 4 aos 5 anos de idade, algumas tendem a confundir realidade com fantasia. 

“Os pais devem buscar diferenciar esse comportamento, lembrando que crianças mais velhas podem usar a mentira para fugir de responsabilidades, castigos ou culpa. A atitude dos pais é enfatizar a importância de se falar a verdade, inclusive com exemplos pessoais, e ensinar que a mentira pode trazer prejuízos para a própria criança ou a terceiros. Se a mentira se tornar um comportamento usual, deve-se buscar a ajuda de um profissional para uma avaliação psicológica”, orienta.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Experiências dos filhos na EBI leva os pais a frequentarem a IURD, transformando suas vidas e mudando relacionamentos

















Na maioria das vezes, são os pais que dão exemplosaos filhos. Mas e quando acontece o inverso? Sendo bons, os exemplos devem ser seguidos. Quando a dona de casa Rosimeri Rosa dos Santos, 45 anos, já era mãe de dois filhos crescidos – Rodrigo, 21 anos, e Ana Claudia, 16 e nem sonhava engravidar –, nasceu Gabriel, hoje com 6 anos. Segundo ela, foi um dia mais que especial.

Na época, o médico dizia que, por problemas de saúde, era impossível para ela engravidar. O caçula veio não só preencher um vazio no dia a dia, como fortalecer ainda mais a relação com o marido, Claudio Aloísio. Mas a felicidade só foi completa quando o casal correspondeu ao desejo do filho mais novo.

"O Gabriel era da EBI (Educação Bíblica Infanto-juvenil) e pedia para irmos à igreja que ele frequentava. Minha irmã o levava aos domingos e ficava cada vez mais surpresa com a satisfação dele com a igreja. Sem falar na mudança de comportamento que aconteceu", lembra a mãe.

Gabriel era muito tímido. A ponto de ser uma criança triste por não saber ou ter vergonha de se relacionar com crianças da sua idade. Quando entrou para a EBI, muita coisa mudou.

"Hoje ele é uma criança alegre e comunicativa. Conversa muito com a gente em casa, comenta sobre as aulas da EBI, do carinho das educadoras, dos coleguinhas. Ele não gostava da escola e agora pede para ir para a aula e só tira nota boa. Graças a Deus atendi aos seus pedidos de frequentar a igreja. Ele é uma bênção na minha vida", afirma Rosimeri.

Fim das brigas

Anderson Barros Loureiro, 31 anos, conta que, no passado, faltava harmonia em casa e as brigas com a esposa Fabiana eram frequentes. Essa realidade só mudou quando a filha, Nicoli, entrou para a EBI.

"Ela uma criança nervosa, agitada. Ficava muito triste quando via a mãe brigando", revela.

Foi preciso Nicoli entrar para a EBI e seguir os conselhos das educadoras para mudar de comportamento. O passo seguinte foi pedir aos pais para frequentarem mais a igreja. O pedido foi atendido. 

"Ela passou a ser uma criança mais estudiosa, carinhosa dentro de casa. Isso nos fez mudar. Passamos a frequentar a igreja e nosso relacionamento mudou da água para o vinho. Posso dizer que nossa filha mudou nosso casamento para melhor", comemora Anderson
.


LEILÃO DE UMA ALMA NA FUNDAÇÃO CASA DE CAMPINAS.












Com a Coordenação do Pastor Geraldo Vilhena coordenador de Evangelização do estado de São Paulo em Unidades da Fundação Casa (antiga FEBEM) foi realizado o evento no lado A, e no lado B, com a participação do teatro do Grupo Jovem,e também com o Coral do grupo jovem, e também com a colaboração do Sr João que fez os algodões doces, para a família e os adolescentes, dentro das duas divisões da F.C. Jequitibá,também com a presença do Grupo de Evangelização da F.C. – Regional Campinas, tendo como líder Obr. Guilherme, e os Auxiliares Waldemar, Evandro, Edilson, Thiago, Diego, Antonio, Grimaldo, Carlos, Rafael,e as Auxiliares: Luciana, Nicoli.
No Evento foi realizado no Dia das Mães, com uma oração inicial para todas as Mães,argadecendo o dia em especial e também agradecer as Mães com a Oração do Obr. Antonio eo GRUPO DE ADOLESCENTE,tendo também a distribuição de refrigerantes, algodão doce,saquinhos com doce, sendo servido pelo GRUPO DE EVANGELIZAÇÃO DA F.C. REGIONAL CAMPINAS.
Primeiramente foi apresentado TEATRO DO GRUPO JOVEM com a peça O LEILÃO DE ALMA,como responsável o Pr. Henrique, e com o elenco do Teatro do Grupo jovem que são os seguintes: Eric, Luana, Maycon, Douglas, Carmo, Carla, Vigiane, Carlos, Mariana, o Coral com os respectivos componentes : Aline,Nilda,Jessica,Diego, Aline Santos, Rodney, Delamarie, Priscila, Maria.
Foi uma dia de muita felicidade para os internos e famílias da Fundação Casa (antiga FEBEM) de Campinas.
























































































sábado, 8 de dezembro de 2012

Tudo começou aqui


Alan, que aos 3 anos já frequentava a EBI, hoje é pastor e elogia o trabalho: “Voltar a este lugar me traz doces recordações”

Quem olha os bispos e pastores da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) desenvolvendo a missão evangelística no altar, nos presídios, ou onde estejam os aflitos não imagina os caminhos trilhados até chegarem aonde estão. Muitos têm histórias sofridas, estiveram envolvidos em vícios e passaram maus pedaços, mas há aqueles que desde crianças frequentam a Igreja e desfrutaram do trabalho da Educação Bíblica Infanto-juvenil (EBI). Além dos benefícios de uma vida longe das mazelas que afetam os jovens atualmente, muitos já ingressaram na Obra de Deus e são obreiros, pastores, bispos e evangelizadores.

O pastor Alan Pereira de Andrade, 21 anos, da sede da IURD de Realengo, no Rio de Janeiro, diz que ser pastor é um privilégio e reconhece que isso ocorreu graças aos ensinamentos que sempre recebeu, desde os 3 anos, na EBI. Aos 14, ele já fazia parte do TF Teen, grupo que reúne adolescentes, entre 11 e 14 anos, da IURD. 

“Lembro com alegria de como era recebido na EBI. Das festividades de que participei, das orações recebidas, da dedicação das voluntárias... Foi um tempo feliz que marcou a minha infância. Ali dei meus primeiros passos com Deus”, afirma Alan.

Segundo a educadora Fernanda Silva Vieira Soares, Alan Pereira sempre foi uma criança assídua e atenta às reuniões de domingo na Catedral.

“Ele sempre demonstrou muita dedicação na EBI. Sempre foi muito educado e atencioso. Isso será muito positivo na sua vida como pastor”, analisa a educadora. 

Alan conta que, no TF Teen, foi recebendo outros ensinamentos que o conduziram à real conversão. “Recordo que em uma vigília com o bispo Guaracy, na Catedral Mundial, eu senti a presença de Deus. É como se encontrasse com o Senhor Jesus. Quando a pessoa vai à Igreja, Deus está do lado delas. Mas, quando ela se entrega 100%, há essa experiência do renascimento. A partir daí, Deus está dentro dela”, analisa.

Sempre com a turma da EBI

Alan reconhece que continuar na presença de Deus foi um desafio. “Recebia convites que contribuiriam para que eu não permanecesse na igreja. Muitos jovens não permanecem com Jesus, são influenciados pelas amizades. Se ele não bebe, acaba bebendo para fazer parte do grupo. Várias vezes tentaram me desviar, mas preferi minha turma da EBI e aconselho aos pré-adolescentes que ajam da mesma forma”, conclui
.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Educadoras da EBI aproveitam antigas funções para evangelizar e ajudar na educação de crianças


                                                                          
                                                                       


As orientadoras da Educação Bíblica Infanto-juvenil (EBI) têm a missão de evangelizar crianças de 3 a 11 anos. Muitas chegam sem experiência profissional, mas utilizam o que aprenderam na vida para desenvolver o trabalho espiritual no dia a dia. Outras tiram proveito de antigas funções e atividades para implementar na relação com os baixinhos. Muitas vezes, o sucesso é imediato. A cabeleireira e animadora de festa Maquilenia Queiroz é um exemplo disso. Ela nunca imaginou que sua experiência como animadora fosse servir para melhorar seu trabalho como educadora. “Quem chega triste e deprimido perto de mim sente-se rapidamente bem. Muitas crianças chegam tristes na igreja por causa de brigas dos pais. Procuro logo animá-las e arrancar um sorriso”, conta. 

Antes de ser educadora, Ilma de Jesus Rodrigues trabalhou 10 anos como corretora. O trabalho exigia que cumprisse várias metas, o que a fez amadurecer e crescer profissionalmente.

“Falo sempre para meus alunos que a vida tem regras que devem ser seguidas e respeitadas. No trabalho, a gente tem que respeitar e obedecer ao patrão. Eu falo com eles para respeitarem os mais velhos. Nosso trabalho serve como um reforço na educação das crianças”, analisa.

A empresária Maria Aparecida Peixoto Silva Domingues passou grande parte de sua adolescência cuidando de duas irmãs mais novas por causa da separação dos pais. Ela lembra que a mãe trabalhava o dia inteiro para sustentar a família.


“Eu sentia muito a falta do meu pai, que saiu de casa, e da minha mãe, que trabalhava o dia todo. E via uma carência ainda maior no rosto das minhas irmãs. Quando cheguei na EBI, convivi com isso. Muitas crianças sofrem demais com a ausência dos pais. Para tentar amenizar esse sofrimento, as educadoras dão total atenção e carinho para as crianças”, salienta.

Adriana Tavares diz que sua infância foi traumática devido à separação dos pais. 

“Quando eu tinha 7 anos, meus pais se separaram. Sofri muito com isso. Não tive uma mãe em boa parte da infância e adolescência. Procuro sempre dar muita atenção e carinho para as crianças que passam pelo mesmo problema”, afirma
.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Dois irmãos são exemplos do trabalho realizado pelo TF Teen, que ensina os adolescentes a valorizar os estudos e a família




Os irmãos Ester, de 13 anos, e Emanuel Fernandes Souza, de 16, são exemplos de como um jovem pode mudar quando bem orientado. Os dois fazem parte do TF Teen, grupo que reúne adolescentes, entre 11 e 14 anos, da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD). Além de formar, conscientizar e apoiar, o grupo ensina os adolescentes a ter uma vida saudável, procurando sempre valorizar os estudos, a família e, acima de tudo, a aliança com Deus.

No último dia 26, os dois irmãos passaram a tarde no Striker, do Norte-Shopping, na zona norte do Rio de Janeiro, jogando boliche, esporte que atrai centenas de adolescentes e adultos ao local. Ester só conseguiu um strike – quando o jogador consegue derrubar todos os pinos com um arremesso –, ficando devendo, assim como o irmão, uma boa atuação. 

Mas quando o assunto é evangelizar, os dois se destacam. A mãe, Genilda Fernandes Souza, confirma a influência do TF Teen no dia a dia dos filhos.

“Eles sempre foram membros da Igreja, mas o TF Teen é uma bênção na vida dos adolescentes, que estreitam mais a relação com Deus”, avalia.

Aos 12, 13 anos, Emanuel tinha um vício comum entre adolescentes: não largava o videogame. Ele só parava para comer e ir à escola, onde não prestava atenção às aulas. O resultado não poderia ser outro: foi reprovado 2 anos.

“Isso me prejudicou bastante. Passava a noite no computador. Felizmente, superei esse problema; entrei para o TF Teen e tudo mudou. Passei a valorizar os estudos e, hoje, só tiro nota boa”, garante.

Melhor do que isso foi aprender a evangelizar. Atento às reuniões, Emanuel foi surpreendido com um convite. “Ganhei a oportunidade de resgatar pessoas perdidas pelo mundo, uma ajuda espiritual que muitos não têm e precisam. Nessas horas, sinto o espírito de Deus agindo em mim. Todos os dias, lembro uma frase da minha mãe: ‘Emanuel, peça a Deus que não seja você, mas Ele te usando na evangelização.’ Hoje sou um adolescente transformado, fiel a Deus”, frisa.

Já Ester nunca teve problema com os estudos. Apesar da pouca idade a menina é firme em determinadas questões e deu a sua opinião em relação ao “ficar”, gíria comum até entre adultos, que significa “namorar por um dia”. Às vezes, por alguns minutos. 

“Baseado no que aprendo no TF Teen, sei que não está na hora, não está no tempo. É preciso crescer, ter compromisso com Deus. Pedir ao Espírito Santo para conhecer um homem de Deus, com quem eu namore e case”, explica.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Muitas crianças têm suas vidas transformadas ao entrar para a EBI, onde aprendem a respeitar os pais e a serem mais sociáveis



A vida de milhares de crianças e adolescentes muda com o aprendizado que recebem da Educação Bíblica Infanto-juvenil (EBI). Muitos – que eram rebeldes em casa, indiferentes na escola, com poucos amigos em razão de algum problema psicológico ou comportamental – são transformados para uma vida mais social e ligada a Deus. 

Com Ana Beatriz, hoje com 10 anos, foi assim. Ela não estava bem na escola, ouvia vozes e via vultos, o que a deixava desconcentrada e intranquila. Preocupada com o problema, a mãe, Josiane Vieira de Andrade, instrutora de treinamento de RH, que já era membro da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), pediu ajuda à EBI. Deu certo: com três meses, a menina livrou-se das vozes e dos vultos que a amedrontavam.

“As notas na escola passaram a ser 9 e 10. Ela nunca foi uma criança rebelde, mas hoje me ajuda muito nas tarefas de casa e é mais comunicativa com a família. Todos os dias ela se ajoelha, ora e lê a Bíblia”, comemora Josiane.

Com o menino Thiago, de 7 anos, não foi diferente. O relacionamento era difícil em casa e na escola. A mãe, Ana Lúcia Fernandes Lopes, ressalta que a mudança foi total.

“Ele era muito perturbado, agitado, não gostava de estudar, não obedecia aos pais nem aos professores na escola. Mas entrou para a EBI e tudo mudou. Hoje, ele me obedece muito mais. Estuda e faz sempre o dever de casa. Até a avó, de quem não gostava, ele aprendeu a respeitar e a ter carinho”, comenta Ana Lúcia.

Quando Sheila Barros França matriculou a filha Ana Beatriz, com 2 anos, na EBI, sabia exatamente o que poderia colher no futuro. Hoje, 7 anos depois, diz que a filha tem um comportamento diferenciado das outras crianças.

“Observo os filhos na vizinhança e na escola e vejo um comportamento mais rebelde. A Ana me ajuda em casa e é centrada nos estudos. Na EBI, ela amadureceu muito rápido, sem perder a essência de criança”, conta Sheila, orgulhosa.

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