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sexta-feira, 26 de julho de 2013

Ganhei há 33 anos um presente


Há 33 anos a atrás, eu não conhecia o Senhor Jesus mais ele foi tão bom comigo, que ele me deu um presente que foi a minha esposa Creusa Vilhena.
Depois de dois anos eu tive  oportunidade de conhece-lo,  ele me deu outro presente a minha  SALVAÇÃO.
Mais um ano ele me chamou junto com a minha esposa e me deu outro presente e falou este presente e para os dois faça a minha obra.
Meus amigos todo momento eu e minha esposa recebemos presentes do Senhor Jesus mais sabe qual é o segredo é a nossa ALIANÇA que fizemos com ele.










terça-feira, 2 de julho de 2013

Desejo um feliz aniversário.






Nesta ultima terça feira a equipe de voluntários da IURD na Fundação Casa
Com a direção do responsável pelo trabalho de Evangelização na Fundação Casa de São Paulo, Pastor Geraldo Vilhena.
Tudo foi especialmente preparado para a realização da Santa Ceia do Senhor e o Batismo nas águas dos adolescentes que entenderam que JESUS CRISTO é o único redentor e salvador






Antes do inicio da cerimônia da Santa Ceia o Pastor Geraldo Vilhena passou uma mensagem aos adolescentes presentes falando sobre o significado do sacrifício de JESUS CRISTO na cruz do calvário.
Explicando que JESUS CRISTO quando foi crucificado DEUS o abandonou naquele momento e se fizesse maldito ali pendurado na cruz, para remissão de todos os nossos pecados.
Como esta escrita na palavra Porque eu recebi do SENHOR o que também vos ensinei: que o senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão e tendo dado graças, o partiu e disse. Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim.
Então antes de participar da Santa Ceia do Senhor Jesus Cristo devemos nos examinar e não participar indignamente para que ela não venha trazer condenação ao invés de benção sobre tua vida.



Logo após a mensagem os voluntários servem a pão e o suco de uva aos adolescentes





Pastor Geraldo Vilhena, serve a Santa Ceia para os voluntários que fazem a obra de Deus dentro da Fundação Casa.

Nesta foto os amigos podem verificar que nem todos os jovens participaram da Santa Ceia por motivo dos mesmos ainda não terem se definido na entrega de sua vida para o Senhor Jesus.

Porem os que entregaram suas vidas ao Senhor Jesus, além de participarem da Santa Ceia receberam o Espírito Santo.




segunda-feira, 24 de junho de 2013

Do mau humor à alegria permanente

Do mau humor à alegria permanente

Conheça a história da dona Diva, uma obreira de fé aos 80 anos de idade

Por Ivonete Soares/ Fotos: Demetrio Koch e Cedidas
ivonete.soares@arcauniversal.com
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Imagine-se convivendo noite e dia com alguém extremamente mal-humorado, que acorda esbravejando com tudo e todos, passa o dia inteiro de cara fechada e, por qualquer motivo, arruma encrenca com quem estiver ao redor?
Saiba que, apesar de ser cada vez mais frequente, esse tipo de comportamento também é imensamente destrutivo.
Quem acorda “virado” e se mantém dessa forma o resto do tempo tem grandes chances de sofrer uma série de moléstias e, especialmente, perder qualidade de vida. É isso o que você quer? Provavelmente não.
A decoradora de interiores Diva Vilhena – a dona Diva –, de 80 anos – recém-completados no último dia 23 de maio –, lembra-se bem do quanto agiu assim e do quanto isso foi prejudicial à sua vida no geral, bem como para a saúde.
Casada e mãe de 4 filhos (duas mulheres e dois homens), foi na cidade de Belém, capital do Pará, que passou toda a sua história, que se divide em duas partes: o antes e o depois da sua conversão ao Senhor Jesus.
Antes, garante, era tida como uma pessoa indesejável. Hoje, ressalta convicta: “Minha vida se transformou num bálsamo de tranquilidade.”
Essa alegria, inclusive, pôde ser notada até mesmo por intermédio das teclas frias de um computador, já que dona Diva nos concedeu a entrevista direto de Belém, por meio do bate-papo de uma rede social, e conseguiu transmitir (e contagiar também) – em poucas palavras – o que o poder de Deus é capaz de fazer na vida de alguém que, de fato, se coloca à Sua disposição. 
Acompanhe abaixo o que ela fez para mudar o curso de sua vida e como está hoje, no auge da alegria e de dias muito, mas muito bem-humorados:
“Minha vida era bastante conturbada. Vivia num mau humor constante. Tinha tudo para ser feliz, um bom casamento, filhos excelentes mas, no entanto, não era. Nada me alegrava, nada. Dormia e amanhecia mal-humorada, e o que mais me doía é que eu não tinha motivos para ser assim. Desde aquela época eu já tinha uma família feliz, que, por sua vez, mantinha a maior paciência comigo”, relata.
E como dona Diva retribuía? Sendo agressiva, grosseira.
“Sempre com uma resposta na ponta de língua. Em casa, todos me temiam. Na verdade, eu tinha uma vida estruturada, só não conseguia valorizar a bênção que Deus tinha me concedido: uma família. Não levava desaforo para casa, me sentia a dona da razão, era egocêntrica e muito orgulhosa também”, ressalta.
Por causa dessa constância negativa, dona Diva começou a ter problemas de saúde, tais como hemorragia nasal e gastrite nervosa.
“Ao buscar ajuda médica, passei a me tratar com frequência, a tomar medicamentos, mas nada resolvia. Tudo era em vão, sem sucesso”, pontua.
Mas ela continuava a brigar; brigava por tudo; ninguém podia lhe afrontar. Se assim o fizesse, pronto, lá estava ela, argumentando e discutindo.
“Por ser assim, sentia um vazio tremendo, o qual tentava preencher comprando de forma compulsiva. Como consequência, enfrentei uma série de transtornos financeiros, afinal, comprava muitas coisas, e de forma desnecessária. Usava vários cartões de crédito. Todos os dias tinha de sair e comprar algo para tentar me sentir um pouco melhor. Tempos horríveis”, relembra.

Foi assim, aprisionada a uma vida completamente sem sabor e bastante amarga que a hoje doce dona Diva entrou pela primeira vez em um templo da Universal.
Doce, porque a cordialidade e a gentileza são alguns dos adjetivos que encontramos para denominá-la em sua atual situação.
Obviamente que para ser o que ela é hoje precisou percorrer um caminho que muitos rejeitam, ou seja, a decoradora teve de quebrar o orgulho, reconhecer sua pequenez diante de Deus e aceitar que precisava de ajuda, que precisava mudar para alcançar a tão sonhada paz interior consigo e com os seus familiares.
“A Creusa (foto acima), minha nora, esposa do meu filho, Geraldo, que é pastor da Universal (foto abaixo), me convidava sempre para ir à Igreja. E de tanto me fazer o convite, um dia acabei aceitando. Confesso que não fui de boa vontade, e sim para satisfazê-la. Como a maioria das pessoas, cheguei vazia, descrente, não acreditava no poder sobrenatural de Deus e da fé”, argumenta.

Mas quando conheceu o Senhor Jesus, a sua vida se transformou.
“Obtive segurança e uma mudança efetiva de humor. No mesmo dia em que entrei e assisti a uma reunião na Igreja, algo aconteceu. Saí de lá querendo fazer a Obra de Deus e levar as Boas Novas a todos”, revela.
E, de fato, não demorou muito. Meses depois, dona Diva se transformara numa nova mulher, oposta ao passado, cheia de vitalidade e alegria advindas do próprio Deus, do batismo com o Espírito Santo, como ela mesma define.
“Meu falecido marido e a minha nora foram os que mais me apoiaram e me incentivaram a conhecer a Universal, onde eu conheci o Senhor Jesus, que foi o meu médico, a minha cura, o Médico dos médicos”, comemora.
Obreira da Universal há 28 anos, dona Diva atualmente coordena um grupo de senhoras e se dedica exclusivamente à Obra de Deus, tal como sonhou e determinou naquele primeiro dia em que pisou pela primeira vez a planta dos seus pés na Igreja.
“Visitamos hospitais e temos um ponto de fé que acolhe a todos os necessitados. O meu humor? Meu Deus, é outro. Marido, familiares, amigos, todos estranharam a minha mudança total, e para melhor, claro. Só posso dizer que antes a minha vida estava nas trevas, mas hoje, apesar dos meus 80 anos, sou uma mulher saudável, pratico caminhada (foto abaixo), hidroginástica, sou muito feliz. A vida econômica é próspera e me sinto muito querida por todos os que me cercam, tanto a minha família quanto a grande família Universal, da qual fazemos parte”, conta ela.

E dona Diva despede-se dizendo: “Beijos, minha linda, foi um enorme prazer falar com você!”, deixando – ainda que virtualmente – um rastro de alegria.
Dá para notar, dá para entender. É mesmo impressionante a ação de Deus na vida de uma pessoa.
Fica registrado aqui um exemplo de mulher, mãe, esposa, tia, sogra, avó. Um exemplo de mulher de Deus, transformada pelo Seu imenso amor e por Sua infinita misericórdia.
É isso que Deus faz, e é isso que Ele deseja fazer na vida de todos que por Ele clamarem. Experimente e verá o resultado.

sábado, 15 de junho de 2013

Eis que vos dou poder para pisar serpentes e escorpiões...



Por prudência a serpente vive em alerta discernindo bem o perigo ainda distante e em qualquer circunstância da natureza, pois seus sentidos faz o discenimento e logo ela bate em retirada. Sabe discernir entre o bem e o mal e sempre está em alerta.
- Por prudência a serpente faz a sua morada no fundo das cavernas rochosas. Nas grandes rachaduras das penhas, lugar de difícil acesso e quase impenetrável, ela não é como as minhocas que em qualquer terreno faz sua casinha. Essa prudência, propicia a serpente estabilidade, e uma boa segurança contra os eventuais fenômenos da natureza e ataque de inimigos. Dando-lhe uma reprodução tranquila e constante. Essa Rocha é O Senhor Jesus... 
- Por prudência a serpente troca-se várias vezes a pele que a cobre... Deixando-lhe mais renovada. Pois, a casca retirada estava desgastada e cheia de parasitas. Com esse feito a serpente adquire habilidade e um bom desempenho na vida. A falta dessa renovação fará que tenha, uma vida monótona sem habilidade. Pois, a proliferação de parasitas lhe trará problema de saúde gravíssimo e por fim a sua morte... O servo de Deus tem que estar sempre se renovando (busca do Espirito Santo, jejum, campanhas de fé e principalmente o Sacrificio). Para que tenha habilidade no agir, no falar, ter prudência em saber discernir, saber desviar, e por Fim alcançar o renovo todos os dias até a Conquista da sua Salvação Eterna....



quinta-feira, 16 de maio de 2013

Por que as pessoas sentem medo de morrer?



Por que as pessoas sentem medo de morrer?

A opinião de Pastor Geraldo Vilhena .o medo é um sentimento inerente ao ser humano, caracteriza-se pelos sentimentos de pânico, pavor, terror, entre outros. Na atualidade, em que os sentimentos estão à flor da pele, os seres humanos sofrem com todo tipo de síndrome, depressão, mal súbito, ansiedade e, o mais preocupante no momento, os ataques de fúria, que têm motivado muitos crimes e delitos. O ser humano está num desequilíbrio emocional e não consegue encontrar seu ponto de segurança e sua harmonia perdida; isso se deve à distância criada entre o homem e Deus. Não é novidade que muitos tenham medo da morte em meio a este vendaval de emoções.
É conflitante pensar na própria morte, porém o problema não está na morte em si, mas para além dela, ou seja, com a propagação do Cristianismo pelos meios de comunicação em massa, fica no inconsciente humano o sentimento de dúvida em relação ao que realmente vai acontecer com a alma quando morrer, o que leva as pessoas a terem medo da morte, pois a carne é algo temporário, mas a alma é um bem eterno. É como Deus promete em sua Palavra: "De fato, a vontade de meu Pai é que todo homem que vir o Filho e Nele crer tenha a vida eterna" (João 6.40). Uma das mais preciosas promessas que Deus faz ao homem é a vida eterna, porém, muitas pessoas menosprezam esta promessa e fazem dela algo fantasioso, uma história infantil com final feliz.
O que muitos esquecem é que o final feliz não será para todos, porque as pessoas estão preocupadas e envolvidas em sua rotina, em suas ambições, preocupadas em agradar meio mundo, mas, despreocupadas em conhecer a Deus e tê-lo como Senhor da sua vida. Cultivam tanto o corpo e suas vaidades, mas esquecem de preservar a própria alma, o que verdadeiramente será para sempre.
"Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em Mim, ainda que morra, viverá... Crês nisto?" (João 11. 25,26). O medo da morte se deve ao fato de muitos não crerem nas Palavras de Deus e levarem uma vida desenfreada, totalmente sem limites, que as deixam distanciadas do único que pode lhes proporcionar a salvação eterna: Deus. O sentimento arbitrário, a morte, emana da falta de aliança com Deus, o que gera a dúvida da salvação, ou seja, a pessoa não tem a certeza da própria salvação, por isso teme morrer; pela insegurança do que pode acontecer após a morte.
Aqueles que crêem em Deus e andam em concordância com seus mandamentos, não têm medo da morte. Ela será apenas uma mudança de estado para desfrutar da presença de Deus e da salvação eterna. É como Paulo afirmava: "Porquanto, para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro." (Filipenses 1.21)

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

SE ESFORÇAR PARA FAZER O BEM




























Eles não dão dízimo nem ofertas. Excluídos pela sociedade, vivem nas ruas e superlotam o sistema penitenciário. Mas recebem da Igreja Universal o mesmo tipo de ajuda de qualquer pessoa que chega aos seus templos: solidariedade e fé Cerca de 43 milhões de brasileiros vi-vem abaixo da linha da pobreza, segundo dados da Fundação Getúlio Vargas. Só na cidade do Rio de Janeiro, estima-se que aproximadamente 10 mil pessoas morem nas ruas. Já a população carcerária no País supera os 400 mil. Esses são apenas alguns dos milhares de excluídos que vivem no Brasil e muitos não têm qualquer fonte de renda nem assitência familiar. Por essa razão, são os grupos de pessoas que mais necessitam de auxílio espiritual. Conscientes disso, voluntários, pastores e bispos da Igreja Universal do Reino de Deus, se dedicam, há 32 anos, a essas pessoas nos trabalhos de evangelização. No Rio de Janeiro, são 555 agentes religiosos que atuam em 35 presídios, 11 delegacias, 72 asilos, 10 centros de recuperação de dependes químicos e 10 creches sob a coordenação do pastor Júlio Pinheiro. Outro importante lugar visitado pelos evangelistas é a Fundação Leão XII, órgão do Governo do Estado que atende moradores de rua. No estado de São Paulo, a evangelização com menores internos da Fundação Casa (antiga Febem) começou há 7 anos. Já a evangelização nos presídios atende mais de 50% das unidades prisionais. A assistência social e moral a presidiários, realizada pela IURD, acontece no País há 20 anos. No Rio de Janeiro, por exemplo, há 7 anos não acontece uma rebelião. Fato observado pelo diretor do Presídio Moniz Sodré, Gilson Nogueira. Segundo ele, a presença de evangelistas é importante para a ressocialização dos presos, já que a reintegração na sociedade se dá através de educação, trabalho e auxílio espiritual. “Os internos batizados e membros da Igreja podem se fortalecer espiritualmente através de orações, jejuns, leitura e estudo da Bíblia, além destes auxiliarem os novos convertidos e outros internos da unidade. O comportamento deles tem mudado de forma bastante satisfatória, não apenas no relacionamento entre eles, como também, com os servidores da unidade”, reconhece Nogueira. Esses trabalhos de evangelização também são realizados em todo Brasil e no exterior. Colaborou Alice MotaPeriferia Evangelistas em comunidade carente de Salvador (BA). Além da Palavra de Deus, a população é beneficiada com ações sociais São Paulo Voluntárias da Associação de Mulheres Cristãs (AMC), da IURD, oram pelas adolescentes da Fundação Casa de Parada de Taipas Minas Gerais A igreja realiza batismos nas águas nas unidades prisionais. Recentemente, a cerimônia ocorreu na Penitenciária Estevam Pinto Rio de Janeiro O trabalho evangelístico é feito em várias unidades prisionais, a exemplo do realizado na Penitenciária Moniz Sodré Paraíba Distribuição da Folha Universal para detentos que participam de orações realizadas pelo grupo de evangelização Fundação Casa O trabalho evangelístico na antiga Febem, de São Paulo, é dirigido aos menores internos e seus familiares Salvador Evangelistas levam conforto espiritual e solidariedade a moradores de rua na capital da Bahia

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