quinta-feira, 25 de abril de 2013

Meus pais mentiam



Eu sempre imitei meus pais em tudo quando pequena. Tinha os dois como base no que eu fazia. Procurava pensar como agiriam se estivessem na minha situação, com os meus problemas. Aí fazia da mesma forma que eles fariam. Eu os observava em tudo. 

Com mais ou menos 8 anos de idade, me deparei com uma situação muito estranha. Minha mãe e eu fomos até uma loja e ela comprou bastante coisa. Disse que estava precisando, mas que eu estava proibida de contar para meu pai. Achei um pouco estranho, mas como ela pediu, assim fiz.

No final do mês, quando meu pai se sentou à mesa para calcular as despesas, perguntou por que estava faltando aquele valor, que por sinal era o mesmo que minha mãe gastara na loja. De pronto esperei a reação dela; afinal, eu acreditava em tudo o que ela fazia.

Para minha surpresa, minha mãe disse que não sabia, talvez “tivesse gastado com alimentos em casa”. Olhei assustada para ela, que com um sinal de silêncio mandou que eu fosse para meu quarto.

A partir daquele dia, deixei de acreditar neles. Se eles mentiam um para o outro, como não iriam mentir para mim?

“Suave é ao homem o pão da mentira, mas depois a sua boca se encherá de cascalho.” (Provérbios 20.17)

Exigir que o filho não minta, se isso não está no próprio dia a dia da família, não é inteligente. Só podemos cobrar algo quando somos os primeiros a fazer!

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Magras demais



Doenças graves e transtornos psicológicos são algumas das consequências do emagrecimento exagerado

A advogada Sônia Dattoli, de  29 anos, não guarda boas recordações de sua adolescência. O sonho de ser magra e bonita prejudicou a sua saúde. Dos 13 aos 17 anos, sofreu com a magreza excessiva. Com 1,75 m de altura, pesava 51 kg, o que gerava brincadeiras e críticas de crianças e adolescentes. Para piorar, a quase subnutrição prejudicava a saúde e a resistência física.

“Sofria com as brincadeiras na escola. Mas o importante era me sentir bonita e magra como as mulheres da tevê”, lembra.

Muito magra, teve resistência imunológica diminuída, correndo o risco de afecções respiratórias, ósseas e infecciosas. O resultado foi uma anorexia nervosa – transtorno alimentar caracterizado por uma distorção da própria avaliação da imagem corporal e pela perda de peso. “Evitava comer por causa do medo intenso de ganhar peso”, recorda.

O endocrinologista Ronaldo Brígido de Almeida alerta que a magreza pode ainda estar relacionada a problemas de autoestima, insatisfação com a imagem corporal e até depressão. “Em mulheres, a magreza causa um desequilíbrio do sistema hormonal, levando a alterações menstruais e infertilidade. Como se não bastasse a ingestão alimentar pequena, as pessoas com anorexia nervosa têm purgações como vômitos provocados, excesso de exercícios físicos ou uso exagerado de diuréticos e laxantes”, salienta.

O médico dá uma dica para quem se sente muito magro e quer ganhar peso: “O melhor caminho é a prática de atividade física orientada para o ganho de massa muscular. Isso aliado a uma alimentação adequada, que dê suporte ao ganho de peso sem provocar danos à saúde”, sugere.

Ronaldo Brígido, no entanto, lembra que aumentar a quantidade de alimentos ou ingerir mais massas, doces e gorduras não é o melhor caminho para um ganho de peso saudável. “É perigoso consumir gorduras de forma exagerada. O resultado pode elevar os níveis de gordura no sangue e predispor a problemas cardiovasculares. O consumo excessivo de açúcares, em geral, também pode trazer consequências à saúde”, pondera.

Depressão


Doença afeta mais de 120 milhões de pessoas em todo o mundo

A depressão acomete mais de 120 milhões de pessoas em todo o mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). A doença interfere na qualidade de vida, uma vez que prejudica o rendimento no trabalho e nas relações sociais e pessoais. As causas da depressão variam, mas especialistas apontam o estresse do cotidiano, problemas financeiros, catástrofes e separação conjugal como os principais fatores que desencadeiam a doença. Para debater o tema no programa “Coisas de Mulher”, Patrícia Kaastrup contou com a participação de Luisa Teixeira e Narlet Oliveira.


Segundo Alexandre Albuquerque, psicanalista, a culpa é uma das palavras-chave nos casos de depressão. “A pessoa começa a se desconectar do exterior e se isola cada vez mais. É uma forma de se proteger das situações às quais não consegue lidar”, explica.


De acordo com o especialista, há várias manifestações da depressão e algumas delas passam despercebidas, como a perda do apetite. “Às vezes, no dia a dia, em que as pessoas passam pouco tempo juntas, esses pequenos sinais não são notados”, diz.


Para finalizar, Patricia Kaastrup fala sobre como a fé pode ajudar nestas situações. “A fé é um poder que é para todos, mas nem todos sabem usar esse poder, e por isso muitos têm esse quadro de depressão. Aprenda a usar a sua fé e todos os seus problemas serão resolvidos. Você deve ser a primeira pessoa a acreditar que pode sair dessa situação”, completa.

Sinais de insegurança


* Isolar-se dos outros, ter medo de se machucar e por causa disso fechar todas as janelas do seu coração.

* Ter ciúmes dos amigos e da pessoa amada. Ter inveja das pessoas. Cobiçar o que elas têm.

* Falar mal dos outros, falar sem parar, fazendo de tudo para chamar a atenção, achando que as pessoas vão ignorá-la se simplesmente ficar quieta.

* Ignorar os outros só para que corram atrás de você, ter necessidade de receber o cuidado e a atenção das pessoas.

* Levar muito tempo para fazer algo por medo de errar, ter necessidade de ser amada por todos e ao perceber que alguém não gosta de você, fazer o possível e o impossível para que essa pessoa venha a adorá-la.

* Sempre achar que alguém vai desapontá-la, não conseguir elogiar alguém, especialmente outras mulheres, porque você não quer que elas tenham o privilégio de sentir aquilo que você não sente sobre si mesma.

* Guardar rancor. Estar tão voltada para o passado que se sente vulnerável no presente. Ser desorganizada com o seu tempo.

* Não terminar o que começa, não fazer o que diz que vai fazer e, assim, não cumprir com suas promessas.

* Ser infiel, mentir, fingir ser o que não é, especialmente com algumas pessoas.

* Sofrer de baixa autoestima, ser tímida, ter medo de fazer até mesmo as coisas mais simples da vida, como dirigir em uma estrada ou ir sozinha a algum lugar novo.

* Não gostar da sua aparência, se comparar aos outros.

* Se pôr para baixo em todos os sentidos, especialmente pela forma como fala de si mesma.

* Se vestir de uma maneira que não valoriza o seu corpo. Não usar saia ou vestido, por achar que não fica bem em roupas femininas.

* Desprezar as mulheres bonitas, odiar os homens.

* Sempre interpretar errado o que os outros dizem ou fazem, não assumir riscos, ser uma pessoa cheia de dúvidas. E a lista continua...

Na fé.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Cirurgia íntima?


Em busca de um padrão de beleza imaginário, até mesmo crianças são submetidas a cirurgias estéticas genitais. Procedimento é invasivo e perigoso, dizem especialistas


A ditadura de padrões de beleza fora da realidade chegou a regiões que sequer são mostradas em público. O apelo da vez tem sido a realização de cirurgias íntimas femininas. Informações da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica revelam que mais de 9 mil cirurgias plásticas de regiões íntimas em mulheres foram realizadas no Brasil em 2011.

Se esse número já chama a atenção, o que dizer sobre a quantidade de meninas que estão sendo submetidas às operações com o consentimento dos próprios pais? No Reino Unido, crianças de 9 anos já passaram pelo bisturi. Cerca de 340 garotas com 14 anos de idade ou menos fizeram cirurgias íntimas naquele país nos últimos 6 anos, segundo estudo do University College Hospital. A pesquisa aponta que as pacientes não tinham problema de saúde e que o motivo das intervenções seria somente estético.

A “moda” do Reino Unido lembra a mutilação genital que ocorre em alguns lugares da África e da Ásia, prática que leva milhares de meninas à morte por sangramento ou infecções. Enquanto países considerados atrasados recebem críticas de organizações de direitos humanos, pais e mães do Ocidente acham normal permitir que suas filhas também recebam modificações desnecessárias em seus corpos.

A ginecologista do HCor, Luciana Crema, alerta que algumas mulheres se enganam ao pensar que a cirurgia íntima vai solucionar dificuldades pessoais. “Quando uma pessoa procura a operação, precisamos confirmar se é um problema anatômico ou se tem outras questões por trás. Muita gente acha que vai salvar o casamento, mas uma cirurgia não resolve a vida de ninguém”, avalia. Crema ainda salienta que as consequências de uma intervenção malfeita são permanentes. “A paciente pode ficar com a sensibilidade reduzida na região, além do perigo da anestesia”, acrescenta ela.

Em artigo publicado no início de março no The Sidney Morning Herald, a terapeuta em saúde sexual, Matty Silver, afirma: “Há uma grande quantidade de dinheiro neste negócio. Algumas jovens mulheres que procuram cirurgia plástica estão deprimidas e as operações 
são vendidas sem acesso preliminar para alternativas de terapias psicológicas”. De acordo com Silver, a cirurgia pode ter efeitos prejudiciais como infecção, falta de cicatrização e dor durante as relações sexuais, além de destruir as terminações nervosas do local. “É uma operação bem dolorosa e exige muito repouso, pois há risco de haver inchaço no local”, destaca o presidente da 
Comissão Nacional Especializada em Uroginecologia e Cirurgia Vaginal da Febrasgo, Fabio Leal. O ginecologista afirma que a estética não pode ser o principal motivo para uma intervenção. “Não existe um padrão único de genitália, ele é individual para cada mulher, mas há casos específicos em que o excesso de pele provoca desconforto e a cirurgia pode ser necessária”, resume.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Seja lá o que for


Mulheres são constantemente mal compreendidas pelos homens e vice-versa. Não é que um tenha vindo de Marte e o outro de Vênus, mas é que fomos criados diferentes para que um completasse o outro.


Você jamais poderia completar um quebra-cabeças se todas as peças fossem iguais. Esta é a beleza do casamento: somos diferentes um do outro; contudo, fomos feitos um para o outro.


Existem muitas maneiras de sermos compreensíveis mesmo não entendendo o outro completamente. Esta é a parte mais difícil no casamento, mas, uma vez que você cumpre essa tarefa, todo o resto é fácil. Alguns casais demoram anos para chegar a esse estágio e alguns acabam se separando, pois são incapazes de se entenderem. Por isso, resolvi fazer uma pequena lista de coisas que podem facilitar em muito o convívio de um casal. São elas:


1. Se imagine no lugar dele. Se você conseguir se imaginar no lugar de seu marido, provavelmente conseguirá entendê-lo e ajudá-lo melhor;


2. Ponha o seu orgulho de lado, pois ele nos impede de ver os nossos próprios erros, assim, não conseguimos perdoar e nunca nos reconciliamos;


3. Não espere que ele tome a iniciativa de resolver um mal-entendido. Seja a primeira a falar sobre o problema, seja transparente e honesta. Fale para ele o que você está sentindo;


4. Se um assunto for discutido na hora errada, acabarão brigando, então escolha o momento oportuno para falar. Muitas mulheres, por não saberem esperar até o dia seguinte, ficaram sozinhas pelo resto da vida;


5. Dê uma chance a Deus. Ele entende vocês dois.

domingo, 21 de abril de 2013

Eu sou a UNIVERSAL




Até a idade de 25 anos, José Bonifácio da Silva, 62 anos, não possuía vício algum, vida financeira estável, mas com muitos problemas na vida sentimental, pois seu casamento após quatro anos havia terminado, embora já tivesse dois filhos pequenos.
         Em 1978 casou-se pela segunda vez, e na época trabalhava como metalúrgico numa grande montadora de automóveis, quando em 1982 sofreu um grave acidente de trabalho na coluna, sendo desaconselhado pelos médicos a passar por uma cirurgia, pois poderia ficar para sempre numa cadeira de rodas. Daí em diante, com a saúde debilitada, se aprofundou na bebida.
         O casamento já estava se deteriorando, quando nasceu o primeiro filho dessa nova união. Ainda pequena, a criança assistia as constantes brigas do casal, visto que Bonifácio chegava alcoolizado em casa, havendo agressões físicas e verbais com a esposa. Segundo palavras do mesmo, sua vida se transformara num verdadeiro “inferno”.
         Esse sofrimento durou doze anos, quando sua esposa Neuracy Vieira Santos da Silva, chegou à UNIVERSAL   através de um convite de amigas que conheciam sua aflição. Por dois anos, Neuracy lutou por seu esposo na igreja, fazendo correntes, propósitos e tudo que seu pastor lhe sugerisse fazer, mas quando convidado a buscar por ajuda no Senhor Jesus, Bonifácio se recusava assim seu sofrimento só aumentava.
Até que um dia, não aguentando mais aquela situação decidiu procurar ajuda e foi a UNIVERSAL de Itaquaquecetuba. Decidido pela mudança de vida, chegou num domingo numa reunião das 18 horas, onde foi bem recebido pelo pastor e obreiros. A partir daí, começou a lutar muito por sua libertação, e em quinze dias foi batizado nas águas, pois também foi curado da coluna e liberto do vício do álcool.
Após quatro anos, foi levantado obreiro, e hoje está com dezenove anos de obra.

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MACACO LADRÃO PM 1