Muito o que comemorar
Ela conta que o
primeiro templo da Igreja Universal na região ficava em um
estacionamento frequentado incialmente por poucas pessoas. "Não tinha
batistério, batizei-me em um tanque; existiam apenas bancos de madeira,
uma cadeira e o microfone do pastor", lembra.
Depois de
frequentar as reuniões e se firmar com Deus, Marileide viu sua vida
mudar. Hoje, quase 3 décadas depois, ela comemora as vitórias obtidas.
"Minha vida foi transformada, tenho meu comércio, minha casa própria e,
principalmente, paz e alegria. Vivo para Jesus. Tenho muito o que
comemorar", afirma.
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