sexta-feira, 29 de junho de 2012
Virou um livro
O sucesso do curso Casamento Blindado, ministrado pelo casal Renato e Cristiane Cardoso, foi tanto que a obra trará dicas mais detalhadas aos que desejam viver um relacionamento à prova de divórcio
Um livro com dicas e aconselhamentos visando a blindar o seu casamento, e informações úteis para melhorar a convivência e o respeito às diferenças que há entre homem e mulher. Tudo isso, e muito mais, reunido em uma publicação, cujo objetivo é proteger o grande tesouro do ser humano, que é o seu relacionamento.
Idealizadores do curso que leva o nome do livro, Renato e Cristiane estão no Brasil há 9 meses e, desde então, têm feito várias palestras para casais, iniciativa que começou no Texas (Estados Unidos) e se estendeu para o Brasil. Eles já ministraram três edições bem-sucedidas do curso só aqui no País e ajudaram centenas de casais que passavam por situações difíceis de relacionamento.
O projeto – adiantam Renato e Cristiane – fez tanto sucesso que os inspirou a lançar o livro, muito embora o conteúdo seja mais abrangente e detalhado que o curso. Em "Casamento Blindado", eles dão orientações para todo casal que reconhece o valor da vida conjugal e deseja resguardá-la do risco do divórcio, infelizmente, tão comum em nossa sociedade.
Através de situações do cotidiano de um casal, Renato e Cristiane procuram, de forma leve e descontraída, mostrar que os problemas surgem para todos, porém, a maneira com que enfrentamos e combatemos é que faz toda a diferença.
Vale lembrar que o livro é destinado a todos que anseiam viver um relacionamento feliz, independentemente de serem solteiros, noivos ou casados.
Descontração
Para o casal convidado, problemas como insegurança, ciúme excessivo e ansiedade são grandes vilões num relacionamento, mas podem ser combatidos, garante Renato. "A gente vê que a solução para a mulher ou o homem inseguro, por exemplo, é desenvolver a visão que têm de si próprio, ou seja, de observar os seus próprios erros. Todos nós cometemos erros; o importante é sempre aprender com eles", orientou.
Essas e muitas outras dicas o casal faz questão de detalhar nas 272 páginas do livro, que já pode ser adquirido pelo site www.arcacenter.com.br e, em breve, estará disponível nas principais livrarias do País. O telefone do televendas é o (021) 2461-0060, de segunda a sexta-feira, das 9 às 17 horas.
quinta-feira, 28 de junho de 2012
O hábito de fumar faz mal não só à saúde, mas também ao bolso
O hábito de fumar faz mal não só à saúde, mas também ao bolso. Veja desejos que deixaram de ser realizados por conta do vício, inclusive o de uma moradora de rua, que sonha com a compra de uma casamontagem sobre fotos de André Moura
A despesa que afeta o bolso dos tabagistas também atinge os cofres públicos. De acordo com a pesquisa Carga das Doenças Tabaco Relacionadas para o Brasil, publicada pela Aliança de Controle do Tabagismo (ACT), o valor gasto para tratamentos de doenças atribuídas ao fumo em 2011 foi de R$ 21 bilhões. Segundo a entidade, o montante representa quase 30% do valor destinado ao Sistema Único de Saúde (SUS) no mesmo período.
A quantia seria suficiente para suprir o déficit de saneamento básico do País, que exige investimento da ordem de R$ 12 bilhões anuais, durante 20 anos consecutivos, de acordo com cálculos do departamento de saúde ambiental da Faculdade de Saúde Pública da USP. O valor também poderia ter sido usado para o orçamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) que, em 2011, foi de R$ 43 bilhões. Você, fumante, já calculou o quanto desperdiçou para manter o vício?
quarta-feira, 27 de junho de 2012
DETETIVES PARTICULARES
EM APENAS 5 ANOS,
PROCURA POR SERVIÇOS DE DETETIVES PARTICULARES TRIPLICOU NO BRASIL, FAZENDO DO
PAÍS UM DOS MERCADOS MAIS LUCRATIVOS PARA ESSES PROFISSIONAIS
CASOS CONJUGAIS SÃO O
"CARRO-CHEFE" E CONCENTRAM 80% DO TRABALHO DOS AGENTES, SEGUIDOS POR
PAIS QUE QUEREM SABER SE OS FILHOS USAM DROGAS E DE EMPRESAS QUE DESCONFIAM DE
ATITUDES ILÍCITAS DE FUNCIONÁRIOS
Contratar um detetive particular não é
mais coisa de cinema. Hoje, principalmente nos grandes centros urbanos, esses
profissionais estão vendo sua clientela triplicar nos últimos anos. A grande
demanda pelos serviços de espionagem é comprovada pelo detetive Eloy Lacerda,
um dos mais requisitados de São Paulo. Lacerda explica que a maioria de seus
clientes são mulheres que querem provar a traição ou o desvio de bens por parte
do marido. Segundo ele, a cultura de banalização sexual e dos relacionamentos
tem deixado as pessoas mais dispostas a traírem, o que se reflete diretamente
na atividade profissional dos detetives particulares.
Ainda de acordo com o agente, nem todas
as provas levantadas pelos detetives chegam à Justiça, porque muitas vezes são
obtidas de forma ilícita. "Mas elas servem para nortear os advogados sobre
o caminho a seguir", diz. Desta forma, os detetives se transformaram nos
maiores aliados na hora do divórcio legal, já que, de acordo com a lei, se as
provas apontam que um dos cônjuges é responsável pelo fracasso da união, ele
pode ter de pagar indenização ao parceiro por danos materiais e emocionais.
Atualmente, as investigações conjugais
representam 80% do trabalho dos detetives brasileiros, seguidas de pais que
querem saber se os filhos usam drogas (10%) e de grandes empresas que querem
investigar seus funcionários (5%). Outras 5% das investigações têm outros
motivos mais particulares. Mas devido à grande demanda pelas espionagens entre
casais, esse serviço ainda é o “carro-chefe” dos detetives, o que faz com que a
maioria deles se especialize apenas nesse tipo de caso, classificado pelos
profissionais como um dos mais complexos, devido às diferentes expectativa que
os clientes têm para o caso.
"Há quem gaste fortunas
com a contratação desses profissionais, que provam inúmeras vezes à pessoa que
seu parceiro não tem caso extraconjugal, mas ela nunca se dá por satisfeita e,
passado pouco tempo, ela pede uma nova investigação. Mas existem também as
personalidades mais inflamadas, que optam por acabar com a relação
imediatamente, sem nenhuma prova concreta de traição nas mãos", relata
Lacerda.
Como nos casos das investigações
conjugais o emocional está envolvido no caso, o detetive diz que é preciso
evitar atitudes precipitadas e, que, na hora em que a dúvida de uma suposta
traição surgir, toda cautela pode ser pouco. "Dar prioridade à razão e ao
bom senso nunca é demais. Uma conversa franca com o parceiro é, sim, uma
questão delicada, mas muitas vezes traz bons resultados. E o melhor: quase
sempre sai bem mais barato que contratar um detetive", finaliza o
detetive.
terça-feira, 26 de junho de 2012
"SOU DE MENOR"
DOS QUASE 400 MIL CRIMINOSOS E
INFRATORES ESPALHADOS PELO PAÍS, 17,4% SÃO CRIANÇAS OU ADOLESCENTES COM MENOS
DE 18 ANOS; MAIORIA TEM PAIS, CASA PRÓPRIA, RENDA E ENSINO FUNDAMENTAL COMPLETO
"MUITOS ESTÃO NO CRIME POR
OPÇÃO", DIZ ESPECIALISTA
No Estado de São Paulo, as estatísticas
da Secretaria de Segurança apontam que 67% dos crimes ou são praticados ou têm
a participação de menores. O crime organizado vale-se da 'mão-de-obra' dos
menores para a prática de seus crimes, tráfico de drogas, roubo a bancos, a
cargas, entre outros. Os especialistas acreditam que a suavidade dos
regimes punitivos a que esses menores são submetidos seja o principal chamariz
para que eles sejam "usados" pelo crime.
70% DOS MENORES INFRATORES VOLTAM
PARA O CRIME
Ainda de acordo com a secretaria, mais
de 70% dos menores internos voltam a cometer delitos ainda mais graves depois
de cumprida as medidas previstas pela lei, provando que os estabelecimentos de
recuperação que os assistiram não foram capazes de ressocializar e
reintegrar familiarmente esses jovens.
SÓ 5% SÃO MENORES ABANDONADOS
"TÍPICOS", SEM CASA NEM FAMÍLIA
A forma como o Estado
concebe esses infratores também dá margem a controversas, acreditam os
especialistas. Para ele, o perfil desse menor delinquente não é o
difundido pelos representantes dos direitos humanos. "Algumas pesquisas
mostram que a maioria deles é formada por jovens que têm pais, casa, renda
e ensino fundamental completo, e também não são oriundos da classe
menos privilegiada. Muitos estão no crime por opção", relatam.
As estatísticas dão força à tese
defendida pelos especialistas e mostram que apenas 5% dos crimes são praticados
por menores abandonados "típicos", ou seja, aqueles que não têm pais,
moradia fixa, acesso à escola, nem a nenhum tipo de tutela. Desses 5%, apenas
2% são crimes bárbaros, revela Secretaria de Segurança do Estado de São Paulo.
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Cresce trabalho infantil
Em 1 década, o Brasil registrou 10 mil novos casos de trabalhadores com menos de 13 anos, revela relatório internacional
Em 2006, o Brasil assumiu um compromisso internacional de acabar com o trabalho infantil até 2020. Mas um relatório divulgado pela Organização Internacional do Trabalho com dados do Censo 2010 indica que a meta dificilmente será alcançada. Pior do que não diminuir, o número de crianças entre 10 e 13 anos trabalhando aumentou nos últimos 10 anos: subiu de 699.194 para 710.140, com 10.946 novos casos justamente na faixa etária mais frágil. Além do registro negativo nesse grupo, houve uma pequena evolução no quadro geral do trabalho infantil no País: de 3,9 milhões de casos para 3,4 milhões, entre 10 a 17 anos – queda de 13% .
"Isso é preocupante, já que essa faixa etária (10 a 13 anos) corresponde aos anos anteriores à conclusão do Ensino Fundamental e seu impacto sobre a aprendizagem, conclusão ou abandono escolar ou não ingresso no ensino médio, é imediato", analisou em nota o Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI) ao comentar o relatório, apresentado no último 12 de junho, Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil.
"São dados fidedignos, um diagnóstico muito perto da realidade. A situação é dramática e se continuar nesse passo a Bahia não contribuirá em nada com o compromisso assumido pelo Brasil", lamentou a procuradora, que cobrou o governo estadual, onde, assim como em todo o Brasil, o problema não se restringe a crianças nessa faixa etária.
Em abril, no município de Lauro de Freitas, região metropolitana de Salvador, Jonatas, de 17 anos, morreu esmagado por vidros enquanto descarregava um caminhão, atividade que está entre as piores formas de trabalho infantil e que é proibida por lei para menores de idade (veja no box ao lado mais detalhes sobre a legislação brasileira). Segundo a procuradora baiana, costuma haver adolescentes em lava-rápidos também, o que é proibido, além de menores em trabalhos informais, em semáforos e feiras livres.
A Bahia é o quarto pior Estado em números absolutos no ranking do trabalho irregular para adolescente, com 129.836 casos, atrás apenas de São Paulo (359.196), Minas Gerais (198.818) e Paraná (134.882). Mas as maiores porcentagens de jovens de 16 a 17 anos em trabalhos ilegais ocorrem em Santa Catarina (44,2%), Rio Grande do Sul (35,8%), Paraná (36,4%), Rondônia (34,5%), Goiás (34,2%), Mato Grosso (32,7%) e Mato Grosso do Sul (32%).
"Peço ações concretas. A União transfere a verba, mas dinheiro só não basta. O maior problema, sinceramente, é a incipiência de políticas públicas. O Estado precisa partir para o confronto e ensinar os municípios a executar os serviços", diz Sandra Faustino. Além de ações para atacar o problema, a procuradora indica que é preciso sensibilizar a sociedade. "Primeiro é uma questão social, a gente vê pobre no trabalho infantil, não tem criança de classe média trabalhando. Geralmente são de famílias pobres, com pai ou mãe que também não estudaram e cresceram contribuindo com a renda de casa. Aí repetem o ciclo de pobreza", explica.
O outro fator é que boa parte das pessoas entende que trabalhar é um modo eficaz para a criança não virar marginal. "Primeiro é preciso estudar para se qualificar. Na verdade, no trabalho infantil, na informalidade, as crianças ficam mais próximas do crime", alerta a procuradora.
Legislação proíbe qualquer tipo de trabalho até 13 anos
domingo, 24 de junho de 2012
FILHO É BOM, MAS DURA MUITO"
EM UM DE SEUS TEXTOS MAIS CONHECIDOS, O ESCRITOR
MÁRIO PRATA FAZ UM ALERTA BEM-HUMORADO, MAS REALISTA, AOS CASAIS QUE JÁ TÊM OU
QUEREM TER FILHO; "CUIDADO", ALERTA PRATA, "ELES VÃO
CRESCER!"
O escritor e roteirista Mário Prata, em um de seus textos mais conhecidos,
intitulado "Filho é Bom, Mas Dura Muito", faz um humorado - mas
realista - alerta àqueles que desejam ser ou já são pai. Logo na primeira
linha, Prata vai logo avisando:
"APROVEITA AGORA, PORQUE,
DEPOIS QUE O SEU FILHO NASCER, VOCÊ NUNCA
MAIS VAI TER SOSSEGO NA VIDA.
VOCÊ NUNCA MAIS VAI DORMIR"
E as sucessões de alertas e avisos vão se seguindo por todo o texto,
passando pela fase dos "porquês", do primeiro dia na escola, das
corridas frequentes ao hospital, porque o guri se recusa a parar quieto, até
chegar à fase mais temida por toda a família: a adolescência!
"Aproveita
agora, que ele ainda não está andando em más companhias", porque você vai
ter que aturar figuras saídas sabe-se lá de onde, com cabelos, brincos e
tatuagens que você jamais poderia imaginar um dia conviver".
LIMITES: ENTRE PAIS E FILHOS, NEM TUDO
DEVE SER DISCUTIDO
Os psicólogos deixam claro também que, na relação entre pais e filhos nem
tudo é para ser discutido, nem tudo é para ser confessado. "A privacidade
é uma necessidade de qualquer indivíduo, e com os adolescentes e as crianças
não há por que ser diferente", alertam. Tal premissa é válida também para
os pais que querem ter total controle sobre todos os aspectos da vida dos
filhos.
"A PRIVACIDADE É UMA
NECESSIDADE DE
QUALQUER INDIVÍDUO, E COM AS
CRIANÇAS
E OS ADOLECENTES NÃO HÁ POR QUE
SER DIFERENTE"
Muitos pais querem saber o que eles leem, o que veem na TV, sobre o que
conversam na escola, ou então ficam ligando para o filho de cinco em cinco
minutos para saber onde ele está e o que está fazendo. Se à primeira vista o
comportamento parece exemplar, saiba que psicólogos e educadores não pensam
assim.
"É preciso que os pais conheçam bem os filhos, não para sufocá-los
ou controlá-los impetuosamente, mas sim para ensiná-los a tomar todas aquelas
decisões com autonomia, inteligência e responsabilidade".
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