quarta-feira, 12 de agosto de 2009

IURD COMEMORA DIA DOS PAIS NA FUNDAÇÃO CASA (FAZENDA DO CARMO)


Tarde da Doce Presença na Fazenda do Carmo




Muita alegria na tarde da Doce Presença na Fazenda do Carmo, Pr Geraldo Vilhena iniciou o evento com uma oração para todos os pais, internos, familiares e funcionários.
O Grupo Dose Mais Forte realizou palestra de prevenção às drogas e informou sobre os projetos que o Força Jovem Brasil oferece gratuitamente tais como: Jovem Nota 10, Esportes, Cultura, Vozes, Dose Mais Forte, Se Liga 16, etc.
Tudo isso para ajudar o jovem a ter uma oportunidade na sociedade.
Os internos apresentaram um teatro falando sobra a importância de cada órgão humano, que um corpo só funciona com a ajuda de todos os órgãos.
Muito bolo e refrigerante foram distribuídos para todos, diplomas e lembranças para os pais.
Marta Alves











 

terça-feira, 11 de agosto de 2009

A BELA DA RECORD


A bela da Record
Por Guilherme Bryan guilherme.bryan@folhauniversal.com.br Estreou, na terça-feira (4), “Bela, a Feia”, a nova telenovela da “Rede Record”, que é uma versão da produção colombiana “Yo Soy Betty, La Fea”, adaptada por Gisele Joras. Trata-se da primeira parceria da “Record” com a emissora mexicana “Televisa”. A história já fez sucesso em mais de 20 países, como Estados Unidos, Rússia, Grécia e Vietnã. Animada com o novo papel, a protagonista Giselle Itié comentou, na festa de lançamento da produção: “Fazer a Bela é muito mágico, pois ela é estranha, mas tão bondosa e sonhadora, que a beleza interior salta.” Na tela, ela aparece transformada, com aplique no cabelo, óculos e aparelho nos dentes. Ao longo da novela, a moça feia, mas de coração bom, se revelará uma bela mulher. Giselle comemora a ótima fase na carreira. Ela também está no filme “The Expendables”, dirigido e estrelado por Sylvester Stallone, com cenas rodadas no Rio de Janeiro e previsto para estrear em abril do próximo ano. O momento em que foi aprovada é inesquecível para a atriz: “Foi genial quando escutei a voz do Stallone no meu celular.” Segundo ela, a cena mais desafiadora envolveu uma espécie de tortura com água. “Disse que não queria dublê, pois desejava vivenciar aquela experiência”, conta. Nascida no México, em 1981, Giselle veio ao Brasil em 1985, com os pais, após perderem tudo em um terremoto. Aqui, já atuou em seis telenovelas e uma minissérie. Em 2007, sofreu traumatismo craniano durante quadro de dança em programa de televisão. Sem sequelas, agora o que ela mais quer é desafios: “Eu me entrego totalmente às personagens e adoro poder mudar.”Por trás da transformação O visagista Marcio Farache exerce uma profissão pouco conhecida e muito requisitada no Brasil: ele estuda as feições das pessoas em busca de uma harmonia estética. Agora, é um dos responsáveis pela transformação da atriz Giselle Itié em “Bela, a Feia”. “Só um visagista sabe como é desafiador propor para um ator mudar por inteiro para um personagem. Nesse caso, eu, que venho de um mercado que faz todo mundo ficar lindo, tive que fazer uma protagonista feia com uma atriz linda”, garante. Formado em desenho de moda e estilismo, Farache descobriu a moda desenhando bonequinhas com roupas para as colegas da escola em Manaus (AM). Num desfile, ele foi obrigado a refazer a maquiagem das modelos e descobriu sua verdadeira vocação. Desde então, ele trabalhou no Fashion Rio e na produção de capas de revistas até trabalhar como visagista nas telenovelas “Amor e Intrigas” e “Poder Paralelo”, ambas da “Rede Record”.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

RISCOS NO TWITTER

Riscos no Twitter
A nova sensação da internet, a rede social “Twitter”, na qual as pessoas enviam e leem textos de até 140 caracteres, pode ser um ótimo espaço para se procurar trabalho, pois muitas empresas a utilizam para recrutar candidatos e divulgar vagas. Porém, ela pode também ser perigosa para quem procura emprego ou está empregado. “Muitas empresas olham as referências dos candidatos no Twitter. Por isso, é preciso utilizá-lo de modo profissional. Já quem está empregado esquece que o chefe ou alguém da equipe pode estar ali e coloca informações que o levam a correr o risco de perder o emprego, ou utiliza a rede social mais do que deveria”, garante Bruno Carone, analista de marketing da empresa de recrutamento Trabalhando.com.br.

CÓLERA DO MAL


Cólera do Mal
Exames de saúde positivos, pragas lançadas, ameaças de morte e tudo o mais que têm aterrorizado o coração, são setas vindas do inferno para confrontar a fé. Se a mesma está firmada na Palavra de Deus nada disso tem valor. Mas se é emotiva, o coração se assusta e se curva diante dos problemas.
Por conta disso mesmo, o Espírito adverte para não prestar atenção nas coisas visíveis, mas nas invisíveis. Porque as visíveis são temporais e as invisíveis são eternas. ( 2 Coríntios 4.17-18 )
Ora, quando se leva em conta a fé inteligente, não se aceita semente de dúvida nem se rende às tribulações “leves e momentâneas”, apesar de difíceis. Ao contrário, há uma resistência natural provocada pela convicção pessoal! Daí nasce a revolta da cobrança do cumprimento da Palavra do Eterno Deus.
Isso significa ver o invisível, crer no impossível, viver de fé em fé e pela fé.
Quem pode entender isso se não tiver nascido de Deus?
Publicado por Edir Macedo

FALA VOLUNTÁRIOS.




QUAL É O SEU CARÁTER?


Qual é o seu caráter?
O caráter, em sua definição mais simples, resume-se em índole, temperamento e gênio. Ele pode ser bom ou ruim, variando muito de pessoa para pessoa. De maneira séria e esclarecedora, a apresentadora Vivi Freitas, com as amigas Paty Barboza e Bete Araújo, no último programa Coisas de Mulher, abordou o tema “Quando meu caráter me prejudica”. Recém-chegada ao programa, Bete Araújo destacou o perfil de um indivíduo com caráter enganador: “A pessoa com uma índole duvidosa, não só engana os outros como a si mesma. A mentira passa a ser a verdade dela.” Durante a atração, Vivi fez um alerta às pessoas de comportamento agressivo: “Esse tipo de atitude, algumas vezes, é devido a circunstâncias como, por exemplo, pais nervosos, que acabam criando filhos iguais e ainda rebeldes.” Um ponto destacado foram os prejuízos do caráter possessivo. “A pessoa se torna insegura”, alertou Vivi. Para Bete, esse tipo de indivíduo tende a sufocar pessoas da própria família. “Como mães, tendemos a nos tornar possessivas, impondo coisas aos filhos. Mesmo que a intenção seja ajudar, acaba prejudicando, porque sufoca o outro”, acrescentou. O orgulho foi apontado pelas apresentadoras como a pior das características: “Esse tipo de pessoa tem sua opinião, não aceita conselhos e não enxerga os próprios defeitos.” Ao final do programa, ainda deixaram uma reflexão: “Quando analisamos as consequências dos atos, tomamos atitudes corretas.”

domingo, 9 de agosto de 2009

PAPÉIS INVERTIDOS



Papéis invertidos
Por Andrea Dip andrea.dip@folhauniversal.com.br Neste Dia dos Pais, reunimos histórias de filhos que assumiram a responsabilidade de cuidar daquele que um dia cuidou deles O caminho do portão principal até a casinha de paredes verdes é curto. O que atrapalha é a chuva fina que cai. Temos de desviar de algumas poças para, finalmente, alcançarmos a porta de vidro, que dona Alba abre com cuidado. “Pai?”, ela chama o senhor que está deitado em uma cadeira no meio da sala, iluminada apenas pela claridade cinza do dia. “Hum”, resmunga seu Eurípedes, e dá as costas – direito adquirido com os quase 100 anos que completará em novembro. “Sabe, você foi um pai maravilhoso para mim”, insiste Alba, tentando ganhar a atenção dele. “Mais ou menos”, responde ele. “Lembro-me de quando eu fingia dormir só para o senhor me levar para a cama. O que mais me faz falta são suas histórias, suas poesias. Agora sou eu que tenho que te contar”, lembra Alba. Eurípedes Corrêa da Silva, funcionário público aposentado, antes de o mal de Alzheimer chegar, há 7 anos, escrevia poemas que a filha se orgulha em mostrar: “Lá naquele rancho triste/ de buracos todo cheio/ já caindo de velhinho/ mesmo a lua não resiste/ quando vem, do céu, a meio/ espiar um tal cantinho.” Por causa da idade, e também pela doença que “derreteu sua memória”, como costuma dizer, ele não anda mais e precisa de ajuda para comer, tomar banho, ir ao banheiro. Precisa da atenção integral da filha, que, junto com uma cuidadora, olha o pai com a atenção e carinho com a qual ele cuidou dela um dia. “É uma criança”, diz Alba, de 62 anos, que se dedica ao pai, mesmo tendo o marido também com Alzheimer, duas filhas e um neto. “A diferença é que é uma criança que já vi bem, andando, falando, e que sempre admirei”, pontua.A figura do pai, na maioria dos casos, é assim: digna de admiração. Muitas vezes, nosso maior herói é ele, que nos ensina coisas, nos educa, dá amor e segurança. Mas o que acontece quando, por motivos diversos, os papéis se invertem e o pai vira praticamente filho de seus filhos? Para a neuropsicóloga, especializada em gerontologia, Maria Rosa Plubins, tudo depende do tipo da relação construída: “Se foram pais afetivos, presentes e admirados, isso refletirá na hora em que precisarem de cuidados. Pais afetuosos geram filhos afetuosos.” Maria Rosa explica que a gratidão é um forte motivo na hora de amparar o pai. É o caso de Lívia Militão, de 29 anos, que mora e toma conta do “teimoso” seu João. “Ele resistia às minhas opiniões no começo. Eu tenho que usar de muita psicologia para convencê-lo sobre questões da vida, como a venda da casa, situações profissionais, dívidas. Sou mais um arrimo nas questões práticas do dia a dia”, conta a filha. “Ele caiu num golpe, que gerou uma dívida enorme. Se eu não for com ele ao advogado, ele deixa o processo acabar e perde tudo.” Sob o olhar atento e desconfiado do pai, Lívia dá a deixa: “Também preciso marcar médico e dar um jeito de ir com ele, senão ele falta ou mente para o médico.” Para a psicóloga Luciana Zeni, é a partir dos modelos que se tem em casa que a criança forma a personalidade. “Quanto menor a criança, maior o reflexo da família e do ambiente em que ela vive. Por isso, precisa de modelos. Um pai cuidador, uma figura masculina mais próxima está ligada ao seguimento de regras.” O motorista Claudinei Batista, de 36 anos, não precisou esperar ver os filhos crescerem para ter carinho e cuidado retribuídos. Há 4 anos, sua mulher e mãe das crianças o deixou, no dia em que Israel, o filho menor, completaria 5 anos. “Fiquei arrasado, transtornado”, lembra. “Ficamos só nos três. Foi quando a Larissa, então com 6 anos, vendo meu desespero, me disse: ‘pai, a mãe foi embora mas eu vou cuidar do senhor’”, lembra. E cuidou mesmo. A pequena tentava fazer as tarefas da casa para que o pai não precisasse lavar louça e varrer a casa quando chegasse cansado do trabalho. “Eu tinha que mandá-la parar, porque queria fazer coisas pesadas para a idade dela”, conta. Os olhos da menina, hoje com 10 anos, brilham quando fala do amor pelo pai: “Eu o amo muito, a coisa que mais gosto é quando ele me chama de princesa. Minha mãe foi embora, mas eu vou ajudar ele para sempre.” Claudinei, que chegou a deixar o trabalho e viver de bicos para poder cuidar dos filhos, se emociona quando lembra que foram os dois que deram forças para ele continuar a lutar: “É engraçado. Eu pensei que, por serem crianças, eu seria mais forte. Mas foram eles que foram fortes e me deram força. Quem é o pai e quem são os filhos?”, diz e abre um sorriso largo cheio de orgulho.

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