Despreparados e totalmente fora de controle, pais cometem atrocidades que vão desde queimar a mão de uma criança por desobediência até dar cocaína a um bebê
Uma mulher foi presa no Rio de Janeiro suspeita de ter queimado as mãos do próprio filho, um garoto de 9 anos, com uma colher. A mãe, que teria esquentado o talher no fogão, agrediu o menino por ele ter retirado dinheiro da carteira dela, sem autorização. O caso é o reflexo da punição por violência – aquela que extrapola os limites do castigo, vira agressão e pode levar à morte.
"A agressão possui uma simbologia. A mão que furta é a mão que será queimada. Ela pode ter feito isso com o intuito de corrigir um erro do filho. Mas, seja qual for o motivo, essa criança teve seu direito violado", completa o psicólogo. Ainda de acordo com o especialista, situações de desespero podem levar um pai ou uma mãe a cometer agressões desse nível. "O que não é tolerável", reforça.
Este não foi o único caso de pais que agrediram filhos que ganhou repercussão na mídia recentemente. Em abril, um pai agrediu a filha, também de 9 anos, na cidade de Campo Grande (MS), porque a criança teria arranhado a geladeira da casa. O pai e a madrasta da menina foram indiciados por lesão corporal dolosa (quando há a intenção de machucar).
Já no Brasil, uma criança de apenas 2 anos foi internada em Anápolis (GO), na semana passada, com overdose de cocaína. O suspeito dessa crueldade – ter dado a droga – é o padrasto, que está foragido. A menina foi hospitalizada com crises convulsivas, em estado grave.
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