quarta-feira, 4 de janeiro de 2023

Orgulho

  Não se deixe aprisionar pela soberba



Cuidado para não se tornar vítima do próprio orgulho

Olhar por cima do ombro, empinar o nariz, cruzar os braços e fingir que está ouvindo. A altivez e a arrogância de uma pessoa com essas atitudes não devem ser confundidas com brio e dignidade. Pelo contrário, segundo a psicóloga e consultora organizacional Meiry Kamia, uma pessoa que demonstra um sentimento de superioridade sobre os outros é soberba.
O soberbo gosta de vangloriar-se com as conquistas, porém, para as derrotas sempre aponta um culpado. A altivez das suas atitudes, que pressupõe segurança no que faz, é na verdade um mecanismo de defesa que apenas confirma o quanto é inseguro em relação às suas tomadas de decisão. Para a psicóloga, a soberba é uma máscara da baixa autoestima. A pessoa precisa compensar a falta de segurança em si, se autoafirmar o tempo todo, até mesmo destratar e desprezar o outro.
“É como se a pessoa tivesse que lembrar a si mesma o quanto ela é importante e especial. Esse funcionamento psicológico tem início, muitas vezes, na infância, com alguma experiência negativa e traumática, em que se sentiu menos importante. Para não ter que sentir essa sensação de rejeição novamente, ela valoriza a si mesma. Como num ciclo vicioso, para se defender da sensação de insegurança, ela precisa depreciar o outro, para mostrar a si mesma que, de alguma forma, que é especial”, constata Meiry.
Agindo dessa maneira, como se fosse o centro do universo, e acreditando que suas opiniões são mais importantes do que as das outras pessoas, o soberbo corre o risco de não enxergar o óbvio, não aceitar ajuda, não agir mais naturalmente e desgastar suas relações de amizade, profissionais e familiares. Essas atitudes o prejudicam, na medida em que não o permitem viver bem e feliz.
“Na verdade, a soberba é uma prisão psicológica em que se gasta muita energia para manter a ilusão de perfeição para si e para os outros. Pessoas soberbas normalmente são exigentes demais consigo mesmas e, consequentemente, com os outros. Não perdoam as falhas. Então, conviver com elas é cansativo e chato. O soberbo é incapaz de elogiar, pois, reconhecer o talento do outro significa uma ameaça para si mesmo, pelo medo de não ser suficientemente bom”, aponta Meiry.
Amigo do soberbo
Se a necessidade de estar com a razão é o que mais prejudica o soberbo, por outro lado também é muito difícil ser amigo, familiar ou colega de trabalho dele e lidar com uma pessoa que acha que somente as suas ideias são boas. De acordo com a psicóloga, é preciso separar o que é um problema só do soberbo, pois quando ele atinge ou magoa alguém, não é porque tem problemas específicos com aquela pessoa, mas porque trata todos do mesmo jeito.
Você deve aceitá-lo como ele é e incentivá-lo a querer mudar. Só ele poderá realizar a própria transformação. “As pessoas só mudam quando elas mesmas decidem, e é preciso que tenhamos paciência para respeitar o tempo de cada pessoa. Inteligente é a pessoa que consegue compreender como cada ser humano funciona e aprende a lidar com cada um delas, da forma como cada pessoa se apresenta, com todas as suas qualidades e deficiências”, afirma a psicóloga.
A melhor maneira de ajudar, é mostrar que você não está ali para competir com o soberbo, mas para fazer o melhor que puder por ele, pela família, pela manutenção da amizade ou pelo trabalho na empresa. Isso, de forma objetiva, sem sentimento de superioridade ou inferioridade, ou como uma corrida para ver quem chega mais rápido ou com mais status ao pódio.
“Com o tempo, a pessoa perceberá que você é alguém confiável, que não está lá para desmascarar a fraqueza dela. Essa confiança, desenvolvida por sua paciência e compreensão, poderá ajudar essa pessoa a não mais competir com você, e sim se relacionar com você.”
Não caia na armadilha
Mas cuidado para você mesmo que está tentando ajudar o seu amigo ou parente não cair na armadilha do orgulho exacerbado. Ainda segundo Meiry, a tendência natural das pessoas é julgar e querer mudar as outras pessoas. Entretanto, isso também não deixa de ser um tipo de soberba. “Ocorre quando nós achamos que somos melhores que os outros, e que se alguém tem que mudar, esse alguém é o outro. Todavia, tomamos o lugar do soberbo a partir do momento em que julgamos que quem é o problemático é o outro. É preciso muito cuidado para não sermos vítimas do nosso próprio orgulho.”





Próximo do Templo de Salomão, a UNIVERSAL ofereceu um grande almoço para as famílias dos internos da Fundação CASA.

O Grupo de voluntários da UNIVERSAL que realizam um importante projeto dentro das unidades da Fundação CASA no estado de São Paulo,oferecem um grande almoço próximo ao Templo de Salomão para as famílias dos internos.

Neste último domingo aconteceu este evento.A primeira tecladista e cantora da UNIVERSAL Cristina Miranda alegra os presentes com canções alegrando a todos.




O Pastor Geraldo Vilhena (Coordenador de evangelização em unidades da Fundação CASA de São Paulo.) inicia o evento ressaltando que os jovens internos são vítimas de legiões de espíritos malignos, que os leva para as drogas e a criminalidade em geral.Mas quando eles se libertam destes espíritos através da fé,voltam ser pessoas idôneas para sociedade.



Como aconteceu com o palestrante Amauri que fala de suas experiências no mundo do crime e drogas.Começou aos 11 anos de idade no contrabando de armas e munição, depois foi gerente de boca no trafico.Chegou a bater em seu próprio Pai ,era agressivo quando estava sob efeito das drogas.Mas sua mãe nunca desistiu de lutar pela sua recuperação.Ela já buscava em oração e propósitos na igreja e DEUS honrou sua fé , até que um dia cansado daquela vida resolveu sair entregando todas as armas e munição no altar da DEUS.Comenta que levou sete meses para se libertar totalmente da vontade das drogas.Hoje passados 19 anos que esta liberto ,e tem uma vida e família abençoada.



Como também a Sr Ana Campos que era alcoólatra


Nelson viciado em varias drogas


Walter também cheio de vícios


Laudilino ex- assassino


Senhora Marcia era cheia de magua, orgulho


Após as palestras o pastor Geraldo Vilhena junto com os voluntários realizam oração da fé para arrancar o mal de todas as famílias .




Veja nesta foto mostra pessoas se libertando dos espíritos malignos





Após esta libertação foi servido delicioso almoço para famílias .Almoço este com muita variedade de pratos sobremesas,algodão doce e sorvetes , tudo preparado com muito carinho pelas voluntárias.





Algodão doce feito na hora.




domingo, 18 de dezembro de 2022

Natal

 NATAL



O ano, mais uma vez, vai chegando ao fim. E é exatamente nesta época que o Espírito de Natal começar a se manifestar, a ser despertado em praticamente toda a civilização ocidental. Tivemos outros onze meses para que fôssemos tomados pelos mais sinceros sentimentos de fraternidades, mas, como bons brasileiros que somos, deixamos isso para a última hora também: os últimos dez ou quinze dias do ano!
Tomados pelo sentimentalismo exacerbado que a data traz, sentimo-nos, agora, mais amoroso, mais ternos, mais propensos à caridade. O menino de rua abandonado, que foi desprezado durante os outros onze meses, nesta ocasião é visto sob o olhar da piedade, e pode até ganhar um presentinho. O lixeiro, o varredor de ruas, a moça da padaria, o colega de trabalho, o irmão na fé, a família, todos ganham sorrisos e votos de FELIZ NATAL.
Mas o Natal passa, e leva consigo o tal espírito de Natal, e as pessoas voltam a se zangar, a sorrir menos e a se preocupar mais; a perdoar menos e não levar desaforo para casa; o menino de rua, o lixeira, a varredora, a moça da padaria, o colega, o irmão, a família passam despercebidos por nós, como sempre aconteceu. Ninguém tem mais tempo para eles. Comiseráveis sentimentos, só no próximo dezembro.

Por isso tudo, para muitos o Natal é uma festa injusta, em que milhares de pessoas se reúnem para promoção da hipocrisia das promessas humanas, afinal, quantos de nós estendemos esse sentimentalismo com relação ao próximo para os outros meses do ano? O Natal, ao contrário daquilo que acreditamos, não é uma festa momentânea. É quase um modo de viver, baseado nos princípios do cristianismo, que é atemporal, e não sazonal, como fizemos com o tal do espírito natalino.
Os que vivem o Natal são poucos; aqueles que apenas o comemoram, inúmeros. Mesmo assim, uma coisa é certa: o Natal age feito um gatilho. Ele não cria sentimentos poderosos. Ele apenas desperta aquilo que já existe dentro de cada um de nós...

terça-feira, 27 de setembro de 2022

O PRIMEIRO GOLPE POLÍTICO-MILITAR NO BRASIL E O FIM DO PERÍODO IMPERIAL

  O PRIMEIRO GOLPE POLÍTICO-MILITAR NO BRASIL E O FIM DO PERÍODO IMPERIAL


 

 

O PRIMEIRO GOLPE POLÍTICO-MILITAR NO BRASIL E O FIM DO PERÍODO IMPERIAL
Dentre os diversos acontecimentos que marcam a história do Brasil, sempre temos aqueles que se sobressaem em importância para os fatos que se sucedem. A queda da monarquia brasileira e a proclamação da república, certamente, foram alguns desses acontecimentos históricos do nosso país. Nas linhas abaixo, veremos que uma série de crises e transformações geopolíticas contribuíram para o desfeche já conhecido: o fim do Império do Brasil e início da república em 1889.
A proclamação da república se deu após a influência de uma série de eventos externos, sendo três deles de suma importância para questões ideológicas e para o enfraquecimento de monarquias absolutistas na Europa: A Revolução Gloriosa (1688), a Revolução Americana (1776) e a Revolução Francesa (1789).
Estes três eventos históricos e geográficos deram origem a um período crítico para as monarquias e governos absolutistas, uma vez que traziam a tona diversos debates sobre liberdades individuais, liberalismo e modelos ideais de cunho democrático, progressista e republicano era a tônica naquele momento histórico.
Como se sabe, o fator ideológico e as influências externas de revoluções e reformas liberais não foram o único motivo que levaram à derrubada o Império do Brasil. Em 1864, o papa Pio IX determinou a excomunhão de todos os católicos maçons com o intuito de conter o crescimento da instituição que ganhava cada vez mais influência e poder econômico naquele período.
O problema era que Dom Pedro II tinha envolvimento próximo com a maçonaria e, embora o mesmo não fosse um maçom, escolhia diversos membros da mesma para ocupar cargos de confiança em seu governo. Por esse motivo, o Imperador não reconheceu a ordem papal. Mesmo assim, os bispos que residiam em território brasileiro suspenderam os fiéis que tinham laços com a irmandade maçônica.
Como resultado, os bispos foram acusados de desobediência e presos. Os religiosos em tela, igualmente, foram obrigados a trabalhar de modo forçado entre 1872 e 1873, recebendo anistia somente em 1875. No entanto, esse fato fez com que uma grande parte da população protestasse contra a atitude considerada autoritária por parte do imperador. A própria igreja católica considerou o ato como o início de uma crise entre a instituição e o Estado.
Nesse momento, o Império já contava com ideologias anti-monarquia crescentes com influências iluministas. Para piorar, a igreja se afastou do governo e passou a criticar a autoridade monárquica. Por fim, uma nova classe se voltara contra Dom Pedro II: a elite burguesa brasileira. O motivo era complexo: o fim da escravidão que o imperador pretendia implementar.
A questão escravocrata era um problema, uma vez que a economia brasileira até então foi formada e moldada com a sombra da mão de obra forçada. No entanto, com os países europeus abolindo a escravatura, o Brasil passa a sofrer pressão - principalmente dos ingleses - que defendiam o fim da escravidão no mundo na totalidade com o intuito de implementar a mão de obra remunerada. Isso se deve ao fato da industrialização desses países, que passa diretamente pela transformação de operários em mão de obra assalariada - e tendo o Brasil como parceiro econômico - exigir o fim desse flagelo humano.
Aos poucos, o imperador foi implantando leis com o intuito de acabar com a escravidão no Brasil, fato que gerou revolta na alta burguesia que usava de tal artifício para não ter custos com o trabalho e assim conseguir acumular mais riquezas e terras. Estava aberta então a terceira via do processo de derrubada do império. A burguesia não queria adequar suas empresas, comércios e indústrias para mão de obra remunerada. Assim como é hoje, naquele período, os indivíduos mais ricos eram sempre ouvidos e influenciavam bastante na vida pública.
Para finalizar, o marco que decretou o fim do império e a queda de Dom Pedro II foi o embate entre ele e o exército. A fim de equalizar as contas do Império do Brasil, foi instaurado em 1883 um projeto de lei que obrigava os militares a contribuir com um sistema de previdência. Até então os mesmos não tinham esse desconto em suas folhas. O motivo era plausível: a economia estava fragilizada após a Guerra do Paraguai (1864-1870) que tinha gerado gastos exorbitantes para o Brasil. Ao mesmo tempo, os empreendedores estavam gerando menos lucros devido ao uso de mão de obra assalariada, que significava um gasto a mais com empregadores.
A reforma econômica era necessária, mas o exército não aceitou a decisão gerando uma série de embates entre às duas instituições com boicotes, revoltas e desobediência por parte dos militares. Com isso, a crise do Império se agravava e o movimento republicano se fortalecia.
Em 1889, o visconde de Ouro Preto foi nomeado chefe do gabinete ministerial, sendo crítico aos monarquistas e também aos militares. Esse fato gerou uma oportunidade de ouro para os republicanos, que tentaram unir-se momentaneamente ao Marechal Deodoro da Fonseca para a tentativa de um golpe republicano.
No dia 14 de novembro de 1889, os republicanos circularam noticias que o Visconde de Ouro Preto tinha decretado a prisão de Deodoro e outras lideranças republicanas, gerando grande revolta política que ocasionou em uma grande movimentação de republicanos, liberais e militares no dia 15 de novembro a fim de depor o Imperador que, encurralado, não teve escolha. Assim, no mesmo dia, foi decretado o fim do império e proclamado o início de uma nova era: a república do Brasil seguida de uma nova Constituição promulgada em 1891.
FONTE: Estudos Históricos
Texto revisado por Marcio Luis Fernandes

segunda-feira, 26 de setembro de 2022

Os bigodes nas mulheres

   Os bigodes nas mulheres



    Na Pérsia do século 19, os bigodes nas mulheres eram um símbolo de beleza. Princesa Fatemeh Khanum "Esmat al-Dowleh" era a princesa da Pérsia. Ela era filha do rei Nasir al Din Shah Qajar, com uma de suas esposas Taj al Dowleh. Seu pai governou a Pérsia, atual Irã, de 1848 a 1896.

Considerada um ícone e beleza da sua época.
Há histórias que contam que a princesa teria rejeitado 145 pretendentes, sendo que 13 deles se mataram por conta disso, no entanto não há nenhum registro histórico que afirme tal fato.
Há quem não acredite, porém, o fato narrado é verdadeiro. Esse era o padrão de beleza da época.

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