sábado, 13 de outubro de 2012

Fundação Casa de Franco da Rocha UI-21. Recebe o BLOCO DE AJUDA AOS DEPENDENTES QUÍMICOS.


                     Em clima de muita alegria Voluntários da Igreja Universal do Reino de Deus estiveram presentes, neste último sábado na Fundação Casa Franco da Rocha. Fazendo a diferença e  levando alegria e vida, em mais um evento com várias atividades para os internos, seus familiares e funcionários. para dar início ao evento esteve presente Pastor Geraldo Vilhena Coordenador Estadual de Evangelização, nas unidades da Fundação Casa de São Paulo, orou por todos os adolescentes e famílias presentes, e deu uma palavra sobre salvação, falou da importância do novo nascimento, e de ter um encontro com Deus.



 em seguida chamou  Amauri e Robson (BLOCO DE AJUDA AOS DEPENDENTES QUÍMICOS) que relataram as experiências que tiveram com as drogas, crimes, facções e o momento que perceberam que nada daquilo preenchia o vazio que tinham, o risco que corriam, que precisavam de uma dose mais forte para mudar aquela situação. Neste momento os internos e familiares ficaram atentos pois queriam saber o segredo da mudança. Foi aí que Amauri e Robson tiveram a oportunidade de conhecer o Sr. Jesus e tudo se tornou novo, o passado não existe mais (somente é lembrado para servir de testemunho de transformação de vida). Hoje estão abençoados na vida financeira, família e em todos os sentidos.





Dando segmento ao evento, O coral da Fundação Casa, fizeram , uma linda apresentação musical, e na oportunidade, presentearam o Pastor Geraldo Vilhena, com uma linda toalha de mão feita por eles mesmos.
 E para a alegria dos meninos, foi servido muito bolo e refrigerante. os funcionários agradeceram a presença da IURD , pois em cada evento realizado mostra-se uma diferença no comportamento dos adolescentes.












 No final Robson de Freitas fez uma oração para todos os internos e famílias.



Uma mentira causa ódio no coração.




0 desgaste do divórcio pode ser agravado por uma síndrome na qual um dos pais faz de tudo para que os filhos sintam repulsa pelo ex-companheiro. E as consequências para as crianças são devastadoras A jornalista Karla Mendes tinha apenas 2 anos quando os pais se separaram. Não ficou nenhuma foto que pudesse relembrá-la os bons momentos que viveram enquanto moraram todos juntos. Restava a ela e à irmã mais nova as histórias contadas pela mãe, que dizia que haviam sido abandonadas pelo pai, que jamais quisera saber notícias delas. Aos 8 anos, contudo, Karla foi surpreendida com uma tentativa de reaproximação do pai. “Depois da visita que ele fez, minha mãe nos disse que ele viria nos buscar para jantar no dia seguinte.” De banho tomado, as duas ficaram esperando durante horas a chegada dele, que não apareceu. Ao longo da infância e da adolescência, a figura do pai permaneceu manchada pelo ressentimento. A verdade sobre aquela noite só viria aos 19 anos, com um telefonema dele. Karla descobriu que o desencontro havia sido armado pela mãe, assim como em inúmeras outras vezes. “Ao mesmo tempo em que nos disse que sairíamos para comer fora com meu pai, minha mãe combinou com ele de nos levar à praia. Mas quando ele veio nos buscar, ela se colocou à frente e inventou uma desculpa de que não queríamos ir de jeito algum.” Para Karla, o contato por telefone com o pai foi a revelação de que tudo aquilo que havia pensado sobre ele era uma mentira criada pela mãe. “Fiquei transtornada. A sensação era de, até então, ter vivido uma mentira”, relembra. Karla deixou de falar com a mãe quando descobriu que ela estava fazendo o mesmo com os dois outros filhos do segundo casamento. O drama vivido pela jornalista é tão comum quanto a própria separação de casais. Não são raras as histórias em que, após o fim do relacionamento, pais lançam mão de todos os artifícios para anular a presença dos ex-cônjuges na vida dos filhos. O que poucos sabem é que esta prática tem nome: síndrome de alienação parental (SAP). O termo foi criado em 1985 pelo psicólogo norte-americano Richard Gardner e, nos últimos 3 anos, passou a ser mais utilizado nos tribunais de justiça como argumento para alterar acordos de guarda e visita. No Congresso Nacional, o tema começou a ser discutido com o projeto de lei 4.053/2008, que está em processo de votação na Câmara e que estabelece punições para os pais alienadores, como multas, suspensão do poder familiar e inversão de guarda. A síndrome consiste em programar o comportamento dos filhos para que eles, após a separação, odeiem e rejeitem a figura do outro genitor. “A SAP pode ser feita com ações simples como dificultar a visita do ex-cônjuge aos filhos, negar informações, assumir um discurso de vítima para que os filhos não queiram ver o pai, além de denegrir a imagem dele e contar mentiras”, diz a psicóloga e advogada Alexandra Ullmann. Muitos usam até mesmo falsas acusações de violência e abuso sexual para afastar o filho do ex-cônjuge. De acordo com a presidente da Associação de Pais e Mães Separados, Cristiane Stellato, no Brasil, 32% dessas acusações em casos de disputa pela guarda dos filhos são falsas. “A invenção de um abuso sexual serve para romper de vez os vínculos afetivos entre a criança e o pai alienado”, comenta índrome de alienação parental, o que se percebe são crianças que foram tão influenciadas pelo discurso contra um dos pais que passam a incorporá-lo como seu. “Quando estão dentro deste processo, elas não veem nada além do que os olhos do alienador podem ver. O que diz este pai é a verdade absoluta que eles não protestam. São crianças sem liberdade para amar”, explica José Manuel Aguilar Cuenca, psicólogo argentino e autor de dois livros sobre o tema. Na maioria dos casos, uma pessoa passa a agir dessa forma porque não aceita o fim do casamento ou por não concordar que o ex-companheiro arrume outro parceiro. “O pai ou a mãe usa o filho como instrumento de vingança”, comenta a psicanalista Tamara Brockhausen. No caso do dentista Alan Minas, as dificuldades no relacionamento com a filha se acentuaram após o nascimento do segundo filho, de outro casamento. Até então, o pai e a garota conviviam bem e se empenhavam nos preparativos para a vinda do bebê. “No dia em que ele nasceu, minha ex-mulher proibiu que minha filha o visse. Algumas semanas depois, ela e o atual marido foram até a delegacia e deram queixa de mim, sob o pretexto absurdo de abuso psicológico”, lembra Alan. Por conta da denúncia, as visitas quinzenais foram suspensas e o contato com a menina ficou cheio de obstáculos. A última vez que a viu, há cerca de 13 meses, foi no corredor do Fórum de Justiça. “Ela estava agressiva e não conseguia me olhar nos olhos. Sinto saudade de uma criança que talvez não exista mais”, lamenta Alan. No País, em 93% dos casos é a mulher quem fica com a guarda dos filhos. Por isso, é mais comum que elas sejam as principais responsáveis por instalarem a SAP na relação do ex-marido com os filhos. Mas com a auxiliar administrativa Tânia Alves, o comportamento estranho do filho começou depois que o marido ganhou a guarda dele. “Ele entra no táxi e não demonstra qualquer afetividade por mim, mas quando dobramos a esquina ele volta a ser o mesmo. A impressão que tenho é de que ele fica receoso em mostrar afeto por mim na frente do meu ex-marido”, relata. Também não foram poucas as vezes em que o garoto, quando visitou a mãe em Porto Alegre, contou que, quando chega na casa do pai, na cidade de Pelotas, tem novamente de tomar banho “para tirar o cheiro daquela gente”, nas palavras ditas pelo filho à Tânia. Estudos mostram que crianças e adolescentes que sofreram com a SAP têm mais chances de sofrer de depressão, de se tornarem usuários de drogas e, em casos mais graves, de cometerem suicídio. “ A síndrome causa consequências drásticas para o desenvolvimento emocional. No futuro, essas crianças poderão ter dificuldades de se relacionar e de estabelecer vínculos de confiança”, pontua Tamara. “Quando a criança percebe que essa mãe ou pai, em que sempre confiou, foi o responsável por implantar falsas memórias, ela se volta contra essa pessoa. É um efeito bumerangue”, completa Alexandra Ullmann. Para os especialistas, há poucas formas de pôr fim a esse processo: conseguir uma intervenção rígida da Justiça, como a inversão de guarda, ou esperar que o filho, em algum momento da vida, passe a questionar o passado e procure estabelecer contato com a mãe ou o pai alienado.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012



Pastor Geraldo Vilhena observa, que está havendo um grande crescimento espiritual e educacional na vida dos internos da Fundação Casa.
E usado como fonte a FOLHA UNIVERSAL.


Esta dinâmica é feita nas Unidades da Fundação Casa, com a orientação dos técnicos da Fundação Casa e Obreiros da IURD do Estado de São Paulo.








quarta-feira, 10 de outubro de 2012

A obsessão (Efeito Pirulito)



A obsessão de celebridades pelo corpo perfeito, muitas vezes, acaba dando o efeito contrário. Muito magras, elas aparentam estar com a cabeça grande demais para o corpo praticamente esquelético. E essa desproporção ganhou até apelido: efeito pirulito. A modelo Victoria Beckham, mulher do jogador de futebol David Beckham, e a atriz Tori Spelling, do seriado norte-americano “90210”, são os maiores exemplos. “A mulher que emagrece excessivamente passa por várias modificações no corpo que não são saudáveis, e essa impressão de estarem com a cabeça maior do que o normal é uma delas”, explica a nutricionista Maria Cecília Corsi. A aparência que dá ideia de desproporção é um alerta. Mulheres com esse aspecto podem estar com graves distúrbios alimentares, como a anorexia. “A doença é preocupante. Esse efeito não pode ser visto como um sinônimo de beleza, mas sim de que existe algo errado com a saúde”, completa a nutricionista. (N.M.)

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Que tipo de fé é essa que promove a desordem social.




Fé e amor parecem ser as palavras mais usadas 
no mundo.
Entretanto, poucas pessoas as têm vivido em 

sua realidade.
A falta de discernimento tem levado muitos a 

sofrer e até perder a vida por elas.
Quando se fala em fé a mente humana logo a 
associa com alguma religião.
Esta é a fé natural, indiferente e apática à ética 

cristã.
Não tem responsabilidades com a disciplina ou 

justiça.
A fé religiosa vive na base da paixão, dos 
sentimentos ou do coração.
Não raciocina, não medita, não avalia, enfim, 

caminha de acordo com as circunstâncias.
Que tipo de fé é essa que promove a desordem 
social?
Na contramão da fé natural, existe a fé 
sobrenatural. Fé associada à obediência.
Obediência às Leis, aos mandamentos ou 
à disciplina do Deus de Abraão.
Fé que envolve compromissos e responsabilidades 
com tudo o que é justo.
É ordeira e envolve sacrifícios pessoais.
Tratando-se de amor também não é diferente.
Tratam-no de forma vulgar, associando-o a 

sentimentos fúteis e vãos.
Por questão de engano ou falta de discernimento, 
as pessoas entregam-se a paixões desenfreadas 
crendo que é amor.
Como a fé natural, assim é esse tipo de amor.
Só presta para desgraçar ainda mais o ser 

humano.
O relacionamento extraconjugal pode ser 
considerado expressão de puro amor?
Que tipo de amor é esse que promove traição, 

ódio e morte?
Só se for o amor satânico.
O princípio do autêntico e puro amor é que ele 
jamais acaba.
Vai muito além de sentimentos ou experiências 

sexuais.
É celestial, como diz o texto sagrado:
“O amor é paciente, é benigno; o amor não 

arde 
em ciúmes, não se orgulha, não é arrogante,
 não
 se conduz inconvenientemente, não procura 
os 
seus interesses, não se exaspera, não se 
ressente 
do mal; não se alegra com a injustiça, mas
 regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo 
crê, 
tudo espera, tudo suporta.
O amor jamais acaba…”
 I Coríntios 13.4-8

domingo, 7 de outubro de 2012

Bati na mulher e ele a consolou



Quatro meses se passaram e Léo está empregado, não ganha muito bem, mas dá para pagar algumas contas. Como ele não está mais cursando a faculdade, temos apenas a mensalidade da minha para pagar.


O nosso casamento está estável, não briguei mais, estou suportando tudo calada, tentando remendar a situação, mas não é mais como antes, não tenho confiança em meu esposo. Todas as vezes que sai, penso que vai se encontrar com alguém.


Fomos ao aniversário de um amigo de faculdade. Passamos a noite de sábado com todos e tudo estava muito agradável, até que novamente veio a desconfiança. Meu esposo conversava muito com a amiga de seu primo, de repente me dei conta de que ele estava sumido. Novamente eu estava sozinha, cuidando de uma “criança”, porque era isso que meu esposo era, uma criança, e eu tinha que estar todo o tempo vigiando para que ele não me traísse ou gastasse nosso dinheiro em besteiras e até em brinquedos!


Encontrei-os sentados na varanda da sala, dando gargalhadas um com o outro, como se fossem íntimos. 


Sabem o que aconteceu?


Eu fiz o maior escândalo da minha vida!


Peguei a menina pelos cabelos e saímos rolando pelo gramado como duas malucas. Que vergonha!


Eu estava ficando louca? Onde estava a menina centrada que queria crescer na vida profissional e ser uma grande jornalista? Sumiu. Não está mais dentro de mim, agora sou uma mulher frustrada que sai rolando com outra mulher por causa do Léo.


A vergonha era tanta que não consegui levantar do chão. Chorei copiosamente, não tive vontade de respirar, queria cair em um buraco e morrer...


Fui levada para casa, Léo ficou para consolar a menina que, coitadinha, apanhou de sua esposa.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

REMÉDIOS CONTROLADOS E ANABOLIZANTES:ESSAS SUBSTÃNCIAS GARANTEM A BELEZA OU PROMOVEM A DESTRUIÇÃO DO CORPO




?De acordo com a Polícia Federal, o tráfico de órgãos humanos é o terceiro mais lucrativo do mundo. Ele perde apenas para o tráfico de drogas e o de armas, respectivamente. Mas apesar do grande valor que essa atividade movimenta ilegalmente, algumas práticas fogem do controle do Estado. É comum, por exemplo, que alguns brasileiros, motivados pela necessidade financeira, vão ao exterior para vender os próprios órgãos. O movimento contrário também existe. Cresce a cada ano o número de estrangeiros que se dirigem ao Brasil para comercializar os órgãos. Embora esse tipo de crime tenha ganhado força nos últimos anos, o Brasil ainda é referência no transplante de órgãos, pois conta com o maior serviço de transplante com financiamento público de todo o mundo. A cada ano são realizadas mais de 19 mil cirurgias, número inferior apenas ao dos Estados Unidos, líder mundial em volume de transplantes. Em 2006, o Brasil realizou mais de 14 mil transplantes de tecidos (córnea, medula óssea, etc.) e aproximadamente 5 mil de órgãos (coração, rins, pulmão, etc.). Apesar dos números animadores, as filas de espera brasileiras ainda são enormes, e muitos pacientes, que não podem aguardar muito tempo, acabam morrendo antes de serem atendidos. Atualmente, estima-se que quase 40 mil pacientes estejam à espera de um rim; mais de 7 mil de um fígado; mais de 330 aguardam um coração, e cerca de 30 mil estão na fila para transplante de córnea. Segundo médicos especialistas, hoje, o maior fator limitante ao aumento de número de transplantes é a escassez de doadores de órgãos. Outra dificuldade pode estar relacionada ao acesso às equipes transplantadoras, distribuídas de maneira heterogênea pelo País. A falta de investimentos em campanhas eficazes que incentivem as pessoas a ser tornarem doadoras também é um agravante, além do medo do tráfico, que é um intimidador potencial, apesar do misticismo que existe em torno desse tipo de comércio. “O transplante de órgãos com doador falecido é totalmente controlado pelo Estado, sendo que as equipes de captação e de transplante são previamente cadastradas pelo Ministério da Saúde, tornando o processo seguro e transparente. Essa história de tráfico de órgãos humanos é a mais nova lenda urbana”, enfatizam os especialistas. Em contrapartida, a discussão em torno de pessoas que aparecem mortas sem os principais órgãos é tema frequente na Câmara. Em 2007, uma índia brasileira de 20 anos foi encontrada morta com o abdômen costurado de forma grosseira e sem alguns de seus órgãos vitais. Mesmo diante de evidências concretas, os especialistas em transplante protestaram. “Podem ser rituais satânicos, podem ser problemas entre comunidades indígenas. Tráfico de órgãos humanos é um mito. Se essa bobeira fosse deixada de lado, certamente muitas pessoas seriam salvas”.

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