terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

IURD uma Palavra pode mudar a sua vida.


Infância de vícios, revolta e abuso sexual

Alanna teve um lar desestruturado e enfrentou momentos difíceis em sua vida, mas reverteu a situação

A infância de Alanna Lucila Vaz, de 31 anos, foi bastante triste. Aos 5, ela sofreu abuso sexual por parte do padrasto. Aos 9, essas práticas foram descobertas pelo irmão, mas ao invés de protegê-la sua mãe a agrediu violentamente, acreditando ser mentira.


Os abusos continuaram por anos e Alanna teve que conviver com a violência dentro de casa, vendo o padrasto agredir sua mãe diariamente. Esse sofrimento só teve fim quando ambos se separaram. Revoltada, ela se tornou usuária de drogas e bebida aos 13 anos. Com 15, Alanna e a mãe já comercializavam drogas juntas. Para manter o vício, a jovem passou a se prostituir.


Aos 17, ela conheceu um rapaz com quem se casou na esperança de mudar de vida. Conseguiu se afastar dos vícios, porém viveu 10 anos em um casamento conturbado. "Trabalhávamos durante o dia e nos drogávamos à noite. E assim foi durante 3 anos, sem dormir", diz Alanna.


Ela decidiu se separar, mas o marido não aceitava o divórcio e passou a ameaçá-la. "Quando me separei, ele voltou a me incomodar, dizendo que já tinha escolhido até o terreno onde me enterraria", relata.


Na semana em que foi jurada de morte, a jovem decidiu ir à Igreja Universal buscar ajuda. "Eu cheguei à IURD pedindo socorro a Deus, pois não aguentava mais sofrer", conta.


Ao participar da Corrente de Libertação, ela alcançou uma grande transformação em sua vida. Há 2 anos na IURD, Alanna foi liberta dos vícios e de toda a mágoa e rancor que tinha da família. "Na Igreja, conheci a verdadeira alegria: a que vem do Espírito Santo", testemunha.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

A mente de um psicopata


Eles agridem, torturam e matam sem arrependimento. Com total falta de compaixão por outras pessoas, o remorso é um sentimento que não existe em suas vidas. São considerados assassinos sem perdão, até porque nunca carregam o peso da culpa, matam por matar. A frieza presente nos atos de violência que cometem, normalmente, se reflete no momento em que são encontrados pelas autoridades. Foi o que ocorreu quando policiais prenderam Adelson Aparecido Thomaz, conhecido como "Paraná", acusado de matar friamente, após rápida discussão, um policial militar e deixar outro paraplégico em frente a uma casa noturna no centro de São Paulo, em 21 de novembro do ano passado. Descrito pelos agentes que o capturaram no último dia 27 como uma pessoa sem nenhum tipo de valor moral e incapaz de se sentir arrependido pela brutalidade do crime, "Paraná" pode ser mais um exemplo de indivíduo psicopata, portador do transtorno de personalidade antissocial.

Um experiente investigador da Equipe de Homicídios da Corregedoria da Polícia Militar de São Paulo ficou impressionado com a frieza e a falta de culpa do acusado ao falar sobre o crime. "Pelo que conversamos, ele não está arrependido da morte. Só se arrepende de ter atirado em dois policiais porque isso deixou a situação dele mais complicada. Só por isso. Mas não se arrepende de ter matado", relata. Segundo o investigador, a falta de reação ao ser surpreendido pela polícia também comprova a frieza do acusado. "Quando entramos na casa onde estava escondido, ele já deitou no chão. Não esboçou reação, não falou nada. Simplesmente deitou no chão. Isso não é comum. Normalmente quando prendemos alguém, essa pessoa fala alguma coisa, se justifica ou até tenta fugir. Ele não se mexeu", lembra.


Apesar de ser cedo para dizer que "Paraná" é psicopata, o psiquiatra forense José Taborda, membro da Associação Brasileira de Psiquiatria, diz que o sentimento de arrependimento de um indivíduo que comete um crime está diretamente ligado à estrutura de caráter dele: "Essa frieza e a falta de remorso geralmente aparecem em pessoas que fazem parte do grupo dos psicopatas". Segundo ele, não há um perfil fixo dessas pessoas. "Há vários tipos, uns mais sádicos, outros que cometem crimes do colarinho branco. Mas a postura em comum é que eles não se importam com os outros. Tudo gira em torno do seu próprio umbigo", destaca.

Por essas e outras características, o psiquiatra forense Fernando César destaca que a maioria dos serial killers (assassinos em série) apresenta esse transtorno. "Essas pessoas não se importam com o sofrimento que trazem às vítimas ou às suas famílias. Por isso, é muito difícil negarmos que quase todo serial killer é psicopata, mas nem todo psicopata vira um assassino", explica. Um estudo do Instituto de Neurociência Cognitiva dos Estados Unidos comprovou que psicopatas têm dificuldade em nomear expressões de tristeza, medo e reprovação em imagens de rostos humanos. É como se eles não conseguissem sentir e ver esses tipos de sentimentos.

César afirma que a motivação do serial killer é o encanto de matar, comumente aliado ao prazer sexual. "Frequentemente, antes ou após o homicídio, o serial killer pratica sexo com a vítima. Matar o excita. Mas há os que matam sem violentar. Em todos os casos, o que há de comum é o prazer em matar", diz. O grande ponto de consenso entre os especialistas é a crueldade. Esse tipo de comportamento, presente na maioria dos casos famosos de serial killers, é que aponta para a psicopatia. "As pessoas comuns, quando cometem alguma brutalidade, se arrependem, pois conseguem se colocar no lugar do outro. Ou até mesmo porque têm freios morais ou religiosos, sabem que o que fizeram ‘não foi certo’. O psicopata não. Ele não liga para a moral ou o inferno. Para ele, isto são só palavras que não existem em seu dicionário", completa.


Um dos casos de assassinos em série de maior repercussão no Brasil foi o de Francisco de Assis Pereira, chamado de "Maníaco do Parque", que estuprou, torturou e matou pelo menos seis mulheres e atacou outras nove em 1998. Ele atacava suas vítimas no Parque do Estado, a zona sul de São Paulo. Para atrair as mulheres, dizia ser um caça-talentos de uma agência de modelos e as convencia a subir em sua moto para uma sessão de fotos com tema ecológico. No parque, as estuprava com violência e as estrangulava com uma corda. Foi condenado a 270 anos de prisão.



O psicopata age sem muitos motivos. Sua versão da história "não cola", apesar de ele até inventar alguma explicação. Segundo o especialista, ele comete crimes "por pouca coisa" ou mesmo sem razão. Francisco das Chagas Rodrigues de Brito é outro exemplo brasileiro do ponto a que pode chegar uma pessoa assim. Brito é acusado de matar 30 meninos no Maranhão e dois no Pará, entre 1991 e 2003. O caso ficou conhecido como o dos "meninos emasculados", porque o criminoso extirpava os órgãos sexuais dos jovens. Até agora, Brito foi condenado a 237 anos de prisão.

Ré confessa, Suzane von Richtofen é outro caso de psicopata que se livra de quem coloca obstáculos em sua vida. Ela foi declarada cúmplice do assassinato dos próprios pais, Marisia e Manfred, cometido a golpes de barras de ferro em 2002. O casal era contra seu namoro com Daniel Cravinhos, outro envolvido no crime. Enquanto ele e seu irmão Cristian matavam os pais dela no quarto, numa casa de luxo da zona sul de São Paulo, Suzane os esperava na sala. Foi sentenciada a 39 anos de prisão. Quando indagados sobre a chance de ressocialização desses psicopatas assassinos, os especialistas são taxativos: não há.


Psicopatas que não gostam de sangue

A maior parte dos psicopata

s – ao contrário do que se imagina – vive aparentemente muito bem em sociedade, é educado e simpático. Muito além daquela imagem de assassino sanguinário, a maioria dos portadores desse transtorno nunca vai matar ni

nguém. Isso não quer dizer que não vão manipular ou mentir. Muito pelo contrário, eles se tornam estelionatários, falsários, chefes autoritários e até mesmo políticos de grande carisma e pouco moral. De acordo co

m estudo feito por uma equipe de psiquiatras norte-americanos, 3,9% dos profissionais que ocupam cargos altos em empresas apresentam traços psicopatas. Isso significa que ele pode ser seu vizinho, seu irmão ou seu melho

r amigo.


O caso de Marcelo Nascimento da Rocha (foto ao lado), que fingiu ser Henrique Constantino, her

deiro da companhia aérea Gol e até chegou a dar entrevistas ao vivo se passando pelo personagem, é um exemplo desse tipo de psicopata. Durante toda a vida, Rocha assumiu 16 identidades falsas e conseguiu ter sucesso nos golpes aplicados usando a maioria delas. O picareta mais célebre do país inspirou o

livro e filme "Vips - Histórias Reais de um Mentiroso", da escritora Mariana Caltabiano, onde ele relata todas as fantasias e golpes que aplicou. Hoje o falsário cumpre pena por estelionato.



sábado, 11 de fevereiro de 2012

Reação e coração.



Eu simplesmente amei a minissérie Rei Davi! Aquela parte em que Davi está chegando à presença do profeta Samuel e sendo escolhido em meio a todos os seus irmãos foi a que mais me impressionou. Hoje, li isso na Bíblia; uma cena de dar arrepio! (leia 1 Samuel 16.11-13)


Deus fez questão de escolher Davi no meio de seus irmãos. E, para ficar bem provado que tipo de coração seus irmãos tinham, a reação de um deles, o mais velho, ao ver Davi se revoltar contra as ameaças de Golias, diz tudo (leia 1 Samuel 17.28). Em vez de Eliabe ficar feliz por seu irmão, dá para ver claramente que havia um rancor contra ele, mesmo tendo Davi sido ungido pelo próprio Deus.


São nas nossas reações ao que acontece conosco que mostramos que tipo de coração temos. Quando Davi ficava fielmente com as ovelhas enquanto seus irmãos eram os escolhidos para lutar por Israel, ele não reclamava nem fazia o trabalho com rancor.


Meu pai sempre diz: “Quando a jovem é uma boa filha, é também uma boa esposa.” Isso é verdade e creio que Deus viu isso quando escolheu Davi. Ele, embora tenha sido rejeitado pelo pai e irmãos, não os desrespeitava por isso, pelo contrário, ficava na dele. Os salmos que ele escreveu não mostram seu espírito magoado com as “injustiças” da família, nem mesmo contra o rei Saul, que virou seu inimigo número um. Em seus salmos, ele mostra total dependência de Deus, ele recorre a Deus… Essa é a reação certa daqueles que são “injustiçados”. Já que Deus permitiu a “injustiça”, Ele sabe como nos ajudar a sair dela.


Qual tem sido a sua reação ao que tem acontecido com você ultimamente? Está aí o estado do seu coração diante de Deus.


Na fé.

Enfim,livre da depressão

Sofrendo desde os 3 anos de idade, para a jovem, angústia parecia não ter fim

Ansiedade, desânimo, desmotivação, baixa autoestima, mudança de humor, insegurança e desejos de atentar contra a própria vida são alguns dos sintomas mais comuns de um indivíduo com depressão, doença que, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), atinge 121 milhões de pessoas ao redor do mundo e está entre as principais causas que contribuem para incapacitar um indivíduo. A OMS prevê que, até o ano de 2020, a depressão passe a ser a segunda maior causa de incapacidade e perda de qualidade de vida.


Esse transtorno mental acomete pessoas de todas as idades, inclusive crianças. É caracterizado por um estado de humor deprimido. Geralmente o indivíduo apresenta sensação de angústia, desânimo, sente-se sem energia e tem uma tristeza profunda, às vezes acompanhada de tédio e indiferença.


Na infância, fatores como problemas conjugais entre os pais, cobrança exagerada da família, da sociedade e na escola podem levar a criança a desenvolver depressão.


Um caso de superação


A separação dos pais causou sequelas irreparáveis à auxiliar de faturamento Joice Gomes Ribeiro, de 28 anos. Chorava pelos cantos e sentia medo de ficar sozinha quando criança. Na adolescência, procurou preencher seu vazio nas baladas e bebidas. Porém, a depressão lhe tirava o desejo de viver, um sofrimento que parecia não ter fim. Aos 15 anos, tentou o suicídio por não suportar o fim de um relacionamento de 1 ano. Joice se jogou de um precipício de aproximadamente 10 metros de altura, em Arapongas, interior do Paraná. Chegou a ser internada para observação durante alguns dias, mas não sofreu nenhum dano físico
ou cerebral.


“Achava que minha vida não tinha sentido, pois dependia dos outros para ser feliz. Fiquei livre de muitos apuros graças às orações da minha avó, que frequentava a IURD. Somente estando no fundo do poço que reconheci que não poderia viver sem a ajuda de Deus. Meu vazio foi preenchido depois que me rendi a Ele”, relata.


Hoje a vida de Joice está totalmente transformada, tendo se reconciliado com os amigos e familiares. “Tudo mudou em minha vida, tenho prazer de viver e ajudar os que sofrem e sou voluntária do grupo Força Jovem. Dou aulas de espanhol e auxilio outros jovens a ter um encontro com Deus como eu tive”, testemunha.


Atenção


Os fatores psicológicos e sociais muitas vezes são consequências e não causas da depressão;

A crise dos trinta

Excesso de cobranças incomoda e afeta a busca pela pessoa ideal


Com o avanço da idade, homens e principalmente mulheres solteiras enfrentam um bombardeio de cobranças com relação à vida sentimental. Festas de família podem se tornar um verdadeiro martírio se a pergunta exaustivamente repetida for sobre “quando será o casamento”, ainda que a pessoa nem mesmo esteja namorando. Para as mulheres, termos pejorativos como “solteirona” e “ficar para titia” são comuns, só que, além de serem brincadeiras impróprias, podem incomodar e interferir na busca pela pessoa ideal.


De acordo com a psicóloga Mariana Pusch, a mulher brasileira se preocupa muito com a questão do casamento. “Necessariamente ela não precisa ter casado, mas pelo menos ter a perspectiva, porque, aos 30 anos normalmente as amigas estão casando ou tendo filhos. Então se ela não tem nenhuma perspectiva de parceiro e está solteira, isso começa a incomodar bastante”, esclarece.


Com tantas cobranças, é comum que as pessoas respondam com grosserias, mas a especialista afirma que a melhor saída é o bom humor. “Se perguntarem ‘não casou ainda?’, o melhor é responder ‘estou investindo na minha carreira’, ‘quero ficar rica primeiro’, ou coisas desse tipo. Sempre ter uma brincadeirinha, para poder sair disso sem constrangimentos”, ensina.


Crise existencial


Este assunto, que foi tema do programa A Escola do Amor, apresentado por Renato e Cristiane Cardoso e exibido na IURD TV, falou sobre as dificuldades enfrentadas por solteiros com idade um pouco mais avançada. Eles receberam o casal Jeronimo e Rosângela Alves (foto), casados há mais de 20 anos.


“Tive minha crise existencial aos 26 anos, porque queria constituir família, mas não tinha concluído meus estudos. A gente namorava, porém não havia definido a minha vida e foi justamente nesse momento que veio a chamada crise existencial. Com ela, a depressão e pensamentos de suicídio. Foi um momento difícil”, revela Jeronimo.


Para ele, a famosa “crise dos 30” chegou mais cedo por conta de problemas familiares. “Eu assumi minha família muito cedo. Desde os 13, eu já tinha carteira assinada, mas não havia referencial na minha casa. Essa crise surgiu como uma cobrança minha de casar, até mesmo para provar que conseguiria. Realizei este objetivo e hoje estamos casados há mais de 20 anos”, revela.

IURD Bispo Macedo (A visão de Deus)



Enquanto a pessoa não nascer do Espírito, jamais vai entender as coisas do Espírito. Porque as coisas do Espírito são espirituais; e como alguém nascido da carne pode compreender as coisas espirituais?


O carnal julga de acordo com a lógica e a razão, mas o espiritual anda de acordo com a fé, isto é, vê o invisível e crê no impossível. Por ele ser espiritual seus olhos são espirituais, ou seja, tem olhos de Deus, tem a visão dEle, tem a mente dEle. “Pois quem conheceu a mente do Senhor, que o possa instruir? Nós (os que vivemos pela fé), porém, temos a mente de Cristo.” (1 Coríntios 2.16)


O Espírito Santo nos ensina que o homem espiritual não atenta nas coisas que se veem, mas nas que não se veem; porque as que se veem são temporais, e as que não se veem são eternas (2 Coríntios 4.18). Quer dizer: o homem espiritual não presta atenção, não se preocupa, não dá valor, enfim, não coloca o coração nas coisas passageiras desse mundo. O Senhor Jesus ensinou exatamente isso quando disse: “Por isso, eu vos advirto: não andeis ansiosos pela vossa vida, quanto ao que haveis de comer, nem pelo vosso corpo, quanto ao que haveis de vestir”. (Lucas 12.22)


Quem anda ansioso se não o ímpio? Ele é quem anda sujeito às circunstâncias desse mundo! Ele vive sujeito aos sentidos naturais, ou seja, é subserviente dos olhos, do olfato, do gosto, do tato e da audição. Tudo o que seus olhos veem, ele deseja; às vezes, chega até a comer com os olhos e não tem controle de si quando cheira algo gostoso ao paladar. Esse tipo de gente não dá a mínima para a Palavra que sai da boca de Deus, porque está sujeita aos caprichos dos sentidos.


Mas o cristão não é ímpio! Antes, sua vida está centralizada na orientação bíblica. Ele é equilibrado e tem o autocontrole. Suas atitudes são tomadas pela certeza do que seus olhos espirituais veem. Para estes, o Espírito orienta: “...buscai as coisas lá do alto... Pensais nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra”. (Colossenses 3.1,2)


Fé é a certeza de coisas que se esperam; a convicção de fatos que não se veem! Ora, se nossos olhos físicos veem alguma coisa, então já não se pode considerá-la pela fé. Pois os olhos da fé veem o invisível, mas os olhos físicos veem o que é visível. Quando damos atenção às coisas visíveis, é porque estamos vivendo segundo a carne, e não segundo a fé. Mas quando prestamos atenção às coisas invisíveis, então estamos vivendo em espírito e na fé. Andar no Espírito é andar na fé, pois quem anda nEle, anda na certeza ou na fé de que o Espírito Santo o guia.


Que Deus abençoe a todos.

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