domingo, 1 de novembro de 2009

Abortar uma vida?


Abortar uma vida?
Lendo os comentários postados no blog, pode-se perceber a sinceridade nas palavras de alguns, seja à favor ou contra o aborto. Mas, será que todas as pessoas que estão comentando fariam, de fato, o que estão escrevendo, quer positiva ou negativamente? Sinceramente, tenho lá minhas dúvidas.
Outro dia, escrevendo a mensagem ABORTO, coloquei-me no lugar da minha vizinha que havia abortado. Então eu pensei: “e se fosse eu, será que abortaria?”. Juro a vocês que titubeei. Foi aí que recorri à minha inteligência.
Colocando-me no lugar dela e vendo a minha real situação do momento, optaria pelo aborto. Não que eu não me previna, ao contrário. Mas, quem não se lembra daquele anticoncepcional feito à base de farinha? Muitas mulheres engravidaram, mesmo se prevenindo. Lembro-me muito bem das reportagens. Várias daquelas mulheres não tinham condições de ter uma criança. Algumas já tinham, inclusive, mais de dois, três filhos. Neste caso, a culpa não era delas. Foi uma falha do medicamento.
Aí eu me pergunto: Para Deus, é mais importante colocar uma criança no mundo, sem ter condições para isso, ou não tê-la, para poupar-lhe de qualquer sofrimento? Será que Deus julgaria a mãe que não deixou seu filho vir ao mundo com a intenção de não deixá-lo passar necessidades?
Se estivesse no lugar daquela jovem ou, no lugar de muitas mulheres por aí, faria o mesmo também. Só Deus saberia da minha situação, do meu coração e das minhas reais intenções.
Que não me levem à mal os que são contra o aborto, mas, experimente, nem que seja por um dia, colocar o seu filho debaixo de um viaduto, andando nu, no mais completo frio, comendo com você restos de comida (farelos) do chão. Ou ainda, experimente deixar sua filha de nove, dez anos, na beira de uma estrada, tendo que vender seu corpo infantil, por três ou cinco reais, para comprar um prato de comida ou, até mesmo, para sustentar seu vício.
Tenho certeza que você deve estar revoltado, mas não sou hipócrita! Se tivesse de ver um filho nas condições descritas acima, abortaria sim, com todas as letras, pena que eu correria o risco de morrer também em cima de uma mesa de cirurgia clandestina.
Seria Deus um carrasco que, a todo custo, quer que uma criança venha ao mundo, mesmo se for para sofrer, ser violentada, prostituída, abusada, e se tornar, lá na frente, a escória da sociedade? Não que com todas essas crianças aconteça isso, mas com a maioria, que nasce sem condições de vir ao mundo, você pode estar certo que sim.
Não vamos coar um mosquito e deixar passar um camelo por nossas gargantas! Se você é contra a legalização do aborto, então, deveria ser o primeiro a adotar uma criança que está debaixo dos viadutos. Perto de você deve ter uma, com certeza. Se Deus quisesse que uma criança nascesse simplesmente porque quer que nasça, custe o que custar, então, Ele deveria, de alguma forma e, a todo custo, dar um jeito de sustentar essa vida.
Se fosse de Sua vontade que cada vida viesse ao mundo, então, Deus deveria ser o primeiro a ser culpado por tanta tragédia envolvendo as pessoas. Mas, será que Deus é tão dúbio, que ‘ordena’ o nascimento de um ser, para depois deixá-lo morrer à mingua?
Se formos pensar que Deus permite o aborto em caso de má formação do feto, risco para a mãe, e estupro, Ele também seria dúbio, visto que esses fetos também são vidas. Que diferença haveria entre esses e os outros fetos? Nenhuma. Feto é feto.
Vou ser sincera com você, posso até estar ‘pecando’ em pensar no aborto de um feto. Afinal, é uma vida, correto? No entanto, que vida é esta, quando o melhor mesmo seria ter nascido morto?
Entre pecar pela sinceridade ou pecar pela hipocrisia, fico com a primeira alternativa. Pelo menos, não me igualaria aos fariseus da época do Senhor Jesus, que deixavam um mosquito passar para engolir um camelo!
Reflita. Você realmente acredita que um aborto é pior do que um filho em condição subhumana? Se o nome disso não for hipocrisia, então, chamo de egoísmo.
Um grande abraço!
Jaqueline Corrêa
.Publicado por Bispo Edir Macedo

sábado, 31 de outubro de 2009

Estudante da Uniban se sentiu uma criminosa.


“Me senti um bicho, uma criminosa”, diz estudante da Uniban
Geisy Vila Nova Arruda foi hostilizada na faculdade porque foi assistir às aulas de minivestido
Eduardo Marini, do R7
Geisy Vila Nova Arruda, 20 anos, 1,70 metro, loira, olhos verdes, é a terceira dos quatros filhos de um casal de classe média baixa de Diadema, cidade do ABC paulista. Estuda no primeiro ano de Turismo da Universidade Bandeirante, campus São Bernardo do Campo, também no ABC. Na quinta-feira (22), ela foi vítima de um dos mais insanos atos coletivos de que se tem notícia nos últimos tempos. Centenas de estudantes, inclusive mulheres, a atacaram com palavrões, termos chulos e ameaças de agressão e de estupro pelo simples fato de ela usar um minivestido. Nesta entrevista - concedida ao R7 na sexta-feira (30) com o mesmo vestido usado no episódio que ganhou as páginas do YouTube -, Geisy lembra que sentiu “medo e vergonha”. E alerta: “vou processar muita gente”.
Veja o vídeo feito por alunos dentro da universidade.R7 – Os gritos e palavrões começaram assim que você chegou ao campus?Geisy Vila Nova Arruda – Não. Cheguei por volta de 19h50 e fui direto para a sala. Na entrada, ouvi um ou outro comentário, um “gostosa” aqui, um outro ali, mas nada grave ou fora do aceitável. A coisa começou a ficar feia quando fui ao banheiro, por volta de 20h40. Meninas me olharam muito feio no banheiro. Se alguma disse algo, não ouvi. Mas, na volta para a sala, começaram com os palavrões. Alguns tentaram colocar o celular embaixo do meu vestido para fotografar.R7 – Você voltou para a sala de aula?Geisy – Sim. E trancamos a porta. Foi quando a situação começou a sair de controle. Eles chutavam a porta, batiam na janela, tentavam filmar tudo com os celulares. Gritavam: “puuu-ta, puuu-ta”, “deixem ela com a gente”, “nós vamos estuprar”, “vamos linchar” e outras coisas terríveis. Tive medo e muita vergonha. Era como se eu fosse um bicho, uma criminosa. Fiquei em estado de choque. Não acreditava que aquilo estava acontecendo comigo. Ainda estou assustada. Diga-me uma coisa: se eu fosse prostituta, existiria uma justificativa para me agredirem? Então está correto sair pelas ruas identificando prostitutas para bater ou cometer estupro só pelo fato de elas serem prostitutas? Claro que não. Isso é preconceito, retrocesso, burrice, estupidez. Uma falta total de civilidade. R7 – Este seu vestido me parece normal. Diante do que é possível ver em algumas faculdades urbanas brasileiras, diria que é até comportado...Geisy – É o que eu penso.R7 – Você já foi à aula com roupas semelhantes? Geisy – Claro. Com vestidos até mais decotados e ousados. Tenho fotos no Orkut com roupas bem mais curtas. Eu me visto dessa forma. Gosto de ser assim. É um direito que tenho.R7 – E aí?Geisy – A faculdade cometeu vários erros. Demorou muito a mandar seguranças para a sala. Um deles, em vez de pensar em como resolver a situação, passou a me repreender. Fazia perguntas do tipo “francamente: isso é roupa para vir estudar?” e “você não tem vergonha?”. Imagine a situação: as pessoas da sala com medo e os caras pensando em repreensão, em falso moralismo. O que eles têm a ver com a maneira como me visto? Quero lembrar duas coisas importantes. Primeiro: a polícia foi lá para proteger a minha vida, a do nosso professor e a dos meus colegas de turma, e não para me expulsar do campus, como muitos disseram. Segundo: minha turma toda ficou ao meu lado. Ninguém apoiou aquela loucura.
Confira também
Veja o álbum de fotos da universitária
Geyse Arruda diz que sempre usou roupas curtas
Usuários 'twittam' sobre aluna xingada na UnibanR7 – A coisa piorou mesmo na saída da sala, não é mesmo? Geisy – Isso. Deram-me um jaleco para vestir. Enquanto eu andava escoltada pelos policiais, o pessoal gritava feito louco. Um detalhe curioso: os homens ficaram mais descontrolados e as ofensas verbais aumentaram quando as mulheres se aproximaram e fizeram críticas. Acho inveja de mulher, quando quer competir ou criticar outra mulher, a pior coisa do mundo. Nada é mais terrível. Muitas das que gritaram pareciam estar era colocando para fora uma inveja pelo meu jeito livre e alegre de ser. Uma das mais enlouquecidas era uma menina que, inclusive, pega ônibus comigo. Berrava de forma descontrolada. O mais curioso é que, no ônibus, ela sempre fica quietinha.R7 – E os rapazes? Geisy – Eles pareciam possuídos. Tinham maldade nos olhos. Gritavam: “vamos filmar e colocar no YouTube”. Naquela noite, quando cheguei em casa, fui direto para Internet. Não deu outra: estava lá, no YouTube.R7 – Quem você vai processar?Geisy - Já tenho advogado. Vou processar e pedir indenização a todos os que colocaram essa coisa na Internet, com aqueles títulos deploráveis, palavrão e tudo o mais. Eles postaram lá para me humilhar, mas a imprensa virou o jogo e agora estão todos com medo das consequências. E elas, se Deus quiser, serão duras. Se meu advogado julgar oportuno, deverei processar a Uniban, os alunos que forem identificados por minhas testemunhas e até professores que disseram o que não deveriam ter dito. Como me chamar de fulana e de outras coisas piores.R7 – Como era seu relacionamento na Uniban antes do caso?Geisy – Normal. Nunca tive nada grave com ninguém.R7 – Acha que fariam isso contigo se você fosse de família rica ou filha de alguém influente na universidade?Geisy – De jeito nenhum.R7 – Você agora ficou conhecida. Deverá receber convites... Geisy – Já entendi o que você quer saber. Posar nua eu não aceito. Reality show, para mim, seria monótono. Não agüento ficar muito tempo trancada. Mas, se for algo bom, quem sabe?R7 – Como espera ser recebida de volta na faculdade?Geisy – Não preciso que as pessoas me peçam desculpa, mas queria voltar de cabeça erguida e ser respeitada. Se por acaso alguém me aplaudir, vou gostar.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Dor de cabeça afeta 72% dos brasileiros


Dor de cabeça afeta 72% dos brasileiros
Estudos mapeiam a cefaléia no Brasil e mostram que a enxaqueca está entre as dores mais comuns e atinge cerca de 15% da população
Cláudia Pinho, do R7
Foto por Getty Images
Há mais de 150 tipos de dores de cabeça reconhecidas internacionalmenteUm estudo liderado pelo neurologista Luiz Paulo de Queiroz, da Universidade Federal de Santa Catarina, e membro da Sociedade Brasileira de Cefaléia, mostrou resultados bastante impressionantes sobre a incidência de cefaléia no Brasil. Depois de entrevistar 3.848 pessoas de 18 a 79 anos, de todas as regiões do país, ele constatou que 72% da população apresentaram algum tipo de dor de cabeça em 2008. Existem 150 tipos de dores de cabeça reconhecidas internacionalmente, mas as mais comuns são a cefaléia tensional, que causa dor leve ou moderada e dá uma sensação de peso ou aperto na cabeça; a enxaqueca, que se manifesta de maneira pulsante e tem intensidade moderada a forte; e a CCD (Cefaléia Crônica Diária), que como o nome diz, é uma dor que persiste por vários dias. Além daquelas chamadas secundárias, que são sintomas de outras doenças. Entre os entrevistados brasileiros, 13% sofrem com a tensional, 15%, com a enxaqueca – índices semelhantes aos mundiais -- e 6,9% com a CCD. Esta última chamou a atenção dos pesquisadores. Caracterizada pela maior incidência de crises, que podem ocorrer várias vezes por semana, durante várias semanas, ela costuma ser consequência de outras dores de cabeça não tratadas adequadamente. Ela se mostrou mais incidente nas regiões norte e centro-oeste, onde, de acordo com o pesquisador, o atendimento médico é mais precário. Para Queiroz, “os pacientes que cuidam bem de sua cefaléia tem menos chances de desenvolver cefaléia crônica”. O grande problema é convencer os pacientes – e até mesmo os médicos – de que dor de cabeça pode ser tratada. Principalmente a enxaqueca. Doença capaz de interferir de maneira cruel na vida das pessoas, ela causa dores que variam de intensidade. Em sua menor escala, a dor não atrapalha as atividades diárias do indivíduo. Mas quando ela aperta, sai de baixo. Ela complica muito a rotina da pessoa. Muitos “enxaquecosos” , como são chamados, não conseguem sequer trabalhar ou até mesmo sair da cama. A psicóloga Karen Kiss Gelisk sabe bem o que é isso. Há 15 anos ela convive, não tão pacificamente, com sua enxaqueca. - Ela começa de manhã, e piora à tarde. Tenho náuseas e já cansei de desmarcar compromissos e sair mais cedo do trabalho devido à dor. Mal consigo abrir os olhos e eles lacrimejam. Sem contar que não posso sentir cheiros, nem ouvir barulho e som alto. Os efeitos da exposição a esses fatores externos são bem comuns em quem sofre de enxaqueca. A explicação, segundo Queiroz, é que a “doença afeta os neurônios que controlam a irritabilidade do cérebro. Isso causa uma sensibilidade extrema a alguns estímulos”. Em uma pesquisa anterior sobre quais doenças eram mais incapacitantes para os pacientes, a enxaqueca saiu na frente, deixando para trás vários outros males, incluindo a hipertensão. Para Deusvenir de Souza Carvalho, chefe do setor de cefaléia da Unifesp (Universidade de São Paulo), o impacto negativo de uma doença não é só em relação à morte. - Diz respeito também ao impedimento de manter a rotina de trabalho e de lazer. A enxaqueca faz a pessoa querer se isolar, ficar no escuro e em silêncio até a passar a crise.

FALA VOLUNTÁRIOS


Ana Maria disse...
Boa Tarde a todos !Muito bom este espaço Pastor Geraldo onde podemos colocar nossos comentários sobre todas as ações e Eventos do Grupo de Evangelização da Fundação.Quero agradeçer pelo incentivo pois creio que somente com esta união podemos levar muito mais almas para o braços de ( Jesus Cristo )"QUE ABENÇOE "Obreira - Ana Maria A Almeida - IURD JACANÃ -SP

FALA VOLUNTÁRIOS





Nelci disse...
Foi um dia maravilhoso, que com certeza cada jovem que ali esteve sentiu a presença de Deus , em um evento que ficará marcado em cada coração. nas peças apresentadas , no olo servido na alegria estampada em cada rosto, Itaquá não será mais a mesma, houve uma renovação em todos os aspectos, tanto na vida de cada jovem como também em cada familiar presente. fico muito realizada em fazer parte desta equipe de fé, que Deus continue abençõando mais e mais este trabalho evangelístico.
29 de Outubro de 2009 16:52

Ana Maria disse...
Boa Tarde!Parabens Pastor Geraldo e para todos da Equipe de Evangelização da Fundação Casa por mais este Evento onde foi possivel levar alegria amor e principalmente a palavra de DEUS aos internos e familiares no dia da Criança.Creio que com estas ações vamos transformar a vida destes jovens e mostrando que numca é tarde para recomeçar." QUE DEUS ABENÇOE A TODOS "Obreira - Ana Maria Almeida - IURD JAÇANA - SP

HEMORRAGIA NÃO CESSAVA


Hemorragia não cessava
“Eu já tinha ouvido pessoas falarem que o Senhor Jesus poderia curar, mas só pude entender isso quando precisei”, disse a vendedora Ana Lúcia de Jesus Ferreira, de 32 anos, que participou da Corrente dos 70. Ela conta que obteve dois milagres: ficou livre de uma hemorragia que não cessava – apesar dos tratamentos, sofria muito – e também, durante uma oração, foi curada de uma forte dor no joelho, o que a incomodava demais, pois não podia fazer esforço algum. “Estas curas foram maravilhosas. Ao fechar os olhos, estava triste por causa destes problemas, mas com fé de que Deus poderia me ajudar. Ao abrir os olhos, senti a alegria por ter ficado livre daquele mal”, diz Ana

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

É TÃO BOM VOLTAR A SER CRIANÇA

































Aconteceu na Fundação Casa de Itaquaquecetuba em comemoração ao Dia das Crianças um grande evento realizado pelos voluntários da IURD e Pr. Geraldo Vilhena que iniciou o evento como uma oração toda especial para os internos, familiares e funcionários.Contamos com a presença da Banda Nesher (nome hebraico traduzido quer dizer águia), a mesma é constituída por 06 integrantes Reginaldo Peres (guitarra/vocal), Patrícia Celegatto (vocal), Karla Alves (vocal), Aline Megg (vocal) e Alexandre Hiuga (bateria). Interessante é que a banda iniciou entre uma conversa desses jovens sobre seus sonhos, que tinha tudo em comum, e com a coragem de um dos integrantes em sacrificar numa Fogueira Santa todos os instrumentos adquiridos em 10 anos de trabalho. Após este ato de Fé e Coragem, no prazo de 01 (uma) semana compraram novos instrumentos e começaram a lutar, estudaram canto, se especilizaram , mas faltava algo, um baterista.Como as bençãos de Deus sempre são completas, o Pai enviou um baterista do Japão para completar a benção e a banda. A Banda Nesher animou os internos, familiares e funcionários com louvores alegres.Os internos apresentaram peças teatrais tais como: A Escolinha do Chaves, Os trapalhões, a Cigarra e a Formiga, preparadas pela professora Lenilda, agente educacional Ana Paula e Nélio.Foram distribuídas bíblias, cestas básicas, bolas e saquinhos supresas para os familiares. Também os familiares puderam desfrutar da prestação de serviços de cabeleireiros e manicures.Todos puderam degustar dos salgados, lanches, bolos, algodão doces e refrigerantes e as crianças aproveitaram os brinquedos pula-pula e pintura artística. Sra. Vanda (Diretora da Unidade) e a Agente Educacional Katiane agradeceram ao Pr. Geraldo Vilhena e os voluntários da IURD por mais este evento e como é valioso esta iniciativa, pois ajuda na recuperação dos jovens e aumenta a esperança por um futuro melhor.
Marta Alves






























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MACACO LADRÃO PM 1