sábado, 24 de outubro de 2009

O que pensam de mim?


O que pensam de mim?
Essa tem sido a questão que vem incomodando os fracos. Preocupam-se demais com sua “imagem” diante dos outros. Daí a razão de muitos suicídios. O mal tem se aproveitado disso e fortalecido sua voz no interior deles.
Um velho sábio, descrevendo seus conflitos internos, disse: – Dentro de mim existem dois cachorros: um deles é cruel e mau; o outro é muito bom e dócil. Os dois estão sempre brigando.
Quando, então, lhe perguntaram qual dos cachorros ganharia a briga, o sábio parou, refletiu e respondeu: “Aquele que eu mais alimentar.”
Na minha infância, sempre fui motivo de zombaria. Tanto por colegas de minha idade, quanto por alguns adultos. Meus defeitos físicos alimentavam suas críticas e eles se aproveitavam. Por conta disso, meus complexos aumentavam. Foi o encontro com o Senhor Jesus que mudou meu viver. Ele matou o cachorro mau e fiquei livre. Então, Lhe dei toda a minha vida.
Essa oferta de sacrifício trouxe graves consequências para o inferno. Como resultado, nasceu o ódio dos que lá vivem e as críticas à minha pessoa se MILtiplicaram!
Mas, e daí? Se o cachorro mal está morto, quem poderá ressuscitá-lo?Sigo caminhando e conquistando em parceria com Ele. Bom para o Reino de Deus. Mau para o reino do mal.
Deus abençoe a todos abundantemente.
Publicado por Bispo Edir Macedo

Tive 20 anos roubados


“Tive 20 anos roubados”
A. teve os últimos 20 anos de sua vida roubados pela dependência química. A diferença da maioria das histórias é que o vício veio em uma receita médica. Por causa da depressão, procurou um psiquiatra respeitado, almejando “qualidade de vida”, termo que utiliza várias vezes durante a conversa que aconteceu em uma sala pequena de uma clínica para tratamento de dependentes, localizada no interior de São Paulo. Estava, então, no começo da vida, estudando odontologia, planejando uma carreira, quando foi apresentado ao psicoestimulante de nome Survector, hoje fora de circulação no Brasil. “O psiquiatra disse que eu tinha um déficit de dopamina e me receitou esse medicamento. Eu senti a melhora imediata”, lembra A., hoje com 43 anos de idade: “Aí, percebi que com um comprimido a mais me sentia ainda mais estimulado. E o remédio era vendido sem receita, na época. Em pouco tempo, eu estava tomando uma caixa de Survector por dia.” Quando se deu conta de que havia algo estranho, foi pesquisar sobre o remédio na internet e descobriu que não era o único adicto: “Comecei a questionar por que um antidepressivo era vendido sem receita e sem aviso sobre os riscos de dependência. Mas era tarde. Havia passado 10 anos e eu já estava dependente daquilo”, conta. A. diz que chegou a manter correspondência com a Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa), inclusive mandando suas pesquisas sobre o remédio, até que, por volta do ano 2000, o Survector foi tarjado e logo depois tirado do mercado. “Eu fiquei desesperado. Minha vida foi atrapalhada, tive todo esse tempo roubado”, protesta. Facilmente, A. conseguiu que outro psiquiatra substituísse a medicação. Desta vez, pela Ritalina, usada para tratar déficit de atenção e narcolepsia (distúrbio caracterizado por episódios súbitos e incontroláveis de sonolência durante o dia). “Eu já era dependente químico. Não tinha mais paciência para tratar a depressão, então, abusei da Ritalina também. Como era controlada, eu ia a outros médicos e os convencia de que precisava do remédio. Também descobri as farmácias que vendiam sem receita e comprava sempre nelas”, assume. Após algumas internações sem sucesso, a família de A. tentou mais uma vez. Levaram-no dizendo que iria fazer um exame e o deixaram para se desintoxicar. “Foi estúpido tudo isso, né? Eu moro com meus pais até hoje. Na verdade, só com a minha mãe, que me sustenta, porque meu pai morreu durante uma internação minha”, lamenta. “Agora, tenho que reconquistar meu espaço. E acho bom que seja esclarecido, porque outras pessoas podem estar passando por isso e não é culpa delas. Não quero me eximir de culpa, mas eu fui uma vítima.”

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

ADULTESCENTES


'ADULTESCENTES':NÃO ACEITAR A FASE ADULTA É NÃO ACEITAR A CONDIÇÃO DO MUNDO ATUAL, A SI MESMO OU AS RESPONSABILIDADES?A Síndrome de Peter Pan já é reconhecida oficialmente como patologia pela medicina psiquiatra, e consiste basicamente na resistência em aceitar a vida adulta, ou seja, na dificuldade de aceitar que não se é mais uma criança. Essa patologia atinge principalmente homens mais velhos, mas é ainda na juventude que ela começa a se desenvolver. É comum, nos dias de hoje, os adolescentes adiarem cada vez mais suas responsabilidades. Muitos começam a trabalhar só depois que terminam a faculdade, evitam compromissos e só querem curtir a vida. Segundo os psicólogos, até certo ponto, tal comportamento é aceitável e comum entre jovens, mas quando um indivíduo na casa dos trinta, quarenta anos ou mais quer levar o mesmo tipo de vida, o mais provável é que se trata “da síndrome”. Os especialistas deixam claro também que apenas um profissional da área é capaz de “diagnosticar” a Síndrome de Peter Pan, mas existem alguns indícios que podem denunciar a patologia. Os principais são medo da responsabilidade, não pensar em sair da casa dos pais por comodidade, ter pavor a compromissos, usar roupas e acessórios comuns a adolescentes, freqüentar baladas e raves em que o público predominante é composto por adolescentes, usar gírias e interessar-se somente por garotas bem mais novas. Pais superprotetores, que não atribuem responsabilidades aos filhos desde cedo, são apontados como os principais motivadores da síndrome, alertam os psicólogos. Os que costumam dar muito dinheiro e bens materiais, evitando que eles se esforcem para conseguirem o que querem, também contribuem para o surgimento da patologia. Por outro lado, pais que menosprezaram e maltrataram os filhos durante toda a infância também podem ser os responsáveis por despertar a doença, como pode ser o caso do Rei do Pop, Michael Jackson. De infância difícil, o cantor assumi explicitamente e durante toda a vida ser um eterno Peter Pan.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Violência no RJ faça COMENTÁRIOS


VIOLÊNCIA NO RJ:O QUE CAUSA MAIS INDIGNAÇÃO É A OUSADIA DO CRIME, O CONFORMISMO DO GOVERNO OU O CRESCENTE NÚMERO DE VÍTIMAS? Sábado (17), foi mais um dia marcado pela violência na capital fluminense.Um helicóptero da Polícia Militar foi alvejado por traficantes, no Morro dos Macacos, zona norte, enquanto dava apoio a policiais em solo, e caiu. O piloto se salvou, mas três ocupantes morreram. Há poucos metros dali, oito ônibus foram incendiados nas ruas e 12 pessoas morreram, incluindo dois policiais. Outros seis ficaram feridos, um deles em estado gravíssimo, e mais quatro civis foram atingidos por balas perdidas nos intensos confrontos na favela, localizada no bairro de Vila Isabel. Um dos motivos para as constantes ondas de violência na cidade pode ser explicado através dos Dados do Sistema de Informações Gerenciais (SIG) da Secretaria de Estado de Fazenda, que mostram que, nos três anos da administração Sérgio Cabral, o total previsto em investimentos para segurança pública chegava a R$ 804.818.112. Mas até dia 16, a realização dessas ações consumiu apenas R$ 316.102.753,36. Ou seja, apenas 39,2% do total destinado ao setor. E de janeiro a setembro de 2009, apenas 24% dos R$ 421 milhões (R$ 102,1 milhões) previstos para a segurança foram devidamente aplicados. Segundo a Secretaria de Estado de Segurança Pública, questões judiciais e convênios que ainda não foram cumpridos impediram a realização de porcentagem maior do que se previa inicialmente para o setor. Em decorrência de tais dados, mesmo com o significativo crescimento ecnonômico, o Brasil ainda é considerado, de acordo com dados divulgados pela Organização das Nações Unidas (ONU) uma das nações mais violentas do planeta. Para os estudiosos do assunto, a barbárie brasileira chegou a limites tão críticos que dificilmente o quadro se reverterá. Mantê-lo sob controle também não é uma tarefa das mais simples. Para muitos, é já tarde demais para que a situação se reverta.

Diadema vai propor que Fundação Casa permute áreas

Diadema vai propor que Fundação Casa permute áreas-->
Vanessa FajardoDo Diário do Grande ABC
O prefeito de Diadema, Mario Reali (PT), disse ontem que tenta
negociar um terreno particular próximo ao acesso da Rodovia Imigrantes, no km 20,5, para construção de unidade da Fundação Casa. Reali afirmou que o ideal seria que houvesse permuta entre as áreas do governo do Estado e o proprietário, já que a Prefeitura enfrenta crise financeira e não teria como arcar com a desapropriação. O Estado ainda não foi informado.
A área que a Fundação
Casa dispõe no bairro Casa Grande foi vetada pela Prefeitura, que julgou o local inadequado para a realização do projeto.

Alesp aprova plano de carreira para professor

Alesp aprova plano de carreira para professor
As 25 emendas do projeto serão apreciadas hoje à tarde pelos deputados

A Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) aprovou na madrugada desta quarta-feira (21), por 48 votos a favor e 21 contra, o Projeto de Lei Complementar 29/2009 que cria plano de carreira para os professores da rede estadual. As 25 emendas apresentadas ao texto serão apreciadas hoje à tarde, em sessão ordinária.
As bancadas do PT, PSOL e do PCdoB foram as que votaram contra. Cerca de 300 servidores da Educação acompanharam a votação, lotando as galerias do plenário. A oposição protestou contra a presença numeroda da PM nos arredores da Alesp.
Segundo o secretário estadual de Educação, Paulo Renato Souza, "o projeto pretende dar continuidade à política de valorização dos servidores desta importante carreira do Estado, com o objetivo de implementar a valorização pelo mérito".
O texto proposto pela pasta e encaminhado à Alesp prevê cinco faixas em cada uma das classes de professor, diretor e supervisor, e mantém a evolução da categoria por níveis, conforme a legislação.
- As promoções significam uma evolução salarial na carreira, porque serão incorporadas ao salário e mantidas na aposentadoria
O quadro das promoções previstas é: da faixa 1 para a 2, o equivalente a 25%; para a faixa 3, 50%; para a faixa 4, 75%; e para a faixa 5, 100%, sempre em referência ao vencimento inicial.
De acordo com o relatório favorável à proposta na Comissão de Educação, elaborado pelo deputado Milton Flávio, vice-líder do PSDB, "o Programa de Valorização pelo mérito é uma medida que vai permitir aos professores multiplicar o salário inicial da carreira por 3,4 vezes desde que cumpram as regras de promoção e tenham notas mínimas nas avaliações".

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